Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Eduardo Pazuello

– Antes mesmo do término do testemunho, Renan Calheiros alegou nesta terça-feira que o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta traz informações pertinentes para clarear o que aconteceu no começo da pandemia do novo coronavírus no Brasil. Renan Calheiros é o relator da CPI da Covid. Para Renan, o testemunho mostra que o presidente Jair Bolsonaro «divergiu das orientações científicas, no isolamento e na cloroquina». Pazuello: Ex-ministro comunica a senadores que não pode depor presencialmente na CPI Entre os principais pontos da oitiva, Renan realça a chance de ter acontecido um «aconselhamento paralelo» ao presidente Jair Bolsonaro; a adoção da cloroquina para tratamento do novo coronavírus «ao calafrio» do Ministério da Saúde; a participação do vereador Carlos Bolsonaro em reuniões ministeriais, o que gera dúvidas sobre a sua influência nas ações; e o alerta sobre o Brasil poder chegar a 180 mil mortes até o final de 2020 – número que acabou sendo superado. — Foi um testemunho importante, na minha opinião, para clarear exatamente o que aconteceu naquele momento inicial da pandemia – declarou Renan – Também é pertinente a informação de que Mandetta viu um decreto para mudar a bula e recomendar a cloroquina — adicionou. Durante testemunho, o ex-ministro declarou que viu uma minuta de documento da Presidência da República para que a cloroquina tivesse na bula a indicação para Covid-19. Segundo Mandetta, o próprio diretor-geral da Agência Nacional de Vigilância Sanitária discordou dessa medida Vídeos: Pazuello demostrou tensão durante treino do Planalto para ir à CPI da Covid Sobre a pchancede Eduardo Pazuello aprotelaro dtestemunho pcalculadopara amanhã, por suspeita de Covid-19, Renan ddeclarouque fica «até contente» por mais um integrante do governo «ficar pinquietadocom isolamento, distanciamento, ao contrário de ccondutasrecentes»: — A CPI tem gerado uma mudança elogiável noacconduta na condução de vacinas, na negociação de insumos e até mesmo no adesamparodo negacionismo.

Ao lado de Randolfe e Renan, o senador Alessandro Vieira também conseguiu aprovar requerimentos relacionados à disseminação de fake news sobre a denfermidade Os parlamentares pediram o compartilhamento de dados obtidos na CPMI das Fake News e apurações do Superior Tribunal Federal sobre o assunto que poderão ser usadas para compreender a comunicação do governo.Essa é a principal aposta do Planalto para desviar o foco do Executivo federal na CPI, mas o assunto tem tido pouco destaque entre a maioria das solicitações aprovadas que tratam exclusivamente do governo federal. Marcos Rogério conseguiu aprovar sete requerimentos, sendo o principal deles o que pede a todos os governadores e prefeitos das capitais que mandem informações sobre a aplicação dos recursos federais mandados, com as notas de persistência, ordens bancárias, notas fiscais, extratos bancários e processos administrativos de despesa. Marcos Rogério é outro aliado do Planalto na delegação.- Os testemunhos dos ex-ministros do Saúde Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, hoje na CPI da Covid, devem ser marcados pela tentativa de senadores independentes e de oposição de assinalar erros do presidente Jair Bolsonaro. Governistas, por sua vez, vão buscar imputar a Mandetta, que tem atuação crítica a Bolsonaro, equívocos da atuação do Executivo federal no começo da pandemia. CPI da Covid: Senadores articulam convocação do ministro da Justiça para explicar críticas à cdelegaçãoO Palácio do Planalto qdesejaaproveitar este primeiro dia de dtestemunhospara tentar dreduzio iefeitodas cobranças sobre a gadministraçãode Eduardo Pazuello, que será oescutadoamanhã. A estratégia é que senadores governistas critiquem Mandetta, por exemplo, pela orientação inicial de que as pessoas não procurassem imediatamente um médico ao sentir os primeiros sintomas de Covid-19. Se o vai questionar também sobre o plano de logística para atender estados e municípios com remédios e respiradores, e acordos para comprar vacinas. Leia a matéria na íntegra no site do O Globo.- Após declarações polêmicas contra a China, o grupo de oposição e independentes da CPI da Covid tem que insistir na convocação do ministro Paulo Guedes nos debates da próxima semana. Na mira do grupo dos críticos ao governo Jair Bolsonaro também está a secretária especial de Assuntos Parlamentares do Palácio do Planalto, Thaís Amaral Moura, e a ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, culpado pela área da articulação política. Os requerimentos contam com suporte do vice-presidente da delegação, Randolfe Rodrigues , e do relator, Renan Calheiros , mas dependem do aval da maioria dos membros para serem aprovados. Leia: Lira prova insatisfação com Bia Kicis no comando da CCJ e articula para acelerar eleições Inicialmente, Renan resistia à ideia de cconvidarGuedes, com quem tem certa proximidade. Agora, no entanto, ele admite a chance. Sem saber que estava sendo gravado, o ministro da Economia declarou, na última terça-feira, que os chineses «inventaram» o coronavírus, e que a vacina do país para impedir a progressão da enfermidade é «menos efetiva» do que o imunizante da Pfizer, dos Estados Unidos. — Estamos nos preparando, dedicados às próximas semanas. Têm muitas sugestões de nomes. Uma delas é o próprio Paulo Guedes, que deu declarações desastrosas. E outra é a Thais Amaral. E vem o Fabio , ex-secretário de Comunicação da Presidência. O Fabio vai ser chamado — disse Renan ao GLOBO. Faz 1 dia, em o plano de trabalho exibido por Renan, o relator conservou trecho que calcula a apuração que envolve a área econômica, mencionando » ações de conservação de emprego e renda «. Conforme revelou o GLOBO, registros eletrônicos de requerimentos exibidos na CPI por senadores aliados do governo mencionam que o Planalto produziu o pedido de convocação de cinco experts associados à defesa do tratamento precoce ou a críticas ao lockdown. Informações dos arquivos assinalam que em sete arquivos protocolados pelos parlamentares Ciro Nogueira e Jorginho Mello constam o nome de Thaís Amaral. Vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues declarou que pretende exibi requerimentos para escutar Thaís Amaral, mas considera ainda mais importante a oitiva com Flávia Arruda responsável pela Secretaria. Flávia Arruda é a ministra da Secretaria de Governo. Além delas, Randolfe tem intenção de convidar Paulo Guedes e o ministro Luiz Eduardo Ramos , que também cuida da articulação política. — Desejo convidar Thaís Amaral o general Ramos Thaís Amaral é a secretária de articulação política., e o ministro Guedes. Eles estão dentro do alcance dos que podem ser convidados — declarou Randolfe ao GLOBO. Veja também: Chamado de ‘ingrato’, Pacheco telefona para Flávio Bolsonaro e busca reaproximação Para Randolfe, Flávia Arruda foi culpado pelo o que chamou de «lambança», em referência aos requerimentos com a digital do Planalto. — Talvez seja melhor, ao invés de falar com o mensageiro, falar com quem mandou a mensagem. Declare aí, ministra, por que a senhora acha importante escutar o ‘Zé Cloroquina’. E ela explica. Falaremos direto com a fonte. Pondero exibi esses requerimentos na semana que vem — alegou. De acordo com relatos ao GLOBO, o grupo de independentes e da oposição, apelidado de G7, ficou aborrecido com a informação de que o senador Ciro Nogueira, aliado do Planalto, declarou que a CPI «não dará em nada para Bolsonaro». Por isso, desejam marcar posição.

Na sexta-feira 16 de abril — Com a ressalva de que ainda não foi formalmente selecionado relator da CPI da Pandemia, o senador Renan Calheiros , assinalado como favorito para o posto, alegou ao GLOBO que o presidente Jair Bolsonaro «errou» e se «omitiu» na condução da pandemia e evidenciou que a delegação poderia pedir a quebra de sigilo telefônico dos investigados. Renan realçava, no entanto, que a crítica ao governo era uma avaliação dele próprio e que o trabalho da CPI seria técnico e apartidário. Qual a sua avaliação do governo do presidente Jair Bolsonaro no enfrentamento à pandemia? Minha opinião era que a administração do Bolsonaro foi abominável no enfrentamento à pandemia. Ele complicou tudo. Complicou porque errou, se omitiu e diminuiu a enfermidade. Prescreveu medicamentos sem comprovação científica, animou aglomeração, não utilizou máscara. Priorizou o tratamento preventivo. era um somatório. estávamo pagando esse custo em mortes. Mas isso era só uma avaliação pessoal. defendia uma CPI técnica, que arregimente boas cabeças da Polícia Federal, do Ministério Público Federal e do Tribunal de Contas da União. defenderia um inquérito rigorosamente técnico, sem partidarismo e sem alvos pré-determinados. Qual o papel da CPI? Que instrumentos pretendia utilizar? O papel da CPI era propor uma revisão dos procedimentos para aliviar o horror que estávamo vivendo no país. A CPI tem poderes constitucionais para investigar. E, a partir daí, convidar pessoas, fazer oitivas, ter acesso a informações, quebrar sigilos telefônicos, todos os sigilos. temos livro que sistematizava todas as resoluções de CPI tomadas pelo STF. Ressalto que ainda não fui selecionado relator e nem priorizo isso. Isso só vai se definir quando a CPI for instalada. O presidente da delegação mencionava o relator mediante conversa com demais integrantes. consentiria com qualquer nome do grupo. Não preciso ser relator para cooperar no inquérito. faria o meu melhor como integrante. Leia a íntegra da entrevista exclusiva para assinantes

Eduardo Pazuello Gcma é um general de divisão do Exército Brasileiro.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Renan declara que testemunho de Mandetta na CPI da Covid mostra que Bolsonaro divergiu das orientações científicas
>>>>>CPI da Covid: conheça os principais pedidos aprovados na primeira semana da comissão – April 30, 2021 (EntretenimientoBit)
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>>>>>CPI da Covid: oposição deve insistir na convocação de Guedes e assessora do Planalto responsável por requerimentos – (Extraoglobo-pt)

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