Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – TAP Air Portugal Airbus A320-214; CS-TNJ@FNC;12

Faz 14 dias, quando Portugal venceu a Argentina, a maior associação de futsal de o país prestou tributo a o maior feito luso em a modalidade, então detentora do cetro global desde 2016, por 2-1, na final do ​​​​​​​Global’2021, em Kaunas, na Lituânia.A Associação de Futebol do Porto honrou, este sábado, os jogadores de futsal Ricardinho, Tiago Brito, Miguel Ângelo e Vítor Hugo, todos naturais daquele distrito, pela conquista do título global ao serviço da seleção de Portugal.»Quando tinha 14 anos para encarnar a seleção distrital de sub-16, entrei pela primeira vez nesta casa e jamais imaginei que pudesse estar cá a ser honrado por ter sido campeão do mundo. Foi um feito histórico e ainda não temos noção da sua grandeza», admitiu aos jornalistas Tiago Brito, à margem da sessão, decorrida no auditório da AFP.»A competitividade a nível distrital reduziu com a criação das competições nacionais. Compete à AFP trabalhar para eaumentara competitividade em termos distritais e catapultar mais equipas para os pplatônacionais. Está bem encaminhada para que no futuro, em vez de serem quatro, sejam muitos mais homenageados», considerou Tiago Brito.O ala de Matosinhos, de 30 anos, foi um dos dois homenageados presentes na cerimónia, tal como o guarda-redes Vítor Hugo, companheiro de equipa no Sporting de Braga, ao passo que Ricardinho estava em solo de Francia e Miguel Ângelo prestes a defrontar o Modicus, em jogo da segunda ronda da Liga de Portugal de futsal.»Só tenho a agradecer a esta casa que me sediou. Ainda estou a acreditar e nem caiu bastante a ficha [sobre o título]. Todo o desportista sonha com títulos e é para isso que trabalha diariamente. Desejava era jogar e ser contente, quando iniciei. Sinto-me lisonjeado pela carreira que fiz e orgulhoso por aquilo que conquistei», observou Vítor Hugo, de 38 anos.Tiago Brito despontou no Freixieiro e o ala Ricardinho, oriundo de Gondomar, encarnou clubes como Estrelas de Fânzeres, Gramidense ou Miramar, se o guardião e o ala Miguel Ângelo, ambos naturais do Porto, evoluíram nas camadas jovens do Boavista.»Por exemplo, na minha altura não havia seleções de base. Jamais fui aos sub-21 ou aos sub-19. Agora, a Federação Portuguesa de Futebol tem essas seleções todas. É bastante importante, porque o desportista já chega bastante mais preparado aos seniores», notou.se diferenciou os quatro desportistas por a entidade presidida por José Manuel Neves que recebeu de as mãos de Tiago Brito e Vítor Hugo duas camisolas de a equipa de as quinas autografadas por os recém-consagrados campeões globais,, perante o olhar em a distância de o selecionador Jorge Braz, ainda a satisfazer isolamento, devido em a infeção por covid-19. bastante especial. Já sei que agora estou mesmo tramado, porque devemo ganhar sempre e, ainda por cima, o Europeu está muito próximo. Uma coisa é certa: iremos continuar a fazer tudo para proporcionar aos portugueses este deleite e orgulho no país que temos e esta autoestima que muitas vezes nos falta e jamais nos irá faltar», referiu.Portugal, que detinha como melhor resultado de sempre em Mundiais o terceiro lugar alcançado em 2000, na Guatemala, tornou-se o quarto país a levantar o troféu, depois de Brasil, Espanha e Argentina, unindo o título global ao inédito cetro europeu de 2018.»Não tenho dúvida de que o trabalho que associações e clubes executam é fundamental. Este percurso a percorrer das bases ao topo é algo que jamais esqueceremos e todos juntos deveremos fazer parte», rematou Jorge Braz, através de uma mensagem digital.O » trabalho determinante » de o selecionador enalteceu em a abertura de a sessão solene o trabalho determinante , orgulhoso de ter visto o quarteto de campeões de o mundo a » tomar o primeiro contacto com o futsal em clubes e pavilhões pertencentes a o distrito de o Porto . » em clubes e pavilhões pertencentes ao distrito do Porto.»Os clubes e associações são as grandes coluninhas do futebol e do futsal. É fruto do seu trabalho árduo que temos hoje a chance de estar na presença de campeões do mundo. Que continuem a acreditar e apostar nos nossos jovens, legitimando os seus sonhos, pois é daí que nascem conquistas grandiosas», enfatizou José Manuel Neves.Realçando o papel de Fernando Gomes e Pedro Dias, presidente e diretor da FPF, respetivamente, o dirigente recebeu a acabar a cerimónia a bandeira da Moralidade de Vitor Dias, diretor regional do norte do Instituto Português do Desporto e Juventude .»A AFP tem cerca de 25% da FPF, realiza anualmente mais de 27 000 jogos e tem quase 900 Juízes, 14 000 dirigentes e 330 clubes, com mais de 100 em futsal. Dá-nos uma grande responsabilidade para ampliar e evoluir o futsal. Temos clubes e desportistas capazes, mas falta-nos uma casa para trabalharmos», deduziu José Manuel Neves, perante os vereadores do Desporto das Câmaras Municipais do Porto e de Matosinhos.

Se honrou Ricardinho esta sexta-feira em a Câmara Municipal de Gondomar, dias depois de auxiliar Portugal campeão de o Mundo de futsal a sagrar se » A minha mãe sempre foi a líder de a casa, fez me aprender muitas vezes sozinho o percurso de o êxito . qual o percurso do êxito. O vocábulo mais forte vai para o meu pai: inconscientemente foi a pessoa que mais me inspirou para superar a combate de uma lesão bastante forte no tendão com 36 anos, em que muita gente declarava que estava acabado, e o meu pai fez-me acreditar que era possível», revelou.»O meu pai perdeu uma perna há muitos anos, continuou e combateu pela vida, ajustou-se e foi isso que fiz: ajustar-me para ser o Ricardinho que sou agora. Não ia ser o driblador, o do ‘cabrito’, dos golos inimagináveis, mas fui batalhador, dei tudo pelo país e sou orgulhosamente português e gondomarense», disse esta sexta-feira Ricardinho, homenageado na Câmara Municipal de Gondomar, dias depois de ajudar Portugal a sagrar-se campeão do Mundo de futsalÀ margem do momento de homenagem, em declarações aos jornalistas, o seis vezes melhor jogador do mundo de futsal explicou a emoção de poder voltar à terra onde tudo começou e perceber que conseguiu «chegar do bairro ao topo do mundo», aproveitando para inspirar «cada menino a acreditar que pode lá chegar».»A cada dia que passa temos mais noção daquilo que fizemos. Conseguimos conquistar o mundo entre 150 seleções, isso é ser o melhor dos melhores e é inacreditável. Jogámos com duas seleções – na meia-final e final – a quem não tínhamos ganho uma única vez, conseguimos fazer daquela forma, a padecer. Foi mesmo à português», vincou.

Na quinta-feira 30 de setembro a seleção de Portugal de futsal qualificou-se pela primeira vez para a final do Mundial, na qual defrontaria a campeã Argentina, ao vencer nas meias-finais o Cazaquistão, por 4-3, no desempate por grandes penalidades A seleção de Portugal de futsal alcançou uma histórica e inédita final de um Mundial, ao vencer um jogo de loucos com o Cazaquistão, por 4-3, nas grandes penalidades, após 2-2 registado no tempo extra.Tiago Brito marcou o penálti decisivo, após Bruno Coelho, André Coelho e Ricardinho o terem feito, enquanto Dauren Tursagulov, Higuita e Albert Akbalikov marcaram e Douglas Júnior e Arnold Knaub, ao contrário de Pany Varela falharam nos cazaques.Antes da sessão de penáltis, a transmissão televisiva captou a mensagem do selecionador nacional, Jorge Braz. «»Já ganhámos isto. Bebé nos dois primeiros, depois o Vítor Hugo».O que ocorreu era que Bebé defendeu o primeiro penálti do Cazaquistãpo e Vítor Hugo o último da série de cinco.

Portugal, oficialmente República Portuguesa, é um país soberano unitário localizado no sudoeste da Europa, cujo território se situa na zona ocidental da Península Ibérica e em arquipélagos no Atlântico Norte.

José Manuel Neves Pinto é um jogador de râguebi de Portugal.

Fonte: ojogo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Portugal, Lithuania, Argentina, Mexico, Guatemala

Cities: Porto, Miramar, Matosinhos, Kaunas, Gondomar, Fanzeres

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Ricardinho, Tiago Brito, Miguel Ângelo e Vítor Hugo honrados pela AF Porto: «Só tenho a agradecer»
>>>>>Ricardinho: «A palavra mais forte vai para o meu pai: perdeu uma perna, continuou e lutou pela vida» – (ojogo-pt)

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