Por: SentiLecto

A intenção é tentar recuperar a tempo do concurso do omnium, marcado para sexta-feira.Uma lesão afastou hoje a de Portugal Maria Martins da prova de scratch e da prova de eliminação do Campeonato do Mundo de ciclismo de pista, ficando em dúvida a participação no concurso olímpico de omnium.»o diretor clínico avaliou a corredora portuguesa de a Federação Portuguesa de Ciclismo , Filipe Lima Quintas , que faz parte de a séquito nacional em Roubaix, e foi dita inapta para competir, devido a uma pequena lesão, causadora de mal-estar ao pedalar», pode ler-se num comunicado hoje divulgado pela Federação Portuguesa de Ciclismo.A olímpica portuguesa, sétima no omnium de Tóquio’2020, participaria esta quarta-feira no scratch, especialidade em que conseguiu o bronze nos Mundiais de 2020, o único pódio de Portugal nessa competição.Assim, fica protelada a estreia de Portugal em Roubaix, França, para quinta-feira, com Rui Oliveira no scratch, prova em que é campeão europeu, num dia em que «Tata» Martins correria também a eliminação.A intenção é a de tentar recuperar a tempo do concurso do omnium, marcado para sexta-feira.Além de Rui Oliveira, também integram a seleção portuguesa de pista os corredores João Matias e Iúri Leitão.

Maria Martins, Iúri Leitão, João Matias e Rui Oliveira serão os representantes portugueses. Treinador pretende estabelecer as Quinas no top-12 mundialA Seleção Nacional de ciclismo de pista compõe-se por quatro desportistas nos Mundiais da modalidade em Roubaix, França, que decorrem de quarta-feira a domingo, com os olhos postos em continuar entre a elite global e na qualificação para Paris’2024.»É altamente importante termos um bom grau de pontuação, por um lado para não perdermos a nossa qualificação para o próximo Mundial, [dado que] os pontos neste campeonato são importantes para o próximo Campeonato do Mundo. Temos de conservar um bom grau de pontuação para não perdermos estas ambições», explicou à Lusa o selecionador, Gabriel Mendes.Maria Martins, que conseguiu a única medalha nos Mundiais de 2020 com um bronze no scratch, une-se a Iúri Leitão, João Matias e Rui Oliveira nos Mundiais, com a desportista olímpica a disputar omnium, eliminação, scratch e corrida por pontos. No masculino, vão estar em ação no omnium, madison, eliminação, perseguição individual e scratch.Em Roubaix, um dos grandes «palcos» do ciclismo global, do «Inferno do Norte» que é o Paris-Roubaix ao famoso velódromo, Portugal vai ter um trio masculino e Maria Martins, sétima classificada no omnium de Tóquio2020, na que foi a estreia olímpica do país na pista.Já este mês, na cidade suíça grega, Rui Oliveira sagrou-se campeão europeu de scratch e foi ao bronze no madison, ao lado de Iúri Leitão, este «vice» europeu nos pontos. João Matias, por seu lado, foi segundo na eliminação.Esse foi «um bom Campeonato da Europa», mesmo que não tenha, avaliou Gabriel Mendes corrido tão bem a «Tata» Martins, sobretudo devido a uma má corrida de eliminação que lhe prejudicou o concurso olímpico do omnium.Ainda assim, e já com a seleção a fazer adaptação a uma pista em Roubaix que é «nova, com qualidades diferentes», de «retas mais longas a curvas mais pequenas», o foco pode não estar nas medalhas mas vai estar em bons resultados.Ainda sem ter sido divulgado o processo de qualificação para os Jogos Olímpicos Paris2024, o que vai estar para breve por parte da União Ciclista Internacional , certo é que pontuar vai ser fundamental, não só para ir amealhando pontos no «ranking» da UCI como para garantir a permanência no Campeonato do Mundo.»Se não obtivermos vaga no próximo Mundial, nas disciplinas olímpicas torna as coisas mais difíceis, ficamos sempre dependentes de outros. Um dos aspetos importantes neste Campeonato do Mundo é conseguir uma boa pontuação», adicionou.O técnico nacional assumiu ainda a pretensão de «trabalhar, nas disciplinas olímpicas e nas outras, para estar nas primeiras 12 nações em contexto global».Alegou: «Se estivermos dentro desse conjunto de nações, podemos considerar que estamos num bom nível de pontuação».Perante uma «competitividade bastante elevada» no campeonato das principais nações do desporto, falar de medalhas, sobretudo nas provas não cronometradas, o grosso do que vai ter portugueses em ação, é «adivinhar» dentro de especialidades pouco previsíveis, pelo que a promessa é somente de «trabalho árduo pelo melhor rendimento possível».»Tata» Martins é a primeira em prova, na quarta-feira, no scratch, seguindo-se Rui Oliveira na quinta-feira, na mesma disciplina, enquanto a olímpica corre a eliminação. Na sexta-feira, «atira-se» ao omnium, com Iúri Leitão e João Matias na perseguição individual.No sábado, Leitão corre o omnium, com a prestação de Lusaka em Roubaix a fechar no domingo com Martins nos pontos e Rui Oliveira e Iúri Leitão a fazerem dupla no madison.Programa da seleção portuguesa nos Mundiais de pista:- Quarta-feira, 20 out:Scratch feminino – Maria Martins.- Quinta-feira, 21 out:Scratch masculino – Rui Oliveira.Eliminação feminino – Maria Martins.- Sexta-feira, 22 out:Omnium feminino – Maria Martins.Perseguição individual masculina – Iúri Leitão e João Matias.- Sábado, 23 out:Omnium masculino – Iúri Leitão.- Domingo, 24 out:Corrida por pontos feminino – Maria Martins.Madison masculino – Rui Oliveira e Iúri Leitão.

Faz 10 dias, equipa de Portugal alcançou quatro medalhas em a prova, em o domingo 10 de outubro.recebeu-se a seleção de Portugal de ciclismo de pista com aplausos em o retorno a Portugal, oriunda de Grenchen, em a Suíça, onde alcançou quatro medalhas, uma de elas de ouro, em os Europeus, entre terça-feira e sábado.»Esta medalha sabia mesmo a ouro. Foram uns Europeus de excelência para toda a seleção e só tínhamo que agradecer ao staff técnico pelo que proporcionou. era o meu primeiro título na categoria de elite e isso tem sempre um sabor especial. Consegui-o depois de um ano de muito esforço, também na estrada, sempre perto de alguns bons resultados. era, claramente, o meu melhor resultado na carreira», disse Rui Oliveira.O ciclista, de 25 anos, falava aos jornalistas logo após a chegada ao aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto, onde reencontrou familiares e amigos com a camisola branca de campeão europeu de scratch vestida, num cenário festivo emoldurado com dezenas de bandeiras portuguesas, alguns cartazes de incentivo e gritos de campeão ensaiados.»Jamais tinha chegado ao topo do pódio numa competição. Já tinha feito segundo e terceiro lugares, mas ser primeiro e poder escutar o hino no pódio era outra sensação. O foco não se podia perder agora. Daqui a duas semanas, temos os Mundiais, e era para isso que trabalharemos. Vão ser um pouco mais exigentes, mas tentarei o que fiz nestes Europeus e irei tentar combater por um bom lugar. Medalhas? seria extraordinário», vincou. ruía Oliveira, que corria pela UAE Emirates ao nível do pelotão WorldTour do ciclismo de estrada, sucedeu no scratch ao compatriota Iúri Leitão, ganhador dessa disciplina nos Europeus de 2020, com quem dividiu este ano o bronze na competição de madison.»Conseguir encarnar o nosso país e trazer duas medalhas era bastante gratificante. estava bastante contente. A seleção estava a trabalhar bastante bem, como sempre. Além do trabalho e da dedicação que tínhamo que ter, a união de grupo era aquela peça-chave que fazia a diferença para as outras seleções. A pessoa mais responsável era o selecionador Gabriel Mendes», analisou Iúri Leitão, de 23 anos, que ainda foi segundo colocado na corrida por pontos.João Matias de o técnico também enalteceu o papel que , a os 30 anos , sobressaiu em o Velódromo Tissot com a prata em eliminação , após » 22 anos a trabalhar em busca de objetivos de este tamanho «. João Matias é o ciclista mais velho deste séquito de cinco elementos.»Competi logo no primeiro dia. Ajustei-me bem, estava com boas pernas e conseguíei alcançar uma medalha de prata. achava que foi bastante bom para erguer a pressão, tanto individual, como coletiva. O grupo sentia-se mais livre e as coisas ocorrem normalmente, quando isso ocorria. temos um grande grupo e juntados éramo mais fortes», contou.Maria Martins, que estreou Portugal na pista nos Jogos Olímpicos Tóquio’2020, e a estreante Daniela Campos completaram a «excelente prestação» da equipa das «quinas» em Grenchen, que «era expectável e não assombrou» o selecionador Gabriel Mendes.»Os desportistas estavam em muito boa condição e estiveram todos bastante bem a combater contra nações altamente fortes. conseguíamo provar o nosso valor e os pódios que obtivemos eram resultado do nosso processo de trabalho, de toda esta equipa e de tudo aquilo que estava por trás para permitir que os desportistas estejam ao mais alto nível», notou.Portugal ficou na sexta posição dos países mais laureados nos Europeus de elites, ao contabilizar os mesmos quatro «metais» da Itália, menos dois rostito à edição de 2020, na Bulgária, em que registou duas medalhas de ouro e outras tantas de prata e de bronze.»Estar a ver as coisas do ponto de vista de número era um bocadinho relativo. O grau de rendimento que tivemos este ano, tendo em conta a competitividade, era altamente bom. No setor masculino, em cinco provas possíveis, fizemos quatro pódios. era algo que não fazíamos até há pouco anos e estávamo agora a conseguir. era evidente que não era fácil obter medalhas nos Europeus de elite e este ano a tarefa foi mais árdua», enquadrou.Depois da 12.ª edição dos campeonatos da Europa, a seleção nacional, que foi recebida no aeroporto do Porto pelava presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Delmino Pereira, assinalava aos Mundiais de Roubaix, em França, de 20 a 24 de outubro.» temos mais ume meia. A competitividade vai ampliar e não era fácil chegar a lugares de pódios, mas vamos combater para obter excelentes classificações e, se possível, chegar às medalhas. Os outros países também procuravam aquilo que procurávamo. O nosso compromisso era o trabalho e logo veríamos como seria», deduziu Gabriel Mendes.

Fonte: ojogo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Portugal, France, Brazil

Cities: Roubaix, Franca

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Mundiais de ciclismo de pista: Maria Martins ausente de duas provas por lesão
>>>>>Portugal vai pedalar nos Mundiais de pista já a pensar em Paris’2024 – October 19, 2021 (ojogo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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