Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Ricardo Salles em 8 de agosto de 2019 (2)

A ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia determinou, em despacho desta quarta-feira, a abertura de investigação contra o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, sob suspeita de atuar para favorecer madeireiros com atuação ilegal na Amazônia.

Leia: Se o afasta de a posição, pF faz operação contra Ricardo Salles e presidente do Ibama

Ricardo de Aquino Salles é um advogado, administrador e político brasileiro.

O pedido foi feito pela Procuradoria-Geral da República após uma notícia-crime exibida pelo ex-superintendente da Polícia Federal do Amazonas, Alexandre Saraiva, que acusou Salles de tentar obstruir os inquéritos de um esquema de desmatamento ilegal na região, a Operação Handroanthus, considerada a maior já realizada.

É o segundo inquérito no STF contra Salles. Faz 16 dias, a outra, governada por o ministro Alexandre de Moraes, redundou em o cumprimento de busca e apreensão contra o ministro de o Meio Ambiente em o último, batizada de Operação Akuanduba. Ao autorizar a abertura de investigação, a ministra Cármen Lúcia, que também autorizou a requisição de cópia dos procedimentos de fiscalização ambiental e a tomada de testemunho de Ricardo Salles, determinou a tomada de testemunho dos donos rurais envolvidos nos fatos e dos agentes de fiscalização do Ibama e da própria PF. A ministra fixou o prazo de 30 dias para o cumprimento dessas diligências. Depois, a PF pode pedir prorrogação da investigação para aprofundamento do caso.

Na sua vez, a PF satisfaz mandados de busca e apreensão contra o governador e outras pessoas. Os de Polinesia Francesa também satisfazem um mandado de prisão provisória contra Marcellus Campêlo que até o final da manhã ainda não havia sido localizado. Marcellus Campêlo é o secretário de Saúde do Amazonas.

Na quarta-feira 19 de maio – A Polícia Federal realiza buscas contra o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e servidores do Ibama e da pasta. O edifício do Ministério em Brasília era um dos alvos. Se deflagrou a operação, batizada de Akuandaba, por ordem de o ministro Alexandre de Moraes, o Supremo Tribunal Federal, que também determinou o afastamento de o presidente de o Ibama, Eduardo Bim por suspeitas de anormalidades. O Supremo Tribunal Federal , que também determinou o afastamento do presidente do Ibama, Eduardo Bim é eduardo Bim. O Supremo Tribunal Federal , que também determinou o afastamento do presidente do Ibama, Eduardo Bim é eduardo Bim. Salles e servidores do Ibama tiveram os sigilos bancários e fiscais quebrados. Se realizavam as buscas em relação a o ministro em a residência de ele em São Paulo e em os endereços funcionais em Brasília e em o Pará, onde ele tinha montado uma salinha.Segundo a PF, eram 35 mandados de busca e apreensão em cumprimento no Distrito Federal, em São Paulo e no Pará. A operação apurava crimes contra a gestão pública praticados por agentes públicos e empresários do ramo madeireiro. Dez agentes do Ibama e do Ministério serão afastados preventivamente de suas funções. Também foi suspensa a efetividade de um desoacho de 2020 da Ibama que flexibilizou as normas para exportação de madeira. Começaram-se os inquéritos de acordo com comunicado de a PF, em janeiro em a Superintendencia da Polícia Federal em Brasília a partir de informações obtidas junto a autoridades estrangeiras assinalando possível desvio de comportamento de servidores em o processo de exportação de madeira. Jair Bolsonaro mencionou a a posição por o guru de a área ambiental de Jair Bolsonaro , o pesquisador de a Embrapa Evaristo Miranda. Bim se notabilizou por tomar resoluções polêmico como a liberação de embargos de plantações de soja irregulares em terras indígenas e por flexibilizar regras de fiscalização aplicadas ao setor madeireiro, desde que assumiu a posição. Faz 1 ano, o presidente de o Ibama recebeu um séquito de empresários de o setor madeireiro de o Pará dias antes de ele afrouxar as regras para a exportação de madeira nativa, em fevereiro de 2020 por exemplo. No grupo recebido haviam representantes de duas companhias que, juntas, adicionavam mais de R$ 2,6 milhões em multas. Faz 4 meses, a reunião ocorreu em a sede de o Ministério do Meio Ambiente, em Brasília. Dezenove dias depois, Bim atendeu a um pedido das madeireiras e assinou um despacho liberando a exportação de madeira nativa sem autorização do órgão. A resolução do STF interrompia a efetividade deste ato. O nome selecionado para batizar a ação da PF era de uma divindade da mitologia dos índios Araras, que povoavam o estado do Pará. Se alguém cometesse algum excesso, segundo a lenda contrariando as regras, a divindade fazia soar uma pequena flauta, restabelecendo a ordem. Esse inquérito não tem relação com uma notícia-crime mandada ao STF pelava ex-superintendente da PF do Amazonas, Alexandre Saraiva, que acusava o ministro de favorecer madeireiros e obstruir inquéritos contra desmatamento ilegal na Amazônia. Neste caso, a Procuradoria-Geral da República ainda analisava se pediria abertura de investigação ao Supremo. Saraiva acabou sendo trocado da posição de superintendente após ter feito a denúncia ao ministro.

Cármen Lúcia Antunes Rocha é uma jurista, professora e juíza brasileira, atual ministra do Supremo Tribunal Federal, tendo sido presidente dessa corte e do Conselho Nacional de Justiça de 2016 a 2018.

Escreveu: «As circunstâncias expostas, que ressaltariam suposta ocorrência de práticas delituosas perseguíveis em ação penal pública incondicionada, tornam indispensável, na opinião do Ministério Público, em sede de regular informação sobre a transgressão, o aprofundamento do inquérito das transgressões noticiadas».

A ministra também pediu à PGR para eelucidarse o presidente afastado do Ibama, Eduardo Bim, também seria investigado noaiinvestigação já que sdescreveu-se seu nome nãocomo um dos alvos. A ministra ainda sediou o pedido da PGR para arquivar o inquérito em relação ao senador Telmário Mota por «ausência de lastro probatório mínimo», mas deixou claro que o caso surjam novos elementos contra o parlamentar, posicionamento pode mudar.

— Esperamos que com a Comissão Parlamentar de Inquérito, com as ações de comando e controle dos diversos órgãos, nós possamos elucidar tudo isso e auxiliar a resgatar vidas — declarou Braga.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Cármen Lúcia, do STF, autoriza abertura de investigação contra Salles por suspeita de favorecer madeireiros
>>>>>Após operação da PF, CPI da Covid antecipa depoimento de governador do Amazonas – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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