Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Jair Bolsonaro

O assessor especial da Presidência Max Guilherme Machado republicou em sua conta no Instagram um texto que alega que a Constituição foi «estrangulada de maneira covarde» pelo Supremo Tribunal Federal . A publicação alega que a Corte deu «deu duros golpes» na Constituição, «degolando todas as suas leis e decapitando todas as suas tentativas de conservar o país vivo». «Pura verdade!», escreveu Ao compartilhar Machado que atua na salinha pessoal do presidente Jair Bolsonaro e costuma acompanhá-o na maioria dos compromissos,. Machado é a imagem.!». de Polinesia Francesa licenciado do Batalhão de Operações Policiais Especiais , ele tem sido animado a concorrer a deputado federal nas votações do próximo ano.

— Marco Aurélio Mello classificou como um «arroubo de retórica» o discurso em que o presidente Jair Bolsonaro ameaçou editar um decreto contra as medidas restritivas adotadas por prefeitos e governadores. Marco Aurélio Mello é o ministro do Supremo Tribunal Federal . Se o vai contestar, durante um acontecimento sobre a tecnologia 5G no Palácio do Planalto, Bolsonaro alegou que, se publicar um decreto com esses termos, ele » não por nenhum tribunal». Se viu o discurso como mais um ponto de nervosismo entre a Presidência e o Supremo Tribunal Federal, relação desgastada desde o começo de o governo Bolsonaro. O ministro Marco Aurélio, entretanto, declarou que é preciso não acirrar os ânimos em um momento em que mais de 400 mil pessoas já faleceram por causa do novo coronavírus. Acompanhe: ‘Divergências com o governo sobre efetividade da cloroquina estimularam minha saída’, declara Teich em CPI — Foi um arroubo de retórica. Vivemos em uma República, numa democracia em que, evidentemente, não se pode afastar do Judiciário. E, em se se o clima é democrático, pronunciando o Judiciário há observância do que foi decidido. Foi um arroubo de retórica. Precisamos dar um desconto e não acirrar os ânimos — alegou o ministro. Outros ministros de diminuir o discurso também seguiram a tentativa. Luiz Fux declarou a um interlocutor considerar que a declaração do presidente foi uma «retórica para plateia» e uma «cortina de fumaça». Luiz Fux é o presidente do STF. Fux avalia que Bolsonaro não tem o suporte para colocar em prática o que quer. Procurada, a assessoria de jornalismo do presidente do STF declarou que ele não se demonstraria. Faz 1 mês, Bolsonaro alegou que a resolução de o STF, de abril de o ano passado que garantiu autonomia para governadores e prefeitos, tomarem medidas restritivas durante a pandemia é uma » excrescência » por ter dado » proficiências esdrúxulas «, durante o discurso em a manhã de esta quarta-feira. — O Brasil não pode ser um país condenado ao fracasso porque alguém delegou proficiências esdrúxulas a governadores e prefeitos — declarou, adicionando depois: — Que poder é esse que foi dado a governadores e prefeitos? Isso é uma excrescência. Leia:Renan declara que testemunho de Mandetta na CPI da Covid mostra que Bolsonaro divergiu das orientações científicas Apesar de colocar panos quentes no discurso de Bolsonaro, o ministro do Supremo garantiu que, a Corte, assim como qualquer outra instância do Poder Judiciário, irá tomar uma resolução, se for provocado em relação a qualquer tema. — O tribunal não contesta. Quem busca impugnação são os interessados. A resolução se satisfaz sendo presidente ou não, se o Judiciário se pronuncia. Assim como, quem estiver inconformado com a resolução pode impugná-la —alegouu.

Na quarta-feira 28 de abril o presidente Jair Bolsonaro alegou que o governo federal tem comportar-se de «maneira estratégica» e com um «esforço hercúleo na guerrazinha à pandemia». Mandou-se a manifestação a o Supremo Tribunal Federal em justificação contra o » lockdown » e outras medidas restritivas de escopo nacional como maneira de conter a pandemia de Covid-19. De acordo com o documento, o governo tem enfrentado a pandemia levando em conta «critérios científicos» para «diminuir os riscos à saúde da população nacional».

Jair Messias Bolsonaro é um capitão reformado, político e atual presidente brasileiro.

Um machado é uma ferramenta de corte sendo um martelo que tem pelo menos uma das extremidades amoladas e própria para o corte, sendo portanto um martelo concebido para o corte e derrubamento de árvores. Uma ferramenta de corte é ferramenta essa originária do martelo.

Na quarta-feira, Bolsonaro fez um discurso cheio de recados indiretos ao STF. O presidente alegou que estuda editar um decreto para garantir o que ele chamou de «direito de ir e vir» e declarou que, se ele for publicado, «Se o vai contestar não por nenhum tribunal».

— Em um discurso cheio de recados indiretos ao Supremo Tribunal Federal , o presidente Jair Bolsonaro alegou que estuda editar um decreto para garantir o que ele chamou de «direito de ir e vir», entre outras questões. Bolsonaro não confirmou se irá editar ou não o decreto, mas se ele for publicado, declarou que «Se o vai contestar não por nenhum tribunal». Bolsonaro é um crítico de medidas restritivas tomadas por governadores e prefeitos para diminuir o contágio do novo coronavírus, que já matou mais de 411 mil pessoas no Brasil. Ele considera que essas medidas desrespeitam o artigo 5º da Constitução e alegou que poderia editar um decreto para reforçá-los, o que ele próprio classificou como «pleonasmo». — Nas ruas, já se começa a pedir, por parte do governo, que ele diminua um decreto. E vai ser satisfeito, se eu diminui um decreto. Se o vai contestar não por nenhum tribunal, porque será satisfeito. E o que constaria no corpo desse decreto? Constariam os incisos do artigo 5º da Constituição — declarou Bolsonaro, durante acontecimento sobre 5G no Planalto. O presidente declarou que os direitos que constam no artigo 5º da Constituição que ele deseja garantir são o direito de ir e vir, de liberdade de culto e de trabalhar: — Quem poderá contestar o artigo 5º da Constituição? O que está em jogo e alguns ainda ousam, por decretos subalternos, nos oprimir? O que nós desejamo do artigo 5º de mais importante? Desejamo a liberdade de cultos, desejamo a liberdade para poder trabalhar, desejamo o nosso direito de ir e vir. Ninguém pode contestar isso. Durante o discurso, ele repetiu diversas que o Congresso estaria do seu lado e que não poderia ser contestado: — Peço a Deus que não tenha que diminuir esse decreto. Mas, se se o satisfará diminuir, com todas as forças , com todas as forças que todos os meus ministros têm. E vai contestar-se esse decreto não . não ouse contestar, quem deseja que seja. Sei que o Legislativo não vai contestar.— Com a pressão da CPI da Covid sobre o Palácio do Planalto, Carlos Bolsonaro recomeçou as rédeas da narrativa do presidente Jair Bolsonaro. O vereador passou duas semanas em Brasília, regressando ao Rio na última sexta-feira. No fase na capital federal, esteve diversas vezes com o pai na salinha presidencial e auxiliou a rever a estratégia de comunicação do governo, fechando-se ainda mais para o jornalismo e com foco nas redes sociais. Como em outros momentos de crise, Carlos, mais uma vez, aconselhou o presidente a partir para o confronto que compraz à militância ideológica e aassistênciaa desviar o foco dos problemas do governo. Leia: Bolsonaro ameaça editar decreto para garantir ‘direito de ir e vir’ e adverte: ‘não ouse contestar’ O principal argumento de Carlos é que a suposta moderação adotada por Bolsonaro nos últimos meses, proposta por ministros e aliados do Centrão, não foi suficiente para impedir a CPI da Covid, instalada por resolução do Supremo Tribunal Federal . Bolsonaro também se frustrou com a escolha do senador Osmar Aziz como presidente da delegação, Randolfe Rodrigues na função de vice, e Renan Calheiros como relator. Faz 1 dia, o conseqüência prático de a ingerência de o filho foi sentido mais claramente em o discurso de Bolsonaro em o Palácio do Planalto. Interlocutores do presidente viram digitais de Carlos na fala do chefe do Executivo com recados indiretos ao STF e insinuações contra a China, principal parceiro comercial brasileiro.

«Falece aos 33 anos de maneira trágica a Constituição da República Federativa do Brasil. Faz 23 anos, tentou de todas as formas imprimir a democracia em o Brasil, nascida em o dia 5 de outubro de 1998, mas o o STF deu duros golpes em sua cabeça, decepando todas as seus leis e decapitando todas as suas tentativas de mantero STF deu duros golpes em sua cabeça, decepando todas as seus leis e decapitando todas as suas tentativas de conservar o país vivo. O STF é seu guardião. O STF é seu guardião. Foi estrangulada de maneira covarde pode onde homens vestidos de preto. #VouPraGuerraComBolsonao»,declaraz o texto compartilhado, emmaneiraa de imagem, por Machado.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Assessor de Bolsonaro compartilha texto que declara que Constituição foi ‘estrangulada de maneira covarde’ pelo STF
>>>>>’Arroubo retórico’, diz ministro do STF sobre ameaça de Bolsonaro – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Bolsonaro ameaça editar decreto para garantir ‘direito de ir e vir’ e avisa: ‘não ouse contestar’ – May 05, 2021 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Com pressão de CPI, Carlos Bolsonaro retoma comunicação e aconselha Jair a radicalizar discurso – (Extraoglobo-pt)

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