Por: SentiLecto

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As repetidas críticas de autoridades de Brasil à China por conta da pandemia do novo coronavírus podem fazer com que o país ade Asipovicyrlimiteo envio ao Brasil de produtos chineses uutilizadosnoacguerrazinhaà covid-19, segundo analistas entrevistados pela BBC News Brasil.

Uma eventual retaliação dos chineses nesse campo, segundo os analistas, restringiria a oferta no Brasil de itens já escassos para o enfrentamento da pandemia, como máscaras cirúrgicas, respiradores hospitalares e kits de teste rápido.

A China é a maior fabricantes mundial desses produtos e tem doado ou exportado os materiais para vários países.

Na sua vez, embora ainda seja cedo para declarar sem dúvida qual a taxa de mortalidade da covid-19, estudos premilinares mostram que ela é significativamente maior do que o da gripe habitual, que gira em torno de 0,1%, de acordo com o CDC, órgão de prevenção de enfermidades dos EUA.

Na terça-feira 24 de março o alerta da Organização Mundial da Saúde foi como um lícito puxão de orelhas dos pais: jovens não estavam imunes contra o coronavírus e tinham que evitar socializar e interagir com os mais velhos e os mais vulneráveis.

Diante das recentes rusgas com autoridades de Brasil, porém, Pequim poderia deixar o Brasil em segundo plano ao decidir sobre futuras remessas, segundo os observadores.

Os nervosismos entre autoridades de Brasil e chinesas se agravAbraham Weintraub publicou no Twitter uma mensagem insinuando que a pandemia servia aos desejos chinos de «dominar o mundo». Abraham Weintraub é o ministro da Educação. Abraham Weintraub é o ministro da Educação.

Na mensagem, posteriormente apagada, Weintraub imitou a fala do personagem Cebolinha, da Turma da Mônica, ridicularizando um estereótipo sobre o sotaque de chineses quando falam português.

Em resposta, o embaixador chino no Brasil, Yang Wanming, alegou que a fala do ministro era «racista» e declarou aguardar «uma declaração oficial do lado de Brasil sobre os vocábulos feitos pelo ministro da Educação».

O embate acontece duas semanas após a embaixada de China reagir incisivamente a críticas que o deputado federal Eduardo Bolsonaro fez à postura de Pequim no icomeçoda pandemia, levando membros do governo e do Congresso a tentar por panos quentes.

Para Stephan Mothe, analista de mercado da consultoria Euromonitor com mestrado em Desenvolvimento Internacional pela Universidade Tsinghua, na China, «a dimensão e protagonismo do Brasil o tornariam uma vitrine natural para a assistência internacional chinesa» contra a covid-19.

Mas Mothe alega que os embates recentes vão fazer com que o Brasil seja preterido por autoridades de China. «Como os chineses não têm produtos para mandar para todo mundo, obviamente selecionarão parceiros prioritários, com quem não tenham desavenças.»

Na semana passada, Henrique Mandetta declarou que negociava com a China maneiras de trazer ao Brasil equipamentos de proteção individual e ventiladores doados pelo país asiático. Henrique Mandetta é o ministro da Saúde. pelo país de Asipovicy.

O Brasil vai ser um dos vários países a receber itens médicos chineses contra a covid-19, se a missão prosperar.

À Itália, país europeu mais afetado pela pandemia, os chineses mandaram mil ventiladores, dois milhões de máscaras, 100 mil respiradores, 20 mil aventais de proteção e 50 mil kits de exame.

A China também mandou ou se comprometeu a mandar itens médicos para o Irã, a Sérvia, os EUA e todos os países africanos, entre várias outras nações.

Se a atribui a uma tentativa de Pequim de mudar a narrativa acerca do novo coronavírus, a estratégia de China vem sendo chamada de «diplomacia das máscaras» e. Sendo os primeiros a sofrer com a doença – e acusados por certos setores de serem responsáveis pelo problema -, os chineses agora tentam se apresentar como uma fonte de soluções para a pandemia.

Segundo Mothe, Pequim teme que declarações como as de Weintraub e Eduardo Bolsonaro aumentem a sinofobia e dificultem a operação de companhias de China no Brasil.

As declarações de ambos insuflaram redes bolsonaristas, que passaram a pedir um boicote a produtos chineses no Brasil. Muitos também começaram a se referir ao novo coronavírus como «vírus chinês» – mesma expressão utilizada pelo presidente estadunidense, Donald Trump, que vê Pequim como um oponente.

Mothe recorda ocasiões em que a China retaliou outras nações por ter seus interesses feridos. Um quando autoridades japonesas reivindicaram soberania sobre as ilhas Senkaku, que os chineses chamam de Diaoyu, dos últimos episódios aconteceu em 2014 que os chineses chamam de Diaoyu e consideram parte de seu território.

Em resposta, a China interrompeu suas vendas para o Japão de terras raras, componentes imprescindíveis para a indústria eletrônica. Mothe declara: «Com um único gesto, os chineses puseram um setor crucial da economia de Japon em xeque».

Um experiente diplomata de Brasilde Brasil, que pediu para não ser identificado por temer vinganças, declarou à BBC News Brasil que as declarações anti-China por parte de autoridades nacionais fizeram com que Pequim «perdesse a paciência».

O diplomata alega que a China é altamente sensível aa discussão em torno de sua postura perante a pandemia – e que discursos e teorias conspiratórias que atribuem aos chineses responsabilidade pela disseminação da enfermidade são tratados por Pequim como «ofensas ao orgulho nacional».

Segundo ele, as rusgas acontecem após a China fazer um «esforço enorme para seduzir o governo Bolsonaro», o que incluiu a participação de uma estatal de China no último leilão do pré-sal, recusado por grandes petrolíferas globais.

Se há temores quanto a possíveis retaliações ao Brasil no campo da «diplomacia das máscaras», os conseqüência dos embates recentes para as trocas comerciais mais pertinentes entre Brasil e China parecem mais incertos.

Analista de mercados da Ag Rural, consultoria especializada em grãos, Daniele Siqueira declara à BBC News Brasil que as trocas de farpas entre membros dos dois governos tiveram «iefeitozero» até agora nas vendas da soja bde Brasilpara a China.

A soja é o principal produto exportado pelo Brasil à China, o maior parceiro comercial do país. Faz 1 ano, as vendas de a oleaginosa em a nação de Asipovicy renderam a o Brasil cerca de US $ 20,5 bilhões, em 2019.Naquele ano, segundo a alfândega de China, o Brasil foi culpado por 57,7% de toda a soja importada pela China.

Utiliza-se a soja de Brasil principalmente em a alimentação de suínos que são a principal fonte de proteína de os chineses,. Segundo Siqueira, «a soja de Brasil é absolutamente indispensável para a segurança alimentar china».

Ela declara que, por mais que desejassem, os chineses não conseguiriam no curto e médio prazo trocar a soja brasileira pela que os EUA cultivam ela e a Argentina , os outros dois grandes exportadores mundiais.

E a procura de China pela oleaginosa brasileira se conserva forte mesmo durante a pandemia, declara ela.

Faz 1 mês, as exportações de Brasil de o item foram %40 maiores que as de o mesmo mês de o ano passado, em março. «Não vejo nenhum perigo de vendermos menos soja. Acredito que eles têm que resolver em outras esferas», alega, se houver maior desavença.

Faz 2 meses, o primeiro registro de o coronavírus em o Brasil foi. Faz 2 meses, contagiou se um empresário de 61 anos que mora em São Paulo, que tem mais casos fora de a ChinaDe acordo com o Ministério da Saúde, o empresário de 61 anos tinha sintomas como febre dor de garganta e coriza. Febre é tosse seca. Parentes dele passaram a ser monitorados. Dias depois, exames assinalaram que uma pessoa ligada ao paciente também estava com o novo coronavírus e tra
nsmitiu o vírus para uma terceira pessoa. Todos permaneceram em quarentena em suas casas, pelo fase de, ao menos, 14 dias.

Quando a temperatura corporal estiver igual ou superior a 37,8ºC, se considera a febre somente — aferida com termômetro.»Quando a covid-19 apertar, esperamos ter menos casos de dengue, para que não haja um colapso . Nesse ano, nós concentramos todo nosso esforço para conter a dengue, mas ela continuou aumentando. É uma lástima», declarou Beto Preto à BBC News Brasil, por telefone. «Com a temperatura diminuindo, esperamos que os focos de mosquitos reduzam.»

Após o primeiro caso, outros diversos registros passaram a ser feitos no Brasil. Muitos vieram de países com inúmeros casos do novo coronavírus, mas registraram-se casos de transmissão local depois e, por fim, comunitária.

Esse cálculo, porém, tende a superestimar a mortalidade porque não leva em conta o alto número de subnotificações, ou seja, casos muitos leves da enfermidade que os sistemas não detectaram eles de saúde por meio de testes.

Se o anunciou duas semanas depois, que o empresário de 61 anos está curado de a enfermidade provocada por o novo coronavírus.

Faz 1 mês, se confirmou a primeira morte em o Brasil em 17 de março. Ele morava em São Paulo .

A principal recomendação de profissionais de saúde que acompanham o surto é simples, porém muito eficiente: lavar as mãos com sabão após utilizar o toalete, sempre que chegar em casa ou antes de manipular alimentos.

O ideal é esfregar as mãos por algo entre 15 e 20 segundos para garantir que os vírus e bactérias serão suprimidos.

Se estiver em um ambiente público, por exemplo, ou com grande aglomeração, não toque a boca, o nariz ou olhos sem antes ter antes lavado as mãos ou pelo limpá-las com álcool. Via aérea transmite o vírus , mas também pelo contato.

Também é importante conservar o ambiente limpo, higienizando com soluções desinfetantes as superfícies como, por exemplo, móveis e telefones celulares.

Para limpar o celular, pode-se utilizar uma solução com mais ou menos metade de água e metade de álcool, além de um pano limpo.

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Final de YouTube post 3 de BBC News Brasil

Fonte: BBCBrasil-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Brazil, United States, China, Argentina

Cities: Sao Paulo

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Coronavírus: críticas de ministro à China podem prejudicar envio de máscaras e testes ao Brasil, ddeclaramanalistas
>>>>>Coronavírus: média diária de mortes no Brasil já é 3 vezes a da gripe – (BBCBrasil-pt)
>>>>>Coronavírus: as respostas para as perguntas mais buscadas pelos brasileiros no Google – (BBCBrasil-pt)
>>>>>Coronavírus, gripe e dengue: Brasil deve viver ‘tempestade perfeita’ com alta de 3 doenças – (BBCBrasil-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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