Por: SentiLecto

As Academias de Ciências e Medicina do G-Science de todo o mundo, incluindo as dos países do G7 e o Brasil, publicaram nesta terça-feira uma nota conjunta pedindo cooperação internacional para combater o coronavírus causador da Covi-19. O grupo lista seis pontos:

Presidente da Academia Brasileira de Ciências: ‘Pesquisadores de Brasil têm produzido conhecimento crucial contra o coronavírus’

Coronavírus: O que se sabe até agora sobre o desenvolvimento de uma vacina

A Academia Brasileira de Ciências do Brasil assina o documento e instituições equivalentes de a França , Itália , Alemanha , Índia , Indonésia , Coreia do Sul , Estados Unidos , Nigéria , Canadá , Reino Unido , Rússia e Japão.

A Global Young Academy também assina o documento. E, dos Estados Unidos, participam a academia de Ciências e a de Medicina.

Ainda que próximas pandemias vão vir, o texto alega. «São necessários esforços concertados para abordar as conexões críticas entre a degradação ambiental e os vetores de enfermidades, a fim de se evitar futuros surtos de novos patógenos» e que «A presente calamidade da COVID19 deve nos animar a fortalecer dramaticamente nossos esforços para prevenir e controlar enfermidades infecciosas, para que as sociedades humanas melhorem seus estados de prontidão e ampliem a resiliência às ctragédiasprovocadas por denfermidadesinfecciosas»

À medida que o novo coronavírus se dissemina pelo mundo e o número de casos e mortes continua a ampliar, quase nenhum país ou comunidade permanece intocado por essa ameaça em rápida evolução. Ações drásticas e urgentes estão em andamento em todos os níveis de nossas sociedades para restringi a disseminação da COVID-19, identificar novas infecções, cuidar dos doentes e prevenir mortes, diminuir os transtornos sociais e econômicos, e atender às necessidades básicas humanas. Incertezas iminentes permanecem e bastante ainda precisa ser feito. Nesse momento crítico, nós, as Academias de Ciências e Medicina do G-Science de todo o mundo, incluindo as academias dos países do G7, estamos atuando domesticamente em nossos países de várias maneiras. Mas acreditamos que é imprescindível sublinhar, juntos, a URGÊNCIA DA COOPERAÇÃO INTERNACIONAL, em várias dimensões:

1. Comunicação internacional rápida, precisa e transparente sobre o desenvolvimento da epidemiologia desta nova enfermidade viral, incluindo normas de transmissão, fase de incubação e letalidade, e a efetividade de várias técnicas de intervenção.

2. Compartilhamento em tempo real de informações científicas detalhadas sobre o vírus, a fisiopatologia da enfermidade que ele provoca e a resposta imunológica humana, suas origens, genética e mutações, e atividades coordenadas para promover a ampliação do conhecimento em todas essas áreas.

3. Compartilhamento de informações sobre pesquisa e desenvolvimento de produtos médicos para lidar com a enfermidade, em conjunto com esforços de pesquisa colaborativa para promover essa P&D vital.

4. Em agradecimento de nossa confiança mútua, coordenação e alinhamento de processos regulatórios e de fabricação e de normas de característica necessários para agilizar a disponibilidade de equipamentos de proteção individual confiáveis, equipamentos de teste para diagnóstico e habilidade de tratamento médico.

5. Esforços colaborativos para realizar uma análise rápida, mas baseada em evidências, de preocupações emergentes ou questões distintas de programas e políticas que podem surgir à medida que a pandemia gmundialaprogride

6. Desenvolvimento organizado de orientações, mensagens e comunicações, consistentes e baseadas em evidências, para o público e os formuladores de políticas em circunstâncias que mudam depressa.

Se adaptam o sistema público de saúde e sua infraestrutura de assistência a colaboração internacional e o compartilhamento de informações em todas essas dimensões serão particularmente cruciais em países e regiões onde em a saúde não , onde a enfermidade ainda não está em seu pico de efeito e onde as condições sociais, econômicas e de saúde mencionam extrema vulnerabilidade à rápida disseminação da denfermidadee chabilidadede resposta deficiente. Isso é particularmente verdadeiro para populações de regiões em desenvolvimento do mundo, incluindo África, Ásia e América Latina, bem como regiões vulneráveis de grandes conglomerados urbanos.

Também é urgente compreender, projetar e se preparar para as diversas dimensões do efeito econômico e social da enfermidade e as necessidades humanitárias iminentes. Organizações bilaterais de assistência ao desenvolvimento e bancos internacionais de desenvolvimento serão atores fundamentais, assim como fundações privadas que desempenharam papéis importantes em situações de crise internacional. A Organização Mundial da Saúde é de protagonismo central em muitas dessas dimensões e precisa do forte suporte e colaboração de todos os nossos países.

Esta é uma declaração das quinze academias listadas abaixo. Também somos membros da Parceria InterAcademias , com participantes de mais de 100 países ao redor do mundo, incluindo países que se encontram nas circunstâncias mais difíceis. As academias-membro da IAP podem desempenhar um papel importante em seus próprios países e colaborar internacional e regionalmente, trabalhando em estreita cooperação com o governo, a academia e o setor privado, a fim de superar a atual pandemia da COVID-19.

«O que a covid-19 revela é um caso clássico de equívoco na utilização de dados para a tomada de resolução. Sabemos o sexo de cada paciente. Mas os dados não são coletados e analisados sob o prisma do gênero», declara à CNN Kent Buse, cofundador do GH5050 e diretor da Unaids, agência da ONU para a Aids.Faz 2 meses, um estudo com 1.099 pacientes em a China com covid-19, publicado em a revista científica New England Journal of Medicine de este ano, revelou que %26 de aqueles que precisam de cuidados intensivos ou faleceriam eram fumantes.

Na sábado 21 de março a pandemia do novo coronavírus tem sido marcada por diversas qualidades, como a transmissão do vírus por pessoas sem sintomas, o gigantesco efeito econômico, as quarentenas de milhões de pessoas e o acompanhamento em tempo real da progressão da enfermidade pelo mundo.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: United Kingdom, Brazil, United States, Russian Federation, Nigeria, Italy, Indonesia, India, Canada

Cities: Franca

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Para lutar o coronavírus, academias de ciências de 13 países assinam nota pedindo colaboração internacional
>>>>>Por que o coronavírus está matando mais homens que mulheres? – (BBCBrasil-pt)

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