Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Daniel Silveira

Por unanimidade, os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal confirmaram nesta quarta-feira a prisão em flagrante do deputado Daniel Silveira , determinada ontem pelo ministro Alexandre de Moraes. No começo da sessão, antes de começada a eleição, Luiz Fux fez um breve discurso em prol da harmonia entre os Poderes, que Luiz Fux é o presidente da Corte. , e a favor do STF. Por esses motivos, esta Corte conserva-se vigilante contra qualquer maneira de animosidade à instituição. Ofender autoridades além dos limites permitidos pela liberdade de expressão que nós tanto consagramos no STF exige necessariamente uma pronta atuação da Corte — declarou Fux.

Daniel Lucio da Silveira é um ex-policial militar e político brasileiro, filiado ao Partido Social Liberal .

Investiga-se Silveira apoiador de o presidente Jair Bolsonaro, em a investigação de os atos antidemocráticos que apura a organização e execução de manifestações com ataques a o Legislativo e a o Judiciário, que apura a organização e execução de manifestações com ataques ao Legislativo e ao Judiciário, e também na investigação das fake news, que apura ataques aos ministros da corte. A prisão aconteceu por flagrante transgressão por crime inafiançável e determinou de profissão news dentro do investigação de as fake o ministro , sem pedido de a Polícia Federal ou de a Procuradoria-Geral da República.

— Auxiliares do presidente Jair Bolsonaro defendem que o Palácio do Planalto não se envolva na prisão do deputado federal Daniel Silveira , embora seja um dos parlamentares mais próximos do chefe do Executivo. Silveira foi preso na noite desta terça-feira em sua casa em Petrópolis por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal , após o parlamentar ter divulgado um vídeo no qual proferia ataques e injúrias aos ministros da Corte. O deputado fez apologia a agressões físicas contra os ministros e defendeu a «destituição» deles. Quando o presidente Jair Bolsonaro já havia, a notícia da prisão do deputado chegou se recolhido para dormir no Forte Marechal Luz, em São Francisco do Sul, Santa Catarina, onde passou o feriado de Carnaval. Minutos após a prisão, integrantes do governo declararam ao GLOBO, em personalidade reservada, terem sido assombrados pela prisão e relataram temor de uma nova crise entre os Poderes. Comentando o episódio sem saber a reação do chefe do Executivo, esses auxiliares defenderam que o Planalto não tem que interferir e evitar uma novo tensionamento na relação com a Corte. embora tenha bom tráfego em o governo, se criticou o parlamentar , por o vídeo. Na opinião de uma pessoa próxima a Bolsonaro, Silveira fez «ataques gratuitos e generalizados» e extrapolou o direito de se demonstrar ao «desafiar, xingar e desqualificar» ministros do Supremo Tribunal Federal. Segundo este integrante do governo, apesar das divergências com a Corte não há como o governo apoiar Silveira. Investiga-se Daniel Silveira em a investigação de os atos antidemocráticos que apura a organização e execução de manifestações com ataques a o Legislativo e a o Judiciário, que apura a organização e execução de manifestações com ataques ao Legislativo e ao Judiciário, e também na investigação das fake news, que apura ataques aos ministros da corte.

Na quinta-feira 04 de fevereiro ministros do Supremo Tribunal Federal escutados em personalidade reservada pelo GLOBO faziam uma avaliação negativa sobre a eventual indicação da deputada Bia Kicis para presidir a Comissão de Constituição de Justiça da Câmara. A possível escolha da parlamentar era vista no Supremo como uma afronta à Corte, já que ela participou de manifestações que p pediamo fencerramentodo tribunal e defendeu, em discurso, intervenção militar — o que a afrontavaa Constituição Federal.

Antes de determinar a prisão, Moraes consultou alguns ministros, de quem obteve suporte para colocar a medida em prática. Luiz Fux foi um dos que consentiram com a ideia de Moraes. Luiz Fux é o presidente da Corte. que consentiram com a ideia de Moraes. Portanto, a expectativa já era de que o plenário conservasse válida a ordem de prisão. Se determinou a medida porque o parlamentar publicou um vídeo com ataques a os ministros de o Supremo. Em um dos trechos mais agressivos, ele declara que gostaria de ver ministros da Corte “na rua levando uma surra”.

— Por várias e várias vezes, já te imaginei levando uma surra. Quantas vezes eu imaginei você e todos os integrantes dessa corte aí. Quantas vezes eu imaginei você na rua levando uma surra. O que você falará? Que eu tô fomentando a violência? Não, só imaginei. Ainda assim não seria crime, você sabe que não seria crime, ainda que eu premeditasse. Você é um jurista pífio, mas sabe que esse mínimo é previsível. Então qualquer cidadão que conjecturar uma surra bem dada nessa sua cara com um gato morto até ele miar, de preferência após a refeição, não é crime — alegou Silveira.

Ao votar em plenário, Moraes defendeu a manutenção da prisão em flagrante ordenada contra Silveira. O ministro considerou “gravíssima” o comportamento do parlamentar.

— As suas declarações , a sua incitação à violência não se dconduziuasomentea diversos ministros da Corte, ofendidos pelas mais abjetas declarações, mas bastante mais do que isso: suas manifestações conduziam-se a corroer a estrutura do regime democrático e do Estado de Direito, fazendo apologia à ditadura, ao AI-5, pleiteando o fencerramentodo STF, iimpelindoa violência física, nos limites inclusive da morte de ministros, porque não cconsentecom posicionamentos — ddeclarou aadicionando

— Bastante mais do que crimes contra a honra praticados contra ministros do STF e a instituição, bastante mais do que injúrias pesadas, aqui as manifestações tinham o mesmo intuito de corroer o sistema democrático brasileiro, de abalar o regime jurídico do Estado Democrático de Direito de Brasil.

O ministro recordou a vida pregressa recente de Silveira. Mencionou que, em 2019, o parlamentar quebrou a placa feita pela prefeitura do Rio de Janeiro em homenagem à vereadora Marielle Franco, que havia sido assassinada meses antes. Ele também entrou à força do colégio cde CariacicaPedro II para ddelataroassupostauutilizaçãode material de conotação política em ambiente escolar. O deputado só deixou o local quando a escola chamou a Polícia Federal.

Em outra ocasião, se rejeitou a utilizar máscara de proteção individual em uma aeronave durante a pandemia do coronavírus. A PF foi acionada e o o aviãozinho precisou pousar para o parlamentar ser retirado. Quando foi preso, moraes evidenciou também que na terça-feira, Silveira voltou a se rejeitar a usar máscara no Instituto Médico Legal e desacatou a de Polinesia Francesade Polinesia Francesa que pediu que ele realizasse o procedimento.

Faz 1 dia, em a resolução Moraes escreveu que » os comportamentos criminosos de o parlamentar configuram flagrante transgressão, pois uma vez que o referido vídeo permanece disponível e acessível a todos os usuários da rede global de computadores, verifica-se, de forma clara e evidente, a perpetuação das transgressões acima indicados sendo que até o momento, somente em um canal que fora disponibilizado, o vídeo já conta com mais de 55 mil acessos”.

– É uma prisão ilegal ao meu compreender, um capítulo nefasto na história brasileira e no nosso ordenamento jurídico. Espero que dentro de poucas horas a Câmara dos Deputados reveja a resolução. Está instituindo um precedente arriscado – declarou Rios, evidenciando que descarta um habeas corpus no momento.Faz 3 anos, Villas Bôas fez uma manifestação em as redes sociais antes de o julgamento de um habeas corpus de o ex-presidente Lula em o STF mencionando que o Exército tinha » repúdio em a impunidade «, o que foi visto como uma pressão em os ministros.Em um livro recém-lançado, o ex-comandante relatou que a manifestação foidebatidaa com o Alto Comando do Exército antes de ser publicada naquela ocasião. Faz 1 dia, Fachin classificou a manifestação de Villas Bôas de » insuportável e inadmissível » pressão de as Forças Armadas em o Judiciário, em nota divulgada ontem. Daniel Silveira, no vídeo, provoca Fachin a «prender» o general.

— Ministro, eu desejo que você saiba que você está entrando numa queda de braço que você não pode vencer. Não adianta você tentar me calar. Faz 1 mês, eu já fui preso em a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro — declarou, em recado a Moraes.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Por unanimidade, STF conserva prisão do deputado bolsonarista Daniel Silveira
>>>>>Auxiliares de Bolsonaro defendem que governo não se envolva em caso de deputado preso – February 17, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Réus na Lava-Jato, novos aliados de Bolsonaro aumentam influência no governo – (Extraoglobo-pt)
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>>>>>>>>>Próximos passos: Câmara deve analisar prisão de Daniel Silveira, após decisão do STF – (Extraoglobo-pt)

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