Por: SentiLecto

Quase duas semanas após uma vistoria surpresa da Comissão de Saúde Animal da Câmara de Vereadores encontrar animais em jaulas cobertas por placas de metal no zoológico do Rio, uma nova vistoria de parlamentares, desta vez anunciada, encontrou um cenário diferente: Retiraram-se os tapumes que antes fechavam os recintos de bichos como leão, tigre e urso-pardo. Também não havia barulho das máquinas que trabalham nas obras.

A visita dos vereadores da CPI do Zoo, que apura supostas anormalidades na concessão do jardim zoológico, teve como objetivo conferi as condições em que estão sendo conservados os bichos. Arrumou-se casa para o vereador Dr. Marcos Paulo, membro de a CPI e presidente de a Comissão de Saúde Animal, a » » para a visita de os parlamentares.

— É claro que o layout que estamos vendo hoje não é o mesmo, a tendência é que a obra seja agilizada e vários pontos sejam entregues, mas quando viemos de surpresa, esse ambiente de hoje não traduz o que encontramos em novembro do ano passado e em 1º de outubro deste ano. Hoje está bastante quieto, com poucos funcionários e equipamentos — alegou o parlamentar: — As visitas surpresas pegam a “casa” como ela é, e não o ambiente maquiado tentando se disfarçar para aliviar os prejuízos que provocam aos animais. A Câmara anunciou esta visita com em o mínimo duas uma semana de antecedência.

Faz 1 dia, como o EXTRA mostrou, além de barulho de maquinário de obras e poeira, a vistoria de o último dia 1º de o vereador Dr. Marcos Paulo, encontrou animais como leão, tigre e ursos em recintos cercados por tapumes. Faz 1 dia, em a nova visita a o zoológico, a maior parte de as estruturas havia sido retirada, ontem. Só foram conservadas na área onde fica um casal de ursos-pardos. Segundo a direção do BioParque — novo nome do zoológico —, as estruturas estavam sendo utilizadas para diminuir o estresse dos animais com as obras, mas deduziram-se as intervenções em o local já .

Na sua vez, segundo o biólogo Frank Alarcón, faltou clareza sobre as transferências. Há dois anos, 13 animais — quatro avestruzes três pavões, duas cabras e um mini boi — desapareceram após terem sido levados para um criadouro comercial em Cachoeiras de Macacu. Quatro avestruzes são três lhamas.

— retiraram-se os tapumes porque em aquele pedaço a obra concluiu. Eram obras de contenção, de retoque de rochas, passavam caminhões, gente, então os animais precisavam ser conservados — justificou o diretor-geral do parque, Manoel de Paula.

De acordo com técnicos do BioParque, o maquinário usado nas obras funciona em fases do dia que não coincidem com os momentos de alimentação dos animais, e os ruídos emitidos não ultrapassam 50 decibéis. Por conta das acusações de anormalidades, a companhia entregou à cdelegaçãocerca de duas mil páginas de documentos relativos à obra e ao aamanipulaçãoos bichos.

— Analisaremos os documentos, emitir um parecer e convidar representantes da Fundação RioZoo e da concessionária para prestar esclarecimentos sobre o atraso nas obras e as condições dos animais — alegou o vereador Luiz Carlos Ramos Filho , membro da CPI e presidente da Comissão de Direitos dos Animais.

Fim das obras até 15 de dezembro

No começo deste ano, o Grupo Cataratas, que gerenciar o zoo, informou que a inauguração do BioParque era calculada para julho, mas as obras, começadas em 2018, ficaram suspensas entre março e setembro por conta da pandemia. Agora, devem ser deduzidas até 15 de dezembro. A partir daí, iniciará um fase de adaptação para os animais, que serão inseridos nos novos recintos.

Sobre os roubos, o BioParque declara que ampliou a segurança e que não há registro há 15 meses. Sobre medicamentos vencidos, afirma que se os descartariam .

— A previsão é 15 de dezembro para concluir todas as instalações. Então, transferiremos os animais daquelas pequenas gaiolas, espaços em que estavam ajustados, para recintos maiores. Quando poderemos reabrir ao público, a área técnica vai declarar — declara Manoel de Paula, diretor-geral do parque.

As áreas dos felinos e dos ursos estão sendo concluídas. O “Aventura Selvagem”, que receberá representantes da fauna de Afragola, ainda está em obras.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Em nova vistoria, duas semanas depois, jaulas do zoológico do Rio estão sem tapumes
>>>>>Reforma do zoológico do Rio atrasa e animais esperam ‘encaixotados’ – October 13, 2020 (Extraoglobo-pt)

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