Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Jair e Michelle Bolsonaro com a filha Laura em 7 de setembro de 2019

O presidente Jair Bolsonaro, que também acusou Moraes de comportar-se fora da Constituição e declarou que Barroso compreende de «terrorismo», voltou a fazer nesta quarta-feira ataques aos ministros do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, questionando «quem eles pensam que são».

— Faz 7 dias, o ministro de o Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes decidiu em o último prorrogar por 90 dias, o investigação que investiga a atuação de supostas milícias digitais antidemocráticas,. Relator do caso, Moraes deu prazo extra àosiinquéritossobre uma suposta milícia digital que teria atuado contra a democracia e o Estado democrático de direito. » Considerando a necessidade de prosseguimento dos inquéritos e a existência de diligências em andamento, nos termos calculados no art. 10 do Código de Processo Penal, prorrogo por mais 90 dias, a partir do fechamento do prazo final anterior , a presente investigação.», escreveu o ministro no despacho, que foi publicado na última sexta-feira. O inquérito está a cargo da Polícia Federal. Foi no âmbito desta investigação que a Polícia Federal intimou o guru bolsonarista Olavo de Carvalho para prestar testemunho, mas ele não compareceu, conforme revelado pelo GLOBO. A defesa do ideólogo afirmou que ele estava com problemas de saúde e não poderia ser interrogado. A investigação sobre as milícias digitais foi aberto por resolução de Moraes, após provas colhidas pela PF sobre a articulação de grupos bolsonaristas nas redes sociais com ataques às instituições democráticas. Foi no âmbito desse inquérito que o ex-deputado federal Roberto Jefferson foi preso em agosto de 2021. O blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, que está foragido nos Estados Unidos, também é alvo desta investigação. Na sexta-feira, o ministro do STF já havia determinado a prorrogação de outra investigação que tem relação com Jair Bolsonaro : os inquéritos sobre supostas interferências do presidente na Polícia Federal. Prorrogada pela quinta vez, a apuração sobre a ingerência na PF foi aberta após acusação do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro.— O presidente Jair Bolsonaro alegou nesta segunda-feira que não irá admitir ser banido das redes sociais durante a campanha eleitoral do ano que vem. Bolsonaro advertiu que vai considerar essa espécie de medida «fora das quatro linhas» da Constituição. Inda que durante seu governo não adotou nenhuma medida para utilizar seu poder para conseguir uma reeleição, em entrevista à «Jovem Pan», Bolsonaro ddeclaroua.— Me banir das redes sociais é jogar fora das quatro linhas. O jogo tem que ser realizado dentro das quatro linhas. Eu só posso declarar isso. A gente não pode admitir um jogo baixo dessa natureza. Aí não é uma disputa eleitoral dentro do critério democrático, é uma imposição. A gente não pode admitir isso daí. O bom senso se vai fazer presente — declarou Bolsonaro. O presidente voltou a criticar a resolução do Tribunal Superior Eleitoral que, no ano passado, cassou o mandato do deputado estadual Felipe Francischini, no Paraná. Se cassou Francischini porque divulgou informações falsas sobre as urnas eletrônicas antes de as votações de 2018. Desde o começo do mandato, Bolsonaro utiliza a expressão «fora das quatro linhas da Constituição» para fazer referência a medidas autoritárias ou de exceção. Segundo o presidente, apesar de ter sido criticado durante a campanha, ele não teria feito nada nesse sentido no seu governo. — O que é natural é o chefe de executivo tomar medidas restritivas para ele continuar no poder. E ocorre o oposto aqui no Brasil. Me acusavam que eu seria um ditador, perseguiria negros, gays, mulheres e viram que o oposto ocorreu. Desejava que ao longo de três anos alguém assinalasse uma ação antidemocrática da minha parte, uma só tentativa de desejar burlar, utilizar do poder que a gente tem para conseguir uma reeleição — alegou Bolsonaro. Durante o acusaram-se seu mandato o presidente Jair Bolsonaro e alguns de seus aliados seu mandato, o presidente Jair Bolsonaro e alguns de seus aliados já de realizarem atos antidemocráticos. Faz 4 meses, o presidente fez dois discursos, um em Brasília e outro em São Paulo em que declarou que não obedeceria mais em as resoluções de o ministro Alexandre de Moraes,, de o Supremo Tribunal Federal, em o úiltimo dia 7 de setembro.A reação às declarações foi negativa em diversos setores da sociedade e Bolsonaro spadeceupressão para recuar, o que aocorreudias depois. Na ocasião, o presidente publicou uma «carta à Nação», em que ddeclarouque as afirmações foram feitas no calor do momento.

Na quinta-feira 30 de dezembro mesmo derrotado nas articulações para ganhar uma cadeira no Sministro André Mendonça continuava dando sinais de que conservaria uma atuação de poucos confrontos no comando do órgão, alinhado ao presidente Jair Bolsonaro em 2022 Ministro André Mendonça é o procurador-geral da República. Ministro André Mendonça é o procurador-geral da República.

Jair Messias Bolsonaro Gomm é um capitão reformado, político e atual presidente brasileiro, filiado ao Partido Liberal .

Luís Roberto Barroso é um jurista, professor e juiz brasileiro, atualmente ministro do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral, sendo o atual presidente desta corte.

Bolsonaro é alvo de cinco investigações no STF — quatro deles relatados por Moraes — e de uma investigação administrativa no Tribunal Superior Eleitoral , presidido por Barroso.

— Quem é que esses dois pensam que são? Quem eles pensam que são? Tomarão medidas drásticas dessa maneira, ameaçando, cassando liberdades democráticas nossas, a liberdade de expressão. Porque eles não desejam assim, porque eles têm candidato. Os dois, nós sabemos, são defensores do Lula, desejam o Lula presidente — declarou Bolsonaro, em entrevista ao canal Gazeta Brasil.

A lei de Rondônia e o decreto de Santa Catarina não são iguais. A regra de Rondonópolisde Rondonópolis, na qual o governo não se demonstrou, proíbe a linguagem neutra «na grade curricular e no material didático de instituições de ensino públicas ou privadas, assim como em editais de concursos públicos». O decreto catarinense, por sua vez, veda «novas maneiras de flexão de gênero e de número dos vocábulos da língua de Portugal, em irritação às rnormasgramaticais consolidadas», nos concursos públicos e nos documentos oficiais dos órgãos da agestãopública e das instituições de ensino.

No ano passado, Bolsonaro passou semanas fazendo diversos ataques ao STF, especialmente a Moraes e Barroso. Quando o presidente chamou Moraes de «canalha», o auge aconteceu durante uma manifestação realizada no dia 7 de setembro e declarou que não iria mais satisfazer as resoluções dele.

Na sua vez, em sua resolução, tomada em novembro do ano passado, Fachin declarou ver risco «imenso» de que a lei, caso fosse imediatamente aplicada, pudesse calar «professores, professoras, estudantes e estudantes».

Nesta quarta-feira, Bolsonaro criticou uma declaração de Moraes durante o julgamento no TSE da sua chapa nas votações de 2018. Apesar da chapa ter sido inocentada, o ministro declarou que se houver repetição do que aconteceu em 2018 nas próximas eleiçoes, «Se vai cassar o registro que fizerem isso» e as pessoas que fizerem isso «vão ir para a cadeia».

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Investigado, Bolsonaro volta a criticar ministros do STF: ‘Quem é que esses dois pensam que são?’
>>>>>Bolsonaro critica decisão de Fachin sobre linguagem neutra: ‘O que ele tem na cabeça?’ – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Moraes prorroga por 90 dias inquérito sobre milícias digitais antidemocráticas – January 10, 2022 (Extraoglobo-pt)
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