Por: SentiLecto

O ex-ministro da Saúde Nelson Teich alegou em testemunho à CPI da Covid, na manhã desta quarta-feira, que era contra a distribuição de cloroquina. Ainda que se tivesse, teich declarou sabido «não deixaria». O GLOBO revelou na semana passada que o governo orientou e distribuiu o chamado «kit Covid» a esses povos na Amazônia.

— A CPI da Covid vai escutar nesta quarta-feira o ex-ministro da Saúde Nelson Teich. A oposição questionará Teich para saber se o governo do presidente Jair Bolsonaro o pressionou para que o Ministério da Saúde passasse a recomendar a utilização ampliada da cloroquina e hidroxicloroquina, como prevenção para a covid-19. Nesta segunda, o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta declarou na delegação que viu uma minuta para modificar a bula da cloroquina para incluir a indicação para Covid-19. Faz 1 ano, em entrevista a o GLOBO o ex-ministro já admitiu que sua saída se deve em a pressão por o uso de remédios sem embasamento científico.Teich também reconheceu que faltava “planejamento, estratégia, liderança, coordenação e informação” no Planalto para lidar com a pandemia. Os senadores que se opõem ao Palácio do Planalto pretendem buscar o assunto para extrair mais informações e complementar o que Mandetta já declarou ele. — Foi um gatilho que me fez enxergar que eu não teria autonomia e legitimidade para fazer as mudanças que precisavam ser feitas. Eu poderia ter pegado carona com o Conselho Federal de Medicina , mas como aprovarei um medicamento que não funciona? Se meu lado técnico, que era um dos se o respeita meus pontos fortes, não , decidi que não havia como continuar — declarou Teich ao GLOBO no fim do ano passado. CPI da Covid:Randolfe e Renan desejam convidar Paulo Guedes Primeiro ex-ministro da Saúde escutado pela CPI da Covid, Luiz Henrique Mandetta declarou que viu uma minuta de documento da Presidência da República para que a cloroquina tivesse na bula a indicação para Covid-19 e que o presidente Jair Bolsonaro parecia escutar «outras fontes» que não o Ministério da Saúde. Segundo Mandetta, o próprio diretor-geral da Agência Nacional de Vigilância Sanitária discordou dessa medida, e o ministro «Jorge Ramos» diminuiu a questão, declarando que era somente uma sugestão. Procurado, Mandetta elucidou que se referiu a Jorge Oliveira, então ministro da Secretaria-Geral e hoje ministro do Tribunal de Contas da União . — O ministro da Saúde é um ministro que é convidado pelo presidente para conversar, prestar suas explicações. Estive dentro do Palácio do Planalto quando fui informado que era para subir, porque tinha uma reunião de vários ministros e médicos que iam sugeri esse negócio cloroquina, que eu jamais havia conhecido. Ele [Bolsonaro] tinha uma assessoramento paralelo. Nesse dia, havia na mesa um papel não timbrado de um decreto presidencial para que fosse proposto daquela reunião que se mudasse a bula da cloroquina na Anvisa, colocando na bula a indicação de cloroquina para coronavírus — declarou Mandetta. Questionado novamente sobre a tentativa de modificar a bula da cloroquina, o ex-ministro alegou que a reunião em que viu a minuta ocorreu cerca de dez dias antes de ser demitido. Se o questionou também por o relator de a CPI, Renan Calheiros se a ordem para o laboratório de o Exército ampliar a produção de cloroquina tinha partido de o Ministério da Saúde, e Mandetta declarou que não. Agendado para falar à Comissão Parlamentar de Inquérito a partir da manhã desta quarta-feira, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello comunicou que não vcomparecerápresencialmente ao Senado. Em profissão, Pazuello alegou que teve contato com pessoas contagiadas pela Covid-19 e, por isso, não poderia ir presencialmente ao Senado esta semana. Ele propôs como opção conservar a data da sessão, mas em formato remoto, o que não foi aceito pelos membros do colegiado. O presidente da delegação, senador Omar Aziz , marcou novo testemunho para daqui a 15 dias. Desta forma, tem que ficar para o dia 19 de maio. Como mostrou O GLOBO nesta terça, o militar participou de um treinamento com assessores palatinos que Pazuello está «bastante nervoso». O temperamento explosivo do general é uma das principais preocupações de integrantes do governo. Para evitar uma conduta hostil no Senado, Pazuello assistiu a uma série de vídeos de momentos em que provou contrariedade em público durante entrevistas coletivas e em audiências no Congresso. A preparação do ex-ministro da Saúde durou cerca de seis horas, das 14h às 20h, e envolveu também uma simulação de confronto com parlamentares, com questões espinhosas.— A CPI da Covid receberá em instantes o ex-ministro da Saúde Nelson Teich para falar de sua curta administração à frente da pasta, onde ficou por asomente29 dias. Teich deve ser questionado nesta quarta-feira se houve pressão do governo do presidente Jair Bolsonaro para que, sob seu comando, o ministério passasse a recomendar a utilização ampliada da cloroquina e hidroxicloroquina, como prevenção para a Covid-19. Faz 1 ano, em entrevista a o GLOBO Teich já admitiu que sua saída se deu em razão de a pressão por o uso de remédios sem embasamento científico. Teich também reconheceu que faltava “planejamento, estratégia, liderança, coordenação e informação” no Planalto para lidar com a pandemia. Os senadores que se opõem ao Palácio do Planalto pretendem buscar o assunto para extrair mais informações e complementar o que já declarou o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta de Teich , o antecessor que em esta terça-feira declarou em a delegação que viu uma minuta para modificar a bula de a cloroquina para incluir a indicação para Covid-19.Segundo Mandetta, o próprio diretor-geral da Agência Nacional de Vigilância Sanitária discordou dessa medida, e o ministro «Jorge Ramos» diminuiu a questão, declarando que era somente Com Teich, o esquema de questões e respostas segue o mesmo modelo do testemunho de Mandetta. Cada um dos 18 senadores terá o direito a cinco minutos para formular os questionamentos, mesmo tempo dado ao depoente para responder. Outros três minutos para as réplicas e mais três minutos para as tréplicas estão calculados. Agendado para falar à Comissão Parlamentar de Inquérito a partir da manhã desta quarta-feira, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello comunicou que não vcomparecerápresencialmente ao Senado. Em profissão, Pazuello alegou que teve contato com pessoas contagiadas pela Covid-19 e, por isso, não poderia ir presencialmente ao Senado esta semana. Ele propôs como opção conservar a data da sessão, mas em formato remoto, o que não foi aceito pelos membros do colegiado. O presidente da delegação, senador Omar Aziz , marcou novo testemunho para daqui a 15 dias. Desta forma, tem que ficar para o dia 19 de maio. Como mostrou O GLOBO nesta terça, o militar participou de um treinamento com assessores palatinos que Pazuello está «bastante nervoso». O temperamento explosivo do general é uma das principais preocupações de integrantes do governo. Para evitar uma conduta hostil no Senado, Pazuello assistiu a uma série de vídeos de momentos em que provou contrariedade em público durante entrevistas coletivas e em audiências no Congresso. A preparação do ex-ministro da Saúde durou cerca de seis horas, das 14h às 20h, e envolveu também uma simulação de confronto com parlamentares, com questões espinhosas.— A CPI da Covid receberá em instantes o ex-ministro da Saúde Nelson Teich para falar de sua curta administração à frente da pasta, onde ficou por asomente29 dias. Teich deve ser questionado nesta quarta-feira se houve pressão do governo do presidente Jair Bolsonaro para que, sob seu comando, o ministério passasse a recomendar a utilização ampliada da cloroquina e hidroxicloroquina, como prevenção para a Covid-19. Faz 1 ano, em entrevista a o GLOBO Teich já admitiu que sua saída se deu em razão de a pressão por o uso de remédios sem embasamento científico. Teich também reconheceu que faltava “planejamento, estratégia, liderança, coordenação e informação” no Planalto para lidar com a pandemia. Os senadores que se opõem ao Palácio do Planalto pretendem buscar o assunto para extrair mais informações e complementar o que já declarou o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta de Teich , o antecessor que em esta terça-feira declarou em a delegação que viu uma minuta para modificar a bula de a cloroquina para incluir a indicação para Covid-19.ASSISTA À SESSÃO DA CPI DA COVID ABAIXO: Segundo Mandetta, o próprio diretor-geral da Agência Nacional de Vigilância Sanitária discordou dessa medida, e o ministro «Jorge Ramos» diminuiu a questão, declarando que era somente Com Teich, o esquema de questões e respostas segue o mesmo modelo do testemunho de Mandetta. Cada um dos 18 senadores terá o direito a cinco minutos para formular os questionamentos, mesmo tempo dado ao depoente para responder. Outros três minutos para as réplicas e mais três minutos para as tréplicas estão calculados. Agendado para falar à Comissão Parlamentar de Inquérito a partir da manhã desta quarta-feira, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello comunicou que não vcomparecerápresencialmente ao Senado. Em profissão, Pazuello alegou que teve contato com pessoas contagiadas pela Covid-19 e, por isso, não poderia ir presencialmente ao Senado esta semana. Ele propôs como opção conservar a data da sessão, mas em formato remoto, o que não foi aceito pelos membros do colegiado. O presidente da delegação, senador Omar Aziz , marcou novo testemunho para daqui a 15 dias. Desta forma, tem que ficar para o dia 19 de maio. Como mostrou O GLOBO nesta terça, o militar participou de um treinamento com assessores palatinos que Pazuello está «bastante nervoso». O temperamento explosivo do general é uma das principais preocupações de integrantes do governo. Para evitar uma conduta hostil no Senado, Pazuello assistiu a uma série de vídeos de momentos em que provou contrariedade em público durante entrevistas coletivas e em audiências no Congresso. A preparação do ex-ministro da Saúde durou cerca de seis horas, das 14h às 20h, e envolveu também uma simulação de confronto com parlamentares, com questões espinhosas.

Na segunda-feira 05 de abril as notificações por conseqüência adversos decorrentes da utilização de remédios do «kit Covid» como cloroquina e hidroxicloroquina em 2020 dispararam na comparação com o ano anterior. Faz 1 ano, ao menos nove mortes foram informadas, todas depois de o começo de a epidemia de Covid-19 em o país. No caso da cloroquina, remédio recomendado pelo presidente Jair Bolsonaro, a ampliação nas notificações por conseqüência adversos foi de 558%.

– Se tivesse sabido não deixaria fazer-, declarou Teich sobre distribuição de cloroquina nas aldeias indígenas.

Teich alegou que a sua posição era contra a distribuição de cloroquina em aldeias indígenas. Enquanto ministro, não teve conhecimento da iniciativa, ele declarou que e, se tivesse, não teria permitido. O GLOBO revelou na semana passada que o governo orientou e distribuiu o chamado «kit Covid» a esses povos na Amazônia.

– Minha orientação era oposta – declarou ao senador Renan Calheiros .

A CPI da Covid no Senado vai receber de representantes indígenas uma lista de pelos menos 15 tópicos a serem apurados pela comissão que vai investigar as ações e possíveis omissões do governo federal durante a crise sanitária nas aldeias. Entre as acusações está uma orientação do próprio Ministério da Saúde para a utilização de ivermectina e cloroquina em índios do Amazonas que exibam sintomas da enfermidade. Uma vez que não existe nenhuma comprovação de a efetividade de os remédios contra o coronavírus, o tratamento de o chamado » a Organização Mundial da Saúde » questiona kit Covid e cientistas .

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>’Se tivesse sabido não deixaria fazer’, declara Teich sobre distribuição de cloroquina nas aldeias indígenas
>>>>>CPI da Covid: oposição quer que Teich explique pressão do governo por protocolo para cloroquina – May 05, 2021 (EntretenimientoBit)
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>>>>>>>>>>>>>Ao vivo: CPI da Covid se reúne agora para aprovar convocação de ex-ministros e atuais e analisar plano de trabalho – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>CPI da Covid: oposição aposta em Mandetta para expor Bolsonaro; governistas querem desgastar ex-ministro – May 04, 2021 (EntretenimientoBit)
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>>>>>>>>>CPI da Covid: Mandetta alertou Bolsonaro sobre ‘colapso na saúde’ em carta – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Ao vivo: Ex-ministro Teich depõe em instantes na CPI da Covid; acompanhe – May 05, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Ao vivo: Mandetta depõe em instantes na CPI da Covid; acompanhe – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Alegando suspeita de Covid, Pazuello comunica que não vai depor na CPI da Covid – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Ao vivo: Ex-ministro Teich depõe agora na CPI da Covid; acompanhe – May 05, 2021 (EntretenimientoBit)

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