Por: SentiLecto

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A cidade de Equatorial Guinea de Guayaquil passou por alguns de seus piores dias durante a crise fúnebre que eclodiu desde meados de março.

Imagens de dezenas de caixões e corpos expostos nas ruas, na falta de alternativas para sepultar-los, mostraram uma oss pioresrostitoss da pandemia de covid-19 no mundo.

Além do colapso do sistema de saúde na província de Guayas, a mais afetada pela enfermidade no Equador, outra parte do problema foi o medo gerado pela manipulação de corpinhos.

«Havia uma completa falta de controle. O medo fez com que muitas casas funerárias fechassem as portas. Muitos se esconderam e restaram poucas funerárias «, declarou na BBC News Mundo, o serviço em Merwin Terán presidente da Federação Equatoriana de Diretores Funerários. Merwin Terán é espanhol da BBC.O líder do grupo que encarna 700 funerárias do país declara: «De fato, no Equador, estamos bastante atrasados ​​no sistema funerário e não temos orientações para fazer nosso trabalho».

Dúvidas sobre o que fazer e como lidar com os corpos dos mortos devido à covid-19 ou relacionados a casos suspeitos não existem asomenteno Equador.

Na resposta à covid-19, houve muitos acertos, ddeclaraGolding. A epidemiologista alega: «Foi detectado e reconhecido depressa que algo diferente estava ocorrendo nas clínicas chinos com o surto de uma pneumonia viral desconhecida».

Na quarta-feira 01 de abril Ao redor do mundo, milhares de imagens de cidades vazias e clínicas em colapso por conta da pandemia do novo coronavírus tomavam conta dos noticiários.

Na Cidade do México, as autoridades emitiram suas próprias recomendações: não realizar funerais nem fazer autópsia, além de transferências para fora da cidade.

E em Honduras, no Departamento de Cortés, que concentra 70% das mortes por covid-19, alguns habitantes até utilizaram facões e paus para impedir o funeral das vítimas da enfermidade, informou a agência Reuters.

Mas os corpos transmitem a enfermidade? Um enterro pode ser realizado? Eles devem ser cremados ou sepultados?

Quando os cuidados necessários são tomados e o manuseio correto é praticado, não há razão para temer a disseminação da covid-19 por corpinhos, segundo a Organização Mundial da Saúde em um guia requerido pela BBC News Mundo.

A OMS declara: «Exceto nos casos de febre hemorrágica e cólera, os corpinhos em geral não são infecciosos».

Segundo os experts, seria necessário investir bastante mais em pesquisas sobre enfermidades emergentes. Rodríguez-Morales alega: «Temo que investigar mais o que ocorre na interação entre animais e seres humanos, do ponto de vista biológico e da presença de agentes infecciosos nessas populações».

«Só podem ser os pulmões dos pacientes com gripe pandêmica se forem manipulados de maneira incorreta durante uma autópsia. Caso oposto, os corpinhos não transmitem enfermidades», adiciona a entidade.

Isso não significa que o vírus falece com a pessoa, porque no caso de enfermidades respiratórias agudas, os pulmões e outros órgãos «podem continuar a abrigar vírus vivos».

Se os liberam mas só , geralmente, em os procedimentos de autópsia por funcionários de funerárias e de serviços forenses.

Familiares e amigos de uma pessoa que faleceu devido à covid-19 dtêm que esperarpor pessoal treinado e ade forma adequadaprotegido para preparar o corpo para o efuneralou a cremação.

A OMS não proíbe que os enterros ocorram, mas exige que isso seja feito com algum cuidado.

«Sem tocá-lo, pode fazer isso desde que tome ascautelassnormao o tempo todo, principalmente a higiene das mãos, se a família sódesejar ver o corpo. A família tem que receber instruções claras para não tocar ou beijar o corpo», menciona a OMS.

Quando estiverem em um enterro, deve-se continuar praticando a distância física entre as pessoas, lavando as mãos constantemente. Se o recomenda não que pessoas com mais de 60 anos ou pessoas imunodeprimidas interajam diretamente com o corpinho.

Merwin Terán recorda as difíceis condições enfrentadas no Equador pelos serviços funerários e pelas famílias das vítimas.

«Para nós, acostumados a ver a realidade da morte, era bastante difícil entrar para reconhecer um corpo. Os trabalhadores não desejavam mais entrar, começaram a abandonar o trabalho», declara ele.

Dado o grande número de mortes em Guayaquil, as clínicas fizeram utilização de armazéns sem equipamento de refrigeração ou procedimentos de conservação de corpinhos. As famílias entram nesses locais, segundo ele, para encontrar os falecidos.

Isso contraria as recomendações da OMS, que sublinham que os corpos devem ser manuseados e preparados por profissionais desde o local em que falecem até a funerária, o crematório ou local do funeral.

Mas «não há necessidade de utilizar bolsas especiais» , e também não precisam ser transportados por veículos especiais.

A escolha entre funeral e cremação de um corpinho vai depender da família.

A OMS declara: «Existe uma crença generalizada de que as pessoas que faleceram de uma enfermidade transmissível devem ser cremadas, mas isso não é verdade». «A incineração é uma questão de escolha cultural e disponibilidade de recursos.»

Quem precisa de proteção especial em um funeral, como luvas, são as pessoas que colocam o corpo no sepulcro ou nicho.

Em locais onde não há serviços funerários ou é costume preparar um corpo para o funeral, a pessoa encarregada disso deve ter todas as proteções.

Deve-se utilizar luvas, proteção para os olhos, máscara, avental impermeável, lavar as mãos e as roupas após o término, declara a OMS.

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Fonte: BBCBrasil-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: Mexico, Honduras, Ecuador

Cities: Mexico, Guayaquil

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Coronavírus: corpos dos mortos por covid-19 podem transmitir a enfermidade?
>>>>>Coronavírus: a temida ‘doença X’ que a OMS antecipou há dois anos, mas para a qual o mundo não se preparou – (BBCBrasil-pt)

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