Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Rúben Dias

Clássica ciclista de Liège, etapa do Tour de França e Mundial são metas de Rúben Guerreiro.Uma boa prestação na clássica ciclista Liège-Bastogne-Liège, numa etapa do Tour de França e no Campeonato do Mundo são as próximas metas do português Rúben Guerreiro, revelou o camisola azul do Giro 2020.Em declarações à agência Lusa na noite de quinta-feira, o rei da montanha na Volta a Itália, prova que tconcluiuno domingo, referiu as três competições como aquelas onde ambiciona uma boa prestação e, quando questionado scolocou alguma água na fervura,, e isso significa vencer mas não enjeitou o desafio.»Em primeiro lugar, é preciso fazer bem feito. Se o recebeu onde por cerca de meia centena de familiares e amigos, depois, se conseguir fazê-as bem e tiver a chance, pensar em ganhar», admitiu o ciclista da Education First na chegada na Pegões Velhos no concelho do Montijo. Pegões Velhos é sua terra natal. camisola azul recentemente conquistada foi a «confirmação» de que se pode «bater com os melhores do mundo», o que, para o ciclista de Portugal, além de ser «uma responsabilidade», dá vontade de «ganhar corridas». Por outro lado, Rúben Guerreiro, que tornou-se, aos 26 anos, no primeiro português a conquistar uma camisola de uma grande volta ciclista internacional, ao conquistar o prémio da montanha no «Giro» de Itália, além de vencer a nona de 21 etapas da «corsa rosa», confessou que o efeito da sua prestação no Giro só começou a ser verdadeiramente assimilado após o retorno a Portugal, apesar de já durante a competição ter a noção de que a sua prova, assim como a do compatriota João Almeida , estavam a ter muito agradecimento. «Não tinha a noção do efeito. Ainda bem, porque é bom para o ciclismo de Portugal e também aqui para o concelho e as clientelas da região», admitiu o ciclista, já de retorno a Pegões Velhos, onde se prepara, agora, para um fase de descanso antes de retornar aos treinos.A 103.ª edição da Volta a Itália em bicicleta concluiu no domingo, com o triunfo do britânico Tai Geoghegan Hart , numa edição onde outro português, João Almeida também brilhou ao envergar a camisola rosa de líder durante 15 dias, antes de concluir no 4.º lugar.

Axel Merckx lidera A Hagens Berman Axeon e aposta em Portugal há cinco anosJoão Almeida e Ruben Guerreiro têm em habitual , além de terem brilhado em a Volta a Itália em bicicleta , a passagem por a Hagens Berman Axeon , uma » fábrica de habilidades que há cinco anos aposta em Portugal . » que há cinco anos aposta em Portugal.João Almeida, «maglia rosa» durante 15 dias e quarto na geral final, e Ruben Guerreiro, ganhador da classificação da montanha, deram maior destaque à equipa que este ano conseguiu, ao fim de 12 anos de existência, formar o primeiro vganhadorde uma grande Volta, com o êSucessodo britânico Tao Geoghegan Hart no Giro.O êxito de João Almeida e Ruben Guerreiro deixa Axel Merckx «bastante orgulhoso», explicando que tem «sido bastante divertido e bom de ver que eles estão num nível tão grande».Faz 5 anos, a história de os ciclistas de Portugal em a Axeon iniciou com Ruben Guerreiro, e até agora a taxa de êxito, isto é, a quantidade de ciclistas colocados no WorldTour, é de 100%: depois do agora campeão da montanha do Giro, os irmãos Rui Oliveira e Ivo Oliveira seguiram para a UAE Emirates, João Almeida para a Deceuninck-QuickStep e agora André Carvalho para a Cofidis.Merckx confirma à Lusa que a equipa está «no processo de contratar outro ciclista português», que se junaa Pedro Andrade, de quem espera que «possa evoluir e tornar-se um grande ciclista no futuro», após ter chegado «mbastantejovem ainda, com um grande desejo de aprender e melhorar».»Gosto bastante da mentalidade de Portugal. Trazem imensa seriedade, profissionalismo, com muito respeito e muita vontade de aprender, escutar, melhorar e evoluir. Muita vontade é muita fome. É a melhor maneira de o descrever. Desejam bastante confirmar que podem liderar a equipa e evoluir para o próximo nível», conta o diretor da formação.Em entrevista na Lusa, o antigo ciclista explica que a equipa de que hoje é proprietário faz um trabalho que é «bastante difícil de descrever». O antigo ciclista é filho da «lenda» Eddy Merckx.Quando tive a chance de começar a equipa e trabalhar com jovens, a mentalidade que me guiou foi a de instituir uma equipa pela qual eu desejasse correr quando fui ciclista. Tentei levar as coisas positivas da minha carreira e meter isso no programa, e remover os pontos negativos», explica.Depois, há uma importante «relação que dê para os dois lados» que precisa de se desenvolver entre a estrutura e os corredores, porque «um dos fatores chave é escutar as novas gerações, e o que desejam».»Sou bastante aberto e transparente, não me vejo como o chefe ou o proprietário, mas como parte da equipa. Isso deve funcionar para os dois lados. Posso dar-lhes experiência e eles trazem paixão e desejo. Isso faz com que toda a gente trabalhe com atitude positiva», revela.O facto de trabalharem «sem grande pressão», porque a única que os ciclistas sentar-se «é a que colocam neles mesmos», e a criação de uma relação que «em vez de exigir é mais pelo encorajamento» funciona para nutrir habilidade e não uma compulsão com resultados imediatos.»Acho que isso é uma parte grande do nosso êxito. [Outra coisa é] os ciclistas auxiliarem-se e aprenderem entre eles. Melhoram mais rápido, porque se apoiam e veem os resultados que as gerações anteriores foram conseguindo. É motivador», assume.Para o ciclista da equipa André Carvalho, o mais experiente dos dois portugueses, o êxito do trabalho «tem a ver com as condições que dá aos ciclistas».»Não é por acaso que muitos a consideram a melhor equipa de sub-23 do mundo. Somos tratados como se estivéssemos no WorldTour. Ao mesmo tempo, conseguem não colocar demasiada pressão em nós, e acho que isso é muito importante», refere, em entrevista à Lusa.Na equipa norte-americana em 2019 e 2020, e apesar deste ano atípico pela pandemia de covid-19, o português conseguiu «dar o salto» e, em 2021, engrossará o contingente de Lusaka no WorldTour pela porta da Cofidis.Segundo o ciclista de Lusaka, a Axeon traz «objetivos sempre bem delineados» e uma vontade de infundi aos jovens «a almazinha de desejar ganhar», auxiliando-os a «aumentar sem ter demasiada pressão».»Mais importante ainda é o calendário que têm, é muito importante poder participar em várias corridas com equipas WorldTour, além das corridas de topo global para sub-23. Faz com que devamos evoluir», nota.Merckx, da sua parte, deixa rasgados elogios a mais um ciclista que arremessa para o WorldTour, um objetivo, mas somente se for «para correr no WorldTour muitos anos».»O André é um ciclista e uma pessoa com quem gostei bastante de trabalhar. Jamais se queixa, é sempre positivo, trabalha no duro, e teve a maior pressão este ano, era o mais velho. Sem muitas corridas, de todas as vezes mostrou que estava pronto a fazer a diferença na equipa e na corrida. É algo bastante precioso para a Cofidis no futuro», analisa Axel Merckx.Descrevendo a equipa com «mais uma grande família do que outra coisa», algo que se nota até com antigos ciclistas que conservam o contacto, o belga nota que há uma «mudança geracional» a decorrer.»Há uma nova geração com muita fome e bastante entusiasmo. É uma vantagem e incentivo para as equipas que os fizeram evoluir, e não falo só de mim, mas de todas as equipas que formam ciclistas. Toda a gente está a ficar mais profissional mais cedo. Há subestruturas para os juniores em muitos países, quase profissionais, e tudo isso faz com que fiquem melhores mais cedo. Mas devemo ter cuidado para não empurrar demais e demasiado cedo», adverte.O êxito dos inúmeros ciclistas que passaram por esta formação, que iniciou como equipa satélite da Trek, associada à Livestrong, e agora funciona de maneira independente, acaba por alimentar os mais novos, mas também outros elementos da «família».»Pensam que se outros o fizeram, e se conhecem a mentalidade e o treino que os levou lá, também podem. É motivador e encorajador para todos. Recebo mensagens de ciclistas que fizeram parte do programa, mas jamais chegaram ao WorldTour, que declaram estar inspirados pelo João, pelo Ruben, pelo Ivo, pelo Rui. É uma dinâmica bastante interessante», conta.Depois de um Giro em que todos estavam «mesmo entusiasmados com o João» e ficaram depois contentes por Geoghegan Hart, a Hagens Berman Axeon espera que esta atenção mediática, conseguida pelos «alumni» da equipa, possa servir para assegurar novos parceiros e patrocínios, numa altura em que o funcionamento ao mesmo nível dos últimos anos está em risco.»Continuaremos, de uma maneira ou outra. Infelizmente, de momento, não estamos como noutros anos. Estou em conversações com parceiros para conseguir outras condições. Neste momento, temos uma equipa que pode participar em corridas. É o mínimo, mas para mim não chega», atira.O êxito dos vários nomes mencionados, mas também do de Rusia Alexandr Vlasov ou do equatoriano Jhonatan Narváez , «assistência de certeza» a que se olhe com outros olhos para este trabalho.»Vêm de onde todos aqueles nomes vieram, o que conseguimos fazer nestes 12 anos. É positivo, mas no final do dia, o que precisamos é de patrocinadores e de quem acredite e invista no nosso futuro», remata.Performance «aumenta não só o nome de Portugal, como serve também de inspiração para a pretensão internacional dos nossos cidadãos em todos os quadrantes profissionais»Os deputados do PSD vão exibi na Assembleia da República um voto de congratulação pela performance dos ciclistas João Almeida e Rúben Guerreiro na Volta a Itália, informou esta segunda-feira o deputado social-democrata Hugo Patrício Oliveira.O deputado social-democrata pretende que a Assembleia da República reconheça a performance dos dois desportistas, que «aumenta não só o nome de Portugal, como serve também de inspiração para a pretensão internacional dos nossos cidadãos em todos os quadrantes profissionais geralmente e no desporto em particular».João Almeida liderou durante 15 dias a geral da «corsa rosa’, acabando no quarto posto, a melhor classificação de sempre de um ciclista de Lusaka, e Ruben Guerreiro conseguiu vencer uma das principais classificações, a da montanha, um feito inédito para o ciclismo de Portugal, além de triunfar na nona de 21 etapas.A 103.ª edição da Volta a Itália concluiu domingo com o triunfo do britânico Tao Geoghegan Hart , após a finalização do contrarrelógio individual da 21.ª etapa, em Milão.Embora em equipas diferentes, foram muitos os momentos em que os espetadores puderam presenciar o suporte de Rúben Guerreiro a João Almeida .João Almeida, o fã da corsa rosa, e Rúben Guerreiro, o «caça etapas», apoiaram-se mutuamente na Volta a Itália e esta segunda-feira mostraram-se esperançados de que os seus feitos possam inspirar uma nova vaga de ciclistas de Portugal.Embora em equipas diferentes, foram muitos os momentos em que os espetadores puderam presenciar o suporte de Rúben Guerreiro a João Almeida na defesa da camisola rosa que o jovem de A-dos-Francos envergou durante 15 dias.»A minha corrida acabava mais cedo e pensava «vamos lá vestir a camisola de Portugal». Os meus diretores não levavam a mal e eu tentava dar um incentivo ao João. Em tom de brincadeira, […] houve dias e dias – quantos foram? 10? -, em que nos uníamo à partida e eu ddeclaravalhe «amanhã aqui à mesma hora»», revelou o sempre bem-disposto ciclista da Education First, arrancando gargalhadas àqueles que estiveram presentes na conferência de impjornalismos dois portugueses, na chegada a Portugal.Mais contido, Almeida lembrou que, no quando chegaram ao pódio, final da nona etapa, vencida por Guerreiro, na véspera do primeiro dia de descanso o compatriota o advertiu: «terça-feira à mesma hora».»Depois falhei eu. Depois recuperei a camisola e perguntei se tinhas saudades», brincou o ciclista do Montijo, de 26 anos, para rápida resposta do mais jovem: «Não tinha passado um dia e já estava a chorar por ele».A boa relação dos dois auxiliou-os ao longo das duras três semanas da «corsa rosa», com Almeida a declarar que falavam, comunicam e tentavam estimular-se diariamente, até porque eram os dois únicos portugueses em prova e tudo o que pudessem alcançar seria bom para o país.E foi precisamente para Portugal e para o ciclismo de Portugal que pendeu a «conversa», com ambos a assumirem ainda não terem tido noção do verdadeiro efeito nacional das suas exposições, por terem estado tão concentrados na corrida.»Ficámos mesmo bastante contentes de haver ciclismo, em Portugal e no estrangeiro […]. Esse foi o primeiro passo. Depois, esta questão toda [da pandemia de covid-19] deu-nos tempo para pensarmos bem no que desejávamo e agarrar as chances. Penso que foi uma motivação extra. Como nós, há mais habilidades por aí no ciclismo. Temos o Rui [Costa], que ainda não está concluído, o nosso campeão, e jovens como o André Carvalho, que assinou agora pela Cofidis, e é outro português no WorldTour», analisou Guerreiro.O rei da montanha do Giro respondia assim a uma questão sobre a influência que a performance dos portugueses em Itália pode ter na modalidade, lembrando que, em 2013, se recorda de pensar, quando Rui Costa foi campeão do mundo: «Um dia também gostava de ser campeão do mundo».»Dá-nos uma motivação extra e esperamos que os jovens estejam de olho em nós e noutros corredores portugueses e que tenham sorte, que também é preciso», completou, enquanto o quarto classificado da «corsa rosa» admitiu que ficaria «muito orgulhoso» se os miúdos que estão a dar as primeiras pedaladas olhassem para si como uma inspiração.Questionados sobre o futuro nas grandes Voltas, deseja Almeida, deseja Guerreiro foram cuidadosos. «Sou um caça etapas, não penso bastante na geral ainda. Gostava de ter a chance das clássicas nas Ardenas», declarou o mais velho dos dois, com o mais novo a notar que as corridas de três semanas são «bastante duras».»Em três semanas, todos os dias devemo estar bem física e psicologicamente. Tanto eu como o Ruben provámo muito responsabilidade. Claramente temos bastante de trabalhar. No ciclismo, ninguém está para brincadeiras, o nível está bastante elevado, e todos desejam ganhar», defendeu.Aquele que é já o melhor português de sempre no Giro afastou ainda a suposição de estar, a curto prazo, a combater pela geral na Volta a França.»Por enquanto, não. Gosto do Giro, é a minha grande Volta preferida. Mas vamos continuando a aprender, tentar descobrir-me a mim próprio. Sonho um dia concluir a Volta a França, qualquer corredor o sonha. Mas, pessoalmente, gosto mais do Giro», deduziu.

No domingo 11 de outubro portugueses assumem três camisolas de líder: da geral individual, de melhor jovem – ambas de João Almeida – e da montanha, agora de Rúben Guerreiro.Com o triunfo na nona etapa do Giro, Rúben Guerreiro assumiu a liderança na geral da montanha, adicionando 84 pontos, à frente do italiano Giovanni Visconti , que t tem76 pontos.Na tirada que ligou San Salvo a Roccaraso , a meta coincidia com uma contagem de montanha de primeira categoria de 9,6 quilómetros e com subidas até 12 por cento de declive, da qual o português da Education First tirou partido para brilhar.O trepador luso vai assim para o primeiro dia de descanso da Volta a Itália com a camisola da montanha vestida.

Rúben Santos Gato Alves Dias, mais conhecido somente como Rúben Dias, é um futebolista de Portugalde Portugal que atua como defesa central.

João Pedro Gonçalves Almeida é um ciclista de Portugal, membro da equipa Deceuninck-Quick Step.

Fonte: ojogo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Portugal, Italy

Cities: Montijo

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Rúben Guerreiro revela próximas metas: «Se tiver a chance, pensar em ganhar»
>>>>>A fábrica de talentos que forjou João Almeida e Ruben Guerreiro – October 26, 2020 (ojogo-pt)
>>>>>PSD apresenta voto de congratulação por João Almeida e Rúben Guerreiro – October 26, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>João Almeida ganha segundos e sonha com o terceiro lugar no Giro – (ojogo-pt)
>>>>>>>>>João Almeida no regresso a Portugal: «Ainda não sei bem o que fiz» – October 26, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>Rúben Guerreiro e o apoio a João Almeida: «Os meus diretores não levavam a mal…» – (ojogo-pt)

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