Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – António Costa em 2017

Costa garantiu esta quarta-feira a permanência do campeonato de futebol e «ligas igualadas».António Costa garantiu esta quarta-feira que a I Liga «ligas igualadas» vão conservar-se em atividade durante o novo confinamento geral, devido na pandemia de covid-19. António Costa é o primeiro-ministro.Relativamente às atividades desportivas as [rlimitaçõese efechamentos de lazer são mconservadas com as exceções no mesmo regime de março e abril. Se as mantém sobre a Liga profissional [ de futebol ] e ligas igualadas em as profissionais, em atividade, obviamente sem público «, disse António Costa em o final de a reunião de o Conselho de Ministros, durante a qual foram decididas as medidas de o novo confinamento.egundo um documento distribuído durante o briefing do chefe do Governo, vai ser permitido exercício individual ao ar livre, com ginásios e outros recintos esportivos concluídos.O outro ponto dedicado ao desporto assinala que possam continuar em atividade «seleções nacionais e primeira divisão sénior sem público.»

Primeiro-ministro anunciou esta quarta-feira que as competições decorrerão, embora sem público, como tem ocorrido. «Ligas profissionais e igualadas», vincou.Faz 9 meses, António Costa retirou esta as dúvidas em torno da permanência de o futebol em Portugal, em o dia em que anunciou o retorno de o » obrigação de recolhimento domiciliário em março e abril. «, como em março e abril.O primeiro-ministro de Portugal aos jornalistas, na conferência de jornalismo disse: «Ligas profissionais e igualadas, obviamente sem público». Dos vocábulos de Costa, utilizando o termo «igualadas», conclui-se que o Campeonato de Portugal continuará a decorrer.EM ATUALIZAÇÃO

Na terça-feira 22 de dezembro liga anunciou que pretendia o VAR na divisão secundária. A resolução, porém, dependia exclusivamente do organismo, que o deveria pagar ao Conselho de Arbitragem. Os clubes também o desejavam.Helena Pires alegou que a introdução do VAR no escalão secundário era uma pretensão do organismo, em declarações proferidas durante a conferência «Desafios Futuros do VAR», coordenada pelo Sporting. Helena Pires é diretora executiva da Liga de Clubes com a tutela das competições. Declarou: «A I Liga foi uma das pioneiras na introdução da videoarbitragem, esperando que um dia também consigamos ter esta ferramenta na II Liga».O JOGO questionou a Liga quanto à possível inclusão de uumvorçamentopara implementar o VAR noaoverbade 2021/22 da competição secundária. Fonte do organismo confirmou haver «pretensão no sentido de haver VAR em todas as competições profissionais», mas advertiu: «Os preços continuavam a ser bastante elevados, sendo inimaginável calcular quando se poderia alargar a utilização da ferramenta para além da I Liga, sendo certo que a Liga tudo faria para encontrar um modelo sustentável que permita, num futuro próximo, inseri o VAR também na II Liga».O preço da operação de videoarbitragem na I Liga estava estimada em cerca de um milhão de euros. Na segunda divisão, o preço não seria bastante diferenteEntretanto, na sequência das declarações de Helena Pires, o Leixões, da II Liga, reagiu a O JOGO. Para André Castro, presidente do símbolo de Matosinhos, a ferramenta já tinha que estar a utilização no escalão secundário: » éramo claramente em defesa da introdução do VAR na II Liga. era uma intenção que só pecava por tardia. Tudo o que seja para valorizar o futebol, como era o caso do VAR, era benéfico».Do mesmo comungava José Cristo, presidente do Mafra: » seria ótimo e excelente. mudaria, muito, a verdade esportiva na II Liga, como melhorou na I Liga. Quanto mais verdade esportiva houver, melhor para todos».Faz 4 anos, se inseriu O VAR, tutelado por o Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, em a I Liga e, desde então, a FPF tem assumido os preços de operação : cerca de um milhão de euros anuais, envolvendo não só os honorários de videoárbitros e assistentes de VAR, mas também os serviços prestados por operadores externos, ao nível das tecnologias e comunicações, por exemplo. Já o organismo presidido por Pedro Proença, por sua vez, somente pagava integralmente o serviço na Final Four da Taça da Liga, que coordenava anualmente. Apesar de a infraestrutura já estar montada e oleada – nomeadamente o centro nevrálgico da videoarbitragem, na Cidade do Futebol -, a implementação do VAR na II Liga teria sempre um preço idêntico ao do principal campeonato.

António Luís Santos da Costa Gcih é um político e jurista português.

Fonte: ojogo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Governo permite a permanência de «seleções e primeira divisão sénior»
>>>>>António Costa garante continuidade do futebol: «Ligas profissionais e equiparadas» – January 13, 2021 (ojogo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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