Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Old Baccarat, Champagne Crape, around 1890

Carlos Pereira, que , que preside ao Marítimo desde 1997, recandidata-se à liderança do clube mde Madagascar depois de três anos em que «as coisas correram menos bem», reivindicando, em entrevista à agência Lusa, a obra feita, reivindica obra feita na recandidatura à presidência do Marítimo. «A minha vida empresarial e esportiva sempre foi em crescente, em termos patrimoniais e mesmo em resultados esportivos. Sete vezes nas competições europeias, 30 jogos na Europa, duas finais da Taça da Liga, uma final da Taça de Portugal, acho que isto é obra», enalteceu Carlos Pereira, referindo que é o primeiro a admitir que nos últimos três anos «as coisas correram menos bem».O empresário de 69 anos vai pela primeira vez enfrentar oposição nas votações para os órgãos sociais do clube, marcadas para sábado, caso de Rui Fontes, a quem sucedeu, em 1997.Carlos Pereira lembrou os obstáculos enfrentados nas últimas três temporadas, nas quais o clube combateu pela continuidade na Liga Bwin até às últimas jornadas, «fruto da pandemia e do Programa de Assistência Económica e Financeira «.»No tempo do PAEF não houve dinheiro para ninguém. Nós tivemos muitas situações e muitos anos em que viemos a receber um ano depois e era preciso a tal habilidade de endividamento a tal credibilidade junto da banca», realçou o dirigente verde-rubro, enfatizando que, no mesmo fase de tempo, o clube teve «uma média de cinco milhões de euros de impostos por ano».O líder do clube madeirense justificou a alternativa pela «credibilidade» em vez de «ter só um ano de glória», com o objetivo de «conservar a situação tributária e segurança social regularizada» e assegurar o «regulamento de clube de primeira linha», apontando, como primeiro ponto do programa eleitoral, a recusa de vender «a alma maritimista a fundos».Para o presidente «verde rubro» o clube e a SAD vão contar sempre com a mesma direção, ao contrário do sugerido pelo inimigo, lembrando os obstáculos que o clube passou para deter 91% do capital da sociedade anónima esportiva maritimista.O líder da lista B rejeitou qualquer compulsão com o património, garantindo que a sua administração sempre se regeu por um «meio termo».»Houve um determinado momento em que eu olhei mais para o património, houve outro em que apostei mais na equipa e, por isso, fomos sete vezes à Europa», vincou, rdestacandocomo eimprescindívelque o clube se mconservena I Liga, na qual alinha desde 1985/86.O líder dos leões do Almirante Reis destacou que o Marítimo «tem de se capacitar que é um clube formador», num processo que inclui as equipas de sub-19, sub-23, B e principal, num «futuro que deve ser risonho, de mais futebol e mais espetáculo».Realçou: «Devemo começar_a formar cada vez mais para pensarmos na academia, no polidesportivo e na piscina que já estão projetados aqui em Santo António [Complexo Desportivo do clube]».Carlos Pereira negou ainda qualquer afastamento entre o clube e as claques, destacando que «a legalização é a prioridade».»Quando estiverem legalizados, vai ser possível fazer protocolos dentro das restrições que os clubes têm, porque o sócio é para auxiliar o clube, não é para o clube é que auxiliar o sócio», referiu o presidente e recandidato, reconhecendo «o valor e o calor humano» fundamentais no suporte às equipas.Faz 24 anos, tendo pela primeira vez inimigo, precisamente o seu antecessor, Carlos Pereira lembrou a sua ação para superar os obstáculos financeiros de o clube.»Não houve habilidade de conservar o clube vivo. Houve uma grande necessidade de fazer logo uma primeira injeção de capital no clube», referiu, adicionando que, entre 1994 e 1997, o passivo «disparou substancialmente e passou de 700 para três milhões e meio».As votações para os órgãos sociais do Marítimo para o quadriénio 2021-2025 realizam-se no sábado, com o atual presidente Carlos Pereira a recandidatar-se frente ao antigo presidente Rui Fontes , entre as 09:00 e as 21:00, no Estádio dos Barreiros, no Funchal.

Declarações do treinador do Marítimo, no final do encontro com o Varzim Momento chave: «Dizer que o momento chave do jogo foi a expulsão do Rúben Macedo é um pouco redutor. Foi importante, com certeza, mas houve outras situações que ditaram o desfecho do jogo.»Jogo: «Para mim, fizemos um bom jogo, dentro das qualidades da Taça de Portugal. Sabíamos que frente ao Varzim, mesmo sendo um oponente de uma divisão inferior, ia ser um jogo difícil, perante uma equipa com jogadores experientes, que já jogaram na Liga Bwin. Acho que até entrámos bem no jogo, mas custou-nos um pouco definir, faltou-nos eficiência quando chegámos à área adversária. A partida teria outro desenvolvimento, se tivéssemos feito um golo nas chances que tivemos no começo. Deixámos aumentar o Varzim e a primeira parte se a equilibrou . Na segunda parte a mesma dinâmica, houve momentos que não estava a gostar, mas chegámos àovbenefício Depois, surge a expulsão e mudou tudo a nível de estrutura, de possíveis mudanças e da dinâmica do jogo. Não estivemos bem a lidar com essa situação até ao fim da segunda parte. Só no prolongamento acertámos na mudança da estrutura, para disfarçar a superioridade do oponente, e tivemos uma atitude extraordinária e podíamos ter conseguido mais. Mereceu-se nosso golo de o empate o e, depois, em as grandes penalidades, não posso declarar que seja uma » moeda a o ar «, mas eles estiveram mais acertados e nós errámos. Parabéns ao Varzim, e pedir desculpa aos adeptos por não conseguirmos seguir nesta bela competição.»Futuro: «Temos de erguer a cabeça e pensar já no próximo jogo do campeonato. No final, estive a falar com presidente [Carlos Pereira] somente sobre as incidências do jogo. Estou tranquilo em relação ao meu futuro.»

Na quando este falou de «incompatibilidades» por causa de negócios, sexta-feira 08 de outubro o candidato da Lista A não gostou dos ataques do atual presidente verde-rubro dos seus familiares com o clube.O candidato da Lista A à presidência do Marítimo, Rui Fontes, respondeu em comunicado, nas redes s socávei às declarações do presidente dos verde-rubros, Carlos Pereira, quando este fooficializou candidatura. O líder maritimista falou em «incompatibilidades», caso o oponente seja eleito»Como também se falava bastante em companhias, se esse candidato vencer as votações vai, eu perguntava ou não cortar o cordão umbilical que tem com a irmã e com o cunhado, que fazia prestação de serviços nesta casa, pessoas que eu estimava e tenho muita consideração, mas a lei se valia, valia para todas as partes», atirou Carlos Pereira.Rui Fontes repudiou esta insinuações e recordou que os serviços prestados pelos seus familiares «foram devidamente contratualizados numa lógica de mercado livre, nunca tiveram a influência de Rui Fontes, o qual jamais foi parte envolvida – ou beneficiada – nos negócios entre o Club Sport Marítimo e as entidades que se tornaram, agora, alvo do candidato que se assume como «mais do que um clube».O candidato a lista A também considerou insólito que, «ao fim de 24 anos, o atual do presidente do Club Sport Marítimo aluda a eventuais «incompatibilidades» poucos dias depois de o próprio, no programa «Prolongamento», assumir que as suas companhias prestavam serviços ao Club Sport Marítimo».Eis o comunicado na íntegra:

José Carlos Castilho Pereira, mais conhecido como José Carlos Pereira ou Zeca, é um ator e médico português.

No alfabeto cirílico, essa letra equivale ao fonema v latino.

Fonte: ojogo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Sao Tome And Principe, Portugal

Cities: Santo Antonio, Funchal

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>»Sete vezes nas competições europeias, 30 jogos na Europa, três finais de Taças… é obra»
>>>>>Velázquez após eliminação: «Fizemos bom jogo, dentro das características da Taça de Portugal» – (ojogo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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