Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Armand Duplantis after his 6

A única repetente, em termos de lista final, é Rojas, que este verão se apossou do recorde do Mundo.A triplista de Venezuela Yulimar Rojas, eleita desportista global do ano pela World Athletics em 2020, está este ano de novo na lista de cinco finalistas, esta terça-feira exibida pelo organismo global do atletismo.Para o prémio, a ser divulgado em 01 de dezembro, de maneira virtual, concorrem ainda outras quatro desportistas, de diferentes regiões, todas igualmente campeãs nos Jogos Olímpicos Tóquio’2020: a holandesa Sifan Hassan , a queniana Faith Kipyegon , a norte-americana Sydney McLaughlin e a jamaicana Elaine Thompson-Herah .A única repetente, em termos de lista final, é Rojas, que este verão se apossou do recorde do Mundo e foi também ganhadora do circuito de meetings da Liga Diamante.Se vencer de novo o prémio para que é preferida, equipara na lista de duplas galardoadas as velocistas Marion Jones e Sanya Richards e fica a um galardão da varista russa Yelena Isinbayeva.conheceram-se os nomes de os finalistas masculinos segunda-feira, realçando se nova designação de o queniano Eliud Kipchoge, vencedora em 2018 e 2019, este ano campeão olímpico de a maratona, com a maior progressão de sempre.Completam a ‘lista curta’ de candidatos o norte-americano Ryan Crouser, o norueguês Karsten Warholm, o sueco Armand Duplantis e o ugandês Joshua Cheptegei. Da lista de 10 que foi proposta a eleição há um mês caiu, entre outros, o triplista de Portugal Pablo Pichardo.Em 2021, Cheptegei realçou-se por ser campeão olímpico de 5.000 metros e vice-campeão de 10.000 e líder do ranking da dupla milha. Já Duplantis foi campeão olímpico e europeu de pista coberta no salto com vara e ganhador da Liga Diamante.Enquanto Crouser foi campeão olímpico, warholm fecha o ano como campeão olímpico , recordista global absoluto e em pista coberta e ganhador da Liga Diamante no peso, em época só com triunfos. Campeão olímpico é recordista global e ganhador da Liga Diamante em 400 metros obstáculos.Se Kipchoge vencer, equipara os três triunfos do fundista marroquino Hicham el Guerrouj e só fica atrás do lendário velocista de Jamaica Usain Bolt, que ganhou seis vezes.Armand Duplantis foi o ganhador no ano passado, os outros finalistas jamais venceram o troféu.A eleição foi feita através de um painel triplo, com segmentos do Conselho da World Athletics , de elementos da ‘família World Athletics’ e do público geralmente , que se o chamou a pronunciar-se via online.

Ugandês notou que o «foco está» na próxima edição dos Jogos Olímpicos. Lembre batido em Lisboa não foi obra do acaso. , esta segunda-feira, que o recorde do mundo da meia maratona obtido no passado domingo em Lisboa, com o tempo de 57.31 minutos, podia ser melhor, ambicionando chegar ao título olímpico nos 10.000 metros. admitiu disseO desportista Jacop Kiplimo: «Declarou para mim que o ia bater».Um dia depois de bater o recorde na 30.ª edição da meia maratona de Lisboa, o jovem de 21 anos, num encontro com o jornalismo, admitiu que o tempo que fez «não foi uma surpresa» e que já em Paris’2024, nos próximos Jogos Olímpicos, deseja conquistar a medalha de ouro.»Desejo ser campeão olímpico. Tenho a medalha de bronze [nos 10.000 metros], mas desejo ser campeão olímpico. É aí que está o meu foco», declarou o desportista do Uganda, adicionando que depois o destino natural vai ser passar para a maratona, em busca de novos recordes.Sobre a prova em Lisboa, Kiplimo revelou que sabia que ia ganhar, quando aterrou em Lisboa já e fazer uma corrida para a história.»Sabia que ia conseguir algo especial, porque no último treino no Uganda corri a distância em 58 minutos. Estava bem preparado e declarou para mim que ia bater o recorde da prova», alegou o desportista, que ainda assim admitiu que podia ter feito melhor.»Se tivesse tido companhia durante a prova e com menos vento no último quilómetro de prova, acho que podia ter sido ainda mais rápido», completou o ugandês.Lisboa vai ficar para Kiplimo um destino «especial» e o jovem admite retornar no próximo ano. Já no Uganda, a celebração foi grande e Kiplimo lamenta somente que a pandemia de covid-19 impossibilite festas maiores.»Todos ficaram bastante contentes com o novo recorde e pelo que sei festejaram. Com a pandemia há limitações, mas acho que foi uma celebração. Hoje sei que sou um exemplo para muitos jovens», declarou orgulhoso o novo recordista global da meia maratona.Nas próximas duas semanas, Kiplimo aproveitará para gozar um fase de férias, não volta a calçar as sapatilhas para correr e as que em Lisboa o «auxiliaram» a atravessar a meta não voltam com o desportista para o Uganda, pois a World Athletics recolheu-as para serem analisadas. Sobre isso, Kiplimo não tem dúvidas de que deseja que o procedimento se volte a repetir:»Não é a primeira vez que os levam. Já ocorreu na Polónia, em Espanha, mas não me importo. Eles que os levem. A marca dá-me outros e é sinal de que ganhei», concluiu sorridente.O ugandês Jacop Kiplimo bateu este domingo o recorde global na 30.ª edição da meia maratona de Lisboa, com o tempo de 57.31 minutos, enquanto a etíope Tsehay Beyan venceu a prova feminina, em 1:06.06 horas.Kiplimo diminuiu em um segundo o recorde que pertencia ao queniano Kibiwott Kandie desde 2020, na cidade de Espanha valenciana. Kiplimo é campeão do mundo da distância.

Armand Gustav «Mondo» Duplantis é um desportista sueco-americano, atual recordista global do salto com vara.

Ryan Crouser é um desportista e bicampeão olímpico norte-americano, expert no lançamento de peso e no lançamento de disco.

Fonte: ojogo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Yulimar Rojas de novo finalista para desportista global do ano
>>>>>Novo recordista mundial de meia-maratona, Kiplimo aponta ao ouro em Paris’2024 – November 22, 2021 (ojogo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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