Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Hélio Negão e Jair Bolsonaro

Faz 5 meses, a Polícia Federal mandou uma profissão a o Palácio do Planalto requerendo informações a respeito de uma reunião realizada entre o deputado federal Luis Miranda e o presidente Jair Bolsonaro em o Palácio da Alvorada em o último, requerida por o deputado para repassar a o presidente suspeitas sobre o contrato de compra de a vacina Covaxin.

– Em testemunho prestado na Polícia Federal, o servidor do Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda reiterou ter padecido pressões dos seus superiores para autorizar a importação da vacina de India Covaxin, que era encarnada pela companhia brasileira Precisa Medicamentos. O servidor do Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda é irmão do deputado federal Luís Miranda .Ainda que levou detalhes do caso ao conhecimento do presidente Jair Bolsonaro, declarou , incluindo o nome de três funcionários que teriam feito as pressões e cópia do contrato. Miranda alegou que recebia «insistentemente» telefonemas ou mensagens perguntando sobre o andamento do processo. Na ocasião, Luís Ricardo Miranda era chefe da divisão de importação do ministério. Faz 1 mês, se prestou seu testemunho em o último em a investigação que apura suspeitas de prevaricação de o presidente Jair Bolsonaro. No testemunho, Luís Ricardo alega que seu irmão o levou para uma reunião no Palácio da Alvorada para contar ao presidente as suspeitas de anormalidades e pressões envolvendo o contrato. Se o cancelou após as acusações, o contrato de R $ 1,6 bilhão .- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta sexta-feira que a Polícia Federal recomece os inquéritos da investigação que apura se o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir na autonomia da Polícia Federal. «Considerada a prorrogação de prazo para o término da presente investigação, por mais 90 dias, contados a partir do dia 27/7/2021 e a necessidade de execução de diligências pendentes para o prosseguimento dos inquéritos, não se justifica a manutenção da suspensão da tramitação determinada pelo então relator em exercício, Min. MARCO AURÉLIO, em 17/9/2020», declarou o ministro no despacho. Leia mais: Bolsonaro admite não ter provas de fraudes em votações e utiliza vídeos antigos para agredi sistema eleitoral Por isso, Moraes determinou a imediata recomeçada da regular tramitação da investigação, independentemente do julgamento do recurso de Bolsonaro sobre o formato do testemunho que vai prestar à PF — se por escrito ou presencialmente. O julgamento do recurso exibido pela Advocacia-Geral da União, está marcado para o próximo dia 29 de setembro. A AGU defende que o presidente tem a prerrogativa de prestar testemunho por escrito. O antigo relator do caso, ministro Celso de Mello, porém, já havia votado em defesa do testemunho presencial de Bolsonaro. Bolsonaro tem direito a não prestar testemunho, mas resoluções anteriores dos ministros Celso de Mello e Alexandre de Moraes determinaram que, a oitiva deve ser presencial, caso aconteça. Faz 9 meses, caso ele não ocorra por escrito, o presidente alegou a o STF abrir mão de o seu testemunho, em novembro. Moraes assumiu a relatoria do caso após a aposentadoria de Celso de Mello. Faz 1 ano, quando deixou a posição, o ex-ministro de a Justiça e Segurança Pública Sergio Moro, declarou que Bolsonaro interferiu em a PF a o demitir diretor-geral de a corporação, Mauricio Valeixo, o então mencionado por o ex-ministro, em abril de 2020. O presidente nega ter interferido na Polícia Federal. Reação no Supremo: ‘Pararemos de conversa fiada’, declara Gilmar Mendes sobre proposta de voto impresso O ex-ministro chegou a relatar a conversa que teve com Bolsonaro sobre a demissão do diretor, e declarou que o presidente deixou claro que gostaria de fazer uma interferência política no órgão. — O presidente desejava uma pessoa que ele pudesse ligar, que ele pudesse colher informações de inteligência, e realmente não é o papel da Polícia Federal prestar essas informações — declarou Moro. — O presidente também informou que tinha preocupação com investigações em curso no Supremo Tribunal Federal e que a troca seria oportuna nesse sentido. Também não é uma razão que justifique, pelo contrário até gera preocupação — evidenciou, à época. Em atualização

Na quinta-feira 22 de julho — A ministra do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber determinou que a Procuradoria-Geral da República se demonstre sobre um eventual inquérito do deputado Luis Miranda por suposta denunciação caluniosa contra o presidente Jair Bolsonaro. Ministra em despacho desta quinta screveu: «Antes de qualquer providência, determinava a abertura de vista dos autos à Procuradoria-Geral da República, a quem c cabiaa formação da opinio delicti em feitos de cproficiênciadesta Suprema Corte, para manifestação no prazo regimental»,.Leia mais: Com aval de Roberto Dias, investigado pela CPI da Covid, governo pagou R$ 39 milhões por contrato com suspeitas de anormalidades Na terça, a Polícia Federal pediu ao Supremo que se Miranda devia ser investigado em conjunto com o presidente Jair Bolsonaro no caso da compra das vacinas Covaxin, decida, do laboratório indiano Bharat Biotech, encarnado no Brasil pela Precisa Medicamentos. O pedido foi feito em profissão assinada pelo delegado Leopoldo Soares Lacerda unidade responsável pelos inquéritos contra políticos com foro privilegiado. O delegado Leopoldo Soares Lacerda é chefe do Serviço de Inquéritos . Luiz Eduardo Ramos havia mandado um pedido ao Ministério da Justiça para investigar o congressista por possível denunciação caluniosa ao acusar Bolsonaro da prática de prevaricação por suposta omissão ao não tomar providências quando comunicado sobre possíveis anormalidades na compra dos imunizantes. Luiz Eduardo Ramos é o chefe da Casa Civil. comunicado sobre possíveis anormalidades na compra dos imunizantes. Veja também: CEO de companhia investigada na CPI da Covid admitia cobrança de ‘aditivo’ em contratos com Roberto Dias Aos senadores, em 25 de junho, o deputado e o Luis Ricardo Miranda relataram ter se reunido com Bolsonaro em 20 de março, um sábado. Luis Ricardo Miranda é seu irmão. Na ocasião, teriam levado ao presidente informações acerca de problemas na negociação da aquisição da vacina. Após as declarações dos irmãos Miranda, Bolsonaro passou a ser investigado no Supremo. A ministra Rosa Weber era a relatora da investigação aberta para investigar eventual prática do crime de prevaricação por parte do presidente da República após as acusações feitas pelo congressista e o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, irmão dele. A PF, agora, desejava que o Supremo elucide se há conexão entre os fatos assinalados na acusação contra Luis Miranda e os fatos apurados na investigação de Bolsonaro.

Jair Messias Bolsonaro é um capitão reformado, político e atual presidente brasileiro.

O encontro é um dos pontos mais importantes no inquérito sobre suposta prevaricação de Bolsonaro, aberta pela PF após ordem do Supremo Tribunal Federal . Miranda relata que foi ao Alvorada levar seu irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda, para que este relatasse a Bolsonaro as pressões padecidas para autorização do contrato. A PF, que não encontrou nenhum compromisso oficial registrado, buscou a agenda oficial do presidente do dia 20 de março, um sábado , e Por isso, expediu uma profissão para o ministro da Secretaria-Geral da Presidência Onyx Lorenzoni pedindo informações sobre esse encontro.

A profissão, assinado pelo delegado William Tito Marinho, culpado pelo caso declara: “Requeiro a Vossa Excelência informações sobre o local e os horários de começo e término do encontro que teria acontecido no dia 20/03/2021 entre o senhor presidente da República, o deputado federal Luis Claúdio Fernandes Miranda e o servidor público Luis Ricardo Fernandes Miranda”.

Em seguida, o delegado pede “informações sobre a presença de outras pessoas, funcionários da Presidência ou não, que teriam acompanhado o encontro”.

Segundo os relatos do deputado e de seu irmão, na reunião no Alvorada, eles contaram a Bolsonaro suspeitas de anormalidades no contrato da Covaxin. Em resposta, Bolsonaro teria declarado que mandaria o caso para inquérito da PF, mas isso não aconteceu na ocasião.

Por outro lado, — O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello prestou testemunho à Polícia Federal nesta quinta-feira sobre suspeitas de prevaricação por parte do presidente Jair Bolsonaro no caso da compra da vacina Covaxin, suspeita de ianormalidades Se o escutou em a condição de investigado. Segundo pessoas que acompanham o inquérito, o ex-ministro alegou à PF que foi informado pelo presidente Jair Bolsonaro sobre suspeitas de ianormalidadesno contrato da Covaxin e que determinou ao seu secretário-executivo Elcio Franco que verificasse se havia algum problema na ddocumentos Pazuello relatou que essa análise não encontrou nenhuma anormalidade no negócio. No testemunho, o ex-ministro declarou que a ordem para apuração foi feita de maneira verbal e, por isso, não tinha nenhum registro. Os argumentos exibidos à PF foram semelhantes ao que constava em oprofissãoeenviadapor Pazuello à Procuradoria-Geral da República apexibindosclarecimentos sobre eventuais problemas no contrato da vacina inde IndiaRandolfe Rodrigues: CPI pode pedir prisão preventiva de proprietário da Precisa, declara vice-presidente O testemunho de Pazuello aconteceu na sede da PF em Brasília e teve começo por volta das 10h. O ex-ministro falou para dois investigações diferentes: o que apura prevaricação de Bolsonaro e outro específico sobre suspeitas de anormalidades na compra da Covaxin. Ele deixou a sede da PF por volta das 14h, pela garagem. Anteriormente, quando ainda era ministro, ele chegou a prestar outro testemunho à PF em iinquéritosobre o colapso do oxigênio em Manaus, mas mora em Brasília, se o escutou em o hotel onde.

Fonte: Extraoglobo-pt

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