Por: SentiLecto

O piloto britânico, que venceu pela primeira vez esta prova de Portugal, deduziu a quarta ronda do campeonato com o tempo de 3:38.54,5 horas, batendo o espanhol Sordo por 55,3 segundos e o de Francia Sébastien Ogier por 2.00,1 minutos.O britânico Elfyn Evans , que venceu o Rali de Portugal, dedicou parte da vitória na prova ao seu o de Portugal Rui Soares mostrando-se cumprido por lhe dar o deleite de vencer «em casa». O de Portugal Rui Soares é engenheiro.»O meu engenheiro é português e por isso era bastante especial para ele vencer ‘em casa’. Estou bastante satisfeito por lhe dar essa recompensa pelo árduo trabalho que ele faz por mim», declarou o piloto britânico à agência Lusa.Quando surgiu a pandemia de covid-19, que pôde ter alguns adeptos nas bermas das estradas, elfyan Evans elegeu também «atmosfera especial» que o público de Portugal trouxe a este rali, o primeiro desde o ano passado.»Foi uma sensação bastante boa voltar a ver a público a apoiar-nos. Estava tudo bastante bem coordenado e controlado. Sinto que a presença do público deu uma atmosfera especial ao acontecimento», dividiu o ganhador do Rali de Portugal.O piloto da Toyota reconheceu, ainda assim, que esta foi «uma prova dura», num fim de semana «bastante intenso».»Não foi fácil, mas felizmente não tivemos problemas com o carro e conseguimos ser bastante consistentes. Sinto que foi um bom resultado para mim e para a equipa», deduziu Elfyan Evans.O piloto britânico, que venceu pela primeira vez esta prova de Portugal, deduziu a quarta ronda do campeonato com o tempo de 3:38.54,5 horas, batendo o espanhol Sordo por 55,3 segundos e o de Francia Sébastien Ogier por 2.00,1 minutos.

Elfyn Evans parte para o último dia de prova na liderança.O britânico Elfyn Evans , líder do Rali de Portugal à entrada para o terceiro e último dia, admite que, com 10,7 segundos de vbenefíciosobre o segundo classificado, «ainda está tudo em aberto».Apesar de sentir, em declarações aos jornalistas na «media zone», Evans declarou ter tido «um bom dia dentro do carro» que «ainda há áreas a melhorar».»Esta tarde fiquei muito cumprido com o carro. Ainda há algumas áreas em que podemos melhorar, mas, no geral, estou cumprido», referiu o piloto da Toyota.Evans tem, agora, cinco especiais para defender a liderança, incluindo a dupla passagem por Fafe e pelo salto da Pedra Sentada.»O salto? Não sou grande fã. É sempre difícil colocar o carro direito, mas é igual para todos», enfatizou.A chave do último dia vai ser a «escolha de pneus».»Temo que ver que pneus ainda temos e quais levar. Alguma coisa deve funcionar», deduziu o líder do Rali de Portugal, quarta de 12 provas do Campeonato do Mundo.O copiloto acabou helitransportado para o clínica de Braga e o piloto levado para a clínica de Guimarães «por cautela».A dupla de Australia, constituída pelo piloto Nikolaus Mayr-Melnhof e pelo copiloto Poldi Welsersheimh , foi este domingo levada para a clínica, depois de um acidente padecido na última especial do Rali de Portugal, em Fafe.A dupla do Ford Fiesta, que chegou a esta última classificativa na 36.ª posição, atrás do de Portugal Hélder Miranda , capotou no salto da rocha sentar-se e os bombeiros levaram ela «por uma questão de cautela», adiantou à agência Lusa fonte dos meios de sajudinhaos bombeiros realçados assistiram em o local ambos para o Rali de Portugal.O copiloto acabou helitransportado para a clínica bragançano e o piloto levado para o clínica de Guimarães «por cautela».A especial teve de ser suspendida pois o carro ficou capotado no meio da pista.O britânico Elfyn Evans venceu este domingo o Rali de Portugal, quarta prova do Campeonato do Mundo.Toyota vinca a segurança dos protocolos anti-covid verificados no Rali de Portugal.A equipa líder do Mundial de construtores, a Toyota, dividiu assumiu este sábado, na passagem pelo Rali de Portugal, um «sentimento de segurança» em relação à covid-19, mas vincou que tal não lhe retira um constante «estado de alerta».Com centenas de pessoas envolvidas na suas estruturas, as equipas tiveram de aprimorar as suas já por si complexas operações de logísticas, não só para garantir a segurança dos seus elementos, mas também da população em cada país.»Sentimo-nos bastante seguros em Portugal, mas, mesmo sabendo que os vossos números de contágio são baixos, conservamo-nos sempre em alerta e dentro das nossas ‘bolhas’. Fizemos três testes antes de vir para cá, pois, como percorremos todo o mundo, não queremos ser responsáveis pela disseminação do vírus», explicou à agência Lusa Kaj Lindstrom, diretor desportivo da Toyota.O responsável, que gere uma equipa de 85 pessoas, explicou que, além de cumprir as regras sanitárias impostas pelas legislações de cada país e pelas entidades que regem o desporto automóvel a nível mundial [FIA], há procedimentos próprios da Toyota que foram implementados.»A nossa circulação está restringida entre o hotel e o parque de assistência, e até as refeições, nesses dois locais, já começaram a ser tratadas no começo da semana. Antes da pandemia, ainda havia tempo para, no final dos dias, jantarmos numa esplanada e aproveitarmos o bom tempo de Portugal, mas agora é inimaginável e é pena», dividiu Kaj Lindstrom.O dirigente da equipa de Nipani explicou que as normas sanitárias são transversais a todos os elementos da estrutura, mas confessou uma especial atenção com os pilotos e copilotos recordando que a sua função «é insubstituível».»Mesmo em circunstâncias normais [os pilotos] se os protegia já , para evitar uma gripe ou má disposição. Mas agora temos um pouco mais de atenção. No entanto, e no geral, todos seguem os mesmos procedimentos aplicados aos mecânicos ou engenheiros», explicou.As rotinas do dia também ganharam um pouco mais de complexidade pelas contingências de prevenção da covid-19, mas Kaj Lindstrom confessou que as maiores «dores de cabeça’ recaíram sobre os elementos do setor da logística.»O volume de trabalho deles ampliou bastante. Declararia que têm agora 60% do tempo tomado para tratar das questões da covid-19. Mas, com o passar do tempo, todos estamos a ficar habituados e rotinados a lidar com esta situação», reconheceu o diretor esportivo da Toyota.Para esta 54.ª edição do Rali de Portugal, foram mobilizados 474 bombeiros, apoiados por 124 veículos, distribuídos por seis dias, entre terça-feira e domingo, com uma previsão de empenhamento operacional de 533,5 horas, adiantou à agência Lusa o comandante Carlos Alves, rculpadopela Proteção Civil da região Norte.O equipamento encontra-se esparso por cinco distritos , marcando presença na cerimónia inaugural, classificativas, zonas de reabastecimento, parques de assistência e posto de comando .O Comandante Carlos Alves enfatizou: «Não obstante, os vários Serviços Municipais de Proteção Civil envolvidos, estruturaram equipamentos para prestar suporte pré-hospitalar, nas zonas de espetáculo, em articulação com os diversos corpos de bombeiros, Cruz Vermelha Portuguesa e com o INEM , hipotecando mais 64 bombeiros».

Na caso volte, segunda-feira 26 de abril a Federação Internacional do Automóvel ameaçava o piloto de exclusão por uma prova a repetir-se um incidente similar esta temporada.multou-se Sébastien Ogier de o campeonato de o mundo que venceu o rali de a Croácia o piloto de Francia Sébastien Ogier,, de o campeonato de o mundo, em sete mil euros devido a o acidente de viação em que esteve envolvido.o acidente de trânsito multou em cinco mil euros o piloto de Francia e em dois mil por ter em o domingo , durante o caminho de ligação passado um sinal vermelho em as ruas de Zagreb , a uma de as especiais de a terceira prova de o Mundial de Ralis.Caso volte, para além das multas, a Federação Internacional do Automóvel ameaçava o piloto de exclusão por uma prova a repetir-se um incidente similar esta temporada.De acordo com uma comunicação da equipa Toyota aos comissários da prova, Ogier padeceu uma avaria e tentou estacionar numa paragem de autocarro, momento em que teria sido abalroado por um condutor que o tentava ultrapassar.A FIA referiu, em comunicado, que o piloto campeão do mundo parou «mais à frente para comprovar que não h haviaferidos» e trocou dados com o condutor do outro veículo.Entretanto, chegou uma patrulha da polícia, «que não falava inglês» e decorreu uma conversa telefónica entre a organização do rali e um dos agentes.Ogier pensou que o tema já estava resolvido e arrancou, de forma a evitar uma punição por atraso no controlo horário da prova.No entanto, um dos polícias, por desconhecer a conversa telefónica, tentou impedir o piloto de arrancar. Acabou multado por ter saído do local e por ter passado um semáforo vermelho.No final, o sete vezes campeão global pediu desculpas «a todos os envolvidos» e os comissários deduziram que um acidente de trânsito «não violava nenhuma das normas» da prova.O piloto de Franciade Franciade Francia acabou por adicionar a segunda triunfo da temporada em três corridas disputadas, batendo o galês Elfyn Evans por 0,6 segundos, recuperando a liderança do campeonato.A próxima prova do Mundial seria o rali de Portugal, de 20 a 23 de maio.

O Rali de Portugal é a maior prova de desporto motorizado que se realiza em Portugal anualmente.

Fonte: ojogo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Elfyn Evans vence Rali de Portugal: «O meu engenheiro é português, era bastante especial para ele vencer»
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>>>>>»Covid-19? Sentimo-nos muito seguros em Portugal», diz a equipa líder do Mundial – (ojogo-pt)

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