Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Jair e Michelle Bolsonaro com a filha Laura em 7 de setembro de 2019

Nesta segunda-feira que o governo não obrigará os brasileiros a tomarem a vacina contra o novo coronavírus. voltou a alegar: — O presidente Jair Bolsonaro, que declarou que essa resolução é do Executivo federal e o ministro da Saúde, Edurado Pazuello, «já declarou que não vai ser compulsória essa vacina e ponto final». — O Programa Nacional de Vacinação, incluindo as vacinas compulsórias, é de 1975. A lei atual incluiu a questão de pandemia lá, mas a lei é bem clara: quem define isso é o ministério da Saúde, e o meu ministro da Saúde já declarou que não vai ser compulsória essa vacina e ponto final — alegou. Em seguida, sem indicar nomes, o presidente criticou o governador de São Paulo, João Doria , que, segundo ele, «está se intitulando o médico do Brasil». — Tem um governador ai que está se intitulando o médico brasileiro, declarando que ela vai ser compulsória — repito que não vai ser. — Da nossa parte, a vacinação, quando estiver em condições, depois de aprovada pelo Ministério da Saúde e com comprovação científica, e assim mesmo tem que ser validada pela Anvisa, dai nós vamo oferecer ao Brasil, de maneira gratuita, obviamente, mas repito: não vai ser compulsória — alegou. Na sexta-feira, Doria anunciou que, quando estiver disponível, a vacina contra a Covid-19 vai ser compulsória em todo o estado e somente pessoas com certificado médico poderão ser liberadas de receber o imunizante. — Em São Paulo a vacinação vai ser compulsória, exceto para quem tenha orientação médica e atestado médico de que não pode tomar a vacina. E vamo adotar medidas legais se houver irritação nesse sentido», declarou Doria, em entrevista coletiva em São Paulo. A um apoiador que falou que a vacina estava sendo «feita nas coxas» e questionou «quem é que tomará uma desgraça dessas?». Bolsonaro alegou que é necessário ter comprovação científica para poder utilizar-la. — É, deve ter comprovação científica, o país que tá oferecendo essa vacina tem que primeiro vacinar em massa aos seus, depois oferecer para os outros países. Assim muita coisa é até na área militar: você depois que você utilizar em seu território, só consegue vender um produto bélico para outro país e, de maneira comprovada, mostrar sua efetividade — declarou.

– O Instituto Butantan mandará na próxima segunda-feira à Agência Nacional de Vigilância Sanitária os resultados dos testes em estágio aprogredidoem humanos realizados no país da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela ecompanhiacde ChinaSinovac, que serão fconcluídospelo instituto neste fim de semana, ddeclarouo governador de São Paulo, João Doria . «A vacina do Butantan com a Sinovac é a mais progredida das vacinas neste momento em última etapa de testagem aqui no Brasil. Ela conclui nesta semana, neste final de semana, e na segunda-feira os resultados já serão encaminhados integralmente para a Anvisa pelo Instituto Butantan», declarou Doria em entrevista coletiva nesta quinta-feira em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, onde acompanhou o começo de testagem para coronavírus em estudantes e profissionais da área de educação. O Butantan já mandou à Anvisa documentos de estudos anteriores com a vacina da Sinovac realizados na China, como parte de um novo procedimento adotado pela agência regulatória para aagilizara análise de futuros pedidos de registros de vacina. O mesmo a farmacêutica britânica também adotou para análise de a vacina desenvolvida procedimento AstraZeneca com a Universidade de Oxford , em o Reino Unido com a qual o governo federal firmou acordo de abastecimento por meio da Fundação Oswaldo Cruz ,. Nenhuma das duas vacinas têm ainda aprovação regulatória junto à Anvisa, sem a qual não podem ser aplicadas na população. O governador de São Paulo também comentou as tratativas do governo paulista com o Ministério da Saúde para a inclusão da vacina da Sinovac no programa nacional de imunização, após, na véspera, o ministro da pasta, general Eduardo Pazuello, se reunir com secretários estaduais –entre eles o de São Paulo, Jean Gorinchteyn– para tratar dos planos de vacinação e não incluir a vacina que está sendo testada pelo Butantan. Doria recordou que vai ir a Brasília na quarta-feira se reunir com Pazuello. Ele declarou que irá acompanhado de parlamentares e que, na ocasião, espera solucionar o impasse. Gorinchteyn declarou que o conselho de secretários estaduais de Saúde mandou profissão à pasta pedindo a inclusão da CoronaVac no programa. «Vamos em missão de paz no dia 21, mas com a certeza de que nós queremo ter a vacina, para os brasileiros de São Paulo e para os brasileiros do Brasil», declarou Doria. Garantiu: «Não se coloca dúvidas sobre a questão científica da vacina». O governador, que é oponente político do presidente Jair Bolsonaro, declarou que a gestão estadual vai tomar todas medidas necessárias para poder vacinar a população de São Paulo, se não houver um acordo com o governo federal. «Não há suposição do governo de São Paulo, e eu como governador, aceitar qualquer colocação postergatória, seja do Ministério da Saúde, seja da Anvisa, para não começar a vacinação o mais depressa possível», alegou. «Para resgatar vidas, São Paulo utilizará todos os recursos necessários. Primeiro no entendimento, no diálogo republicano com o Ministério da Saúde e com a Anvisa, tecnicamente. Mas vamo saber como usar dispositivos outros para fazer valer a vacina para os brasileiros, se isto não acontecer, pelo menos os que vivem em São Paulo», assegurou. – João Doria declarou nesta sexta-feira que o Estado não politizará o desenvolvimento de uma vacina contra a Covid-19 e que espera que o governo federal também não o faça, «em nome de milhões de brasileiros que precisam» da imunização. João Doria é o governador de São Paulo. Questionado em entrevista coletiva sobre o viés político do tema, Doria alegou que não é razoável imaginar que o governo federal vá colocar ideologias ou visões partidárias e eleitorais sobre algo que resgata vidas. «A cada dia sem a vacina no Brasil, mais de 700 pessoas perdem a vida… A posição do governo de São Paulo é colocar a vacina absolutamente distante de qualquer discussão política. Sempre foi assim, desde o começo da guerrazinha à pandemia aqui», ddeclarouo governador. «São Paulo não é negacionista.» O Instituto Butantan tem participado do desenvolvimento da chamada CoronaVac em conjunto com o laboratório de China Sinovac, mas o presidente Jair Bolsonaro que classificou o produto como a vacina já criticou a ação , » que um governador resolveu acertar com outro país «. [nL1N2F82PH] Doria declarou compreender que a vacina é um bem dos brasileiros e indicou a posição do Butantan como importante provedor de vacinas para o Ministério da Saúde. «Vai ser que agora que tem a vacina, o governo federal negará a vacina aos brasileiros que precisam ter a vacina para terem a sua vida conservada? No que depender do governo do Estado de São Paulo, não», alegou. O governador tem reuniões marcadas para o próximo dia 21 com o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, e se a incluiu com o diretor de a Anvisa, Antônio Barra Torres, para negociações a respeito de a CoronaVac, que ainda não em o Programa Nacional de Imunizações. Na véspera, Elcio Franco havia mencionado em entrevista coletiva que a vacina que envolve Butantan e Sinovac está no rol das que devem ser compradas pelo governo federal Elcio Franco é o secretário-executivo do ministério. que devem ser compradas pelo governo federal, mas que são necessários estudos de fatores como segurança, efetividade, prazos, produção em escala e custo razoável. Vai encaminhar-se uma sinopse de os relatórios de testagem de a vacina sem conseqüência colaterais em o Brasil em a Anvisa em a segunda-feira mas Doria alegou que o órgão já tem todos os dados necessários, uma vez que estes são acompanhados diariamente. «Até aqui, sem nenhuma colateralidade –ou seja, até aqui, os testes positivos da CoronaVac, a vacina do Butantan com o laboratório Sinovac», declarou o governador. Os testes no país estão na reta final do período 3. Enquanto o Ministério da Saúde fala em um número superior a 50% para aprovação da Anvisa, segundo o coordenador executivo do Centro de Contingência da Covid-19 no Estado, João Gabbardo, os duas primeiros períodos de testagem mencionaram efetividade de cerca de 98%. Gabbardo declarou crer que a CoronaVac preencha todas as exigências elencados pelo Ministério da Saúde para ser incorporada ao PNI.Após o governador de São Paulo, João Doria, alegar que a vacina contra o novo coronavírus vai ser compulsória no estado, o presidente Jair Bolsonaro alegou nesta sexta-feira que essa medida só poderia ser tomada com a aquiescência do governo federal o que, segundo ele, não vai acontecer. Mais cedo, Doria alegou durante entrevista coletiva que em São Paulo «se o cidadão tiver uma orientação ou atestado médico de que não possa tomar a vacina, a vacinação vai ser compulsória, exceto».

Jair Messias Bolsonaro é um capitão reformado, político e atual presidente brasileiro.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Brazil

Cities: Sao Paulo

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>’Meu ministro da Saúde já declarou que não vai ser compulsória essa vacina e ponto final’, declara Bolsonaro
>>>>>Butantan enviará resultados de testes com vacina contra Covid-19 à Anvisa na segunda, diz Doria – October 15, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>SP não vai politizar vacina contra Covid-19 e espera o mesmo do governo federal, diz Doria – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Bolsonaro rebate Doria e diz que governo federal não vai recomendar vacina obrigatória contra Covid-19 – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

Id Entity Positive Negative Named-Entity Total occurrences Occurrences (appearances)
1 João Doria 0 35 PERSON 18 (tacit) ele/ela (referent: Doria): 5, Ele (referent: Doria): 1, Doria: 9, João_Doria (apposition: O governador de São_Paulo): 1, João_Doria: 2
2 vacina 0 50 NONE 15 a vacina desenvolvida: 1, essa vacina: 1, a vacina: 13
3 Ministério da Saúde 25 0 ORGANIZATION 12 (tacit) ele/ela (referent: o Ministério_da_Saúde): 5, o Ministério_da_Saúde: 7
4 Jair Bolsonaro 0 0 PERSON 12 (tacit) ele/ela (referent: o presidente Jair_Bolsonaro): 3, o presidente Jair_Bolsonaro: 3, Bolsonaro: 1, O presidente Jair_Bolsonaro: 2, (tacit) ele/ela (referent: Bolsonaro): 3
5 eu 0 0 NONE 11 (tacit) eu: 10, eu: 1
6 governador 12 0 NONE 9 o governador: 2, governador: 1, O governador: 3, um governador: 1, um governador ai: 2
7 Anvisa 0 0 ORGANIZATION 8 a Anvisa: 8
8 governo 0 0 NONE 7 o governo: 1, o governo federal: 6
9 São_Paulo 0 0 PLACE 6 São_Paulo: 6
10 entrevista 0 0 NONE 6 entrevista coletiva: 6