Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Rosângela e Sergio Moro em junho de 2019

— Faz 1 dia, Pré-candidato em a Presidência pelo Podemos, o ex-ministro Sergio Moro esteve em o Senado em a tarde para fazer coro a o discurso de o seu partido contra a aprovação de a PEC dos Precatórios. projeto, em em tramitação na Casa, se aprovado, protelará o pagamento de dívidas da União e aumentará o limite de gastos públicos em 2022. A passagem de Moro foi curta, discreta e blindada. Ele circulou acompanhado por correligionários e não teve contato com personagens de outras legendas, o que rendeu uma brincadeira. Ao vê-lo cercado por Eduardo Girão , Oriovisto Guimarães e Marcos do Val , um parlamentar do próprio Podemosdeclaroue que o ex-juiz estava sendo escoltado por seus seguranças. Nenhum senador se aproximou para cumprimentá-lo. Alguns curiosos, entre eles o deputado Luiz Carlos Hauly, que declarou que foi lá somente para “assuntar” o que se passava, sem revelar o que viu ou escutou, , apareceram para ver a movimentação na sala onde Moro se reuniu por alguns minutos com os aliados. Moro concedeu uma rápida entrevista coletiva e aproveitou os microfones para criticar o governo do presidente Jair Bolsonaro, o qual integrou. Alegou que a parte da população está passando fome em consequência de uma política econômica equivocada. Faz 1 ano, questionado sobre sua participação em a gestão que agora ataca, ele argumentou que seus poderes estavam restritos a os limites de o Ministério da Justiça que ele comandou entre 1ª de janeiro de 2019, a. O ex-ministro defendeu ainda a manutenção do nome «Bolsa Família» que será rebatizado como «Auxílio Brasil». «Bolsa Família» é principal programa da transferência da renda do Executivo federal, instituído pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele classificou a mudança, sonho antigo de Bolsonaro, como “erro de política pública”. Depois de fazer considerações a respeito de assuntos econômicos, Moro se evadiu de temas embaraçosos. Questionado por jornalistas sobre a chance de lidar com políticos investigados pela Operação Lava-Jato, como o presidente da Câmara, Arthur Lira , ele respondeu: — Eu vim aqui para falar de precatórios. Se a ignorou os outros senadores de Moro foi praticamente ignorada a presença, titulares de a Casa onde o ex-juiz nunca encontrou amparo. Parte deles viu aliados quando ele comandava a 13ª Vara da Justiça federal em Curitiba, entrarem na alça de mira do Moro. Faz 1 dia, o senador Omar Aziz, que presidiu a CPI da Covid, sintetizou o sentimento majoritário em o Senado, a o ser perguntado sobre o que achou a presença de o visitante. — Moro? Qual Moro? Não conheço nenhum Moro.

— Desejo ver ele em um carro de som falando com o povo. Só isso e mais nada.— Não tenho acompanhado esse cara, não. Ficou comigo um ano e pouco.»Moro tem que abocanhar a base rentista de Bolsonaro . Mas seu problema é que junta as militâncias mais fortes contra ele: bolsonarismo e lulocirismo . Mesmo assim, conseguiu montar uma base digital resiliente. Bom para quem está só iniciando», avaliou o pesquisador em seu perfil no Twitter.O governador do Paraná é somente um dos aliados do presidente que Moro tenta atrair. Durante a cerimônia de filiação do ex-juiz ao Podemos, ex-ministros, ex-bolsonaristas e atuais defensores do governo federal ocuparam as primeiras fileiras do acontecimento.

Na quarta-feira 10 de novembro – Militares que já integraram ou foram apoiadores do governo Jair Bolsonaro e atualmente se tornaram críticos do presidente da República já aderiram ao projeto político do ex-ministro da Justiça, Sergio Moro. O acontecimento de filiação do ex-juiz da Operação Lava -Jato ao Podemos nesta quarta-feira, em Brasília, foi acompanhado por oficiais do Exército da reserva. Colega de Moro no governo Bolsonaro, general Carlos Alberto Santos Cruz tem auxiliado a aproximar militares da reserva e o integrante do Podemos. General Carlos Alberto Santos Cruz é o ex-ministro da Secretaria de Governo. Após o acontecimento de filiação, o general se encontrou com Moro na casa da presidente do Podemos, a deputada Renata Abreu . Amigo dos tempos da Academia Militar das Agulhas Negras de Bolsonaro, o general deixou o governo em fricção com o vereador Carlos Bolsonaro , filho do presidente, e era um crítico da atual administração. — Eu via esse acontecimento como um lançamento da candidatura do Sergio Moro, que era uma das esperanças para o Brasil. tem várias alternativas aí, mas essa polarização não auxiliava o Brasil em nada. Hoje estávamo vendo o Orçamento Secreto, que era um Mensalão, era a mesma coisa. eram dois populistas, que arruinavam a democracia da mesma maneira, tentando adquiri o Legislativo. Eram absolutamente iguais — declarou o ex-ministro, quando analisava os dois. — Eu via uma grande chance de Sergio Moro se eleger — alegou. Santos Cruz alegou que também podia se filiar ao partido nas próximas semanas para disputar a votação em posição ainda não definido. — conversarei com o partido . veremos o que seria decidido. Nas próximas duas ou três semanas seria debatido — declarou. Paulo Chagas também compareceu ao acontecimento de filiação de Moro no Podemos. Paulo Chagas é outro militar que apoiou Bolsonaro em 2018. Nas votações passadas, fazia reuniões para debater o futuro governo de Bolsonaro com colegas de fardas. Rompido com o presidente, ele não descartava também cooperar para o projeto político do ex-juiz da Lava-Jato. — Gostei das propostas de Moro exibidas no discurso, incluindo a defesa do fim da reeleição. As propostas deles vão ao encontro das minhas ideias do que deve ser um presidente – declara Chagas, que acusa Bolsonaro de ter traído suas promessas. – Se Moro for a alternativa de terceira via, era um excelente candidato e também poderia contribuir — declarava Chagas. O general foi candidato ao governo brasileiro e agora não descartava se filiar ao Podemos. Ele, no entanto, alegava que não tem planos de disputar uma nova votação. — O Podemos era o partido que mais preenchia os minhas exigências — declarou. O grupo de militares entusiastas de Moro incluía o general Maynard Santa Rosa, que ocupou a Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos no governo Bolsonaro. Além dele, o general Lauro Luís Pires da Silva e o coronel Walter Félix, que também passaram pelo governo. Militares que ainda enviavam no Palácio do Planalto também provavam camaradagem pelo ex-juiz.

Sergio Fernando Moro GCRB • GOMM • Dmjm é um jurista filiado ao Podemos . Um jurista é ex-magistrado.

Omar José Abdel Aziz ComMM é um engenheiro civil e político brasileiro.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Brazil

Cities: Curitiba

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Em visita ao Congresso, Moro evita senadores e questões incômodas
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