Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Foto oficial 2 de Davi Alcolumbre (v

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Davi Alcolumbre, que resiste desde agosto em marcar a sabatina do mencionado do presidente Jair Bolsonaro ao Supremo, , alegou nesta terça-feira que está «tudo parado» ao ser questionado sobre a indicação do ex-advogado-geral da União André Mendonça ao Supremo Tribunal Federal . O processo já é o mais longo entre todos os ministros que ocupam uma cadeira na Corte.

— Rodrigo Pacheco voltou a realçar o protagonismo da Casa apreciar indicações feitas pelo Executivo até o final do ano, mencionando especialmente a vaga do Supremo Tribunal Federal , que está frear na Comissão de Constituição e Justiça desde agosto. Rodrigo Pacheco é o presidente do Senado. O presidente da CCJ, Davi Alcolumbre , um dos principais aliados de Pacheco, resiste em pautar a escolha do presidente Jair Bolsonaro pelo ex-advogado-geral da União, André Mendonça. — É importante que cheguemos ao fim do ano com sabatinas realizadas e nomes apreciados. Todos os presidentes de delegação do Senado, já cientes dessa nomeação de um esforço concentrado, certamente vão se desincumbir do seu dever de apreciar e fazer as sabatinas dos mencionados que se os apreciou ainda não , inclusive para o Supremo Tribunal Federal — realçou Pacheco, em conversa com jornalistas. E adicionou: — O senador Davi Alcolumbre está ciente desse esforço concentrado, assim como todos os demais senadores. Acredito bastante que as delegações realizarão sabatinas, nós vamos poder apreciar os nomes no plenário para que possa exercer a soberania da resolução. O esforço concentrado está nomeado e acredito que vai ser o mais fecundo possível. Questionado se pondera levar a indicação ao STF diretamente ao plenário, caso Alcolumbre resista em pautá-la no final do mês, Pacheco evitou responder diretamente. Segundo ele, é preciso trabalhar com a suposição «real e concreta» de que as delegações realizarão o seu trabalho de fazer as sabatinas, seguindo a normalidade. Pacheco garantiu que o Senado vai satisfazer o sua obrigação. Apesar da postura otimista do presidente do Senado, pessoas ligadas a Alcolumbre alegam que não há acordo e que ele não está disposto a pautar a indicação de Mendonça na semana de esforço concentrado, calculada para acontecer entre os dias 30 de novembro e 3 de dezembro.— O presidente Jair Bolsonaro alegou nesta terça-feira que o » grande problema» que impede a aprovação da indicação de André Mendonça ao Supremo Tribunal Federal é ele, e não seu ex-ministro. Faz 4 meses, se mencionou Mendonça para o STF, mas o Senado ainda não analisou a indicação. Ao comentar sobre os obstáculos na tramitação, em entrevista do Jornal da Cidade Online, Bolsonaro inicialmente mencionou a «religiosidade» e a independência de Mendonça: — É bastante importante uma vaga para o Supremo Tribunal Federal. Desejava que as pessoas que estão contra o André falassem que estão contra por algum motivo. Não têm, estão contra pela independência dele. Talvez pela sua religiosidade, talvez porque o voto dele não seja o que ele gostaria que fosse. Depois, o presidente alegou que o «problema disso tudo» seria ele: — E o grande problema disso tudo sou eu, não é o André. Sou eu. Botarei mais dois com o perfil parecido com o André, se eu for reeleito. Não quer dizer que seja evangélico. O compromisso com evangélico eu estou pagando agora e me sinto bastante bem. Na mesma entrevista, Bolsonaro declarou que o presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Davi Acolumbre , não coloca a indicação em eleição porque «deseja outro nome». O presidente declarou, contudo, que não irá desistir de Mendonça. — Agora mencionei um, que é um compromisso meu, um evangélico. Está dando para quatro meses que não entra na pauta para a sabatina. O que está ocorrendo? O presidente da Comissão de Constituição e Justiça não é simpático a esse nome. E como ele não é simpático a esse nome, ele deseja outro nome. Agora, eu não tenho como escapar do nome do André.- O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal , decidiu levar para julgamento no plenário da Corte a ação do partido Rede Sustentabilidade pedindo que a presidência da República seja obrigada a garantir a segurança dos jornalistas que cobrem a rotina do presidente Jair Bolsonaro. Se exibiu a ação após Bolsonaro hostilizar profissionais de o jornalismo em sua passagem por Roma, e a sua equipe de segurança ter atacado alguns deles, tomando inclusive um telefone celular de um jornalista. Para justificar sua resolução, o ministro indicou «a pertinência da questão discutida». Mas, Toffoli requereu informações a Bolsonaro,, antes que o julgamento possa acontecer que terá dez dias para responder. Depois, a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria-Geral da República vão ter cinco dias para se demonstrar. Após tudo isso, vai ser necessário ainda que a data do julgamento seja marcada, o que é atribuição do presidente do STF, o ministro Luiz Fux. O partido Rede Sustentabilidade pediu que o STF obrigue a Presidência da República a adotar «todos os meios necessários para assegurar o livre exercício do jornalismo, bem como a integridade física de jornalistas e demais profissionais da mídia, durante a cobertura dos atos do presidente». Também requereu que a Corte determine que o Planalto exiba em 48 horas um plano de segurança para garantir a segurança dos jornalistas, com a participação de integrantes do Gabinete de Segurança Institucional . O partido pediu ainda que Bolsonaro seja impedido de fazer ou incentivar ataques verbais ou físicos à imprensa, sob pena de multa de R$ 100 mil por cada ato. Segundo a ação, o presidente da República tem uma conduta que, «em vez de proteger e animar o trabalho jornalístico, prefere dele zombar ou atacar os seus profissionais, visando a cercear a sua atuação». O partido avalia que, por medo de perseguição, os jornalistas possam vir a praticar a autocensura.

Na terça-feira 02 de novembro Após as denúncias de que o senador Davi Alcolumbre teria empregado servidoras aparições em sua salinha por cinco anos, no esquema conhecido como «rachadinha», a bancada do Podemos no Senado Federal defendeu seu afastamento da Presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania . Alcolumbre negava as denúncias.

David Samuel Alcolumbre Tobelem é um comerciante e político brasileiro, filiado ao Democratas e, atualmente, senador da República pelo Amapá.

— Tudo parado, tudo parado — declarou o presidente da principal delegação da Casa a jornalistas, ao ser questionado sobre a situação da sabatina.

Alcolumbre falou brevemente com o jornalismo antes da sessão da CCJ realizada nesta terça-feira. O primeiro encontro da delegação, após mais de um mês sem qualquer atividade, durou somente cerca de dez minutos, e se o destinou para a eleição de emendas a o projeto de a Lei Orçamentária Anual. Os parlamentares não discutiram as próximas sabatinas abertamente durante o encontro.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>’Tudo parado’, declara Alcolumbre sobre sabatina de Mendonça na CCJ
>>>>>Pacheco diz que Alcolumbre ‘está ciente’ do esforço concentrado para sabatinas e cita indicação ao STF – (Extraoglobo-pt)
>>>>>‘Grande problema sou eu’, diz Bolsonaro sobre demora na indicação de Mendonça para STF – November 09, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Lira vai ao presidente do STF para defender legalidade de ‘orçamento paralelo’ – (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>‘Todos os partidos têm problema e eu não consegui criar o meu’, diz Bolsonaro, confirmando última reunião com PL – November 09, 2021 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>>>>>PL vai se reunir na semana que vem para oficializar filiação de Bolsonaro – November 08, 2021 (Extraoglobo-pt)
>>>>>>>>>Moro rebate informações prestadas por Bolsonaro em depoimento à PF – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Ação que pede segurança a jornalistas que cobrem rotina de Bolsonaro será julgada no plenário do STF – (Extraoglobo-pt)

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