Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Assinatura de Paulo Guedes

– Paulo Guedes defendeu na noite de quarta-feira um imposto extenso sobre transações, alegando que ele se justifica pela utilização de uma infovia digital para os pagamentos, gratuitamente para todos os brasileiros, em contraposição ao modelo de cobrança de tarifas pelos bancos pela realizPaulo Guedes defendeu na noite de quarta-feira um imposto extenso sobre transações, alegando que ele se justifica pelo utilização de uma infovia digital para os pagamentos, gratuitamente para todos os brasileiros, em contraposição ao modelo de cobrança de tarifas pelos bancos pela execução de transferências. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Ele em seminário online promovido pelo Instituto Brasiliense de Direito Público alegou: «Por isso que eu sempre declarava que não era só regresso da CPMF, porque esse imposto não passa nem pelos bancos, ele transcende, ele é por uma infovia digital». «Da mesma maneira que você paga um pedágio pra trafegar numa rodovia, se você estiver utilizando uma infovia digital que governo fez, disponibilizou gratuitamente para todos os brasileiros, ele pode cobrar um pequeno imposto pelo tráfego, pelo trânsito de informação que passa por ali. Não passa nem pelo banco, está fora até do banco, é base bastante mais extensa», completou. Dentro do raciocínio, o ministro não chegou a indicar o Pix, que será arremessado no próximo mês pelo Banco Central e que vai permitir pagamentos instantâneos 24 horas por dia, todos os dias do ano, a um preço operacional significativamente mais baixo que o de modalidades já consolidadas no mercado, como transferências do espécie TED ou DOC e pagamentos por cartões de crédito e débito. O BC vem reiterando que as transações feitas por pessoas físicas serão gratuitas dentro do sistema. Guedes evidenciou que grandes economias sabem que o crescimento da base tributária vai ser digital e realçou que o governo está estruturando impostos «muito semelhantes ao que eles estão debatendo lá para entrar nessa conversa». O ministro alegou que os bancos já cobram uma CPMF hoje via tarifas aplicadas para transferências, que chegam a encarnar de 1% a 3% das transações. Alegou: » dez vezes mais que o imposto que estamos considerando pelo trânsito digital». Guedes também declarou que a Febraban é quem mais paga economistas para dar consultorias contra esse imposto e faz isso «porque desejam beber água onde os bancos bebem». A Febraban é federação que encarna o setor bancário brasileiro. O ministro sempre se mostrou em defesa da instituição de um imposto sobre transações de base extensa para bancar a desoneração da folha de salário das companhias, mas a equipe econômica ainda não chegou a oficializar sua proposta nesse sentido. Faz 2 meses, em o fim Vanessa Canado elucidou que o imposto sobre pagamentos que está sendo esboçado por a equipe econômica em os moldes de a CPMF não tributa só operações digitais Vanessa Canado é a assessora especial de o ministro de a Economia., mas todas as transações da economia. Na mesma linha, Roberto Campos Neto declarou em entrevista recente na rádio Jovem Pan que o imposto sobre transações financeiras independe do Pix. Roberto Campos Neto é o presidente do Banco Central.»O Pix só é uma maneira de fazer isso de maneira instantânea. O imposto pode ser cobrado da mesma maneira, se ele for instantâneo ou não. Então não compreendo que o Pix facilitará ou que é um canal onde isso funcionará», declarou ele.

Pix: criminosos se aproveitam do lançamento para instituir 30 domínios falsos na internet e aplicar golpes- Ao fazer compras pela internet, se o pagamento for feito com Pix, peça os dados da companhia, como CNPJ. Caso esteja adquirindo de um pequeno empresário, peça o CPF. Isso vai facilitar a identificação, caso seja necessário entrar com uma ação judicial.- Paulo Guedes alegou nesta quarta-feira que, apesar de todo o barulho e desacertos típicos de situação política de estresse, o Brasil reagiu bastante bem na crise do coronavírus e está bastante bem-visto lá fora. Paulo Guedes é o ministro da Economia.Em seminário online promovido pelo Instituto Brasiliense de Direito Público , Guedes alegou ter recebido essa leitura após reunião virtual, nesta manhã, de ministros de Finanças e presidentes de bancos centrais do G20. Em sua fala, Guedes realçou em diversos momentos a colaboração entre Poderes para enfrentamento à crise, cmencionandonominalmente o trabalho do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia , e do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, este último moderador do seminário.No Pix, o novo sistema de pagamentos instantâneos que está sendo desenvolvido pelo Banco Central , a transação pode, sim, ser cancelada ou modificada, mas exclusivamente antes da confirmação da operação, já que a liquidação acontece em tempo real. A devolução é, sim, uma funcionalidade disponível no Pix, desde que começada por quem recebeu o dinheiro.

Paulo Roberto Nunes Guedes GCRB · Gomm é um economista de Brasil.

Pix é um meio de pagamento eletrônico brasileiro oficialmente no dia 5 de outubro de 2020.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Guedes defende imposto por trânsito digital de transações e declara que tarifas por transferências já são CPMF
>>>>>Será possível cancelar o Pix? Entenda como vão funcionar as compras e as transferências de dinheiro – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Brasil está muito bem-visto lá fora, diz Guedes – (Extraoglobo-pt)
>>>>>No Pix, não será possível cancelar transação após a confirmação, e devolução do dinheiro só estará disponível se partir do recebedor – (Extraoglobo-pt)

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