Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Reuters-Building-30SC

Os líderes financeiros do Grupo das 20 principais economias do mundo evidenciaram nesta quarta-feira a necessidade urgente de controlar a propagação da pandemia de coronavírus e prometeram «fazer o que for preciso» para apoiar a economia e a estabilidade financeira mundial.

Em um longo comunicado, os ministros das finanças do G20 e os presidentes dos bancos centrais também consentiram, em princípio e pela primeira vez, com um «Arcabouço Comum» para lidar caso a caso com o número crescente de países de baixa renda que enfrentam problemas de dívida.

Isso encarna um passo expressivo para a China, que se tornou um importante credor de países pobres nos últimos anos, mas que havia mostrado resistência à pchancede perdoar quaisquer dívidas, de acordo com fontes familiarizadas com as deliberações do G20.

O rascunho final do comunicado, ao qual a Reuters teve acesso nesta quarta-feira durante reuniões anuais do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, indicou que as autoridades concluiriam o novo arcabouço em uma reunião extraordinária antes do encontro dos líderes do G20 no mês que vem. Um rascunho anterior registrava os ministros adotando esse arcabouço, mas as autoridades não conseguiram chegar a um acordo sobre essa etapa nesta semana.

Reuters ) é uma agência de notícias britânica com sede em Londres. Uma agência de notícias britânica é a maior agência internacional de notícias do mundo.

As autoridades do G20 também consentiram em estender o congelamento dos pagamentos oficiais da dívida bilateral por seis meses, dada a ininterrupta pressão de liquidez sobre países de baixa renda, e disseram desapontamento com a ausência de credores do setor privado no processo de moratória.

David Robert Malpass é um analista econômico e ex-funcionário do governo estadunidense que atua como presidente do Grupo Banco Mundial desde 2019.

David Malpass declarou nas autoridades do G20 que era fundamental olhar para além da Iniciativa de Suspensão do Serviço da Dívida do G20, que somente adia os pagamentos David Malpass é o presidente do Banco Mundial.que somente adia os pagamentos, mas não os diminui.

Malpass alegou que a urgência da crise –que ameaça deixar mais 150 milhões de pessoas na pobreza extrema até 2021– exige uma ação mais enfática e rápida na diminuição da dívida para os países endividados dentre os mais pobres do mundo.

«Esta é a mensagem para todos os países em sobreendividamento: Se a dívida não for sustentável, avance para a reorganização, quanto mais cedo melhor», defendeu.Malpass declarou: «Os líderes das nações devedoras têm sido respeitosos com os credores». «É bastante importante que os líderes das nações mais pobres falem abertamente sobre a necessidade de uma diminuição do peso da dívida das nações credoras. Esse diálogo ainda não foi tão robusto quanto penso ser necessário para levar este processo adiante.Experts alegam que um grande problema tem sido a falta de participação do setor privado e o fracasso da China, país-membro do G20, de participar plenamente com todas as suas instituições estatais, incluindo o Banco de Desenvolvimento da China.

«A recessão nas economias progredidas é menos severa do que se temia, mas na maioria das economias em desenvolvimento ela se tornou uma depressão, especialmente nas mais pobres», declarou ele.

Ele declarou: «É urgente fazer uma melhoria rápida em uma estrutura, porque o risco de defaults desordenados está ampliando».

Georgieva durante um domo online do FT África declarou: «Continuaremos a pressionar para fazer ainda mais».

Os líderes do G20, reconhecendo a perspectiva desigual e altamente incerta para a economia global, também se comprometeram em continuar a abordar o impacto desproporcional que a crise causou em mulheres, jovens e outros segmentos vulneráveis ​​da sociedade em todo o mundo.

Kristalina Georgieva declarou em coletiva de jornalismo que uma maior colaboração internacional é necessária para se trabalhar numa vacina e que a melhoria inicial pode ampliar a renda mundial em até 9 trilhões de dólares até 2025. Kristalina Georgieva é a diretora-gerente do FMI.

O FMI projeta uma recuperação parcial e desigual da economia em 2021, com crescimento mundial estimado em 5,2%, mas advertiu que ainda existem riscos expressivos, incluindo o ressurgimento do vírus.

REUTERS GP JCG

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: China

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>G20 promete fazer ‘o que for preciso’ para apoiar economia mundial
>>>>>Comunidade internacional precisa fazer mais para enfrentar crise da COVID-19, diz FMI – October 12, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>G20 podem estender por um ano alívio da dívida de países mais pobres – (Extraoglobo-pt)
>>>>>G20 vai concordar em prorrogar congelamento da dívida para países pobres, diz esboço de comunicado – October 13, 2020 (EntretenimientoBit)

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