Por: SentiLecto

Adul Seidi é o melhor marcador do Campeonato de Portugal com sete golos, tendo ainda mais dois marcados na Taça de Portugal. O avançado tem uma meta já definida e declara que ainda sonha voltar à I Liga, por onde passou com as cores do Marítimo.Adul Seidi é o homem golo do Campeonato de Portugal. O avançado do Marinhense já marcou por sete vezes na Série E e é o atual melhor marcador desta divisão. «Contente e grato» pela maneira como está a começar a época, e deixando um vocábulo de reconhecimento a todo o plantel, equipa técnica, staff e direção, o guineense revela que tem uma meta a atingir até ao final de 2020.»Assumi um compromisso comigo mesmo. Esta época é a minha época de resolução final. O tempo passa, a idade não perdoa, e darei o meu tudo ou nada. Um avançado vive de golo e declarou que farei muitos golos. A minha meta é, no mínimo, marcar 15 golos até dezembro. Foi o que quando me contrataram, declarou», adiantou em conversa com O JOGO.Os 15 tentos certeiros não são o objetivo único para o dianteiro, que também ambiciona em concluir a época como ‘Bota de Ouro’ do Campeonato de Portugal. «O objetivo também passa por ser o melhor marcador. Todos sabemos que este campeonato é bastante difícil, mas trabalharei para isso. Tentar que o Marinhense fique em primeiro lugar da série e tentar ser o melhor marcador da série e do campeonato. Será difícil, mas acho que posso lá chegar», declarou, esperançoso.A equipa da Marinha Grande arrancou bem e continua bem posicionada para os play-offs de subida à II Liga. Adul declara que é possível alcançar os campeonatos profissionais, visto que «o Marinhense é um clube com um bom projeto» e que a equipa está «a viver um bom momento».As ligas profissionais são, de facto, uma pretensão para o avançado de 28 anos, que adiciona ainda mais dois golos na Taça de Portugal – nove ao todo. Já há vários anos em Portugal, chegou mesmo à I Liga, em 2016, pelas portas do Marítimo, mas a passagem não foi contente. A vontade de retornar ao principal escalão é grande, até para ‘vingar’ a falha na Madeira.»Faz parte da pretensão, mas também é o meu trabalho continuar a auxiliar a equipa. O Campeonato de Portugal é um trampolim, está a dar muitas chances.. Alguns jogadores saltam daqui para a I Liga, e pode ocorrer… Faz 4 anos, quando fui para o Marítimo, já ocorreu comigo. Mas as coisas não correram bem. Ainda tenho esperança, tenho fé e com o meu trabalho e dedicação posso conseguir. Não me aleguei no Marítimo, mas não tive chances de mostrar o meu potencial. Só fui convidado quatro vezes. Continuarei a combater e faz parte do meu sonho chegar à I Liga, que é mbastanteboa e tem muita visibilidade. Afiançou, se não conseguir aqui, que seja no estrangeiro».Serzedelo, Fafe, Vianense, Leiria, Gondomar, Benfica Castelo Branco, Covilhã, União da Madeira, Sintrense e Fabril são os outros símbolos que encarnou por terras de Lusaka. Passou ainda por Espanha, França e Chipre.

O guarda-redes Cristiano não padeceu ainda qualquer golo esta época e tem auxiliado a conservar o Leça no topo da tabela.A época ainda vai num período bastante inicial, mas a verdade é que este registo já ninguém pode tirar a Cristiano Magalhães. O guarda-redes do Leça é o único nos campeonatos nacionais que ainda não padeceu qualquer golo na prova principal.O jovem de 26 anos conservou a baliza inviolada nos quatro jogos que realizou até então – os leceiros foram batidos por duas vezes na Taça de Portugal, mas, além de se estarmos a contabilizar somente o campeonato, foi Gustavo Galil o titular nessa partida.O bom momento da equipa orientada por Domingos Barros deve-se ao «coletivo» e ao «trabalho sério durante a semana». «O mérito é dos 11 jogadores que começam e dos que vão entrando durante o jogo. E da estrutura. Isso tem sido fundamental para mantermos a baliza a zeros», disse a O JOGO, ressalvando que o grupo não está apenas «focado em não sofrer golos», porque isso, por si só, «não garante vitórias». «Estou a desfrutar do que estamos a viver e vamo ver se consigo conservar», vinca.O guardião natural de Paredes declara que tem vindo «a fazer boas épocas», mas que este talvez seja aquela em que está a começar melhor. No entanto, relembra que é fruto de um «processo bastante estável e bem consolidado» por parte do coletivo.O bom arranque pode atrair atenções para Cristiano, que ambiciona chegar aos campeonatos profissionais, mas que garante ficar cumprido se conseguir, pelo menos, dar visibilidade ao campeonato que disputa.»É possível que sim, que seja algo que chame a atenção e que me auxilie a chegar a outros platô. E auxilie a que os clubes olhem para o CdP. Não só para mim, mas para outros bons guarda-redes que estão neste campeonato. A ver que existem bons valores. Isso seria um prémio bastante interessante e ficaria orgulhoso de contribuir com o mínimo que fosse para que o nosso campeonato fosse visto como um campeonato em que os jogadores estão adequados para as ligas profissionais. Gostaria de ter essa chance na carreira, claro», refere.Inevitavelmente, os triunfos neste arranque de época despertam o sonho de chegar à II Liga, mas o guarda-redes conserva os pés bem assentes no chão. «O Leça tem o grande objetivo de subir à III Liga, esse é o princípio base pelo qual temos trabalhado desde o icomeço Mas não podemos deixar de mostrar algum agrado de poder disputar, eventualmente, uma subida à II Liga», explica.Agora, resta continuar o «bom trabalho», «auxiliar a equipa» e «esperar que possam sugir novas chances».

Na sábado 21 de novembro Declarações de João Miguel Parreira, treinador do Fabril, após a derrota por dois golos sem resposta frente ao FC Porto.Satisfeito com resultado e exposição? «Nem uma coisa nem outra. desejávamo sempre mais, éramo ambiciosos, mas logicamente que era difícil jogar contra estes jogadores. Deixámos uma boa imagem, dignificámos o nome e a história do clube, fizemos um bom jogo».Boa imagem: «Não era fácil, há equipas da I Liga que não conseguiam fazer, se calhar, tanto como nós fizemos. Os jogadores estavam bastante ansiosos, a jogar contra os jogadores que veem na TV, também desejavam lá chegar e ser como eles. Faltou um bocadinho de personalidade, colocar a bola no chão. Mas não era fácil. era fácil para nós, treinadores, estar a pedir-lhes de fora, mas para eles não».Casos de covid-19 afetaram? «Talvez sim, talvez não. Alguns destes jogadores não tinham tido minutos até agora, outros tinham tido bastante poucos. Tivemo que jogar com estes e fizeram um excelente trabalho».Retorno à realidade: «Não v vai serdifícil voltar à realidade. temos um grupo fantástico de jogadores. era normal a ansiedade aparecer nesta espécie de jogo, mas já fizemos isto no Campeonato de Portugal. Em três ou quatro jogos, já tivemos muita superioridade. éramo uma equipa com personalidade e que sabia jogar futebol. E tínhamo que continuar a fazê-lo no Campeonato de Portugal».

Fonte: ojogo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Portugal, Cyprus, Brazil

Cities: Marinha Grande, Leiria, Gondomar, Franca, Covilha

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Goleador do Campeonato de Portugal sonha com a I Liga: «No Marítimo não tive chances»
>>>>>Cristiano ainda não foi batido: «Que ajude a que olhem para o Campeonato de Portugal» – (ojogo-pt)

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