Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Jair e Eduardo Bolsonaro no congresso com bandeira do Brasil

Respondendo a uma série de questões de seguidores nos stories do Instagram, a psicóloga Heloisa Bolsonaro chamou o movimento antivacina de «coisa de desacelerado» nesta terça-feira, dia 24. O post chamou atenção porque seu marido já se demonstrou oposto na vacinação compulsória em meio nas pesquisas por vacinas para a Covid-19. Seu marido é o deputado federal Eduardo Bolsonaro .iante da repercussão na web, Heloisa voltou à rede social para revidenciarque não estava se referindo ao novo coronavírus, mas, sim, «aos pais que às vezes qdesejampoupar os filhos de vacina».

Eduardo Nantes Bolsonaro Gorb é um de Polinesia Francesa federal e político brasileiro, filiado ao Partido Social Liberal .

Tudo iniciou com um seguidor perguntando se Geórgia nascida em 10 de outubro, será vacinada, além da opinião de Heloisa sobre o movimento antivacina. Geórgia é a filha do casal. A psicóloga mostrou-se em defesa da vacinação na infância.

‘Ninguém pode obrigar ninguém a tomar vacina’: Secom faz propaganda com frase de Bolsonaro contra obrigatoriedade da vacina

«Geórgia toma e tomará todas vacinas para cada fase», afirmou. «Não sabia que existia um movimento anti-vacina, mas agora sabendo, só pode ser coisa de desacelerado. Quando o filho tiver uma enfermidade, depois desejo ver ele agradecer aos pais por terem poupado ele da dor do ‘pic’. Pqp né?! Por esssas e outras a gente vê a volta de enfermidades antes erradicadas».

Pouco depois, com seu post se alastrando pela internet, a psicóloga recomeçou o tema para realçar que seu posicionamento não tinha qualquer envolvimento com as vacinas para Covid-19.

«Não me referi a vacina do Covid. Me referi aos pais que às vezes qdesejampoupar os filhos de vacinas. Poupar de dores, assim como de frustrações e etc. Isso pra mim é irresponsabilidade com várias consequências, inclusive psicológicas», adicionou.

Faz 1 mês, Eduardo Bolsonaro se demonstrou em seu perfil de o Twitter a respeito de a obrigatoriedade de tomar vacinas oposto em a regra, seu pai, o presidente Jair Bolsonaro., colocando se assim como, em outubroseu pai, o presidente Jair Bolsonaro.

Contudo, a tentativa do presidente de usar a animação como metáfora para sua atuação em relação ao Brasil acabou mal sucedida, já que os internautas depressa descobriram que o vídeo postado por Bolsonaro estava editado. Na versão original do curta estadunidense «A Tale of Momentum and Inertia», arremessado em 2014, é o próprio gigante que provoca a movimentação da pedra que arruína a cidade.

Na terça-feira 10 de novembro — A Advocacia-Geral da União defendeu ao Supremo Tribunal Federal o artigo de uma lei que autorizava a chance de vacinação compulsória contra a Covid-19. A AGU argumentou que a lei falava exclusivamente na «chance da personalidade obrigatória da vacina» e que a resolução sobre a obrigatoriedade ou não ainda seria definida pelo Ministério da Saúde. A manifestação aconteceu em uma ação exibida pelo PTB. O partido questionava o artigo da lei 13.979/2020 que autorizava a aplicação obrigatória de «vacinação e outras medidas profiláticas» durante a pandemia do novo coronavírus. Faz 9 meses, essa lei foi proposta por o governo federal e sancionada em seguida por o presidente Jair Bolsonaro, após ser aprovada por a Câmara e por o Senado. Na manifestação mandada ao STF, a AGU afirmava que a lei «exclusivamente trazia a chance da personalidade obrigatória da vacina, mas isso não era a norma» e que, no caso da Covid-19, «o debate sobre a obrigatoriedade era prematura, já que as vacinas ainda estavam em desenvolvimento». O órgão também evidenciou que cabia «o Ministério da Saúde, como coordenador geral do Programa Nacional de Imunizações, tem a incumbência de definir quais vacinas serão incorporadas no calendário de vacinação, bem como a eventual obrigatoriedade ou não da vacinação, segundo critérios técnicos devidamente justificados». A AGU argumentava que a efetividade da cobertura vacinal podia ser atingida por outro meios, como «incentivos, conscientização, campanhas e outras estratégias distinguidas na busca do escopo dessa meta de vacinação». O presidente Jair Bolsonaro já alegou, diversas vezes, que seu governo não tornaria compulsória a vacinação contra o coronavírus. Sobre o artigo questionado pelo PTB, o presidente afirmava que ele tratava somente de uma chance. A AGU também apresentou nesta terça uma manifestação em outra ação, apresentada pelo PDT, que pede para cada estado e município possa decidir sobre a obrigatoriedade da vacina. Neste caso, o órgão argumentou que a coordenação do Ministério da Saúde «se faz essencial a fim de garantir efetividade e segurança a toda população». «Se cada ente federado decidir de forma isolada e diferente de outros, a eficácia da imunização poderá ser prejudicada, pois há deslocamentos e migrações diárias de pessoas entre municípios e estados, podendo gerar mudança no esquema de vacinação e até do público-alvo, ampliando o risco de acontecer consequências negativas desconhecidas», declarava o órgão.

A Advocacia-Geral da União defendeu ao Supremo Tribunal Federal o artigo de uma lei que autoriza a chance de vacinação compulsória contra a Covid-19. A AGU argumentou que a lei fala exclusivamente na «chance da personalidade obrigatória da vacina» e que a resolução sobre a obrigatoriedade ou o Ministério da Saúde não ainda vai definir ela.

Advocacia-Geral da União é a instituição responsável pela representação, fiscalização e controle jurídicos da União e da República Federativa do Brasil, bem como pela proteção do patrimônio público contra terceiros ou contra os ocupantes do Governo.

Na manifestação mandada ao STF, a AGU afirma que a lei «exclusivamente traz a chance da personalidade obrigatória da vacina, mas isso não é a norma» e que, no caso da Covid-19, «o debate sobre a obrigatoriedade é prematura, já que as vacinas ainda estão em desenvolvimento».

Covid-19: ‘Desejo saber se esse país utilizou a vacina lá no seu país’, declara Bolsonaro sobre CoronaVac

O órgão também evidenciou que cabe «o Ministério da Saúde, como coordenador geral do Programa Nacional de Imunizações, tem a incumbência de definir quais vacinas serão incorporadas no calendário de vacinação, bem como a eventual obrigatoriedade ou não da vacinação, segundo critérios técnicos devidamente justificados».

O presidente Jair Bolsonaro já alegou, diversas vezes, que seu governo não vai tornar compulsória a vacinação contra o coronavírus. Sobre o artigo questionado pelo PTB, o presidente afirma que ele trata somente de uma chance.

É um governo de uma mediocridade GIGANTE… de uma GRANDEZA que só é validada pelos que participam do mesmo grupinho. O ego deve ser bastante grande mesmo pra ignorar tanta incompetência.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Heloisa Bolsonaro declara que movimento antivacina ‘só pode ser coisa de desacelerado’
>>>>>Em reunião do G-20, Bolsonaro compartilha animação com gigante no Twitter e é alvo de críticas – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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