Por: SentiLecto

Estes são links externos e vão abrir numa nova janela

Atingidos de maneiras distintas por inquéritos recentes do Facebook, bolsonaristas e petistas têm publicado críticas semelhantes às redes sociais controladas por Mark Zuckerberg. Na avaliação de ambos os lados, Facebook, WhatsApp e Instagram estariam se comportando como «censores», não seriam «transparentes» e comportar-se com motivação política.

As redes sociais, por sua vez, declaram que reagiram a »condutas abusivas» dos perfis e grupos alvejados.

Os bolsonaristas padeceram um baque na última quarta-feira , quando o Facebook nos Estados Unidos anunciou a derrubada de 88 contas ligadas a assessores da família Bolsonaro e de apoiadores no Brasil – 14 páginas do Facebook, 35 perfis pessoais, um grupo e outras 38 páginas do Instagram.

O anúncio foi feito pela diretoria de cibersegurança do Facebook nos EUA e gerou manchetes em todo o mundo. Segundo a rede social, funcionários públicos empregados por bolsonaristas estariam envolvidos «em uma conduta não autêntico organizado», trabalhando em rede «para iludi o público doméstico consistentemente, ocultando a identidade dos operadores».

Faz 1 mês, em menor escala, em o fim o WhatsApp desativou nove contas ligadas a o PT por supostos disparos automáticos de mensagens políticas.

Em nota, o WhatsApp informou seus «Projetaram-se produtos não para mandar mensagens em massa que violam nossos termos de serviço. Por meio de nossos progredidos sistemas de aprendizado de máquina somos capazes de detectar essas práticas».

Apesar da diferença na escala e na gravidade dos supostos desvios assinalados companhia de America, políticas tão antagônicos quanto os deputados federais Eduardo Bolsonaro e Gleisi Hoffmann assombraram seguidores ao fazerem coro em críticas ao Facebook.

O filho do presidente Jair Bolsonaro critica o Facebook por comportar-se arbitrariamente, sem clareza sobre o que define como «discurso de Animosidade».

«Mesmo sem definição do que seja crime de Animosidade, a rede de Mark Zuckemberg excluiu diversos perfis conservadores no Facebook e Instagram», criticou Eduardo Bolsonaro pelo Twitter.

«Tudo isso pega carona, e também dá carona, à narrativa doasiinvestigaçõesdo STF e ao 3º turno no TSE, que não reconhecem o movimento espontâneo que elegeu bolsonaro e bolsonaristas em 2018, preferindo acreditar na invenção de que há uma rede arquitetada por trás desse movimento», prosseguiu o deputado.

Assim como o pai e os irmãos Flavio e Carlos, Eduardo Bolsonaro emprega um dos funcionários públicos assinalados pelo Facebook como operador de perfis falsos e propagador de notícias inverídicas.

Paulo Eduardo Lopes, conhecido como Paulo Chuchu, declara em suas redes sociais que trabalha para a família Bolsonaro há cinco anos. Atualmente lotado em a salinha de Eduardo Bolsonaro , o inquérito divulgado assinala ele por o Facebook como » um de os principais operadores de a rede «.

Chuchu, também líder da Aliança pelo Brasil em São Bernardo do Campo, recebe um salário de R$ 7,8 mil, segundo o Portal da Transparência. Líder da Aliança pelo Brasil é o partido que o presidente deseja instituir.

O inquérito assinala que Paulo Chuchu seria responsavel por pelo The Brazilian Post, um suposto site de noticias que não informava o vínculo com a família presidencial, mas fazia propaganda do novo partido e agredia rivais como se fosse um veículo independente. Se apagaram as páginas em o Instagram e em o Facebook.

A investigação contou com a participação do centro de estudos Atlantic Council, cujo laboratório forense analisou as páginas antes de serem derrubadas pela plataforma e investigou a rede de contas e notícias falsas. O inquérito assinala, ainda, Tercio Arnaud Tomaz como gerente de uma conta de Instagram acusada de mesclar «meias-verdades» para chegar a finalizações falsas na difusão de conteúdo. Tercio Arnaud Tomaz é assessor especial da Presidência da República. difusão de conteúdo.

«A Alana Passos costumava empregar o Leonardo Bolsonéas, cuja conta também foi retirada. Ele era assessor dela até pouco tempo. E o Anderson Moraes empregava na salinha dele a Vanessa Navarro» declara Bandeira. A Vanessa Navarro» é a namorada do Leonardo Bolsonéas.»No caso do Bolsonéas, ele é aberto sobre a conta ser dele. Mas, por exemplo, essa rede utilizava pelo menos duas páginas que declaravam que eram jornais e eram, na verdade, sites superpartidários. Uma de elas , o Leonardo Rodrigues , registrou chamada Jogo Político , o Leonardo Bolsonéas», explica ela.

Na segunda-feira 15 de junho Newswire SÃO PAULO, 15 de junho de 2020 Pagar amigos e familiares ficou mais fácil Os pagamentos instantâneos estão crescendo significativamente em todo o mundo, impulsionados por tecnologias e plataformas móveis que conquistam os usuários, a baixo ou nenhum custo. Globalmente, as transferências domésticas de P2P tinham que atingir mais de US$ 2,07 trilhões em volume até 2022². Até agora, a experiência do usuário da tecnologia P2P no Brasil era complicada e tardada. Os consumidores precisavam identificar os serviços de transferência de dinheiro e fornecer informações de conta bancária para os destinatários, que, muitas vezes, esperavam dias para terem os valores creditados. Com a habilitação do P2P no WhatsApp, os brasileiros agora poderiam mandar e receber valores de maneira conveniente e segura registrando seu cartão de débito através do aplicativo de mensagens instantâneas mais popular do país, suprimindo os riscos e ineficiências associados a outras técnicas de pagamento, incluindo dinheiro em espécie. A nova solução atínhei às necessidades dos brasileiros que p procuravamcada vez mais mformasrápidas e seguras de emandare receber fundos, seja para rressarcium amigo por uma refeição, pagar o aluguel a um colega de quarto ou simplesmente emprestar uma quantia a um membro da família. A inclusão de pequenas companhias em pagamentos eletrônicos Além de fazer transferências, os usuários do WhatsApp também podiam pagar companhias via aplicativo no WhatsApp Business Application. Isso permitia pagamentos digitais instantâneos de bens e serviços para milhões de pequenos negócios no Brasil. Os titulares de cartão Mastercard podiam registrar seu cartão de crédito ou débito para fazer suas compras com segurança. De acordo com um estudo recente³, 60% dos consumidores de Brasil já utilizavam o WhatsApp para interagir com pequenas companhias, seja para pedir produtos, negociar custos ou até mesmo agendar compromissos. Agora, a habilitação da funcionalidade pelo WhatsApp permitiria que os consumidores deduzam sua jornada de compra com seus negócios favoritos, sem sair do aplicativo. «Como companhia de tecnologia de pagamento, trabalhávamo para trazer novos produtos para promover a inclusão financeira de forma segura, prática e fácil para transações ininterruptas. Essa parceria com o Facebook, mostrava nossa habilidade de revolucionar as alternativas de envio e recebimento de dinheiro no Brasil, conservando as necessidades de nossos clientes na vanguarda de nossa estratégia e apoiando pequenas companhias locais», declarou Joao Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul. » estávamo bastante animados para trazer pagamentos no WhatsApp para os brasileiros. Facilitar o envio e o recebimento de dinheiro não poderia ser mais importante do que em um momento como esse», declarou Matt Idema, Diretor de Operações do WhatsApp. «As pequenas companhias eram a espinha dorsal do país. A habilidade de realizar vendas com facilidade no WhatsApp auxiliaria esses empreendedores a se ajustarem à economia digital, além de apoiar o crescimento e a recuperação financeira.» Segurança em todas as transações de pagamento do WhatsApp A vinculação do cartão de crédito ou débito preferido no aplicativo era extremamente segura, graças aa utilização da solução de tokenização de ponta da Mastercard. A tecnologia protege as informações do titular do cartão, substituindo o número original do cartão de 16 dígitos por um número alternativo exclusivo, ou «token», associado à conta individual de cada usuário do WhatsApp e que não funciona em outros lugares. Após a criação do token, os consumidores precisariam introduzi seu PIN de segurança sempre que quererem realizar uma transação. Sobre Mastercard A Mastercard era uma companhia mundial de tecnologia da setor de pagamentos. Nossa missão era conectar e impulsionar uma economia digital inclusiva que beneficie a todos, em todos os lugares, tornando as transações seguras, simples, inteligentes e acessíveis. Utilizando dados e redes seguras, parcerias e paixão, as nossas inovações e soluções auxiliavam indivíduos, instituições financeiras, governos e companhias a alcançar seu maior potencial. Nosso quociente de decoro, ou DQ, impulsionava a nossa cultura e tudo o que fazíamo dentro e fora de nossa companhia. Com conexões em mais de 210 países e territórios, estávamo construindo um mundo sustentável que abria chances Priceless para todos. 1 Os tempos reais de lançamento para transações aprovadas dependeriam da instituição financeira receptora 2 Juniper Research, 2018, Digital Money Transfer &Remittances 3WhatsApp Economic Impact Report-final.pdf 4 Mastercard, 2019, P2P Payments Research FONTE Mastercard Latin America &the Caribbean

«A atividade incluiu a criação de pessoas fictícias fingindo ser repórteres, publicação de conteúdo e gerenciamento de páginas fingindo ser veículos de notícias. Os conteúdos publicados eram sobre notícias e acontecimentos locais, incluindo política e votações, memes políticos, críticas à oposição política, organizações de mídia e jornalistas, e mais recentemente sobre a pandemia do coronavírus», declara o comunicado do Facebook.

De outro lado, a presidente nacional do PT e deputada federal pelo Paraná Gleisi Hoffmann também teceu críticas às redes controladas por Zuckerberg.

«Sem explicações ou aviso, o WhatsApp interrompeu o canal do PT de distribuição de notícias, lícitas e voluntariamente concordadas pelos usuários. Mandamo carta a Mark Zuckerberg pedindo esclarecimentos. É bastante insólito o que está ocorrendo», declarou a parlamentar.

Em nota, o PT declara que se censuraram canais de o partido em o WhatsApp . Segundo a secretaria de comunicação do partido, «a legenda ficou impedida de se defender diante de qualquer alegação».

«A falta de resposta oficial ao nosso comunicado de 26 de junho denota falta de clareza na relação do WhatsApp e do Facebook com seus clientes, e o bloqueio em si caracteriza prejuízo de nossos direitos como usuários do aplicativo», disse Gleisi, em nota.

«É grave o que está ocorrendo. Desejo delatar publicamente o bloqueio arbitrário e a falta de clareza do Facebook».

Em nota mandada à reportagem, o WhatsApp no Brasil ddeclarouque as exclusões são praxe na plataforma.

«Constantemente, banimos contas por condutas abusivas: Se as banem todo mês, mais de 2 milhões de contas globalmente. Estamos comprometidos em reforçar a natureza privada do serviço e conservar os usuários protegidos contra abusos. Vamo continuar a banir contas utilizadas para mandar mensagens em massa ou automatizadas e vamo avaliar mais profundamente as nossas alternativas legais contra companhias que oferecem esses serviços, como fizemos no passado no Brasil», informou um porta-voz do aplicativo.

O PT declara que instituiu-se o canal, chamado » Zap do PT «, para divulgação de informações institucionais a filiados, que por sua vez concordaram voluntariamente a receber as informações.

O partido declara: «divulgou-se o lançamento de este canal publicamente, inclusive por meio de outros canais oficiais de WhatsApp».

Já assistiu aos nossos novos vídeos no ? Inscreva-se no nosso canal!

Final de YouTube post de BBC News Brasil

Final de YouTube post 3 de BBC News Brasil

Fonte: BBCBrasil-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: Brazil, United States

Cities: Sao Bernardo Do Campo

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Críticas sobre suposta ‘censura’ e ‘falta de clareza’ do Facebook juntam petistas e bolsonaristas
>>>>>O que se sabe sobre a derrubada de páginas ligadas a bolsonaristas no Facebook – July 08, 2020 (BBCBrasil-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

Id Entity Positive Negative Named-Entity Total occurrences Occurrences (appearances)
1 nós 165 100 NONE 14 (tacit) nós: 14
2 Facebook 0 60 ORGANIZATION 10 o Facebook: 9, (tacit) ele/ela (referent: o Facebook): 1
3 WhatsApp 50 0 ORGANIZATION 9 (tacit) ele/ela (referent: o WhatsApp): 1, o WhatsApp: 8
4 eu 0 0 NONE 5 (tacit) eu: 5
5 o Brasil 0 0 PLACE 5 o Brasil: 5
6 rede 0 0 NONE 5 uma rede arquitetada: 1, a rede social: 1, a rede: 1, rede: 1, essa rede: 1
7 redes 0 0 NONE 5 as redes controladas: 1, As redes sociais: 1, as redes sociais controladas: 1, redes sociais: 2
8 empresas 60 60 NONE 4 As pequenas empresas: 1, empresas: 2, pequenas empresas locais: 1
9 consumidores 80 0 NONE 4 os consumidores: 2, Os consumidores: 1, os consumidores brasileiros: 1
10 PT 0 0 ORGANIZATION 4 (tacit) ele/ela (referent: O PT): 1, o PT: 2, O PT: 1