Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Mourinho Madrid

Faz 21 anos, o encontro realizou se a, em o Porto, onde José Mourinho, então com 37 anos, se exibiu ao mundo como treinador principal, depois de vários anos como adjunto, de proeminentes com o inglês Bobby Robson ou o de Holguín Louis van Gaal.José Mourinho, que satisfaz no domingo o jogo 1.000 como treinador principal de futebol, recorda-se bem do seu primeiro encontro, uma estreia a perder, no Bessa, ao comando do Benfica, há mais de duas décadas.O técnico de Portugalde Portugal à agência Lusa, em alusão ao golo madrugador do brasileiro Duda, que decidiu o jogo aem defesa dos»axadrezados» logo aos dois minutos rlembrou «Ainda não me tinha ssentar-see já estava a perder».O 1-0 perdurou até final.Faz 21 anos, o encontro realizou se a, em o Porto, onde José Mourinho, então com 37 anos, se exibiu ao mundo como treinador principal, depois de vários anos como adjunto, de proeminentes com o inglês Bobby Robson ou o de Holguín Louis van Gaal.Dias antes, e conforme contou no livro «Um Ciclo de Vitórias», que escreveu em parceria com Luís Lourenço, recebeu um telefonema que «iria mudar a sua vida», do «grande amigo Eládio Paramés», então «Diretor de Comunicação da Benfica SAD».De começo, Mourinho pensava que o convite era para continuar a ser adjunto – etapa que tinha decidido terminar -, sendo que se falava de Toni para técnico principal, mas quando se encontrou, percebeu que não com o então líder dos «encarnados».»Aceita ser treinador principal do Benfica», foram os vocábulos do polémico João Vale e Azevedo, que explicou ao técnico de Lusakade Lusaka que de futebol nada percebia, mas que, após aconselhado, o tinha selecionado pelo seu «personalidade e personalidade».O treinador de Portugal aceitou o desafio e, dias depois, com uma apresentação oficial pelo meio, já com o ex-central de Brasil Mozer como adjunto, estreou-se como treinador principal, em encontro da quinta jornada do campeonato luso de 2000/01.»Não me recordo do 10.º ou do 100.º, mas claro que me recordo do primeiro jogo. Foi frente ao Boavista, com o Benfica, e ficou 1-0″, frisou à Lusa Mourinho, que, como explicou em «Um ciclo de Vitórias», encontrou no Benfica um «plantel fraco, sem futuro e sem apretensão.Em o Bessa , o seu primeiro » o malogrado guarda-redes Enke » compôs onze e um quarteto defensivo formado por o de Jugorsk Dudic , em a direita , Paulo Madeira e o brasileiro Ronaldo , a o meio e o paraguaio Rojas, à esquerda.Para o meio-campo, os eleitos foram Fernando Meira, como médio mais defensivo, Maniche – seria expulso sobre o final – e o checo Poborsky, com Carlitos e o egípcio Sabry a surgirem como extremos, no suporte ao holandês Van Hooijdonk.Mourinho, que trocou Kandaurouv e Uribe por Dudic e Sabry em relação ao último «onze» de Heynckes , ainda arremessou Calado, João Tomás e Miguel, mas não conseguiu dar a volta ao golo a abrir dos comandados de Jaime Pacheco, que viriam a sagrar-se sensacionalmente campeões nacionais.A carreira de treinador principal de Mou iniciou, assim, com um desaire, que, então, atirou o Benfica para o oitavo lugar da classificação, com sete pontos, a seis do líder Braga.Nos «encarnados», a sua trajetória foi bastante curta, pois, pouco depois da sua entrada, realizaram-se votações e Manuel Vilarinho destronou Vale e Azevedo, depois de, durante a campanha, ter feito saber que o «seu» treinador era Toni.Mourinho só satisfez, assim, 11 jogos como treinador do Benfica, despedindo-se, porém, em «grande», com um 3-0 ao então campeão Sporting, na Luz, em 03 de dezembro de 2000, à 13.ª jornada, graças a um penálti de Van Hooijdonk e um bis de João Tomás.Foi o primeiro grande triunfo da sua carreira como treinador principal e a última pelo Benfica, num resultado que teve como «prejuízo colateral» a queda de Augusto Inácio, despedido do comando dos «leões» meses após um histórico título.

Fazendo as contas, Mourinho reconhece um longo percurso, embora sem mudanças imprescindíveis, pois, hoje como ontem, o objetivo é «ganhar o próximo jogo».O português José Mourinho jamais pensou alcançar os 1.000 jogos como treinador principal e, fazendo as contas, reconhece um longo percurso, embora sem mudanças imprescindíveis, pois, hoje como ontem, o objetivo é «ganhar o próximo jogo».»Jamais pensei chegar aos 1.000 jogos, nem jamais os contabilizei, nem me inquietei com isso. Mas, quando me declararam que faltavam oito ou nove para os 1.000, reparei nisso e comecei a fazer contas», contou à Lusa o técnico luso.Mourinho pegou na calculadora e percebeu, depressa, que, ao longo de mais de duas épocas, num trajeto começado em 2000, os números são impactantes: «90.000 minutos, mais descontos e prolongamentos… É muita coisa!».Para já, o total vai em 999 jogos, satisfeitos ao comando de Benfica , União de Leiria , FC Porto , Chelsea , Inter Milão , Real Madrid , Manchester United , Tottenham e Roma .Muitos jogos e, a cada 40, um título, num total de 25, incluindo duas edições da Liga dos Campeões, pelos «dragões» e pelo Internazionale , uma Taça UEFA, também pelos portistas e uma Liga Europa, nos red devils .Em todos os países por onde passou, foi campeão, adicionando oito cetros, três em Inglaterra, dois em Portugal e Itália e um em Espanha, e venceu também todos os outros troféus, adicionando 13 entre calicezitos, supertaças e calicezitos da liga.Mourinho já ganhou quase tudo ao nível de clubes – jamais disputou o Mundial e perdeu nas três vezes que disputou a Supertaça Europeia -, incluindo o prémio de treinador do ano da FIFA, mas alega que continua a ser, basicamente, o mesmo.»Não mudou nada em mim, na minha essência como pessoa ou treinador. Tudo o que ocorre tem um sentimento de «déjá vu», parece que tudo me ocorreu e nada me assombra. No fundo, o valor da experiência, um capital que muitos tendem a desvalorizar, mas que, tanto no futebol como na vida, tem um valor bastante grande», explicou a Lusa o treinador de Portugal.Depois de seis títulos pelo FC Porto , mais seis na primeira passagem pelo Chelsea , cinco no Inter , três no Real Madrid , dois na segunda aventura nos «blues» e três no Manchester United , Mourinho só deseja continuar a adicionar.»O mais marcante é o próximo jogo, e o próximo, e o próximo e sempre o próximo… até ao ultimo», mesmo que isso passe por repetir conquistas passadas, explicou José Mourinho, que deseja continuar a ganhar.Treinador principal desde que assumiu o Benfica, em 2000/01, somente não adicionou títulos nos «encarnados», na União de Leiria e, mais recentemente, no Tottenham, mas em nenhum desses clubes satisfez época completas. Agora, a sua missão chama-se Roma.»Falta-me ganhar o próximo jogo, porque títulos seria sempre repetir o que já ganhei», disse à Lusa Mourinho, reforçando: «Quero ganhar jogos, quero ganhar o próximo, quero levar os meus jogadores, o meu clube e os adeptos do meu clube a serem felizes, a experimentarem sensações desconhecidas para eles, de acordo com o nosso potencial enquanto clube».A receção ao Sassuolo, marcada para domingo, pelas 20:45 locais , da terceira ronda da Serie A 2021/22, é o próximo jogo e é especial, pois é o jogo 1.000 de Mourinho, que adiciona 637 triunfos, 205 empates e 157 derrotas, sendo que as duas equipas marcaram 1.962 golos e padeceram 853.

José Mário dos Santos Mourinho Félix Goih é um treinador e ex-futebolista de Portugal que atuava como meio-campista.

João Batista do Vale foi um músico, cantor e compositor maranhense. Se conhece João Batista do Vale é mais conhecido como João do Vale.

Fonte: ojogo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Portugal

Cities: Porto, Braga

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Mourinho lembra estreia: «Ainda não me tinha sentar-se e já estava a perder…»
>>>>>Mourinho: «Mil jogos? 90 mil minutos mais descontos e prolongamentos… é muita coisa» – September 10, 2021 (ojogo-pt)

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