Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – O presidente do Botafogo, Maurício Assumpção, Renan Calheiros, e o senador Jorge Viana

O relatório final da CPI da Covid, aprovado no Senado nesta terça-feira, deixou de fora alguns nomes ligados às Forças Armadas que foram cmencionadosem possíveis ianormalidadesnas ações de cguerrazinhaà pandemia promovidas pelo governo Jair Bolsonaro ., que já entre os seis nomes que não constaram nos pedidos de indiciamento da CPI está, por exemplo, o do ex-ministro da Defesa Fernando Azevedo e Silva, O GLOBO identificou pelo menos 17 militares mencionados ao longo dos investigações. Destes, 11 tiveram pedidos de indiciamento e outros 6 ficaram de fora do relatório do senador Renan Calheiros .

Filiado ao Movimento Democrático Brasileiro, é Senador por Alagoas e ex-presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional.

Há na lista militares da ativa, da reserva e reformados que exerceram posições em diversos escalões do governo ou atuaram como lobistas e intermediários na negociação de vacinas. Entre os nomes ligados às Forças Armadas acusados de crimes pela CPI da Covid estão o presidente Jair Bolsonaro , o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello e o ministro da Defesa, Walter Braga Netto. No relatório, o senador Renan Calheiros assinala que a resolução para que o Laboratório Químico do Exército incrementasse a produção de cloroquina foi «uma resolução conjunta do Presidente Bolsonaro com o então ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva”.

O Facebook removeu A live de suas plataformas , incluindo o Instagram. Essa é a primeira vez que a rede social retira do ar uma live do presidente. De acordo com um porta-voz da plataforma, «nossas políticas não permitem alegações de que as vacinas de COVID-19 matam ou podem provocar prejuízos graves às pessoas».— Após seis meses de trabalho, a CPI da Covid chega nesta terça-feira ao que tem que ser o seu último capítulo de suas atividades no Legislativo, com a apreciação do relatório do senador Renan Calheiros . A tendência é que o parecer seja aprovado, já que o relator integra o grupo majoritário do colegiado, o chamado G7. Leia: CPI incluirá em relatório fala inverídica de Bolsonaro que associa vacina contra Covid a HIV Durante a sessão, os 11 titulares da CPI vão votar nominalmente se aprovam ou recusam o relatório. Antes, eles também apreciarão eventuais pareceres alternativos, que podem ser protocolado por qualquer membro do colegiado. Os governistas terão que levar à veleiçãoum relatório paralelo, em contraposição ao de Renan. Nos últimos dias, o relator fez acréscimos ao texto exibido na semana passada e prometeu adicionar cerca de dez nomes à relação de indiciados. Com isso, a lista chega a quase 80 pessoas. Se enquadrou O presidente Jair Bolsonaro em nove crimes, como epidemia com resultado de morte e crimes contra a humanidade, em as modalidades extermínio e perseguição. As principais denúncias versam sobre atrasos na aquisição de vacinas contra a covid-19 e equívocos em ações de enfrentamento à pandemia. Os filhos do presidente também serão indiciados. O senador Flávio , o deputado federal Eduardo e o vereador por o Rio Carlos acusa de O senador Flávio o deputado federal Eduardo e o vereador a o crime. Em mais de mil páginas, o relator busca sustentar que Bolsonaro comportar-se de modo consciente e sistemático contra os interesses do povo de Brasil. Argumenta que ele cooperou fortemente para a propagação da covid-19, foi culpado por diversos erros de administração e que tinha interesse em encorajar a população a se expor ao contágio sem proteção. O relator em um dos trechos declara: «Submeteu-se a população inteira a os conseqüência de a pandemia, com intenção de atingir a imunidade de rebanho por contágio e poupar a economia, o que configura um ataque generalizado e sistemático no qual o governo tentou, conscientemente, disseminar a enfermidade». Além de Bolsonaro, também devem ser indiciados os ministro Walter Braga Netto , Marcelo Queiroga , Onyx Lorenzoni e Wagner Rosário . A lista também inclui outros integrantes e ex-integrantes do governo, entre eles empresários, deputados e médicos. A poucas horas da apresentação do relatório, o G7 ainda apara arestas e busca o consenso. Uma das principais divergências entre aliados de Renan envolve o capítulo referente à crise de oxigênio em Manaus , no icomeçodo ano. O relator optou inicialmente por não pedir o indiciamento do governador do estado, Wilson Lima, afirmando que ele já é réu no Superior Tribunal de Justiça . Até a véspera da eleição, no entanto, o senador Eduardo Braga tentava persuadi seu correligionários a mudar de ideia e responsabilizar Lima, oponente político de Eduardo Braga. Sem entendimento, Braga ameaça votar contra o parecer, o que abriria um ponto de defecção no grupo. O senador de Amagasaki também prepara um voto alternativo ao de Renan para marcar posição. O G7 tem maioria para aprovar o parecer, mesmo que Braga não acompanhe os colegas. Ainda assim, seus integrantes buscaram chegar a um consenso até o último instante para evitar a imagem de desunião. Depois de ser chancelado pela CPI, o relatório tem que ser enviado para órgãos de fiscalização e controle — o principal deles, o Ministério Público. As diversas instâncias do MP que terão que ser destinatárias de parte do relatório analisam o material recebido decidem se exibem a acusação, que pode ser sediada ou recusada pelo Judiciário. Na primeira suposição, abre-se então um processo criminal no qual os suspeitos serão julgados e, ao fim, condenados ou inocentados. Uma das práticas atribuídas pelo relatório de Renan ao presidente, o crime de responsabilidade, não vai para o Ministério Público, mas para o Congresso. Somente o Legislativo tem o poder para julgar o presidente da República por tal transgressão, que pode levar ao impeachment. No caso de Bolsonaro, porém, é pouco provável que isso aconteça.- O relatório final da CPI da Covid menciona a última live do presidente Jair Bolsonaro, em que ele associou as vacinas contra o coronavírus à Aids, como justificativa para pedir o seu afastamento de «todas as redes sociais». Senador Renan Calheiros declara que a medida é necessária para «garantir a ordem pública» e a «proteção da população brasileira». Senador Renan Calheiros é o relator da CPI. Calheiros endereçou o pedido à Advocacia-Geral do Senado para que acione o Supremo Tribunal Federal e o Procurador-Geral da República em relação à medida cautelar. O Youtube de o presidente removeu em esta segunda-feira o vídeo e Facebook sob o argumento de » espalhar desinformação médica sobre a Covid-19 «. Por causa da publicação, o Youtube ainda decidiu bloquear novas postagens no canal por um fase de sete dias – é a primeira vez que uma plataforma interrompe um perfil de Bolsonaro de maneira provisória. No relatório, Calheiros lista ainda outros vídeos publicados pelo presidente neste ano nos quais ele alegou que as vacinas «não têm comprovação científica», que os medicamentos do kit Covid «não têm conseqüência colaterais», e que a mácara tem «eficácia pequena». O relatório alega que essas declarações, que não encontram respaldo entre a comunidade médica e científica, não se «restringem» à opinião do presidente, já que como presidente ele «assumiu as responsabilidades e atribuições doacposição, iinfluindo»fortemente a população». «Desta forma, deduz-se que o presidente foi ator pertinente na propagação de comunicação falsa em massa no que se refere à pandemia de covid-19», fconcluio texto, que será votado nesta terça-feira na CPI do Senado.

Na quarta-feira 20 de outubro Renan Calheiros distribuiu na manhã daos senadores integrantes da delegação cópias da minuta do relatório final. Renan Calheiros é o relator da CPI da Covid. O documento, que ainda podia ser modificado antes da eleição que tinha que aprovar o texto final, incluía o pedido de indiciamento de indiciamento de 70 pessoas e 2 companhias, entre elas o presidente Jair Bolsonaro, os três filhos parlamentares e seis ministros e ex-ministros do governo federal.

O relator acabou não fazendo a mesma denúncia a Azevedo e Silva, apesar de utilizar o caso para pedir o indiciamento de Bolsonaro por «emprego irregular de orçamento público”.

A ordem para produção da medicação sem efetividade comprovada contra a Covid-19 contou ainda com o aval do então comandante do Exército, general Edson Leal Pujol. Faz 6 meses, a CPI chegou a listar o general como um de os nomes que ocuparam postos de comando em a pandemia de Covid-19 que deveriam ser escutados, em abril. Porém, ele não chegou a ser convidado e se o cita não nenhuma vez nas mais de mil páginas do relatório de Renan Calheiros.

Na sua vez, «Vacinas contra a COVID-19 não transmitem HIV, quem divulga o oposto além de cooperar com a hesitação vacinal ainda aumenta a estigmatização das pessoas que vivem com HIV, no Brasil mais de 900.000 pessoas – parem!», escreveu o médico Gerson Salvador, expert em infectologia e autor do livro “O pior médico do mundo”.

O representante Os outros quatro militares que acabaram não sendo indiciados assinalou eles de a Davati em o Brasil , Cristiano Carvalho , como participantes de as reuniões sobre compra de vacinas entre a intermediária e o Ministério da Saúde. São eles o coronel Cleverson Boechat, o tenente-coronel Marcelo Batista Costa, o major da Aeronáutica Hardaleson Araújo de Oliveira e o coronel da Aeronáutica reformado Glaucio Guerra.

Faz 4 meses, uma declaração de o presidente de a CPI da Covid Omar Aziz gerou nervosismo entre a delegação e o domo de as Forças Armadas, em junho. Numa sessão, o senador indicou um “lado podre das Forças Armadas”, em referência a militares ligados a anormalidades no Ministério da Saúde investigadas pela CPI.

A fala provocou reação imediata dos comandantes das Forças Armadas e do ministro da Defesa, Braga Netto. Em nota, os comandantes alegaram que o parlamentar fez uma generalização grave e realçaram que «ataques levianos» não seriam aceitos.

Após a nota, o parlamentar reagiu declarando que o ato foi uma tentativa de intimidação ao Senado. Ele argumentou que «sua fala foi pontual, se a generalizou não» e que a nota foi «desproporcional».

O Presidente da República, que é capitão reformado, está listado com os seguintes possíveis crimes: epidemia com resultado morte; infração de medida sanitária preventiva; charlatanismo; incitação ao crime; adulteração de documento particular; emprego irregular de orçamentos públicos; prevaricação; crimes contra a humanidade, nas modalidades extermínio, perseguição e outros atos desumanos; violação de direito social; incompatibilidade com dignidade, honra e decência da posição; e crime de responsabilidade.

O ex-ministro da Saúde se tornou o primeiro general da ativa a ter indiciamento proposto por uma CPI. Se atribuem os crimes de epidemia a ele com resultado morte; emprego irregular de orçamentos públicos; prevaricação; comunicação falsa de crime; e crimes contra a humanidade, nas modalidades extermínio, perseguição e outros atos desumanos. Se o designou após sair de a pasta, para outras posições em o Planalto e atualmente ocupa o posto de assessor especial de a Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.

Apesar de atuar como coordenador do Comitê de Crise para Supervisão e Monitoramento dos Impactos da Covid-19, órgão central na articulação das ações do governo na pandemia, o ex-Ministro Chefe da Casa Civil acabou não sendo convidado para depor no Senado. Porém, o general da reserva — que agora ocupa o posto de Ministro da Defesa — está no rol dos pedidos de indiciamento do relator Renan Calheiros pelo crime de epidemia com resultado morte.

O coronel da reserva é ex-secretário executivo do Ministério da Saúde, tendo atuado na pasta durante a administração de Pazuello. Atualmente ele está lotado como assessor na Casa Civil. O pedido de indiciamento contra o coronel Franco é pelos crimes de epidemia com resultado morte e improbidade administrativa.

O coronel da reserva é ex-assessor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde e atuou como intermediador nas negociações com indícios de corrupção sobre o abastecimento de vacinas entre a companhia Davati e o Ministério da Saúde. O relatório pede que Blanco seja indiciado por corrupção ativa.

Atual ministro da Controladoria-Geral da União Wagner Rosário chegou ao posto de capitão, antes de entrar para a carreira de auditor público. Renan Calheiros pede no relatório que ele seja indiciado pelo crime de prevaricação. Renan Calheiros é o relator da CPI da Covid.

Se acusou o ex-diretor de logística de o Ministério da Saúde ex-sargento da Aeronáutica, pelo de cobrar propina de US 1 por dose de a vacina Astrazeneca . $ 1 por dose da vacina Astrazeneca. Se o acusou de corrupção passiva ; formação de organização criminosa e improbidade administrativa.

Tenente-coronel é uma patente militar de oficial superior, situada entre a de major e a de coronel.

Tenente-coronel da reserva foi assessor do ministro da Defesa, Walter Braga Netto atuando como subchefe de Articulação e Monitoramento da Casa Civil.Seu pedido de indiciamento foi sob a denúncia de epidemia com resultado morte.

Tenente-coronel da reserva é presidente do Instituto Força Brasil, que teria espalhado fake news. Ele teria ainda feito a ponte entre a Davati com o Ministério da Saúde.Seu pedido de indiciamento é por incitação ao crime.

O coronel da reserva e assessor do Ministério da aúde teria comportar-se como lobista fazendo pressão em favor da Covaxin. Se o acusa de advocacia administrativa.

Se o acusa o tenente-coronel e ex-coordenador de logística de o ministério de advocacia administrativa.

O ex-ministro da Defesa é mencionado no relatório do senador Renan Calheiros como tendo tomado em conjunto com bolsonaro a resolução para que o Laboratório Químico do Exército incrementasse a produção de cloroquina.

Então comandante do Exército, deu aval para a produção de cloroquina. Cotado para prestar testemunho acabou nem sendo mencionado, apesar de ter sido no relatório final.

Segundo o representante comercial da Davati Medical Supply Cristiano Carvalho, o coronel e então diretor de Planejamento do Ministério da Saúde teria participado da negociação de vacinas.

O tenente-coronel da reserva e ex-assessor do Departamento de Logística do Ministério da Saúdeteria também teria participado da negociação de vacinas.

Cristiano Carvalho O coronel de a Aeronáutica também mencionou ele como integrante de as negociações de vacina.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>De 17 militares mencionados na CPI, relatório pediu indiciamento de 11 e deixou 6 de fora
>>>>>CPI vai incluir em relatório fala inverídica de Bolsonaro que associa vacina contra Covid a HIV – (Extraoglobo-pt)
>>>>>CPI da Covid chega ao último capítulo e deve aprovar relatório que responsabiliza Bolsonaro e ministros por diversos crimes – (Extraoglobo-pt)
>>>>>CPI da Covid: relatório pede afastamento de Bolsonaro de ‘todas as redes sociais’ – (Extraoglobo-pt)

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