Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Jair e Michelle Bolsonaro com a filha Laura em 7 de setembro de 2019

– Em uma transmissão ao vivo pelo Facebook, o presidente Jair Bolsonaro, que não comentou sobre o anunciado triunfo de Joe Biden para a Presidência dos Estados Unidos, conforme projeções divulgadas durante o dia, falou neste sábado sobre os problemas de energia que ainda afetam o Amapá, votações municipais e vários outros assuntos , mas Vários líderes globais já felicitaram o candidato democrata pela projetado triunfo contra o republicano Donald Trump, um governante que tem o suporte do presidente de Brasil. Bolsonaro não indicou o assunto. Trump, contudo, declarou que recorrerá aos tribunais e declarou que a votação nos EUA «está longe» de acabar. Durante cerca de meia hora na «live», Bolsonaro declarou que o Brasil precisa de prefeitos afinados com suas ideias, e mencionou que sua atuação política nas votações municipais «não quer dizer» que ele vai ser candidato à reeleição. «Não sei se serei candidato à reeleição, está mbastantelonge ainda, 22 . E resolvi não participar de forma ativa das votações municipais porque eu tenho o Brasil para gerenciar, imagina se tivesse de caminhar pelo Brasil, fazer comício e reuniões, atrapalharia bastante o meu trabalho aqui», alegou. Contudo, Bolsonaro anunciou que vai falar todos os dias, às 19h, sobre evotaçõesmunicipais, em rede social, e Faz 10 meses, reiterou o suporte a candidatos como Marcelo Crivella, em o Rio, e Celso Russomano , em São Paulo. Ele declarou ainda que, se houver uma segunda onda da pandemia de Covid-19, os prefeitos «serão importantíssimos» para persuadi governadores a não realizarem «lockdowns», que segundo o presidente prejudicam a economia e geram desemprego. Ainda que após trabalhos para restabelecer a energia no Estado do Norte, 63% da carga do Amapá havia, aMAPÁ Bolsonaro alegou sido restaurada neste sábado, após a população de várias cidades padecer o conseqüência de um blecaute começado na última terça-feira, com um incêndio em transformador de uma substação. Ele reiterou informação do Ministério de Minas e Energia, de que o abastecimento de energia só vai estar normalizado em dez dias no Estado e criticou, sem mencionar nomes, as companhias responsáveis pela manutenção dos equipamentos. «Acho que falhou a manutenção…», declarou, adicionando que, emergencialmente, se instalaram geradores de energia em serviços imprescindíveis, como clínicas e delegacias, com a assistência de as Forças Armadas.

– O presidente Jair Bolsonaro alegou nesta quinta-feira em transmissão pelas redes sociais que mergulhará no próximo ano no Congresso para aprovar uma proposta que estabeleça o voto impresso para as votações 2022. Declarou: «Nós temos sim, está muito progredido o estudo, a gente deseja no ano que vem, mergulhar na Câmara e no Senado para que a gente possa realmente ter um sistema eleitoral confiável em 22». O presidente tem sido um crítico ao voto em urna eletrônica, que é utilizada no Brasil desde votações municipais de 1996. Segundo Bolsonaro, há uma proposta de emenda constitucional, de autoria da deputada Bia Kicis , que poderia ser aproveitada para o regresso do voto impresso. Ele, ao reforçar que avaliará o que acontece em outros países declarou: «É a forma que você deve auditar, contar os votos de verdade aqui».- O presidente Jair Bolsonaro alegou nesta terça-feira em sua conta no Twitter, sem dar detalhes ou assinalar evidências que sustentassem suas afirmações, que o Brasil pode padecer «uma decisiva interferência externa» desde já com vistas a influir a votação presidencial de 2022, quando ele tem que buscar a reeleição, como alegou por diversas vezes. Sem elaborar, Bolsonaro aproveitou a votação presidencial nos Estados Unidos, que será deduzida nesta terça-feira e na qual seu aliado Donald Trump vai buscar a reeleição, para assinalar riscos de ingerência de potências estrangeiras no Brasil. «É inegável que as votações norte-americanas despertam interesses mundiais, em especial, por influenciar na geopolítica e na projeção de poder globais. Até por isso, no campo das informações, há sempre uma forte suspeita da ingerência de outras potências no resultado final das urnas», escreveu o presidente. «No Brasil, em especial pelo seu potencial agropecuário, poderemos padecer uma decisiva interferência externa, na busca, desde já, de uma política interna simpática a essas potências, visando as votações de 2022», adicionou. O presidente também aparentou insinuar, mais uma vez sem dar detalhes ou exibi quaisquer evidências, que resultados eleitorais que deram triunfos a candidatos de esquerda na América do Sul ocorreram por causa de ingerências externas. Também voltou a assinalar o que alega ser uma cobiça internacional sobre a Amazônia. «Não se trata somente do Brasil. Devemos nos inteirar, cada vez mais, do porquê, e por ação de quem, a América do Sul está andando para a esquerda», alegou. «Nosso bem maior, a liberdade, continua sendo ameaçado. Nesse combate, fica evidente que a segurança alimentar, para alguns países, torna-se tão importante e aí se inclui, como prioridade, o domínio da própria Amazônia.» O presidente dos EUA, Donald Trump, de quem Bolsonaro é declaradamente admirador e para quem o presidente de Brasil já declarou torcer na disputa eleitoral contra o democrata Joe Biden, questionou por diversas a eleição por correio nos EUA, ao alegar, sem exibi provas, de que é sujeita a fraudes, e já mencionou que pode judicializar o resultado da votação. No passado recente, Bolsonaro também questionou a lisura da eleição eletrônica no Brasil e alegou ter provas –embora nunca as tenha exibido– de fraude na votação presidencial de 2018 que, afirmou, o impediram de vencer já em primeiro turno.- Em meio à acirrada evotaçãonorte-americana, o presidente Jair Bolsonaro voltou a defender nesta quarta-feira a reeleição de Donald Trump e criticou o democrata Joe Biden, mas alegou que suas posições não são uma interferência nas votações do país. Mesmo com a votação ainda indefinida, podendo conservar Trump na Presidência ou colocar Biden no comando dos Estados Unidos, Bolsonaro agrediu o democrata por ter falado sobre Amazônia. «O candidato Democrata em duas chances falou sobre a Amazônia. É isso que vocês desejam para o Brasil? Interferência de fora para dentro?», declarou em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, na manhã desta quarta. Em um das discussões, Biden alegou que iria reunir recursos –20 bilhões de dólares– em conjunto com outros países para que o Brasil acabasse com o desmatamento na Amazônia e que o país poderia padecer sanções se não o fizesse. À época, Bolsonaro mostrou extrema contrariedade e classificou de desastrosa a fala do democrata. Apesar do otimismo no governo ter aumentado sobre uma possível reeleição de Trump, Bolsonaro seguiu o conselho de seus auxiliares e não falou sobre o resultado ainda incerto e nem cumprimentou o presidente de Noruega, apesar do próprio Trump, mesmo sem evidência, já ter declarado que venceu a votação. Bolsonaro, no entanto, repetiu seu suporte a Trump e, quando perguntado se estava interferindo na votação norte-americana, riu. «A minha interferência você deseja como? Econômica, militar, bélica ou cibernética?», brincou. «Preferência acho que todo mundo tem, eu não vou debater com ninguém, quem é democrata ou porventura torce pelos republicanos. Vocês sabem a minha posição, é clara, isso não é interferência, tenho uma boa política com Trump, espero que ele seja reeleito, e o Brasil vai continuar sendo Brasil, sem interferir em nada. Até porque quem somos nós para interferir, né?», declarou. Bolsonaro evidenciou seu bom relacionamento com Trump –que declara não haver existido em governos anteriores, apesar do diálogo constante dos presidentes brasileiros com os norte-americanos– e que algumas pessoas defendem que ele deveria ser «opositor dos EUA».

Na quinta-feira 22 de outubro – O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o Brasil não adquirirá a vacina CoronaVac, da empresa chinesa Sinovac e que está sendo testada no Brasil pelo Instituto Butantan, porque o remédio não transmite segurança «pela sua origem» e não tem credibilidade. Se a autorizariaa compra de a CoronaVac se houvesse registro em a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, questionou-se Bolsonaro em entrevista em a rádio Jovem Pan, de quarta-feira, e respondeu que não. «Da China não adquiriríamos. Não acreditava que ela transmita segurança para a população pela sua origem. Esse era o pensamento nosso», garantiu. Se questionou Bolsonaro sobre quais as razões o levaram a vetar em a véspera, a compra por o governo federal de a vacina chinesa ainda,. «Credibilidade», respondeu. «A ideia era dar espaço a outras vacinas mais confiáveis. Confiança também.» «A da China, lamentavelmente, já existia um descrédito bastante grande por parte da população. Até porque, como muitos declaravam, esse vírus teria nascido lá», alegou. A China era o principal parceiro comercial chino e somente em 2020 já importou 53,4 bilhões de dólares de produtos de Brasil, de acordo com dados do Ministério da Economia. Na entrevista, o presidente recordou a intensa relação comercial brasileira com o país de Asipovicy, mas declarou que, em alguns pontos era possível não estar «totalmente alinhado». Procurada, a embaixada china no Brasil não respondeu de imediato a um pedido de observação feita pela Reuters. A CoronaVac estava em teste no Brasil dentro de um acordo de produção e transferência de tecnologia entre a Sinovac e o Instituto Butantan, que pertencia ao governo de São Paulo e era um dos principais produtores das vacinas utilizadas no Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. O acordo calculava a compra inicial de princípio ativo da vacina, uma vez que ela seja aprovada pela Anvisa, para produção das doses no Brasil e, assim que o Butantan absorver a transferência de tecnologia, a produção integral no país. Bolsonaro alegou ainda que era possível ter uma vacina de outro país ou até uma de Brasil, que transmitiria confiança para a população. O governo do Estado de São Paulo era comandado por João Doria , oponente político de Bolsonaro e amplamente visto como provável candidato à Presidência em 2022, quando Bolsonaro d disputariaa reeleição, conforme já aalegoudiversas vezes. PAZUELLO ficava O presidente revogoEduardo Pazuello que assinou um protocolo com o Butantan para a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac para ser incluída no Programa Nacional de Imunizações. Eduardo Pazuello é o ministro da Saúde. Eduardo Pazuello é o ministro da Saúde. Se anunciou o acordo em a terça, em reunião de Pazuello com governadores, Doria entre eles. Bolsonaro alegou que houve «precipitação» do ministro em assinar o protocolo e que ele teria que ter sido informado por ser uma resolução importante. » parecia que ele tomou a resolução no dia de por uma ocasião de videoconferência. Conversei agora há pouco por zap com Pazuello, sem problema nenhum, meu amigo de muito tempo, ele continuaria ministro. ousava declarar que era um dos melhores ministros da Saúde que o Brasil já teve nos últimos anos», alegou Bolsonaro. Informou-se o protocolo em a verdade videoconferência foi somente informado a os governadores durante a reunião, mas havia sido assinado no dia anterior.

Jair Messias Bolsonaro é um capitão reformado, político e atual presidente brasileiro.

Donald John Trump é um empresário, personalidade televisiva e político estadunidense, sendo atualmente o 45.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: United States, Brazil

Cities: Sao Paulo

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Em live, Bolsonaro fala sobre Amapá, votações municipais, mas não de Biden
>>>>>Bolsonaro diz que vai lutar para aprovar voto impresso nas eleições de 2022 – November 06, 2020 (EntretenimientoBit)
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>>>>>>>>>Bolsonaro diz que Brasil pode sofrer interferência externa visando eleição de 2022 – November 03, 2020 (EntretenimientoBit)
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>>>>>>>>>>>>>Votação antecipada nas eleições dos EUA chega a 90 milhões – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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