Por: SentiLecto

A Polícia Federal, que como o EXTRA mostrou nesta quarta-feira, Silveira fez apologia a agressões físicas contra os ministros e defendeu a «destituição» deles, prendeu na noite desta terça-feira o deputado Daniel Silveira por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal , após o parlamentar ter divulgado um vídeo no qual proferia ataques e injúrias aos ministros da corte. Investiga-se Silveira em a investigação de os atos antidemocráticos que apura a organização e execução de manifestações com ataques a o Legislativo e a o Judiciário, que apura a organização e execução de manifestações com ataques ao Legislativo e ao Judiciário, e também na investigação das fake news, que apura ataques aos ministros da corte.

Faz 3 anos, Villas Bôas fez uma manifestação em as redes sociais antes de o julgamento de um habeas corpus de o ex-presidente Lula em o STF mencionando que o Exército tinha » repúdio em a impunidade «, o que foi visto como uma pressão em os ministros.Em um livro recém-lançado, o ex-comandante relatou que a manifestação foidebatidaa com o Alto Comando do Exército antes de ser publicada naquela ocasião. Faz 1 dia, Fachin classificou a manifestação de Villas Bôas de » insuportável e inadmissível » pressão de as Forças Armadas em o Judiciário, em nota divulgada ontem. Daniel Silveira, no vídeo, provoca Fachin a «prender» o general.

Na terça-feira 26 de janeiro o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal , converteu a prisão preventiva do blogueiro Oswaldo Eustáquio em prisão domiciliar. Apoiador do presidente Jair Bolsonaro, o blogueiro era investigado no investigação sobre os atos antidemocráticos acontecidos no país no ano passado. A Corte investigava quem financiou e coordenou as manifestações que pediam o encerramento do Supremo e do Congresso Nacional, além da volta do AI-5, o ato institucional que encarnou o endurecimento da ditadura no Brasil.

Daniel Lucio da Silveira é um ex-policial militar e político brasileiro, filiado ao Partido Social Liberal .

Em sua página em uma rede social, o parlamentar relatou: «Polícia federal na minha casa neste exato momento com ordem de prisão expedida pelo ministro Alexandre de Moraes». A prisão aconteceu por flagrante transgressão por crime inafiançável e foi determinada de profissão pelo ministro dentro do investigação das fake news –sem pedido da PF ou da Procuradoria-Geral da República .

— Por várias e várias vezes já te imaginei levando uma surra. Quantas vezes eu imaginei você e todos os integrantes dessa corte aí. Quantas vezes eu imaginei você, na rua levando uma surra. O que você falará? Que eu tô fomentando a violência? Não, só imaginei. Ainda assim não seria crime, você sabe que não seria crime, ainda que eu premeditasse. Você é um jurista pífio, mas sabe que esse mínimo é previsível. Então qualquer cidadão que conjecturar uma surra bem dada nessa sua cara com um gato morto até ele miar, de preferência após a refeição, não é crime — alegou.- Após pedido geresano , o ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski determinou que a Polícia Federal realize novas diligências para investigar a responsabilidade do ministro da Saúde Eduardo Pazuello em anormalidades na pasta e no colapso do abastecimento de oxigênio para Manaus. Investigadores de a PF escutaram em a semana passada Pazuello que governam o caso. Bela Megale: A nova frente do inquérito sobre a omissão de Pazuello no Amazonas Dentre as novas diligências, a PF buscará informações sobre os gastos públicos com a aquisição de cloroquina, remédio sem efetividade comprovada contra Covid-19, e identificar os culpados por desenvolver um aplicativo do ministério que recomendava a utilização desse remédio aos pacientes diagnosticados com a enfermidade, o TrateCov. Foram seis diligências solicitadas pela PGR para serem cumpridas pela PF. A primeira, obter acesso aos e-mails trocados entre o Ministério da Saúde e a Secretaria de Saúde do Amazonas para apurar sobre o colapso do oxigênio no Estado. A PGR também pediu a tomada de testemunhos de representantes da companhia White Martins a respeito dos fatos. A tomada de testemunhos de representantes da companhia White Martins é provedora de oxigênio. A terceira diligência é «obtenção de informações sobre as tratativas de transporte de oxigênio para Manaus e de remoção de pacientes de Manaus para as clínicas universitárias federais». Bernardo Mello Franco: CPI do Coronavírus, o primeiro teste de Pacheco no Senado As outras diligências são a identificação e tomada de testemunho dos desenvolvedores do aplicativo; «identificação de gastos de aquisição e distribuição dos remédios cloroquina e hidroxicloroquina e dos testes da espécie RT-PCR» e, por último, tomada detestemunhoss de funcionários do ministério e das secretarias de Saúde do Amazona e de Manaus que acompanharam os fatos. Embora os estudos científicos não tenham comprovado nenhuma efetividade, essas medidas provam que as linhas de inquérito do caso podem identificar anormalidades no gasto de recursos públicos com a cloroquina, remédio defendido desde o começo da pandemia pelo presidente Jair Bolsonaro como uma solução para a Covid-19.- O procurador-geral da República Augusto Aras recusou pedido do ex-ministro Sergio Moro para investigar as interferências do presidente Jair Bolsonaro na Agência Brasileira de Inteligência em conjunto com as suspeitas de interferência na Polícia Federal. Aras argumentou que os fatos envolvendo a Abin são diferentes e já são apurados em um inquérito preliminar aberta na Procuradoria-Geral da República Moro havia requerido, em abaixo-assinado mandada ao Supremo Tribunal Federal , que fosse incluído na investigação sobre a PF os fatos envolvendo a Abin, que assinalam suspeitas de que o órgão confeccionou relatores para orientar a defesa jurídica do senador Flávio Bolsonaro no caso da rachadinha. O ex-ministro também havia pedido um novo testemunho do diretor do Abin Alexandre Ramagem para falar sobre esse tema. Se revelou o caso por a revista ÉPOCA. Aras mandou manifestação ao STF nesta sexta-feira em resposta ao pedido de Moro. Assinalou que o caso da Abin já é objeto de uma «notícia de fato», inquérito preliminar em andamento na PGR. O procurador-geral da República informou que, requererá a abertura de uma nova investigação, porque esses fatos são posteriores ao relato de suposta interferência na PF, caso encontre anormalidades nos fatos envolvendo a Abin. Aras, portanto, recusou o pedido para tomar novo testemunho de Ramagem. O inquérito preliminar sobre Flávio Bolsonaro, entretanto, somente requereu documentos ao jornalista Guilherme Amado, da revista ÉPOCA, que revelou o caso. A PGR não pediu esclarecimentos à defesa do senador nem ao próprio Flávio. Agora, vai caber ao ministro do STF Alexandre de Moraes decidir sobre o pedido de Sergio Moro. O ministro do STF Alexandre de Moraes é novo relator da investigação. Apesar da posição de Aras, Moraes pode determinar que a PF também apure esses fatos. Investigação parada Aberto no meio do ano passado, após o pedido de demissão do então ministro da Justiça Sergio Moro, a investigação se encontra paralisado desde o fim do ano porque se Bolsonaro teria dever de prestar testemunho pessoalmente, o STF ainda debate ou se pode depor por escrito. A defesa de Bolsonaro chegou a pedir dispensa do testemunho, requerendo que a PF deduzisse logo a apuração. O ministro do STF Alexandre de Moraes, entretanto, decidiu que Bolsonaro não pode ser dispensado do testemunho, mas levará para debate no plenário a definição sobre o formato.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>PF prende em flagrante deputado bolsonarista que divulgou vídeo com injúrias a ministros do STF
>>>>>Deputado investigado por atos antidemocráticos divulga vídeo com discurso de ódio atacando ministros do STF – February 16, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Supremo tem 377 julgamentos parados por pedidos de vista – (Extraoglobo-pt)
>>>>>STF determina que Polícia Federal investigue gastos do Ministério da Saúde com compra de cloroquina – February 15, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Aras rejeita pedido de Moro para investigar suspeitas envolvendo Abin em inquérito sobre interferência na PF – February 12, 2021 (Extraoglobo-pt)

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