Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Joao Almeida of Hagens Berman Axeon (48068730476)

Performance «aumenta não só o nome de Portugal, como serve também de inspiração para a pretensão internacional dos nossos cidadãos em todos os quadrantes profissionais»Os deputados do PSD vão exibi na Assembleia da República um voto de congratulação pela performance dos ciclistas João Almeida e Rúben Guerreiro na Volta a Itália, informou esta segunda-feira o deputado social-democrata Hugo Patrício Oliveira.O deputado social-democrata pretende que a Assembleia da República reconheça a performance dos dois desportistas, que «aumenta não só o nome de Portugal, como serve também de inspiração para a pretensão internacional dos nossos cidadãos em todos os quadrantes profissionais geralmente e no desporto em particular».João Almeida liderou durante 15 dias a geral da «corsa rosa’, acabando no quarto posto, a melhor classificação de sempre de um ciclista de Lusaka, e Ruben Guerreiro conseguiu vencer uma das principais classificações, a da montanha, um feito inédito para o ciclismo de Portugal, além de triunfar na nona de 21 etapas.A 103.ª edição da Volta a Itália concluiu domingo com o triunfo do britânico Tao Geoghegan Hart , após a finalização do contrarrelógio individual da 21.ª etapa, em Milão.

O Giro conclui este domingo, com um contrarrelógio de 15,7 quilômetro em Milão, sendo João Almeida o favorito entre os primeiros da geral.Ciclista da Deceuninck-Quick Step ganhou segundos na geral individual e poderá tentar chegar ao terceiro lugar na etapa final do Giro, no domingo.A Volta a Itália padeceu nova reviravolta no penúltimo dia e João Almeida tentou aproveitar uma ofensiva da Ineos para recuperar posições, mas somente se aproximou de Wilco Kelderman, que foi destronado da liderança por Jai Hindley, que ficou com o mesmo tempo de Tao Geoghegan Hart.Numa 20.ª etapa com 190 quilômetro entre Alba e Sestriere, subindo-se três vezes a esta estância de esqui, foi na penúltima subida que a Ineos, com Rohan Dennis a puxar mais uma vez Tao Geoghegan Hart, agrediu para mudar a corrida.Kelderman cedeu cedo, mas Tal como ocorrera na etapa rainha, hindley, que era segundo da geral, acompanhou sempre Hart , perdendo somente nos metros finais. As bônus da etapa valeram um imprevisto empate entre ambos no primeiro lugar.João Almeida ainda deveu puxar por Kelderman alguns quilómetros, mas recebeu uma valiosa assistência da sua equipa – de maneira inteligente, a Deceuninck-Quick Step, colocara vários corredores em escapada, para auxiliarem o seu líder no período final – e conseguiu agredi e isolar-se já na última subida, a quatro quilómetros da meta final.O português foi quarto, a um minuto, e recuperou 34 segundos para Kelderman e Pello Bilbao, o que alimenta a esperança de ainda conseguir recuperar lugares.Axel Merckx lidera A Hagens Berman Axeon e aposta em Portugal há cinco anosJoão Almeida e Ruben Guerreiro têm em habitual , além de terem brilhado em a Volta a Itália em bicicleta , a passagem por a Hagens Berman Axeon , uma » fábrica de habilidades que há cinco anos aposta em Portugal . » que há cinco anos aposta em Portugal.João Almeida, «maglia rosa» durante 15 dias e quarto na geral final, e Ruben Guerreiro, ganhador da classificação da montanha, deram maior destaque à equipa que este ano conseguiu, ao fim de 12 anos de existência, formar o primeiro vganhadorde uma grande Volta, com o êSucessodo britânico Tao Geoghegan Hart no Giro.O êxito de João Almeida e Ruben Guerreiro deixa Axel Merckx «bastante orgulhoso», explicando que tem «sido bastante divertido e bom de ver que eles estão num nível tão grande».Faz 5 anos, a história de os ciclistas de Portugal em a Axeon iniciou com Ruben Guerreiro, e até agora a taxa de êxito, isto é, a quantidade de ciclistas colocados no WorldTour, é de 100%: depois do agora campeão da montanha do Giro, os irmãos Rui Oliveira e Ivo Oliveira seguiram para a UAE Emirates, João Almeida para a Deceuninck-QuickStep e agora André Carvalho para a Cofidis.Merckx confirma à Lusa que a equipa está «no processo de contratar outro ciclista português», que se junaa Pedro Andrade, de quem espera que «possa evoluir e tornar-se um grande ciclista no futuro», após ter chegado «mbastantejovem ainda, com um grande desejo de aprender e melhorar».»Gosto bastante da mentalidade de Portugal. Trazem imensa seriedade, profissionalismo, com muito respeito e muita vontade de aprender, escutar, melhorar e evoluir. Muita vontade é muita fome. É a melhor maneira de o descrever. Desejam bastante confirmar que podem liderar a equipa e evoluir para o próximo nível», conta o diretor da formação.Em entrevista na Lusa, o antigo ciclista explica que a equipa de que hoje é proprietário faz um trabalho que é «bastante difícil de descrever». O antigo ciclista é filho da «lenda» Eddy Merckx.Quando tive a chance de começar a equipa e trabalhar com jovens, a mentalidade que me guiou foi a de instituir uma equipa pela qual eu desejasse correr quando fui ciclista. Tentei levar as coisas positivas da minha carreira e meter isso no programa, e remover os pontos negativos», explica.Depois, há uma importante «relação que dê para os dois lados» que precisa de se desenvolver entre a estrutura e os corredores, porque «um dos fatores chave é escutar as novas gerações, e o que desejam».»Sou bastante aberto e transparente, não me vejo como o chefe ou o proprietário, mas como parte da equipa. Isso deve funcionar para os dois lados. Posso dar-lhes experiência e eles trazem paixão e desejo. Isso faz com que toda a gente trabalhe com atitude positiva», revela.O facto de trabalharem «sem grande pressão», porque a única que os ciclistas sentar-se «é a que colocam neles mesmos», e a criação de uma relação que «em vez de exigir é mais pelo encorajamento» funciona para nutrir habilidade e não uma compulsão com resultados imediatos.»Acho que isso é uma parte grande do nosso êxito. [Outra coisa é] os ciclistas auxiliarem-se e aprenderem entre eles. Melhoram mais rápido, porque se apoiam e veem os resultados que as gerações anteriores foram conseguindo. É motivador», assume.Para o ciclista da equipa André Carvalho, o mais experiente dos dois portugueses, o êxito do trabalho «tem a ver com as condições que dá aos ciclistas».»Não é por acaso que muitos a consideram a melhor equipa de sub-23 do mundo. Somos tratados como se estivéssemos no WorldTour. Ao mesmo tempo, conseguem não colocar demasiada pressão em nós, e acho que isso é muito importante», refere, em entrevista à Lusa.Na equipa norte-americana em 2019 e 2020, e apesar deste ano atípico pela pandemia de covid-19, o português conseguiu «dar o salto» e, em 2021, engrossará o contingente de Lusaka no WorldTour pela porta da Cofidis.Segundo o ciclista de Lusaka, a Axeon traz «objetivos sempre bem delineados» e uma vontade de infundi aos jovens «a almazinha de desejar ganhar», auxiliando-os a «aumentar sem ter demasiada pressão».»Mais importante ainda é o calendário que têm, é muito importante poder participar em várias corridas com equipas WorldTour, além das corridas de topo global para sub-23. Faz com que devamos evoluir», nota.Merckx, da sua parte, deixa rasgados elogios a mais um ciclista que arremessa para o WorldTour, um objetivo, mas somente se for «para correr no WorldTour muitos anos».»O André é um ciclista e uma pessoa com quem gostei bastante de trabalhar. Jamais se queixa, é sempre positivo, trabalha no duro, e teve a maior pressão este ano, era o mais velho. Sem muitas corridas, de todas as vezes mostrou que estava pronto a fazer a diferença na equipa e na corrida. É algo bastante precioso para a Cofidis no futuro», analisa Axel Merckx.Descrevendo a equipa com «mais uma grande família do que outra coisa», algo que se nota até com antigos ciclistas que conservam o contacto, o belga nota que há uma «mudança geracional» a decorrer.»Há uma nova geração com muita fome e bastante entusiasmo. É uma vantagem e incentivo para as equipas que os fizeram evoluir, e não falo só de mim, mas de todas as equipas que formam ciclistas. Toda a gente está a ficar mais profissional mais cedo. Há subestruturas para os juniores em muitos países, quase profissionais, e tudo isso faz com que fiquem melhores mais cedo. Mas devemo ter cuidado para não empurrar demais e demasiado cedo», adverte.O êxito dos inúmeros ciclistas que passaram por esta formação, que iniciou como equipa satélite da Trek, associada à Livestrong, e agora funciona de maneira independente, acaba por alimentar os mais novos, mas também outros elementos da «família».»Pensam que se outros o fizeram, e a mentalidade e o treino são conhecidos que os levou lá, também podem. É motivador e encorajador para todos. Recebo mensagens de ciclistas que fizeram parte do programa, mas jamais chegaram ao WorldTour, que declaram estar inspirados pelo João, pelo Ruben, pelo Ivo, pelo Rui. É uma dinâmica bastante interessante», conta.Depois de um Giro em que todos estavam «mesmo entusiasmados com o João» e ficaram depois contentes por Geoghegan Hart, a Hagens Berman Axeon espera que esta atenção mediática, conseguida pelos «alumni» da equipa, possa servir para assegurar novos parceiros e patrocínios, numa altura em que o funcionamento ao mesmo nível dos últimos anos está em risco.»Continuaremos, de uma maneira ou outra. Infelizmente, de momento, não estamos como noutros anos. Estou em conversações com parceiros para conseguir outras condições. Neste momento, temos uma equipa que pode participar em corridas. É o mínimo, mas para mim não chega», atira.O êxito dos vários nomes mencionados, mas também do de Rusia Alexandr Vlasov ou do equatoriano Jhonatan Narváez , «assistência de certeza» a que se olhe com outros olhos para este trabalho.»Vêm de onde todos aqueles nomes vieram, o que conseguimos fazer nestes 12 anos. É positivo, mas no final do dia, o que precisamos é de patrocinadores e de quem acredite e invista no nosso futuro», remata.Ciclista de Portugal concluiu a Volta a Itália no quarto posto, depois de ter passado 15 dias com a camisola rosa.João Almeida, ciclista de Portugal da Deceuninck Quick-Step passou 15 dias com a camisola rosa no Giro de Itália, sem que nada o fizesse calcular, e concluiu a prova no quarto lugar da geral, a melhor classificação de sempre de um português. Esta segunda-feira, retornou a Portugal, juntamente com Rúben Guerreiro, que conquistou a camisola azul .»É um balanço mais do que positivo, estou bastante satisfeito. Consegui a camisola rosa e fomos vendo dia a dia. 15 dias foi admirável e estou bastante grato à minha equipa por tudo o que fizeram por mim, sem eles não seria o mesmo», cinicioupor ddeclararà comunicação social quando questionado sobre se já acordou do sonho, codeduzindoepois que ainda não tem muita consciência sobre o feito histórico que conseguiu:»Ainda não sei bem o que fiz», garantiu.

João Pedro Gonçalves Almeida é um ciclista de Portugal, membro da equipa Deceuninck-Quick Step.

Portugal, oficialmente República Portuguesa, é um país soberano unitário localizado no sudoeste da Europa, cujo território se situa na zona ocidental da Península Ibérica e em arquipélagos no Atlântico Norte.

Fonte: ojogo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Portugal, Italy

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>PSD exibe voto de congratulação por João Almeida e Rúben Guerreiro
>>>>>João Almeida ganha segundos e sonha com o terceiro lugar no Giro – (ojogo-pt)
>>>>>A fábrica de talentos que forjou João Almeida e Ruben Guerreiro – October 26, 2020 (ojogo-pt)
>>>>>João Almeida no regresso a Portugal: «Ainda não sei bem o que fiz» – October 26, 2020 (EntretenimientoBit)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

Id Entity Positive Negative Named-Entity Total occurrences Occurrences (appearances)
1 eu 545 0 NONE 34 (tacit) eu: 28, me: 2, eu: 1, mim: 3
2 equipa 60 0 NONE 14 sua equipa: 1, uma equipa: 2, minha equipa: 2, a equipa norte-americana: 1, a equipa: 8
3 ciclista 50 0 NONE 9 Ciclista português: 1, o antigo ciclista (apposition: filho de a lenda): 1, um ciclista: 2, um grande ciclista: 1, o ciclista luso: 1, um ciclista luso: 1, o ciclista: 1, um ciclista português: 1
4 João Almeida 0 0 PERSON 9 João_Almeida: 5, (tacit) ele/ela (referent: João_Almeida): 2, João_Almeida_para_a_Deceuninck-QuickStep: 1, o (referent: João_Almeida): 1
5 nós 0 0 NONE 8 (tacit) nós: 8
6 o WorldTour 0 0 OTHER 6 o WorldTour: 5, (tacit) ele/ela (referent: o WorldTour): 1
7 A Volta_a_Itália 0 75 OTHER 5 A Volta_a_Itália: 1, a Volta_a_Itália: 3, (tacit) ele/ela (referent: A Volta_a_Itália): 1
8 O sucesso de os inúmeros ciclistas associada em a Livestrong 120 0 PLACE 5 O sucesso de os inúmeros ciclistas associada em a Livestrong: 3, (tacit) ele/ela (referent: a Livestrong): 2
9 Hagens Berman Axeon 80 0 ORGANIZATION 5 A Hagens_Berman_Axeon: 1, a Hagens_Berman_Axeon: 2, (tacit) ele/ela (referent: A Hagens_Berman_Axeon): 2
10 Eddy Merckx 0 50 PERSON 4 Eddy_Merckx: 1, Merckx: 1, Merckx de: 1, (tacit) ele/ela (referent: Merckx): 1