Por: SentiLecto

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O piloto de Portugal parte da pole position em casa. O Grande Prémio de Portugal recebe a 14.ª e última corrida do campeonato de Moto GP.

Por outro lado, o piloto de Portugal da equipa Tech3 falou da amargura que sente por abandonar a formação onde esteve nas últimas duas temporadas.Miguel Oliveira agradeceu a «injeção de motivação» recebida na terça-feira de alguns motociclistas que acompanharam a sua viagem de Lisboa ao Algarve, onde este fim de semana se disputa o Grande Prémio de Portugal de MotoGP.apanhou-se o piloto de Almada em a conferência de jornalismo de esta tarde, em o Autódromo Internacional do Algarve, que serviu de antevisão em a última prova de a temporada e em a qual a Agência Lusa assistiu, desprevenido por a manifestação de suporte.nesperadamente, nas bombas de gasolina e à entrada da autoestrada, vi que vários motards me seguiam. Foi bastante bom. Pus algumas músicas relacionadas com motas bastante alto e abri as janelas. Foi uma injeção de motivação bastante boa», explicou o piloto da equipa Tech3.Miguel Oliveira, um dos sete pilotos presentes na conferência – juntamente com os espanhóis Joan Mir e Pol Espargaró , os italianos Franco Morbidelli e Andrea Dovizioso , o australiano Jack Miller e o britânico Cal Crutchlow , lamentou, ainda, a ausência de público nas bancadas.»Estou bastante contente e excitado por correr em casa após sete anos depois do último GP, no Estoril. É especial, sobretudo por ser a última corrida da temporada, estarem todos mais relaxados e podermos desfrutar da prova», enfatizou o piloto de Almada.Miguel Oliveira referiu que esta «é uma pista diferente» daquilo a que os pilotos estão habituados a encontrar «por todo o mundo».»Espero que possamos ter uma boa performance», frisou Oliveira.Por outro lado, o piloto da equipa Tech3 falou da amargura que sente por abandonar a formação onde esteve nas últimas duas temporadas.»Construímos uma relação especial em duas épocas e fico triste por partir. Por outro lado, vou para a equipa de fábrica. As coisas não serão mais fáceis por isso. O Pol [Espargaró] estabeleceu o ritmo. Vai ser um trabalho duro, mas aproveitarei esta chance para me desenvolver mais como piloto e dar resultados à KTM», prometeu o piloto de 25 anos.Miguel Oliveira declarou, ainda, que este fim de semana será preciso «descobrir os limites» das motas num circuito desconhecido para a maioria dos pilotos.Deduziu: «Vamo ter sessões longas de treinos livres amanhã , devemo descobrir os limites e esperar um bom fim de semana».A fechar a conferência de jornalismo, os sete pilotos presentes foram instados a designar a sua corrida preferida, a melhor ultrapassagem da temporada, o melhor estreante, a maior surpresa e o melhor duelo.o português de Miguel Oliveira em o GP da Estíria , em a Áustria , assinalou como a melhor corrida a triunfo e o melhor duelo a ultrapassagem por Crutchlow a Miller.O GP de Portugal de MotoGP é a 14.ª e última corrida da temporada e decorrerá entre sexta-feira e domingo no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão.Joan Mir , admitiu, na conferência de jornalismo de antevisão do Grande Prémio de Portugal, que a pista de Algeria «é diferente de todas as outras».O espanhol Joan Mir admitiu, na conferência de jornalismo de antevisão do Grande Prémio de Portugal, que a pista de Algeria «é diferente de todas as outras». O espanhol Joan Mir é o novo campeão global de MotoGP. O piloto de Espanha recordou que ainda não pôde rodar com a mota de competição em Portimão, «somente com uma mota de estrada», mas esta é «uma pista diferente das outras».»No papel, a nossa mota adapta-se à pista, mas veremos», referiu o novo campeão global, numa conferência de jornalismo em que participaram ainda o espanhol Pol Espargaró , o australiano Jack Miller , os italianos Andrea Dovizioso e Franco Morbidelli , o britânico Cal Crutchlow e o português Miguel Oliveira .Já Franco Morbidelli, ganhador da ronda anterior, em Valência, Espanha, mostrou-se «curioso» com as potencialidades do traçado de Algeriade Algeria, que descreveu como «uma montanha russa».Assinalou: «Estou curioso para ver como se desenrolará a corrida».Já Pol Espargaró, que no próximo ano será trocado pelo português Miguel Oliveira na equipa oficial da KTM, espera, somente, «ser rápido» e divertir-se. O piloto de Espanha acredita que o conhecimento que Miguel Oliveira tem da pista «vai ser útil a todos os pilotos da KTM».Por sua vez, Andrea Dovizioso desconfia do que pode ocorrer «com os pneus Michelin e estas motas de MotoGP», depois de ter rodado em outubro no circuito algarvio com uma mota de estrada.Cal Crutchlow restringiu-se a declarar que dividia «da opinião dos restantes», assim como Jack Miller.O novo campeão revelou, ainda, dúvidas quanto ao número que irá usar no próximo ano, se o 1 de campeão se o 36 que com frequência usa e que lhe tem «trazido sorte nos últimos anos».Depois de conquistado o título global na prova anterior, em Valência, Mir revelou que teve pouco tempo para celebrar.»Festejei com a família, no domingo fomos jantar. Não fiz muita coisa, pois este domingo tínhamos outra corrida. Mas estou concentrado e estimulado», enfatizou, confessando, também, alguma «surpresa» por ter recebido mensagens de felicitações «de alguns famosos».O GP de Portugal de MotoGP é a 14.ª e última corrida da temporada e decorre entre sexta-feira e domingo no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão.O piloto de Portugal alega: «Sente-se algo no estômago».O piloto português Miguel Oliveira considerou esta sexta-feira «uma sensação fantástica» correr em casa «mesmo sem público», depois do primeiro dia de treinos livres do Grande Prémio de Portugal de MotoGP, que se disputa até domingo no Algarve.Em declarações aos jornalistas através da plataforma Zoom, Oliveira enfatizou que «é essa sensação que reina em cima da mota».»É uma sensação fantástica. Mesmo sem público, de cada vez que saio para a pista sinto-me estimulado para fazer bem. É essa a sensação que reina em cima da mota. Mesmo sem o público, há sempre uma sensação de suporte», declarou o piloto de Portugal.O piloto, que tinha sido o mais rápido na sessão da manhã, melhorou quase 200 milésimos de segundo na sessão da tarde, rodando na sua melhor volta em 1.39,946 minutos, a 529 milésimos do mais rápido do dia, o de Francia Johann Zarco .»Foi um bom dia. Gostei de todas as voltas. Foi uma boa experiência descobrir Portimão de MotoGP pela primeira vez», reconheceu.O piloto de Almada considerou que um dos pontos mais críticos da pista do Autódromo Internacional do Algarve é a travagem «para a primeira curva».»Frear e, de repente, não temos suporte. Sente-se algo no estômago, o que é bom. A última curva é fixe de se fazer, com esta potência. Sou suspeito, mas é das pistas mais divertidas no calendário», comentou o piloto da Tech3, que admitiu já ter «uma ideia» do percurso a seguir no resto do fim de semana, até porque a pista, no sábado, «vai melhorar».Ainda que os pilotos precisam, o piloto de Portugal explicou , neste traçado, «de ter a frente estável».»Precisamos de uma mota estável no geral. Para as travagens é importante uma mota que esteja sob o nosso controlo, mas que permita mover-nos durante a travagem. Em termos de potência não faz muita diferença, porque mesmo na reta maior só rodamos um pouco o acelerador», acrescentou o piloto da Tech3.Hoje foi a primeira vez em que Miguel Oliveira rodou com uma mota de MotoGP, apesar de ter algum conhecimento do traçado algarvio.»A pista fica mais estreita com a MotoGP, difícil por ter tanta potência e estarmos longe da afinação certa na entrega de potência e controlo de tração. No geral, é muito divertida, das mais divertidas do calendário. Mas já sabia que o benefício de conhecer a pista iria durar pouco tempo», deduziu.Para sábado estão calculadas mais duas sessões de treinos livres e a qualificação, dividida em duas partes.A primeira , que reúne os 10 pilotos mais lentos da terceira sessão de treinos livres, e a segunda, com os restantes 10 pilotos mais os dois mais rápidos da Q1.Após 13 corridas realizadas, Miguel Oliveira ocupa a 10.ª posição do campeonato, com 100 pontos.

MotoGP ou Moto Grand Prix é a categoria principal do Campeonato Mundial de Motovelocidade e o mais antigo Campeonato do Mundo de desportos motorizados – o primeiro ano de competição teve lugar em 1949.

O Grande Prémio de Portugal é um grande prémio da Fórmula 1 realizado entre 1958 e 1996 e que voltou a realizar-se em 2020.

Fonte: ojogo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>DIRETO | Acompanhe AO MINUTO a corrida de Miguel Oliveira no GP de Portugal
>>>>>Miguel Oliveira e o apoio dos motociclistas: «Pus música muito alto e abri as janelas» – (ojogo-pt)
>>>>>Joan Mir, o novo campeão de Moto GP: «No domingo fomos jantar» – (ojogo-pt)
>>>>>Miguel Oliveira e um ponto da pista de Portimão: «Sente-se algo no estômago» – (ojogo-pt)

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