Por: SentiLecto

– A Justiça Federal de Brasília autorizou a intimação e, se necessário, a condução coercitiva do empresário Marcos Tolentino para depor na CPI da Covid, caso ele não compareça espontaneamente. Remarcou-se seu testemunho para esta terça-feira, após ele ter faltado em a primeira data afirmando problemas de saúde. Assinala-se Tolentino como sócio oculto de o FIB Bank, companhia que deu uma carta de fiança irregular para a compra de a vacina de India Covaxin pela Precisa Medicamentos. Se rompeu o contrato entre a Precisa e o governo após a CPI delatar uma série de suspeitas de fraudes e anormalidades. Faz 1 mês, em o fim Tolentino não compareceu em a data calculada inicialmente para seu testemunho após ser internado em o Hospital Sírio-Libanês em São Paulo,.O certificado exibido por ele afirma que ele teria tido formigamentos no corpo. Se revelou como evasiva, o juiz federal Francisco Codevila, que assinou a autorização da intimação e eventual condução coercitiva na noite deste domingo, declarou que «a postura da testemunha de não comunicar a CPI o motivo que levou a sua ausência na data para a qual anteriormente convidada a depor e não justificada». «Nesse caso, se, regularmente intimada, a testemunha deixa de comparecer sem motivo justificado, a teor do art. 218 do CPP, poderá ser requisitada à autoridade pde Polinesia Francesaa apresentação da testemunha ou sua condução por oficial de justiça, com oauxílio da força pública», decidiu o mjuiz O FIB Bank foi a instituição que emitiu uma carta-fiança exibida pela Precisa Medicamentos ao Ministério da Saúde para satisfazer uma das etapas da negociação da vacina de India. O documento afiançava o valor de R$ 80,7 milhões, equivalente a 5% do R$ 1,6 bilhão do contrato. No entanto, a companhia não tem autorização do Banco Central para oferecer essa espécie de garantia. A Precisa pagou R$ 350 mil pela carta, segundo a quebra de sigilo da companhia. Embora não seja menciona-se Tolentino formalmente proprietário de o FIB Bank, em ações judiciais como » sócio oculto de a companhia » da companhia e também consta como procurador e representante legal de uma companhia sócia do FIB Bank, a Pico do Juazeiro. Se registra essa firma em o mesmo endereço de a Rede Brasil de Televisão, principal companhia de Tolentino. Em testemunho na CPI, Roberto Pereira Ramos Junior deu informações desencontradas sobre a relação da companhia com Tolentino. Roberto Pereira Ramos Junior é o presidente do FIB Bank.Roberto negou inicialmente que Tolentino fosse o proprietário do FIB Bank ou que exercesse qualquer nível de gerência na companhia. Depois, questionado novamente se Tolentino tinha alguma relação com a empresa, mudou um pouco o tom e disse que isso não era de seu conhecimento.

– Em reunião virtual realizada neste domingo, o domo da CPI da Covid definiu que o relatório do senador Renan Calheiros deverá ser exibido até o próximo dia 23, ao passo que se vai votar esse texto pelos demais integrantes da delegação no dia 28 ou, no máximo, 29 de setembro. O que ainda não está definido, no entanto, é se Karina Kufa, advogada do presidente Jair Bolsonaro, vai prestar testemunho à CPI. Sua ida divide o domo da delegação. A oitiva da advogada estava cotada para acontecer esta semana, mas acabou sendo trocada pela de Danilo Trento que será escutado na quinta-feira. Danilo Trento é diretor da Precisa Medicamentos. Como O GLOBO revelou com exclusividade, Trento mandou um «pouco a pouco» a um lobista com instruções de como o Ministério da Saúde teria que proceder em uma licitação para aquisição de testes de Covid-19. Posteriormente, a Precisa participou de um contrato de R$ 1,6 bilhão para encarnar a indiana Bharat Biotech na venda da vacina Covaxin ao Ministério da Saúde. O contrato acabou suspenso após suspeitas de corrupção. A oitiva de Karina Kufa divide o domo da CPI. Enquanto Randolfe Rodrigues defende que ela seja ouvida, Omar Aziz ainda tem dúvidas sobre a vinculação da advogada ao assunto apurado pela delegação. Randolfe Rodrigues é o vice-presidente da delegação. Omar Aziz é o presidente. O nome de Karina entrou no radar da CPI após virem à tona mensagens apreendidas no celular do lobista Marconny Farias, que tratou de licitação de testes de Covid no Ministério da Saúde junto com Ricardo Santana, ex-secretário executivo da Anvisa. Se exibiu Marconny a Santana em um acontecimento em a casa de Karina Kufa, que, por sua vez, nega qualquer envolvimento em supostas anormalidades. — Omar tem dúvidas se devemos escutar Karina Kufa. Eu tenho convicção. Ainda não resolvemos isso. Deixaremos para resolver isso mais para frente. Quanto à data para veleiçãodo relatório, o planejamento inicial era entregar uma semana antes, mas surgiram novos personagens relacionados ao lobby, que usaram subterfúgios para não comparecer aos testemunhos. Esses fatos foram determinantes para a CPI ganhar mais uma semana — declarou Randolfe Rodrigues ao GLOBO. A CPI ainda vai definir se escutará, nesta sexta, o diretor-executivo da Prevent Senior, Pedro Batista Júnior. A delegação recebeu acusação de que Prevent Senior fez acordo com governo federal para testar e espalhar ‘kit Covid’ em ‘porquinho-da-índia humanas’.

Na quarta-feira 01 de setembro — O empresário Marcos Tolentino, suspeito de ser sócio oculto da companhia FIB Bank, prestava testemunho à CPI da Covid, no Senado. A companhia era responsável por emitir uma carta-fiança irregular exibida pela Precisa Medicamentos aa Ministério da Saúde durante a negociação da vacina de India Covaxin, cujas anormalidades eram investigadas pela delegação. ASSISTA AO VIVO Tolentino a ministra Cármen Lúcia autorizou ele , de o Supremo Tribunal Federal , a ficar em silêncio a o ser questionado sobre pontos que considere que possam incriminá-lo. Tolentino era amigo do líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros , que também era alvo da CPI, segundo declarou o próprio Barros em seu testemunho. O deputado, porém, negou ao GLOBO ter conhecimento do envolvimento de Tolentino com a fiadora da Covaxin. O empresário negava ser sócio da companhia. Relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras obtido pelo GLOBO assinalava a ligação entre Tolentino e a companhia. «Em consulta interna identificávamo que o cliente tinha histórico de bloqueios judiciais de natureza ação trabalhista. Em nossos sistemas internos constava como referência comercial da companhia Marcos Tolentino da Silva”, declarava trecho do relatório. Tolentino também era mencionado em ações judiciais como “sócio oculto”, conforme antecipou o jornal “Folha de S. Paulo”, e constava como procurador e representante legal de uma companhia sócia do FIB Bank, a Pico do Juazeiro. Essa firma era registrada no mesmo endereço da Rede Brasil de Televisão, principal companhia de Tolentino. O FIB Bank deu a carta-fiança exibida pela Precisa ao Ministério da Saúde para satisfazer uma das etapas da negociação da vacina. O documento afiançava o valor de R$ 80,7 milhões, equivalente a 5% do R$ 1,6 bilhão do contrato. No entanto, a companhia não tem autorização do Banco Central para oferecer essa espécie de garantia. A Precisa pagou R$ 350 mil pela carta, segundo quebra de sigilo bancário em mãos da CPI.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Justiça autoriza condução coercitiva de empresário investigado na CPI da Covid
>>>>>CPI da Covid define data para votar relatório final, mas depoimento da advogada de Bolsonaro ainda divide cúpula – September 13, 2021 (Extraoglobo-pt)

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