Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Hélio Negão e Jair Bolsonaro

– O presidente Jair Bolsonaro, que não especificou que produto seria, declarou, em sua transmissão ao vivo da noite de quinta-feira, que o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson lhe pediu um acordo de «emergência» para fornecer um alimento que está em falta no Reino Unido. Os dois se reuniram na segunda-feira em Nova York, à margem da Assembleia Geral da ONU., mas alegou que havia passado o pedido de Boris a sua ministra da Agricultura, Tereza Cristina. — Ele deseja um acordo de emergência conosco para importar alguma espécie de alimento que esteja em falta na Inglaterra — declarou o presidente de Brasil. O Planalto não respondeu imediatamente a um pedido de esclarecimento sobre qual seria o produto mencionado por Bolsonaro. A Embaixada do Reino Unido em Brasília negou o relato e declarou que a declaração do presidente de Brasil não correspondia ao registro da conversa feita pelo lado britânico. Uma ampliação dos custos do gás natural forçou algumas fábricas britânicas de fertilizantes a fecharem nas últimas semanas, levando a uma carência do dióxido de carbono usado para injetar gás na cerveja e refrigerantes e atordoar passaritos e suínos antes do abate. O governo britânico, procurando evitar a carência de carne e de passaritos, prorrogou um suporte estatal de emergência e advertiu aos seus produtores alimentares para se prepararem para uma ampliação de 400% dos custos do dióxido de carbono. Embora alguns provedores venham advertindo para esse risco, o governo recusou repetidamente as sugestões de que poderia haver carência de comida tradicional de Natal, como peru assado. O Reino Unido também enfrenta carência de combustíveis e de alguns alimentos que vinham da Europa por causa da burocracia instituída pelo Brexit , e a falta de mão de obra em alguns setores, em especial de caminhoneiros. Bolsonaro declarou que Boris também lhe pediu para auxiliar a ampliar as importações brasileiras de whisky do Reino Unido, mas adicionou durante sua live que isso dependia de negócios privados e não de seu governo. Faz 8 meses, o Reino Unido anunciou o deferimento de a imposição de controles alfandegários para os alimentos importados de a UE, após abandonar o mercado habitual de o bloco em janeiro de este ano em uma tentativa, de diminuir a carência, em o dia 14 de setembro. A UE é a principal parceira comercial dos britânicos, e cerca de 30% de todos os alimentos consumidos no Reino Unido vêm do bloco, segundo o Consórcio de Comércio Britânico.

Hoje, passageiros não vacinados que saem do Brasil para o Reino Unido precisam permanecer isolados por 10 dias e vacinados, por cinco dias. Diplomatas de Brasil argumentaram que tal pré-requisito poderia dificultar a participação de brasileiros na COP26.Trata-se de uma promessa feita durante a COP-16, em 2010, na qual os países ricos se comprometeram a mobilizar US$ 100 bilhões ao ano a partir de 2020 para auxiliar os países em desenvolvimento na luta contra a crise climática. Faz 2 anos, a OCDE Segundo dados exibidos eles em a última sexta, mobilizou somente US $ 79,6 bilhões Os números de 2020 ainda não estão disponíveis, experts dão como certo que se satisfará a meta não, e organizações defensoras do meio ambiente declaram que o cenário pode ser ainda pior.— Senador Renan Calheiros declarou que o presidente Jair Bolsonaro mentiu em seu discurso na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas . Senador Renan Calheiros é o relator da CPI da Covid. Na sessão da CPI, Renan chamou Bolsonaro «golpista do cercadinho» e de «figura rudimentar, anacrônica e transitória», e afirmou que o discurso mostrou a «República do cercadinho». É uma referência ao grupo de apoiadores de Bolsonaro que costumam se uni num cercadinho na entrada do Palácio da Alvorada, com quem presidente costuma conversar. Nesses encontros, Bolsonaro não se expõe a críticas e encontra uma plateia simpática a suas ideias. O relator da CPI fez referência a outros episódios acontecidos em Nova York, onde fica a sede da ONU, como a impossibilidade de Bolsonaro frequentar restaurantes por não estar vacinado, e protestos contra o presidente. Verificamos na prática que desonra definitiva desconhece limites. Os vexames na ONU do presidente da República vão desde vaias, puxadinhos, interdição de acesso por falta de vacinação, advertências públicas do prefeito de Nova York, e a negação universal das vacinas diante do primeiro ministro do Reino Unido. O discurso lamentavelmente pífio na Assembleia mostra ao mundo a República do cercadinho, uma desonra para todos os brasileiros, a exumação da insignificância — declarou Renan. O relator da CPI continuou: — Único líder do G20 não vacinado, Bolsonaro repetiu seu papel de figura rudimentar, anacrônica e transitória, e propagador de mentiras. Seu discurso foi uma mentira só do início ao fim. O Brasil perdeu a credibilidade internacional. Depois, Renan mencionou alguns pontos específicos do discurso. Bolsonaro negou por exemplo casos de corrupção no governo. — E a corrupção negada por ele na ONU foi comprovada em diversas chances na CPI, como propinas [na negociação de vacinas] — declarou Renan, adicionando: — Diante de mais de 20 anormalidades reveladas pela CPI, o governo foi ao final coagido a anular o contrato. Bolsonaro voltou mesmo que os medicamentos utilizados não tenham efetividade adquirida, defendeu o tratamento precoce. — Na contramão do mundo, da ciência, pregou para todo o mundo tratamento precoce, responsável por muitas mortes o Brasil — afirmou o relator da CPI. Ainda que milhões de brasileiros foram às manifestações de Sete de Setembro, boslonaro ddeclaroude asuporteao governo.— Faz 17 dias, Bolsonaro também mentiu sobre a participação de milhões em a manifestação. Não foram mais do que 30 mil pessoas, e hoje sabemos a que preço. O golpista do cercadinho repetiu seu negacionismo e sua limitação cognitiva para todo mundo. A frieza nas reações após dez minutos de fake news sobre o Brasil foi eloquente sobre a sua irrelevância — deduziu Renan.Antes de ter teste positivo para Covid-19, na terça-feira, Marcelo Queiroga satisfez uma intensa agenda em Nova York como parte do séquito levado pelo presidente Jair Bolsonaro para a Assembleia Geral da ONU. Marcelo Queiroga é o ministro da Saúde. Encontrou-se com pesquisadores, executivos e diversas autoridades, entre elas o primeiro-ministro britânico Boris Johnson e o presidente polonês, Andrzej Duda.

Jair Messias Bolsonaro é um capitão reformado, político e atual presidente brasileiro.

Alexander Boris de Pfeffel Johnson é um político, escritor e jornalista britânico, atualmente servindo como Primeiro-ministro do Reino Unido e líder do Partido Conservador desde 2019.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY NEGATIVE

Countries: United Kingdom, Brazil

Cities: York, Natal, Brasilia

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Bolsonaro declara que Boris Johnson pediu envio urgente de alimentos brasileiro; embaixada britânica nega
>>>>>Em encontro com Bolsonaro, Boris Johnson elogia AstraZeneca e diz que já tomou as duas doses – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Renan diz que discurso de Bolsonaro na ONU ‘mostra ao mundo a República do cercadinho’ – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Veja com quem Queiroga se encontrou em Nova York antes de ser diagnosticado com Covid – (Extraoglobo-pt)

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