Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Scale of justice gold

— O juiz Marcus Vinicius Reis Bastos, da 12ª Vara Federal do Distrito Federal, inocentou sumariamente o assessor especial da Presidência Filipe Martins da denúncia de racismo por gestos feitos durante uma sessão do Senado. Em sua sentença, o juiz escreveu que o Ministério Público Federal adotou uma «interpretação» sobre o comportamento adotado pelo assessor, mas assinalou não existirem outros elementos para corroborar a denúncia. Quando fez o gesto, na acusação, a Procuradoria da República no Distrito Federal descreve que Filipe Martins, que estava em pé atrás do presidente do Senado Rodrigo Pacheco , com transmissão ao vivo pela TV Senado , flagrado pelas câmeras, fez gesto alusivo a movimentos racistas de supremacia branca em sessão no Senado e relata que o assessor fez postagens em redes sociais sobre ideias, símbolos e emblemas relacionados a emblemas fascistas e de extrema direita, o que provaria seu conhecimento da significação do seu gesto. CPI da Covid: Testemunhas que passaram à condição de investigadas podem ter dtestemunhosainvalidadosO caso oaconteceuem uma sessão do Senado no dia 24 de março deste ano. «Nada há nos autos, contudo, que dê apoio a essas ilações. Em verdade, o Ministério Público Federal presume que o delatado portou-se com o fim de exprimir mensagem de supremacia da raça branca sobre as demais. Declarada versão tem o mesmo valor probante daquela alegada pelo acusado – a de que estava ‘passando a mão no terno e depois arrumando sua lapela, para remover os vincos -, a saber, nenhum», escreveu o juiz. São Paulo: Quatro entre dez pacientes graves com Covid-19 na Prevent Senior faleceram, declara relatório de secretaria municipal Em nota, o advogado de Filipe Martins, João Manssur, alegou que «não há como se presumir que o sinal feito teria alguma conotação relacionada a uma ideologia adotada por grupos extremistas, e inexistem elementos contextuais que provem tal intenção criminosa».

— O plenário da Câmara começou nesta quinta-feira o debate da emenda constitucional que modifica composição do Conselho Nacional do Ministério Público e compromete a autonomia de procuradores. Mesmo sem consenso em todos os pontos com as entidades e associações, o presidente Arthur Lira colocou o assunto para ser votado O presidente Arthur Lira é defensor ferrenho da proposta., mas se a vai votar de o petista Paulo Teixeira, novas divergências surgiram durante as discussões e a PEC , em a próxima terça-feira. Leia mais: ‘Trabalho-passeio’ em Dubai de 69 integrantes do governo Bolsonaro custará mais de R$ 3,6 milhões Lira e lideranças partidárias que têm se reunido com os procuradores acreditavam ter fechado um acordo com essas categorias, o que não aconteceu segundo a direção da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público e da Associação Nacional dos Procuradores da República . — Fizemos acordo e esses dirigentes até redigiram trecho do novo texto. Seguiremos em frente conversando, mas não sou obrigado a sentar-se e conversar com que não satisfaz acordo — declarou Arthur Lira, durante a sessão. Ubiratan Cazetta negou, numa rede social, que tenha fechado acordo com Lira. Ubiratan Cazetta é o presidente da ANPR. «A ANPR não realizou acordo sobre a PEC 05 e conserva a posição oficial oposta à proposta» – postou Cazetta. CPI da Covid: Quatro entre dez pacientes graves com Covid-19 na Prevent Senior faleceram, declara relatório da secretaria municipal O presidente da Conamp, Manoel Murrieta, também negou acordo. — Os pontos principais continuam no texto, como a escolha do corregedor pelo Congresso. Isso é a espinha dorsal do projeto — alegou. O relator da proposta, Paulo Magalhães , fez cinco mudanças no seu texto original, atendendo reivindicações dessas entidades. Entre as principais, ele transferiu do Congresso para o CNMP a confecção de um Código de Ética para o Ministério Público e aumentou de 14 para 17 o número de integrantes do conselho. O relatório original calculava 15. Assim, o CNMP vai ter representantes dos Ministério Públicos Militar, do Trabalho e do Distrito Federal. A principal crítica das entidades é a manutenção no texto da escolha do corregedor pelo Congresso e não mais pela categoria.

O Ministério Público Federal do Brasil faz parte do Ministério Público da União, que o Ministério Público do Trabalho também compõe ele , por o Ministério Público Militar e por o Ministério Público do Distrito Federal e de os Territórios.

Fonte: Extraoglobo-pt

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Cities: Mexico

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Juiz inocenta assessor da Presidência Filipe Martins de denúncia de racismo
>>>>>Sem acordo, votação da PEC que altera Conselho do MP é adiada novamente – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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