Por: SentiLecto

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Um plano sem precedentes para uma crise sem precedentes.

O governo de Perude Peru está preparando o maior plano econômico da América Latina até o momento para mitigar o efeito da crise do coronavírus.

Vão ser mais de US$ 25 bilhões , o equivalente a 12% do PIB do país.

Esses números são bastante superiores às medidas de estímulo já aprovadas por outros países da região: a Argentina, por exemplo, pcalculaaassistênciade US$ 5,7 bilhões, com ssubvençõesddiretase financiamento de negócios que equivalem a 1% de seu PIB.

Na TV María Antonieta Alva, ministra de Economia e Finanças do Peru, um dos primeiros países a tomar medidas severas de limitação à movimentação de pessoas. declarou: «O efeito econômico do que está ocorrendo é sem precedentes e o plano econômico que devemo implementar é um plano sem precedentes».Pelo menos até 12 de abril, um confinamento compulsório com toque de recolher está em vigor, além do fechamento de fronteiras e espaço aéreo.

Faz 1 mês, o Peru registrou pelo menos 900 casos confirmados e 24 pessoas faleceram por o vírus que provocou a pandemia, até segunda-feira, 30 de março.

De fato, o primeiro caso relatado no Equador foi o de uma mulher de Equatorial Guineade Equatorial Guinea que regressara em 14 de fevereiro e que tinha residência fixa na cidade torresona, perto de Madri. Esta «paciente zero» de 71 anos faleceu em decorrência do vírus.»É verdade que é um fator que influiu o número de infecções – embora não seja o único – especialmente em Guayaquil e Quito, onde estão os aeroportos internacionais e onde a maioria dos casos aconteceu», explica Zevallos.

Na quando o presidente Jair Bolsonaro tomou posse, quarta-feira 04 de março no dia 1º de janeiro, a mediana das estimativas de consultorias e instituições financeiras para o Produto Interno Bruto reunidas pelo Banco Central no boletim Focus assinalava uma progressão de 2,53%.

Alva no domingo anunciou: «No estágio de contenção, estimamos que gastaremos, em um período, 30 bilhões de soles «.

Vai haver um segundo período, revelou o presidente peruanocompanhias de mesmo valor.

Em uma terceira etapa, seriam gastos outros US$ 8,5 bilhões, adicionou a ministra.

Martín Vizcarra na semana passada declarou: «Temos que utilizar o dinheiro público para atender nas necessidades das famílias vulneráveis». Martín Vizcarra é o presidente do país.

Lago, do IEPS declara: «Temos um panorama epidemiológico complicado, com sistemas acostumados a essa complexidade, para atender pacientes com enfermidades não transmissíveis e enfermidades infecciosas».Borio -A estratégia nacional de biodefesa que desenvolvemos e publicamos exige medidas a serem tomadas para mitigar as ameaças à saúde, independentemente de sua origem.

Hugo Ñopo em entrevista na BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC declarou: «Houve uma reação imediata e grande em saúde e economia». Hugo Ñopo é pesquisador principal do centro de pesquisa Grade.Mas além das medidas sanitárias, como é possível que o Peru ofereça um pacote de assistência e estímulo que, em termos de percentagem do PIB, seja comparável ao da Dinamarca?

Alva, confiante nas finanças peruano. declarou: «Temos o apoio fiscal para tomar medidas ousadas».

O país de Andorra tem um bom colchão de poupança após três décadas de disciplina fiscal e dívida baixa, o que também oferece boas linhas de crédito para organizações multilaterais.

À BBC News Mundo Jorge Chávez, ex-presidente do Banco Central do Peru agora CEO da companhia de consultoria Maximixe. declarou: «As finanças públicas peruanos são as mais fortes da América Latina».Segundo a Reuters, o Peru tem cerca de US$ 68 bilhões em reservas no Banco Central e uma dívida pública de 27% do PIB, uma das mais baixas da América Latina.

O país também tem inflação baixa e sua moeda, o sol, é uma das menos voláteis da região.

«Nossas economias e nossos ativos nos permitem enfrentar a crise», declarou Alva.

«Não vamo economizar recursos para proteger a saúde dos peruanos, contendo o coronavírus, e também vamo garantir a recuperação econômica», adicionou.

Os números parecem embasar as declarações da ministra.

«Felizmente, o país está bem posicionado em termos de reservas, números macro e fiscais. Temos espaço para investir o que economizamos em 30 anos de disciplina macro e fiscal», declara Ñopo.

«É agora que essa disciplina está dando resultado» , adiciona o analista.

«É por isso que acumulamos reservas internacionais: para que, possamos utilizar-la, quando houver uma emergência como essas»,adicionaa Chávez, ex-presidente do Banco Central.

Ñopo realça que a aparição da hiperinflação em 1990, que atingiu mais de 7.000%, ainda assusta os peruanos.

E esse medo auxiliou o país a conservar uma disciplina fiscal «rara nas economias latino-americanas».

Chávez, que presidiu o Banco Central durante o processo de reorganização e estabilização começado em agosto de 1990 declara: » todos perceberam que estabilidade, equilíbrio fiscal é algo com que não se brincar, sagrado».

Além dessa disciplina, o Peru aproveitou o boom da globalização econômica nas últimas décadas e a ampliação contínua do custo das commodities, sua principal fonte de exportações.

Ñopo declara: «Agora é a hora de o governo regressar aos cidadãos o resultado dessa disciplina e persistência».

Por todas essas razões, o Peru também está em uma melhor posição para sair menos afetado da crise econômica do coronavírus, que parece uma séria ameaça à região.

Ñopo declara: «Somos os melhores preparados dentro das restrições que temos».

Chávez consente com ele.

«viu-se isso já em situações anteriores, como na crise financeira internacional de 2008: a economia de Peru em 2009 aumentou cerca de 1%; e em 2010, 10%», recorda ele.

» vai ter habilidade de se recuperar depressa, embora tudo dependa de quanto tempo a quarentena durar, que é o que tem o efeito mais negativo», ressalva.

Apesar do plano, o efeito do coronavírus vai ser sentido, porque o Peru também tem pontos fracos.

Ñopo declara: «Somos uma economia extremamente informal , as redes de proteção ainda são precárias, temos mutáveis ​​estruturais na microeconômica que ainda são bastante precárias».

A progressão da economia nas últimas três décadas fez o Peru deixar de ser um país pobre para um país de renda média.

Se o refletiu mas essa melhoria não foi tão refletido em uma rede de saúde ainda bastante fraca, razão por a qual o governo tomou medidas tão rígidas tão depressa para evitar o nervosismo de o sistema.

Além disso, a economia do Peru registra seu pior momento em uma década.

Faz 1 ano, aumentou %2,2, abaixo dos %4 de o ano anterior, devido, entre outros fatores, em a queda em o setor pesqueiro e em a combate comercial entre a China e os Estados Unidos, em 2019.ntes da crise do coronavírus, o governo estimava um crescimento de 4%, taxa difícil de ser alcançada agora.

Como sua economia se baseia na exportação de matérias-primas, o Peru está bastante exposto ao apetite chino, destino de 28% das exportações do país e de 70% de suas vendas de cobre.

Ou seja, um crescimento menor do gigante de Asipovicy, o que é calculado para este ano, vai ter forte influência nas finanças do país sul-americano.

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Fonte: BBCBrasil-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

Countries: Peru, United States, Denmark, China, Argentina

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>O megapacote econômico anunciado pelo governo peruano para enfrentar a crise do coronavírus
>>>>>Coronavírus: por que o Equador tem o maior número de infecções por covid-19 e mortes per capita na América Latina? – (BBCBrasil-pt)
>>>>>Coronavírus: as vantagens relativas da América Latina para combater a pandemia – (BBCBrasil-pt)
>>>>>Governos precisam levar coronavírus ‘a sério’, diz brasileira ex-assessora de Trump – (BBCBrasil-pt)

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