Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Fernando Gaviria

Fernando Gaviria, que abandonou esta terça-feira a Volta a Itália em bicicleta devido a um teste positivo ao novo coronavírus, durante o segundo dia de descanso, depois de ter estado infetado em março, testou positivo mais uma vez e está fora do Giro. «Isolou-se O Gaviria foi imediatamente isolado após o resultado de o teste. Ele sente-se bem e está completamente assintomático», lê-se no comunicado da UAE Emirates, adicionando que «todos os outros corredores e membros da equipa tiveram testes negativos e repetirão-los hoje «.Gaviria, de 26 anos, tem estado nas disputas ao sprint no Giro, sem conseguir melhor do que um sétimo e um oitavo lugares, nas oitava e 11.ª etapas, respetivamente.O colombiano da formação de Rui Costa, Rui Oliveira e Ivo Oliveira – que vão começar a Volta a Espanha – já tinha tido um teste positivo ao novo coronavírus no começo da época, após a Volta aos Emirados Árabes Unidos.A União Ciclista Internacional e a organização do Giro informaram que este é o único caso de infeção entre ciclistas da «corsa rosa», que é liderada pelo português João Almeida , adicionando que a deteção de outro caso, no «staff» da AG2R La Mondiale, entre os 492 testes feitos no dia de descanso.Esta triagem, antes da última semana da prova, seguiu-se à feita naopprimeiropintervalo que detetou as infeções do holandês Steven Kruijswijk e do australiano Michael Matthews , provocando o adesamparodas equipas Jumbo-Visma e Mitchelton-Scott, que já tinha ficado sem o inglês Simon Yates.Quando faltam seis dias e 1.104 quilómetros para o fim da prova, o pelotão, que integra ainda o de Portugal Ruben Guerreiro , enfrentará hoje 229 quilómetros, entre Udine e San Daniele del Friuli , marcado para domingo, em Milão.

João Almeida ambiciona ser chefe de fila, mas admite voltar ao papel de trabalhador.O ciclista de Portugal João Almeida mostrou este sábado pretensão de ser chefe de fila da sua equipa, a Deceuninck-QuickStep João Almeida é líder da Volta a Itália.a sua equipa, a Deceuninck-QuickStep, mas admitiu voltar a assumir o papel de gregário no futuro.Numa conferência de jornalismo realizado através de uma plataforma digital, o jovem, de 22 anos, que assumiu o dorsal número um da equipa na corsa rosa devido à ausência por lesão do belga Remco Evenepoel, lrecordouque «numa época normal» correria a Volta a Espanha e não o Giro, mas não descartou qualquer cenário.»No futuro, não sei. Só estou aqui por causa das quedas [de alguns companheiros de equipa], posso ser ajudante também. Claro [que tenho a pretensão de ser o chefe de fila], sou novo, tenho bastante para aprender, mas posso ser o número um, se tiver pernas. Mas não sinto que tenha de ser», declarou o jovem natural das Caldas da Rainha.O ciclista refutou, de resto, comparações com o esloveno Tadej Pogacar, que surpreendeu este ano ao vencer a Volta a França, com a mesma idade que João Almeida, ressalvando que «são coisas diferentes», apesar de serem ambos muito jovens, e que a espécie de trabalho que o ciclista da UAE Emirates deveu fazer para vencer a corrida foi diferente.»Ele só ganhou a camisola no penúltimo dia, no contrarrelógio. Por isso, não era necessário ter uma equipa a trabalhar para defender a camisola [amarela], porque ele não a tinha. Aqui é diferente, temos a camisola [rosa] para defender todos os dias desde o quilómetro zero. Ele era quem precisava de agredi, não de se defender, e não é preciso ter uma equipa tão forte para agredi como para defender. É mais difícil assim [com a camisola de líder há vários dias], mas é só a minha opinião», comentou.A característica da nova geração de ciclistas, com menos de 25 anos, que têm alcançado resultados de excelência nas grandes competições do WorldTour também mereceu a atenção de João Almeida, que não se mostrou assombrado com essas prestações.»São todos bastante profissionais a treinar, a comer, ao nível da nutrição e acho que isso faz a diferença», analisou o português que lidera a Volta a Itália desde a segunda etapa.No plano pessoal, João Almeida admitiu que a presença dos pais nas estradas de Italia, onde o estiveram a apoiar durante a última semana, é «sempre especial», apesar de «não poder estar com eles, por causa da covid-19″, e assumiu que a sua prestação na prova contribuirá para o crescimento do ciclismo em Portugal.»Jamais se falou tanto de ciclismo em Portugal, na TV e em todo o lado. Com o que eu e o [Ruben] Guerreiro estamos a fazer, as coisas mudarão e o futuro vai ser melhor», assumiu.Ruben Guerreiro , o outro ciclista de Portugal na competição, venceu a nona etapa do Giro2020 e vestiu nesse dia, 11 de outubro, a camisola azul do prémio da montanha, que perdeu na etapa de domingo para o de Italia Giovanni Visconti .João Almeida lidera a Volta a Itália no segundo dia de descanso da competição, após 15 etapas, com um benefício de 15 segundos para o de Holguín Wilco Kelderman .

Na terça-feira 13 de outubro casos positivos de covid-19 na Volta a Itália.A Mitchelton-Scott abandonou a Volta a Itália, depois de quatro elementos do staff terem testado positivo ao novo coronavírus no dia de descanso, tal como os ciclistas Steven Kruijswijk e Michael Matthews .»Kruijswijk não comparecerá na partida para a 10.ª etapa do Giro. Kruijswijk testou positivo à covid-19 no dia de descanso. Como consequência, ele vai ter de deixar a corrida», lê-se no comunicado da Jumbo-Visma.Faz 1 ano, o holandês, terceiro ocupava o 11.º lugar na classificação geral, a 01.24 minutos do líder, o de Portugal João Almeida .Já a saída da Mitchelton-Scott acontecia depois de o britânico Simon Yates, o seu chefe de fila, ter deixado a «corsa rosa» no sábado, também devido a covid-19, e de quatro elementos da sua estrutura terem testado positivo.»Após duas séries de resultados negativos à covid-19, e informou-se a equipa em o sábado, de os quatro resultados positivos de membros de o » staff «, em os testes realizados de domingo «, referia a formação de Australia.Também o sprinter Michael Matthews vai deixar a corrida, depois de ter sido diagnosticado com covid-19, confirmou a Sunweb, adicionando que o australiano estava a assintomático e a satisfazer isolamento.Na segunda-feira, primeiro dia de descanso do Giro, foram feitos 571 testes à covid-19, tendo sido detetados casos de infeção também noutros dois elementos das estruturas das equipas, um da AG2R La Mondiale e outro na INEOS.O pelotão da corrida de Italiade Italia, que concluía no dia 25, em Milão, enfrentava a 10.ª etapa, entre Lanciano e Tortoreto, após um dia de descanso que se seguiu aa vitória de Ruben Guerreiro , na etapa de domingo.Almeida dirigia a geral, com 30 segundos de benefício sobre o holandês Wilco Kelderman e 39 sobre o sobre o espanhol Pello Bilbao , liderando, consequentemente, a classificação da juventude, enquanto Guerreiro era o detentor da camisola da montanha.

Fernando Gaviria Rendon é um ciclista profissional de Colombia, que atualmente compete para a equipe etixx quick step.

Fonte: ojogo-pt

Sentiment score: POSITIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Está novamente infetado com covid-19 e abandona a Volta a Itália
>>>>>»Tenho muito para aprender, mas se tiver pernas posso ser o número um» – (ojogo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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