Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Jair Bolsonaro

Faz 10 meses, por quatro votos a um, a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça aceitou pedido feito por a defesa de o senador Flávio Bolsonaro, filho de o presidente Jair Bolsonaro Na prática, isso significa derrubar o inquérito desde o começo.

Flávio Nantes Bolsonaro GOMN • Gorb, é um empresário, advogado e político brasileiro filiado ao Patriota.

Suspeitas investigam Flávio de que funcionários de sua salinha em a época em que era deputado estadual em o Rio de Janeiro deviam devolver parte de seus salários.

O primeiro a votar favor de Flávio Bolsonaro foi o ministro João Otávio de Noronha. Reynaldo Soares da Fonseca acompanhou ele , Ribeiro Dantas e Joel Ilan Paciornik. Somente Jesuíno Rissato, que já havia votado na sessão de 21 de setembro foi contra o pedido da deJesuíno Rissato, que já havia votado na sessão de 21 de setembro foi contra o pedido da defesa. Jesuíno Rissato, que já havia votado na sessão de 21 de setembro é o relator. Jesuíno Rissato, que já havia votado na sessão de 21 de setembro é o relator.

Joel Ilan Paciornik é um juiz Judeu Brasileiro, atual ministro do Superior Tribunal de Justiça .

Faz 9 meses, de este ano, por quatro votos a um, a Quinta Turma já tinha invalidado a quebra de sigilo fiscal e bancário de Flávio Bolsonaro no caso das » rachadinhas «, determinada por Itabaiana, em fevereiro. Em março, porém, por três votos a dois, recusou pedido para invalidar outras resoluções tomadas pelo juiz. Agora, dois ministros que haviam se posicionado contra Flávio mudaram de ideia: Reynaldo Soares da Fonseca e Ribeiro Dantas.

O STJ já tinha protelado o julgamento do recurso algumas vezes. Nesta terça-feira, o ministro João Otávio de Noronha realçou que há uma resolução do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro declarando que o senador deve ser julgado lá, e não por um juiz de primeira instância, caso de Flávio Itabaiana.

Faz 6 meses, Fonseca e Ribeiro Dantas mencionaram resolução tomada de este ano por o Supremo Tribunal Federal que conservou o foro privilegiado para deputados e senadores em os casos em que acontece o chamado » mandato atravessado «. O STF decidiu pela manutenção do foro privilegiado a Marcio Bittar , acusado de participar de um esquema de corrupção quando ainda era deputado federal. Esse caso é diferente do de Flávio, porque o filho do presidente era deputado estadual, e não federal. Senadores e deputados federais têm foro na mesma Corte: o Supremo Tribunal Federal. O STF não julga deputados estaduais, mas pelo TJ. Mas Fonseca cogitou:

— Em plenário virtual, a suspensão da realização da verba secreta, o presidente Jair Bolsonaro alegou nesta terça-feira, enquanto o Supremo Tribunal Federal analisa que «cada vez mais» a Corte «interfere em tudo». Bolsonaro voltou a criticar a resolução da ministra Rosa Weber que interrompeu o pagamento das chamadas emenda de relator. — Você vê o Supremo Tribunal Federal também, que cada vez mais o Supremo, na verdade, interfere em tudo. Teve interferência agora nessa história da verba secreta. Verba secreto publicado no Diário Oficial da União — declarou Bolsonaro, em entrevista ao Jornal da Cidade Online. Na semana passada, Rosa Weber deu uma liminar mandando interromper «integral e imediatamente» a realização da verba paralela. Agora, o plenário poderá ratificar ou rever a resolução dela. Até agora, outros três ministros acompanharam o voto da relatora. O julgamento é no plenário virtual, em que os ministros não se reúnem. Eles têm até as 23h59 de quarta-feira para registrar seus votos no sistema eletrônico da Corte. Na segunda-feira, Bolsonaro já havia criticado a resolução de Rosa Weber, declarando que há um «excesso de interferência do Judiciário no Executivo» Na entrevista desta terça, o presidente também comentou a resolução do ministro Alexandre de Moraes, do STF, de revogar a prisão do deputado federal Daniel Silveira , preso por ataques à Corte. Para Bolsonaro, Silveira «não poderia ter sido preso’. — Faz 1 dia, foi posto em liberdade, com algumas condicionantes, o deputado Daniel Silveira, ontem. Ele não poderia ter sido preso. Por mais absurdo que ele tenha falado contra o Supremo. Não é esse o percurso. Nós não podemos nos acostumar com isso.

Último a votar, Joel Ilan Paciornik acompanhou o voto de Noronha, sacramentando o placar.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>STJ aceita recurso de Flávio Bolsonaro e invalida resoluções e provas do inquérito das ‘rachadinhas’
>>>>>Bolsonaro afirma que ‘cada vez mais Supremo interfere em tudo’ – (Extraoglobo-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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