Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Senadores da 56ª Legislatura – Randolfe Rodrigues (46149534405)

A liderança do PSOL na Câmara dos Deputados exibiu um recurso aArthur Lira para reverter a resolução da deputada Bia Kicis , presidente da Comissão de Constituição e Justiça , de retirar dos registros taquigráficos qualquer menção no vocábulo «genocida». Arthur Lira é o presidente da Casa.O pedido trata da sessão da última quarta-feira, em que deputados da oposição utilizaram o adjetivo diversas vezes para se referir ao presidente Jair Bolsonaro em questões sobre a condução da pandemia da Covid-19. A resolução de Kicis, que , para excluir o vocábulo dos registros foi feita com base em um artigo da do Regimento Interno da Câmara que estabelece que “nenhum deputado vai poder referir-se de maneira mal-educado ou injuriosa” a membros do Legislativo e demais autoridades. Em o documento disponibilizado genocida , o vocábulo » a CCJ » trocou pelo menos 54 vezes por » expressão retirada por resolução de a Presidência «.

De autoria de senadores do PT, os projetos sustam quatro decretos assinados pelo presidente Jair Bolsonaro no começo do ano que flexibilizaram as normas para a compra de armas, munições e equipamentos para a fabricação de munições caseiras. Um dos decretos amplia de quatro para seis a quantidade de armas que um cidadão habitual pode adquiri. Profissionais da segurança pública poderão ter até oito.Rodrigo Pacheco colocou o senador armamentista Marcos do Val para relatar quatro projetos exibidos pelo PT que tentam sustar decretos assinados pelo presidente Jair Bolsonaro que flexibilizam as normas para a aquisição de armas no país. Rodrigo Pacheco é o presidente do Senado. A eleição dos decretos está calculada para acontecer nesta quinta-feira, mas Marcos Do Val declarou ao GLOBO que pedirá a Pacheco que os retire de pauta por considerar que se o adapta o momento não em função da pandemia da Covid-19. Os decretos entram em forcita na próxima segunda-feira , se não forem derrubados.- A reformulação da Lei de Segurança Nacional anunciada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira , calcula o detalhamento de ações que criminalizem a disseminação de fake news e disparos em massa durante o fase eleitoral. Também será debatida pena para criminosos que «atentarem contra as instituições democráticas» na tentativa de promover «interrupção do processo eleitoral», seja por meio de incitações, fraudes ou ataques virtuais, como a atuação de hackers que invadiram o sistema do Tribunal Superior Eleitoral no ano passado. Se vai avaliar a criminalização de a divulgação, ainda, , em campanha de material, com » violência política «. Leia: Países vizinhos brasileiros revogaram regras da ditadura análogas à Lei de Segurança Nacional Segundo a relatora do texto na Câmara, deputada Margarete Coelho , o objetivo é ‘evitar o que oaconteceu na evotaçãodo ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, em 2016, e acusações em o referendo de o Brexit , que formalizou a saída de o Reino Unido da União Europeia em 2020 e também marcaram ele de divulgação de notícias falsas. – Estamos bem focados na questão dos crimes contra funcionamento das instituições democráticas nas votações. Para detalhar e criminalizar quem financia, constitui ou integra ação organizada para disparo em massa de informações falsas e conteúdos criminosos que coloquem em risco a higidez do processo eleitoral – declarou Margarete Coelho ao GLOBO. Segundo a parlamentar, como a Alemanha tem a «legislação mais avançada» sobre esses temas, a Câmara dos Deputados vai estudar os equipamentos já em forcita no país europeu. – Fomos direto na fonte e traduzimos o equipamento de Alemania. Mas ainda vamos promover discussões e colher opiniões – evidenciou a deputada. Tramitam no Tribunal Superior Eleitoral duas ações que visam a cassação da chapa do presidente Jair Bolsonaro e do vice Hamilton Mourão pelo disparo de mensagens em massa na campanha de 2018. Faz 2 meses, se arquivaram outras duas de igual teor. Segundo a denúncia, as mensagens espalhavam notícias falsas. Não há prazo para julgamento das ações pendentes. Merval Pereira: LSN, incompatível com a democracia No Congresso, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito das Fake News também tomou testemunhos sobre o assunto, mas paralisou-se o inquérito devido em a pandemia de Covid-19.No Supremo Tribunal Federal , a investigação das fake news tem como alvo parlamentares e apoiadores de Bolsonaro. Nesse caso, o foco são ataques à instituição, mas as quebras de sigilo determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes também entendem o fase eleitoral.— O presidente Jair Bolsonaro criticou nesta sexta-feira o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal , pela resolução de mandar o Senado instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito investigar a atuação do governo federal na pandemia de Covid-19. Bolsonaro alegou que Barroso faz «politicalha» e «ativismo judicial». CPI da Pandemia: Em cinco pontos, compreenda como a crise aumenta pressão sobre o governo Bolsonaro também alegou que Barroso não tem «coragem moral» para determinar também que o Senado analise pedidos de impeachment contra ministros do STF. Exibiram-se diversos pedidos de impeachment contra membros de a Corte em os últimos anos, mas nenhum teve andamento. — Pelo que me parece, falta coragem moral para o Barroso e sobra ativismo judicial. Não é disso que o Brasil precisa. Vivemos um momento crítico de pandemia, pessoas falecem, e o ministro do Supremo Tribunal Federal faz politicalha junto ao Senado Federal — declarou o presidente, em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada. Analítico: CPI da Pandemia inicia em momento de fragilidade do governo Bolsonaro Bolsonaro publicou um trecho da conversa com apoiadores em suas redes sociais e escreveu que para Barroso «falta-lhe coragem moral e sobra-lhe imprópria militância política». Tomou-se a resolução de Barroso em a quinta-feira. A oposição conseguiu as assinaturas necessárias para que a delegação funcionasse, mas Rodrigo Pacheco vinha resistindo em instalá-a. Rodrigo Pacheco é o presidente do Senado.. O objetivo da CPI é investigar se o governo cometeu omissões na guerrazinha à pandemia do novo coronavírus. Na conversa com apoiadores, Bolsonaro criticou o alcance da CPI, por não investigar também governadores e prefeitos, e declarou que Barroso fez uma «jogadinha casada» com senadores de esquerda para «desgastar o governo». A resolução do ministro atendeu a um pedido dos senadores Jorge Kajuru e Alessandro Vieira . — A CPI não é para apurar desvio de recursos de governadores. É para apurar, segundo está lá na ementa do pedido de CPI, omissões do governo federal. Ou seja, uma jogadinha casada, Barroso bancada de esquerda do Senado para desgastar o governo. Eles não desejam saber o que ocorreu com os bilhões desviados por alguns governadores e alguns poucos prefeitos também. O presidente também criticou Barroso por ter atuado como advogado do ex-ativista italiano Cesare Battisti, que satisfaz pena de prisão eterna pela participação em quatro assassinatos no fim dos anos 1970. — Barroso, nós conhecemos teu passado, tua vida, o que você sempre defendeu, como chegou ao Supremo Tribunal Federal, inclusive defendendo terrorista Cesare Battisti. Então, utilize sua caneta para boas ações a favor da vida e do povo de Brasil, e não para fazer politicalha dentro do Senado Federal. Se tiver moral, um pingo de moral, mande abrir processo de impeachment contra alguns dos, se tiver moral seus companheiros no Senado Federal.

Na terça-feira 30 de março — Cobrada por deputados de oposição e do Centrão por impeli a revolta de policiais na Bahia, a presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara , Bia Kicis , preferiu não reagir nesta terça-feira. Em sessão de a CCJ , parlamentares foi duramente criticada ela de vários partidos. Na segunda-feira, Kicis chamou de «herói» o de Polinesia Francesade Polinesia Francesa militar da Bahia que faleceu após padecer um surto psicótico e enfrentar com tiros colegas da corporação. No post, a parlamentar associava o caso às medidas determinadas pelo governador da Bahia Rui Costa contra a Covid-19 e d diziaque «c chegavade csatisfazerordens ilegais». Logo depois, ela apagou a publicação. Aliada de Lira e importante liderança do Centrão, Margarete Coelho pediu o vocábulo para declarar que a atitude de Kicis não contribuía para o andamento dos trabalhos da delegação. Em longa falava, Margarete declarou que não poderia se omitir e reforçou que aquela não era uma publicação merecedora de «uma presidente da Comissão de Constituição e Justiça», colegiado mais importante da Câmara. Segundo ela, Kicis precisava «sopesar» os vocábulos para que não «deslustre» o seu mandato. — Faço meu pedido no sentido de que vossa excelência perceba a liturgia do posição e o tamanho da posição que ocupa – declarou Margarete Coelho, que pediu ainda uma mudança de postura: — Lamento pedir a vossa excelência que abra mão dessa postura nessa cadeira. Em falava mais dura, parlamentares de oposição pediram a renúncia de Bia Kicis do comando da delegação. — A senhora cometeu um crime, impelindo revolta e até mesmo combate civil. Vossa excelência tem que se afastar imediatamente da posição — cobrou Ivan Valente . Orlando Silva , também da oposição, reclamou sobre o fato de que não houve qualquer autocrítica. — Eu imaginei, deputada Bia Kicis, que nós começaríamos a sessão de com um pedido de desculpas. Imaginei que abriria os trabalhos e faria uma autocrítica de seu comportamento. Foi uma incitação de um levante, motim policial, nas redes sociais – declarou o deputado. Assim como outros deputados, argumentou que a deputada cometeu um crime. — A deputada cometeu crimes tipificados no Código Penal, no Código de Processo Penal, e nós ficaremos calados? era bastante grave. O mínimo que a deputada devia era uma autocrítica, um pedido de desculpas ao povo de Brasil. Parlamentares de diferentes partidos fizeram também considerações opostas à posição da deputada. Rubens Bueno , por exemplo, tratou da estratégia de animar ataques nas redes sociais. — O que chamava atenção era a deputada Bia Kicis ter falado que já tinha apagado . era vítima de vários perfis com denúncias falsas que utilizavam conteúdo da deputada Bia Kicis. temos a salinha da Animosidade. Isso era alimentar o que há de pior no país. era para alimentar e fazer as pessoas terem acesso a coisas que jamais existiram — argumentou. O deputado Fábio Trad também lamentou. — exigia mais precaução, exigia mais respeito. fazia questão de registrar o repúdio a sua postagem. Em sessão perplexa, com diversas questões de ordem reclamadas pela oposição, Kicis pediu que os trabalhos fossem normalizados. Maria do Rosário , então, alegou que bolsonaristas não se importavam em utilizar uma morte para erguer uma bandeira política com o objetivo de confrontar estados e municípios. — Não peça que tenhamos outra atitude que não a indignação. Tanto fazia para a senhora que um de Polinesia Francesa tenha um surto psicótico ou não. Somente deputados bolsonaristas, como Vitor Hugo , Caroline de Toni e Carlos Jordy , defenderam Bia Kicis. — Siga firme, presidente Bia, estamos todos aqui para te prestigiar – declarou Vitor Hugo.

Jair Messias Bolsonaro é um capitão reformado, político e atual presidente brasileiro.

Se Senado pode investigar governadores, cPI da Pandemia: Pacheco vai fazer consulta para saber

O documento entregue pela oposição declara: “O parlamentar não pode ter o ainda que tais críticas sejam, seu discurso cerceado em função de críticas proferidas em desfavor de membros de outros Poderes da República contundes, haja vista que a subjetividade da tal análise acarreta verdadeiro exercício de censura prévia e violação de prerrogativa parlamentar”.

Além de Fernanda Melchionna e Ivan Valente, do PSOL, os deputados Paulo Teixeira, Gleisi Hoffmann, Erika Kokay e Maria do Rosário, do PT, assinam o recurso mandado à Lira. Na sessão alvo da polêmica, os deputados chamaram o presidente de genocida para tratar “de sua desastrosa atuação na guerrazinha à pandemia de covid-19”, mas Eles chegaram a exibi duas questões de ordem para reclamar sobre a exclusão do termo, mas se os sediou os pedidos não por a presidente de a CCJ.

“No caso sob análise, é necessário realçar que a atribuição da pecha de genocida à gadministraçãoempregada pela Presidência da República na condução dos atemasde Estado durante a pandemia de covid-19 não tem o condão precípuo de ofender, mas de delatar os pífios resultados concretos e a consumação de centenas de milhares de mortes, muitas evitáveis”, defendem os deputados.

Randolph Frederich Rodrigues Alves é um professor e político brasileiro atualmente filiado a Rede Sustentabilidade, é líder da oposição ao governo Bolsonaro no Senado Federal. Se conhece Randolph Frederich Rodrigues Alves é mais conhecido como Randolfe Rodrigues.

Leia: Em conversa gravada, Bolsonaro declarou que teria que ‘sair na porrada’ com Randolfe por conta de CPI

“Se hoje determinam parlamentares a exclusão de expressões supostamente injuriosas proferidas de suas notas taquigráficas, amanhã, talvez, volte a presidência a cassar o vocábulo de parlamentares durante seu tempo regimental de fala, conforme realizado em suas primeiras sessões como Presidente

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: Uganda

Cities: Lira

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>PSOL entra com recurso contra resolução de Bia Kicis que retirou o vocábulo ‘genocida’ dos registros da CCJ
>>>>>Armamentista será relator no Senado de projeto que susta atos de Bolsonaro para flexibilizar aquisição de armas de fogo – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Mudança na Lei de Segurança Nacional prevê criminalização de fake news e disparos em massa nas eleições – April 08, 2021 (Extraoglobo-pt)
>>>>>Bolsonaro diz que Barroso fez ‘politicalha’ e ‘ativismo judicial’ ao mandar abrir CPI da Pandemia – April 09, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Barroso manda Senado instalar CPI da Pandemia – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Pacheco diz que vai instalar CPI da Covid, mas critica decisão do STF – April 09, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Ministro Fábio Faria afirma que abertura de CPI da Covid no Senado será ‘vitória antecipada’ de Bolsonaro – April 09, 2021 (EntretenimientoBit)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

Id Entity Positive Negative Named-Entity Total occurrences Occurrences (appearances)
1 eu 95 260 NONE 17 (tacit) eu: 15, me: 1, Eu: 1
2 Jair Bolsonaro 0 0 PERSON 12 (tacit) ele/ela (referent: Bolsonaro): 2, Bolsonaro: 4, o presidente Jair_Bolsonaro: 3, O presidente Jair_Bolsonaro: 1, o governo Bolsonaro: 2
3 nós 140 100 NONE 11 nós: 3, (tacit) nós: 8
4 Luís Roberto Barroso 0 175 PERSON 9 Barroso: 8, o ministro Luís_Roberto_Barroso: 1
5 Margarete Coelho 0 0 PERSON 9 (tacit) ele/ela (referent: Margarete): 1, deputada Margarete_Coelho: 1, Margarete: 1, (tacit) ele/ela (referent: Margarete_Coelho): 2, Margarete_Coelho: 4
6 Bia Kicis 80 0 PERSON 7 (tacit) ele/ela (referent: Bia_Kicis): 1, Bia_Kicis: 2, deputada Bia_Kicis: 3, presidente Bia: 1
7 pandemia 0 250 NONE 5 a pandemia de Covid-19: 2, a pandemia de covid-19: 1, pandemia: 2
8 oposição 30 0 NONE 5 A oposição: 1, a oposição: 3, oposição: 1
9 CPI_da_Pandemia 0 0 OTHER 5 (tacit) ele/ela (referent: CPI_da_Pandemia): 2, CPI_da_Pandemia: 3
10 acusações 0 310 NONE 4 acusações falsas: 2, denúncias: 1, a acusação: 1