Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Eduardo Pazuello

– Elcio Franco informou nesta quarta-feira que a pasta não tem intenção de adquiri vacinas produzidas na China e que não houve compromisso com o governo de São Paulo para compra Elcio Franco é o secretário-executivo do Ministério da Saúde., mas sim a assinatura de um “protocolo não-vinculante”. Segundo o secretário, houve uma má interpretação das informações e o protocolo calcula a aquisição de uma “vacina de Brasil”, desde que certificada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no caso de ser a primeira a ficar disponível. “Qualquer vacina quando estiver disponível, certificada pela Anvisa e comprada pelo Ministério da Saúde vai ficar disponível para a população. No que depender desta pasta, não vai ser compulsória”, declarou o secretário-executivo. Eduardo Pazuello alegou na terça-feira, em reunião com governadores, que o ministério iria comprar 46 milhões de doses da vacina Coronavac, desenvolvida pelo Instituto Butantan com tecnologia da de China Sinovac, assim que houvesse concessão do registro pela Anvisa. Eduardo Pazuello é o ministro da Saúde. Nesta quarta, o presidente Jair Bolsonaro, respondendo a apoiadores nas redes sociais, alegou que a vacina não seria adquirida. Depois, em post próprio, reafirmou que não seria adquirida e que o povo de Brasil não seria tratado como porquinho-da-índia.

– João Doria declarou nesta sexta-feira que o Estado não politizará o desenvolvimento de uma vacina contra a Covid-19 e que espera que o governo federal também não o faça, «em nome de milhões de brasileiros que precisam» da imunização. João Doria é o governador de São Paulo. Questionado em entrevista coletiva sobre o viés político do tema, Doria alegou que não é razoável imaginar que o governo federal vá colocar ideologias ou visões partidárias e eleitorais sobre algo que resgata vidas. «A cada dia sem a vacina no Brasil, mais de 700 pessoas perdem a vida… A posição do governo de São Paulo é colocar a vacina absolutamente distante de qualquer discussão política. Sempre foi assim, desde o começo da guerrazinha à pandemia aqui», ddeclarouo governador. «São Paulo não é negacionista.» O Instituto Butantan tem participado do desenvolvimento da chamada CoronaVac em conjunto com o laboratório de China Sinovac, mas o presidente Jair Bolsonaro que classificou o produto como a vacina já criticou a ação , » que um governador resolveu acertar com outro país «. [nL1N2F82PH] Doria declarou compreender que a vacina é um bem dos brasileiros e indicou a posição do Butantan como importante provedor de vacinas para o Ministério da Saúde. «Vai ser que agora que tem a vacina, o governo federal negará a vacina aos brasileiros que precisam ter a vacina para terem a sua vida conservada? No que depender do governo do Estado de São Paulo, não», alegou. O governador tem reuniões marcadas para o próximo dia 21 com o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, e se a incluiu com o diretor de a Anvisa, Antônio Barra Torres, para negociações a respeito de a CoronaVac, que ainda não em o Programa Nacional de Imunizações. Na véspera, Elcio Franco havia mencionado em entrevista coletiva que a vacina que envolve Butantan e Sinovac está no rol das que devem ser compradas pelo governo federal Elcio Franco é o secretário-executivo do ministério. que devem ser compradas pelo governo federal, mas que são necessários estudos de fatores como segurança, efetividade, prazos, produção em escala e custo razoável. Se vai encaminhar uma sinopse de os relatórios de testagem de a vacina sem conseqüência colaterais em o Brasil em a Anvisa em a segunda-feira mas Doria alegou que o órgão já tem todos os dados necessários, uma vez que estes são acompanhados diariamente. «Até aqui, sem nenhuma colateralidade –ou seja, até aqui, os testes positivos da CoronaVac, a vacina do Butantan com o laboratório Sinovac», declarou o governador. Os testes no país estão na reta final do período 3. Enquanto o Ministério da Saúde fala em um número superior a 50% para aprovação da Anvisa, segundo o coordenador executivo do Centro de Contingência da Covid-19 no Estado, João Gabbardo, os duas primeiros períodos de testagem mencionaram efetividade de cerca de 98%. Gabbardo declarou crer que a CoronaVac preencha todas as exigências elencados pelo Ministério da Saúde para ser incorporada ao PNI.— O presidente Jair Bolsonaro voltou a alegar nesta segunda-feira que o governo não obrigará os brasileiros a tomarem a vacina contra o novo coronavírus. Bolsonaro declarou que essa resolução é do Executivo federal e o ministro da Saúde, Edurado Pazuello, «já declarou que não vai ser compulsória essa vacina e ponto final». — O Programa Nacional de Vacinação, incluindo as vacinas compulsórias, é de 1975. A lei atual incluiu a questão de pandemia lá, mas a lei é bem clara: quem define isso é o ministério da Saúde, e o meu ministro da Saúde já declarou que não vai ser compulsória essa vacina e ponto final — alegou. Em seguida, sem indicar nomes, o presidente criticou o governador de São Paulo, João Doria , que, segundo ele, «está se intitulando o médico do Brasil». — Tem um governador ai que está se intitulando o médico brasileiro, declarando que ela vai ser compulsória — repito que não vai ser. — Da nossa parte, a vacinação, quando estiver em condições, depois de aprovada pelo Ministério da Saúde e com comprovação científica, e assim mesmo tem que ser validada pela Anvisa, dai nós vamo oferecer ao Brasil, de maneira gratuita, obviamente, mas repito: não vai ser compulsória — alegou. Na sexta-feira, Doria anunciou que, quando estiver disponível, a vacina contra a Covid-19 vai ser compulsória em todo o estado e somente pessoas com certificado médico poderão ser liberadas de receber o imunizante. — Em São Paulo a vacinação vai ser compulsória, exceto para quem tenha orientação médica e atestado médico de que não pode tomar a vacina. E vamo adotar medidas legais se houver irritação nesse sentido», declarou Doria, em entrevista coletiva em São Paulo. A um apoiador que falou que a vacina estava sendo «feita nas coxas» e questionou «quem é que tomará uma desgraça dessas?». Bolsonaro alegou que é necessário ter comprovação científica para poder utilizar-la. — É, deve ter comprovação científica, o país que tá oferecendo essa vacina tem que primeiro vacinar em massa aos seus, depois oferecer para os outros países. Assim muita coisa é até na área militar: você depois que você utilizar em seu território, só consegue vender um produto bélico para outro país e, de maneira comprovada, mostrar sua efetividade — declarou.- O presidente Jair Bolsonaro alegou mais uma vez nesta segunda-feira que o Ministério da Saúde não obrigará ninguém a tomar uma vacina contra Covid-19. Olsonaro, em solenidade de anúncio de um estudo clínico de um remédio para o tratamento a Covid-19. isse: «Qualquer vacina aqui no Brasil deve ter comprovação científica e tem que ser aprovada pela Anvisa e isso não é à toque de caixa»,.»O Ministério da Saúde não vai obrigar ninguém a tomar vacina», reforçou, após mencionar uma lei de 1975 que indica essa não obrigatoriedade. O presidente não mencionou nominalmente o nome do governador de São Paulo, João Doria , que trabalha para garantir a imunização da vacina chinesa da Coronavac –o governo federal aposta na vacina britânica da Universidade de Oxford. Bolsonaro declarou que «a pessoa está se arvorando e levando a consternação perante à opinião pública».

Na quarta-feira 14 de outubro o presidente Jair Bolsonaro alegou que a pandemia do novo coronavírus foi «super dimensionada». Segundo dados do consórcio de jornalismo da manhã de hoje, o Brasil tem 151.078 mortos pela enfermidade até o momento, além de 5,1 milhão de contagiados. Faz 9 meses, deu se a declaração durante a cerimônia de posse de a nova diretoria de a Federação das Indústrias do Estado do Rio

Eduardo Pazuello Gcma é um general de divisão do Exército Brasileiro, atualmente ministro da Saúde do Brasil.

O Ministério da Saúde, no Brasil, corresponde ao setor governamental culpado pela gestão e manutenção da Saúde pública do país.

Fonte: Extraoglobo-pt

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Countries: China, Brazil

Cities: Sao Paulo

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Ministério da Saúde não pretende adquiri vacinas produzidas na China contra Covid-19, declara secretário-executivo
>>>>>SP não vai politizar vacina contra Covid-19 e espera o mesmo do governo federal, diz Doria – (Extraoglobo-pt)
>>>>>‘Meu ministro da Saúde já disse que não será obrigatória essa vacina e ponto final’, diz Bolsonaro – October 19, 2020 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Butantan enviará resultados de testes com vacina contra Covid-19 à Anvisa na segunda, diz Doria – October 15, 2020 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Bolsonaro rebate Doria e diz que governo federal não vai recomendar vacina obrigatória contra Covid-19 – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Ninguém pode obrigar em hipótese alguma as pessoas a tomar vacina contra Covid-19 , diz Bolsonaro – (Extraoglobo-pt)

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