Por: SentiLecto

Novo episódio do programa «Ironias do Destino» fez o presidente do FC Porto, Pinto da Costa recuar até à curta passagem do treinador Co Adriaanse pelo clube azul e brancoO que só está nas mãos de Pinto da Costa: «Há uma coisa pela qual sou sempre responsável e assumo desde o princípio e toda a gente que faz parte das minhas direções sabe que é assim. Sou eu que seleciono a minha Direção e não aceito nenhuma restrição de alguém em relação seja a quem for. Eu faço a minha equipa diretiva. Depois, a escolha do treinador é minha. Naturalmente que escuto todos os diretores e culpados para formar bem a minha opinião, mas a resolução é minha. E nesse caso naturalmente que dei conhecimento do que ia fazer. Estiveram de acordo e redundou porque o homem era um entusiasta pelo trabalho. A partir daquele momento, ele só via obcecado em ganhar o campeonato.»O que mais ninguém faria: «Infundi-lhe [Co Adriaanse] maior pretensão, maior responsabilidade e sobretudo ele ganhou comigo uma camaradagem maior e um sentimento de dívida para com o gesto, que ele declarava que mais nenhum presidente do mundo teria depois de ter sido suprimido por culpa própria. «

Novo episódio do programa «Ironias do Destino» fez o presidente do FC Porto recuar a 2003, à final da Taça UEFA. Seguiu-se a conquista da Champions.Faz 18 anos, Pinto da Costa lembrou a conquista de a Taça UEFA, em uma final com o Celtic, em Sevilha, em mais um episódio » Ironias do Destino «, de o Porto Canal. Foi o primeiro título internacional com Mourinho como treinador, que na época seguinte comandou os dragões à conquista da Liga dos Campeões.»Trocámos aquele abraço de quem tinha atingido o objetivo. O Mourinho não estava para vir para cá, estava a um passo de um adversário nosso [Benfica]. Uma das coisas que foi importante para o persuadi a vir, foi de que lhe prometi que íamos fazer um plano e um projeto para voltar a ganhar uma prova internacional. Ele acreditou na característica dos jogadores que íamos buscar, no trabalho dele e não ganhou uma, ganhou duas: a Taça UEFA e, no ano seguinte, a Champions. Foi um ciclo fantástico, não só do clube, como também da vida dele», vincou o presidente dos dragões.Sobre o que se declara a um treinador vitorioso assim, Pinto da Costa respondeu: «Se me perguntar o que é que eu declarou, posso-lhe garantir uma coisa: ao longo destes anos, tudo o que eu declarou foi sempre o que sentia. Dessa, só tenho que ter declarado coisas belas [risos], quando se vence uma prova com o protagonismo. O Mourinho também era bastante extrovertido, celebrava com grande euforia, ficou célebre aquela corrida quando empatámos em Manchester, bateu o recorde dos 100 metros para ir celebrar com o Costinha. Era efusivo, bastante exuberante, uma passagem que ele e eu lembramo com muita satisfação e saudade.»Novo episódio do programa «Ironias do Destino» fez o presidente do FC Porto, Pinto da Costa falar da relação com treinadores e de como comportar-se quando os resultados não são os melhoresReagir aos momentos difíceis: «Já tive momentos difíceis com treinadores e da equipa, mas é nessa altura que é preciso todos estarem juntados e transmitir confiança. Tem de se mudar para melhorar, se não há confiança, mas tem é de se resistir ao primeiro impulso de ‘perdeu, o treinador vai embora e os jogadores não prestam’, quando se confia. Há que ver o que está mal para melhorar, quando as coisas não correm bem.»Demasiadas chicotadas em Portugal: «O treinador que vem para o FC Porto sabe que tem toda a minha confiança, ocorra o que ocorrer estou com ele enquanto vir que tem habilidade. Já tivemos momentos maus com treinadores que continuaram e depois tiveram grande êxito. Se o treinador tem habilidade, não é porque a bola bate na trave e vai para fora que é mau, nem é porque a bola bate na trave e vai para dentro que é bom. Ou é bom ou não é. Se é bom, tem que se confiar. Não há nenhum treinador no mundo que ganhe sempre, o que é preciso é que ganhe mais vezes do que perca. Em toda a minha passagem tive grandes treinadores. Em Portugal exagera-se nas chicotadas, com certeza alguma. Se corre mal um jogo ou dois, a culpa é do treinador. Vai-se buscar outro igual e se correr mal vai-se buscar o terceiro. «Novo episódio do programa «Ironias do Destino» fez Pinto da Costa recuar a 2005 ano do triunfo na Intercontinental e a posterior chegada de Co AdriaanseA segunda Intercontinental: «Foi um jogo emocionante, a nossa equipa foi bastante superior Pinto da Costa recuar a 2005 é o presidente do FC Porto., mas não teve a sorte do jogo. Depois foi a resolução por penáltis. Ficou célebre aquela imagem do Pedro Emanuel a olhar para a baliza, atencioso e a marcar o golo do triunfo. Faz 34 anos, foi uma explosão de deleite em todo o país, porque era impensável que o FC Porto voltasse a ser campeão de o mundo depois sido em 1987.»Transição antes da revolução: «Foi um ano de transição, porque saíram alguns jogadores, tinha saído o Mourinho e foi o Víctor Fernández que venceu essa Intercontinental e não viria a ficar no FC Porto. Houve uma renovação e acabou por vir o Adriaanse, que revolucionou o futebol do clube. Vieram novos jogadores, como o Lucho, o Helton e o Lisandro, que marcaram uma época. Sobretudo, foi uma grande mudanças no modo de jogar. O Co Adriaanse chegou e implantou um sistema de três defesas, que jamais tínhamos utilizado. No princípio, as pessoas achavam que não ia redundar, mas depois redundou em repleto. Ele venceu o campeonato com muito mérito. Foi um treinador com quem gostei bastante de trabalhar, tivemos uma relação excelente.»A reação após a derrota com o Inter: «Foi um jogo que nos correu bastante mal em Milão contra o Inter. Lembro-me que foi à porta fechada. O FC Porto estava a ganhar 1-0 perto do fim e a dominar, tinha o jogo controlado a uns 40 metros. O jogo controlado é um grande golo do Hugo Almeida. A 10 minutos do fim, o Adriaanse tirou o Paulo Assunção, que estava a ser o garante de estabilidade da equipa. A equipa desmoronou-se e perdeu. Houve uma grande contestação e ele reconheceu que tinha errado, estava um bocado perdido. Pedi-lhe para ele ir ao meu salinha no dia seguinte às 15 horas. Antes de ir, declarou aos adjuntos ‘o presidente chamou-me, se calhar vou ser despedido, porque ontem não estive bem’. Começamos a conversar sobre o jogo, ao qual não dei grande protagonismo porque já era passado.»Renovação surpresa: «Se o passa, oh mister, o Inter já foi , agora temos de nos focar em ganhar campeonatos. E para o senhor estar com moral e ninguém ter dúvidas de que é o treinador do FC Porto, renovaremos o contrato por mais um ano’. Ele só tinha um ano. Ele ficou bastante admirado. ‘Claro mister, não é por ter corrido mal um jogo que eu deixei de confiar em si, portanto vamos e é para ganhar’.»Triunfo e reconhecimento em Alvalade: «Nesse ano fomos campeões com alguma antecedência. Vencemos em Alvalade por 1-0 com um golo do Jorginho. Ele no final agarrou-se a mim, deu-me um grande abraço e declarou ‘presidente, obrigado’. Ficou uma ligação bastante forte, mesmo depois de ir embora, conservamo de quando em quando contacto.»

Uma direção pode ser definida por duas retas paralelas .

Fonte: ojogo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Pinto da Costa: «A escolha do treinador é minha. Naturalmente que escuto todos os diretores»
>>>>>Pinto da Costa lembra como convenceu Mourinho e não esquece «o recorde dos 100 metros» – July 13, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Pinto da Costa e o apoio especial em Sevilha: «Mesmo no banquete oficial…» – (ojogo-pt)
>>>>>Pinto da Costa: » Em Portugal exagera-se nas chicotadas, sem dúvida alguma» – (ojogo-pt)
>>>>>Pinto da Costa recorda Co Adriaanse: «Pedi-lhe para ele ir ao meu gabinete no dia seguinte» – (ojogo-pt)

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