Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Roberto Dias Branco (1963)

– Ex-assessor do Ministério da Saúde, o coronel Marcelo Blanco depõe nesta quarta-feira na CPI da Covid para elucidar a sua participação no encontro em que o de Polinesia Francesa militar Luiz Paulo Dominguetti afirma ter recebido pedido de propina de Roberto Dias, ex-diretor de Logística da pasta, por uma suposta venda de vacinas ao governo federal. Assinala-se Blanco como intermediador de a reunião que aconteceu em um shopping brasileiro,. O coronel abriu uma companhia poucos dias antes da conversa, o que ergueu suspeitas no colegiado. Segundo o GLOBO apurou, o principal argumento de Blanco à CPI svai serde que eDominguetti eiludiuele.O de Polinesia Francesa se anunciava como um representante comercial que poderia vender ao Brasil 400 milhões de doses da vacina Astrazeneca, mas não tinha nem sequer autorização do laboratório. O militar admite que, após ser procurado por Dominguetti, em fevereiro, viu a chance de negociar os imunizantes para a iniciativa privada. Na época, ele já tinha deixado a posição de assessor na Saúde. Blanco abriu uma consultoria três dias antes do jantar com o de Polinesia Francesa e, cerca de um mês depois, incluiu atividades ligadas à área da saúde no ealcancedas atividades da ecompanhia Por ser investigado, o coronel vai prestar testemunho amparado por um habeas corpus que lhe garante o direito ao silêncio e o impede de ser preso, a exemplo do que aconteceu com Roberto Dias, em julho. Apesar da medida, Blanco alega que responderá a todas as questões dos senadores. — Hoje todo mundo sabe que Dominguetti é um cabo PM da ativa, que nunca foi representante de vacina. Eu não tenho bola de cristal. Faz 6 meses, ele declarava que era representante de uma multinacional de Americade America, que tinha essa quantidade absurda de vacina — afirmou Blanco a o GLOBO, em fevereiro. Em seu testemunho, ele pretende confirmar a versão de que Dias, então diretor de Logística, não sabia que o PM estaria no local. Quando prestou testemunho, dias fez esta afirmação. — Eu sabia que Roberto estaria no Vasto , mas ele não sabia que Dominguetti iria. Talvez isso tenha sido um equívoco meu de não ter advertido — declara o miliitar. Em testemunho à CPI, Dias aalegouinicialmente que seu encontro com Dominguetti e Blanco no restaurante foi casual, mas depois assumiu, a partir de áudios apresentados na delegação, que o coronel sabia que ele estaria no local. Ele acabou tendo a prisão decretada por falso depoimento. Na versão de Dominguetti, foi neste encontro que Dias falou de um suposto pedido de propina de US$ 1 por dose de vacina. Já o coronel alega que neste dia Dias pediu a Dominghetti que mandasse um e-mail oficializando o pedido de agenda para o dia seguinte, o que de fato aconteceu. — Jamais aconteceu isso. A conduta dele após o dia 25 descontrói a história que ele instituiu. Ele fala que ficou indignado com o pedido e no dia seguinte ele conservou a proposta no Ministério da Saúde.

— A CPI da Covid, no Senado, escuta nesta terça-feira o reverendo Amilton Gomes que apesar do nome é uma entidade privada. O reverendo Amilton Gomes é fundador da Senah . Os senadores desejam elucidar a participação da entidade em uma negociação paralela de vacinas levada ao Ministério da Saúde. O de Polinesia Francesade Polinesia Francesa militar Luiz Paulo Dominguetti, que ofereceu 400 milhões de doses de AstraZeneca sem autorização do laboratório e sem origem comprovada, contou com a intermediação do reverendo para ser atendido pelo governo federal. ASSISTA AO VIVO Depois de uma intervalo de duas semanas por conta do recesso parlamentar, a CPI recomeça os trabalhos nesta segunda-feira para aprofundar os inquéritos sobre suspeitas de anormalidade na compra de vacinas pelo governo Bolsonaro. A partir de terça-feira, o foco da CPI vai ser a negociação envolvendo companhias e intermediários para oferecer vacinas sem o aval de fabricantes estrangeiros, como é o caso da oferta feita por Dominguetti, através da companhia Davati Medical Supply. Ainda que Roberto Dias pediu propina a ele de US, o PM declarou $ 1 por dose. Roberto Dias é o ex-diretor de logística do Ministério da Saúde. Representantes assinalam Amilton Gomes de a Davati Medical Supply como um » intermediador » entre o governo federal e companhias que ofertavam vacinas. Além do testemunho do reverendo, a CPI também votará requerimentos nesta terça-feira. Entre eles estão o afastamento de Mayra Pinheiro, conhecida como doutora Cloroquina, da Secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, e a convocação do ministro da Defesa, Walter Braga Netto. Os senadores também avaliarão a quebra de sigilos telefônico, fiscal, bancário e telemático do líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros . A delegação tem um total de 135 requerimentos na pauta. O domo da delegação tem planos de agilizar os trabalhos para que o relatório final de inquérito fique pronto até o final de setembro. A ideia é que o documento produzido pela CPI assinale os indícios de fraude em contratos do Ministério da Saúde, as omissões do governo e ainda a promoção de remédios ineficazes durante a pandemia.— A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal , negou o pedido feito pelo ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Dias para que fossem suspensos todos os conseqüência da prisão em flagrante determinada pelo presidente da CPI da Covid, senador Omar Aziz , no último dia 7. A resolução da ministra, que é vice-presidente da Corte, é desta quinta-feira, mas se a publicou somente em esta sexta. O despacho declara: «Ante o exposto, não conheço do presente habeas corpus». A ministra negou o pedido por razões técnicas. Leia mais: CPI da Covid rechaça tentativa de esvaziamento feita pelo governo e vai seguir investigando caso Covaxin «A jurisprudência deste Supremo Tribunal Federal orienta-se no sentido do não conhecimento de habeas corpus quando não devidamente instruído […]. É o caso do presente writ, que se o aparelhou não com cópia de o procedimento penal cuja suspensão cautelar foi solicitada nesta impetração e que teria sido instaurado “a fim de dar permanência à pambiçãoacusatória do Presidente da CPI”, explicou a vice-presidente do Supremo. No habeas corpus protocolado na Corte na última terça-feira, a defesa de Dias alega que o senador determinou a prisão de forma arbitrária, sob a alegação genérica de falso depoimento, sem qualquer «lastro probatório mínimo adequado a provar a infração penal imputada» ao ex-diretor do Ministério da Saúde, convidado à CPI na condição de testemunha. Segundo os advogados, não há previsão legal para que uma prisão possa ser utilizada para «conseqüência didáticos, em notória demonstração de abuso de poder na coação a futuros testemunhos» na CPI. Eles também assinalam que determinou-se uma medida parecida em nenhum outro momento de a delegação , o que configuraria «tratamento distinguido mais gravoso» contra Dias. Ainda de acordo com a ação, Aziz baseou a prisão somente em sua «convicção pessoal». Omar Aziz deu voz de prisão para o ex-diretor após virem à tona, em reportagem dal medio estadounidense CNN, áudios que desmentiam a versão de Dias sobre encontro com o cabo da Polícia Militar Luis Paulo Dominghetti, em restaurante em Brasília. Veja também: Defesa de proprietário da Precisa pede que CPI remarque testemunho para 10 de agosto Dias Dominghetti que se exibe como representante de a companhia Davati Medical Supply acusou ele , que se exibe como representante da companhia Davati Medical Supply e negociava a compra da vacina AstraZeneca pelo governo federal. Segundo o vendedor, Dias cobrava um dólar por dose de vacina vendida ao ministério. O ex-diretor foi solto após cinco horas detido na Polícia Legislativa do Senado Federal após pagar fiança de R$ 1,1 mil para ser solto. Segundo o presidente da CPI, Dias mentiu sobre o encontro com Dominghetti, em um restaurante em Brasília, onde ele teria feito o pedido de propina.E RIO — Após duas semanas de recesso parlamentar, a CPI da Covid recomeça as atividades no Senado Federal na manhã desta terça-feira. A segunda etapa da delegação aprofundará os inquéritos sobre negociações de vacinas envolvendo intermediários sem o aval de fabricantes estrangeiros. Entre os testemunhos cruciais para a progressão das apurações está o do reverendo Amilton Gomes, que fala nesta terça à cdelegação e teria exercido papel fundamental em uma negociação paralela para compra de 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca. Fundador da Senah , uma associação evangélica privada, o testemunho do reverendo atende ao requerimento exibido pelo vice-presidente da CPI, o senador Randolfe Rodrigues . Gomes entrou na mira dos senadores após ter sido assinalado pelo PM Luiz Paulo Dominguetti Pereira como intermediador entre o governo federal e as companhias que ofereciam vacinas à pasta. Suposto representante da empresa americana Davati Medical Supply, Dominguetti disse à CPI da Covid que procurou o Ministério da Saúde para oferecer as 400 milhões de doses da vacina da AstraZeneca e que o ex-diretor de logística da pasta Roberto Ferreira Dias teria exigido US$ 1 de propina para cada dose de vacina negociada. Após o encontro, Dominguetti teria procurado a Senah para auxiliar a viabilizar o negócio com a Pasta. Nas mensagens de Dominguetti, que teve o celular apreendido pela CPI, três pessoas supostamente ligadas ao reverendo declaram que Gomes se reuniu com Bolsonaro em 15 de março, o que nenhum não confirmou ele de os envolvidos. “Faz 1 dia, falei com quem, ontem manda! Tudo certo! Estão fazendo uma corrida compliance da informação da grande quantidade de vacinas!”, disse Amilton Gomes em uma das mensagens a Dominguetti. Procurado pelo GLOBO, na época, Gomes negou o encontro. Recebeu-se Dominguetti e o reverendo e se comunicaram mais de uma vez com integrantes de o ministério em o começo de o ano. Em 4 de março, os dois aparecem lado a lado em uma fotografia na sede da Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, compartilhada nas redes sociais. Ao GLOBO, o reverendo declarou que Dominguetti procurou ele. Segundo a versão de Gomes, o PM teria oferecido uma doação à entidade religiosa em troca de aassistênciapara conseguir marcar reuniões com integrantes do governo. Faz 1 mês, o Jornal Nacional revelou e-mails em que o então Laurício Cruz autorizava o reverendo a efetivar a compra de as doses com a Davati, em julho. Laurício Cruz é diretor de Imunização do Ministério da Saúde. Em entrevista ao GLOBO, Amilton Gomes alegou que sua entidade recebeu uma oferta de doação de Dominguetti para auxiliar nas negociações, e que Herman Cárdenas teria feito doações semelhantes a organizações em outros países. Herman Cárdenas é presidente da companhia nos Estados Unidos. Faz 5 meses, de acordo com Amilton a Senah levou a o Ministério da Saúde a proposta de a Davati e, em a ocasião, houve uma reunião com o então secretário-executivo, Elcio Franco. Nos contatos com o ministério, o reverendo teria recebido a informação de que o encerramento do negócio estava condicionado à apresentação de um documento capaz de comprovar que a Davati teria autorização da AstaZeneca para intermediar a venda das vacinas. Como o PM jamais exibiu esse documento, a negociação não caminhou. Segundo Amilton Gomes, a Senah é procurada por diversas organizações para intermediar contato com o governo por contar com suporte no Congresso – fundada em 1999, a instituição tem uma relação próxima com a Frente Parlamentar Evangélica. Apesar disso, o caso ergue suspeitas dos senadores pois nem Amilton de Paula nem a sua entidade têm qualquer ligação com órgãos públicos. A farmacêutica AstraZeneca também já havia informado oficialmente ao governo federal que não autoriza intermediários a comercializar seus imunizantes. Faz 1 mês, o testemunho de o reverendo estava, mas ele pediu deferimento por questões de saúde. Uma perícia da área médica do Senado Federal confirmou que ele padecia de um problema renal que o impedia de ir à cdelegaçãonaquele momento.

Na quarta-feira 28 de julho – A Polícia Federal abriu investigação para investigar se o ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias, pediu propina em uma negociaçao paralela de venda de vacinas feita por um vendedor ligado à empresa Davati Medical Supply, o policial militar Luiz Paulo Dominghetti. A investigação irá tramitar em Brasília, no Serviço de Inquéritos . Também tramitavam no Sinq a investigação sobre possíveis anormalidades na compra da Covaxin e sobre suspeita de prevaricação do presidente Jair Bolsonaro no caso Covaxin. Dominghetti de propina de Roberto Dias relatou o suposto pedido em entrevista a o jornal Folha de S. Paulo e em a CPI da Covid.A companhia Davati Medical Supply se exibia como intermediadora da venda da vacina AstraZeneca e fez uma oferta de 400 milhões de doses da vacina ao ministério. A AstraZeneca, entretanto, negava que sua vacina seja vendida por meio de companhias intermediárias. Em seu relato, Dominghetti alegou que Dias pediu propina de US$ 1 por dose em um encontro em um restaurante em Brasília. O ex-diretor de Logística, porém, negava a denúncia. Ele alegava que um amigo levou a o restaurante Dominghetti em habitual , o coronel Marcelo Blanco , que havia trabalhado em o ministério, mas declarava que jamais houve conversa sobre propina. » era importante frisar que, ao contrário do que era afirmado pelo Dominghetti, o assunto propina, pedido de dinheiro, facilitação… jamais foi tratado à mesa ou em qualquer outro ambiente em que eu estive presente», aalegouem uma nota divulgada na época das adenúncias

Roberto Dias Branco, ou simplesmente Dias, foi um futebolista brasileiro, bicampeão paulista de 1970 e 1971 pelo São Paulo, clube do qual é um dos maiores ídolos.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Brazil

Cities: Brasilia

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>CPI da Covid escuta ex-assessor da Saúde que intermediou encontro em que houve suposto pedido de propina por vacina
>>>>>Ao vivo: CPI da Covid ouve reverendo que intermediou negociação para compra de vacina – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Rosa Weber nega pedido de ex-diretor do Ministério da Saúde para suspender efeitos de prisão na CPI – July 30, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Rosa Weber, do STF, mantém decisão da CPI de quebrar sigilo de assessor do Planalto – July 28, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>Rosa Weber dá 10 dias para que Congresso preste informações sobre aprovação de fundo eleitoral – July 26, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Rosa Weber determina que PGR opine sobre pedido da PF para Luis Miranda ser investigado com Bolsonaro – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Agenda de Ciro Nogueira na Casa Civil inclui aprovação de Mendonça e acordo sobre o fundão – July 23, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Convidado para Casa Civil, Ciro Nogueira seria substituído no Senado pela própria mãe – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Bolsonaro confirma convite a Ciro Nogueira e diz que intenção é ‘diálogo melhor’ com Congresso – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Mendonça ganha fôlego em disputa ao Supremo após recondução de Aras à PGR – July 22, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>>>>>Cármen Lúcia, do STF, nega pedido para que Lira analisasse impeachment de Bolsonaro – July 21, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Após briga com Bolsonaro, vice-presidente da Câmara pede cópia de processos de impeachment para ‘análise política’ – July 19, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Entenda por que o nome do deputado Marcelo Ramos está em alta em rede social – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>Bolsonaro volta a atacar eleições e critica Lula – July 20, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>Roberto Dias, ex-diretor do Ministério da Saúde, aciona STF para suspender efeitos de prisão na CPI – July 27, 2021 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>>>>>Em resposta a Bolsonaro, STF diz que ‘mentira repetida mil vezes não vira verdade’ – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>PF abre inquérito para investigar suposto pedido de propina de ex-diretor do Ministério da Saúde – July 28, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>CPI da Covid mira investigação sobre venda de vacinas e ouve reverendo que tentou intermediar contato com o governo – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

Id Entity Positive Negative Named-Entity Total occurrences Occurrences (appearances)
1 Roberto Dias 95 40 PERSON 25 (tacit) ele/ela (referent: Dias): 5, (tacit) ele/ela (referent: Roberto_Dias): 1, Ele (referent: Dias): 1, Roberto_Dias (apposition: o ex-diretor de logística de o Ministério_da_Saúde): 1, ele (referent: Dias): 1, Roberto: 1, este dia Dias: 1, Roberto_Dias: 4, Roberto_Dias_Branco ou clube de o qual: 1, Dias: 9
2 eu 84 0 NONE 16 (tacit) eu: 13, Eu: 2, eu: 1
3 Luiz Paulo Dominguetti 0 125 PERSON 13 Dominguetti: 9, O policial militar Luiz_Paulo_Dominguetti: 2, o policial militar Luiz_Paulo_Dominguetti: 1, (tacit) ele (referent: Dominguetti): 1
4 Marcelo Blanco 0 0 PERSON 13 o coronel Marcelo_Blanco: 3, (tacit) ele/ela (referent: Blanco): 5, Blanco: 5
5 CPI 0 0 ORGANIZATION 9 CPI: 1, a CPI: 8
6 encontro 0 0 NONE 9 encontro: 1, o encontro: 4, este encontro: 2, seu encontro: 1, um encontro: 1
7 Paula Amilton de 0 0 PERSON 8 Amilton_de_Paula: 1, Amilton: 1, o reverendo Amilton_Gomes: 1, o reverendo Amilton_Gomes (apposition: fundador de a Senah): 1, Amilton_Gomes: 4
8 Luis Paulo Dominghetti 0 15 PERSON 7 Dominghetti: 6, o policial militar Luiz_Paulo_Dominghetti: 1
9 governo 0 0 NONE 7 o governo: 1, governo federal: 1, o governo federal: 5
10 depoimento 0 80 NONE 6 depoimento amparado: 1, seu depoimento: 1, depoimento: 3, falso testemunho: 1