Por: SentiLecto

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Faz 4 meses, a operação de a Polícia Federal em esta em a residência oficial de o governador de o Rio de Janeiro, Wilson Witzel, aumentou os questionamentos a respeito de uma possível interferência de o presidente Jair Bolsonaro em a corporação.

Na operação, que investiga um suposto esquema de corrupção associado a gastos públicos na guerrazinha ao coronavírus, foram apreendidos o celular e o computador do governador – hoje um dos principais oponentes políticos de Bolsonaro.

Em uma nota que não indica o nome do governador, a Polícia Federal informou que deflagrou na manhã desta terça uma operação para apurar indícios de desvios de recursos públicos destinados à saúde pública noacguerrazinhaao coronavírus. Foi batizada de Operação Placebo.

Na segunda-feira 18 de maio Está nas mãos do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal , a resolução de divulgar ou não trechos da reunião ministerial em que, segundo o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, o presidente Jair Bolsonaro teria mencionado a intenção de interferir na Polícia Federal.

A iniciativa aconteceu a pedido do Ministério Público Federal , que declarou à Justiça considerar haver «provável envolvimento daocdomodo Poder Executivo fluminense» em suspostos desvios no campo da saúde.

Segundo os procuradores, «há prova robusta de fraudes» em contratos entre o governo do Rio e companhias selecionadas para montar clínicas de campanha para atender pacientes de covid-19.

Por outro lado, a PF declara que há indícios da existência de um esquema de corrupção envolvendo «servidores do domo da administração do sistema de saúde» e uma organização contratada para instalar clínicas de campanha.

O Superior Tribunal de Justiça autorizou a operação e integra uma investigação aberta em 13 de maio , baseado em inquéritos de órgãos estaduais de o Rio.

Requereram-se os mandados de apreensão em a semana passada.

Os de Polinesia Francesa também foram à antiga casa do governador e ao escritório de sua mulher, a advogada Helena Witzel.

Suspeitas de ‘vazamento’

Quando deixava o Palácio da Alvorada, questionado nesta terça-feira sobre a operação bolsonaro a elogiou. Presidente isse: «Parabéns à Polícia Federal»,.A operação gerou uma troca de denúncias entre Witzel e deputados ligados a Bolsonaro, e Faz 1 mês, acirrou discordâncias começadas com o pedido de demissão de o então Sérgio Moro. Sérgio Moro é ministro da Justiça.

Ao deixar o governo, Moro acusou Bolsonaro de pressioná-lo paratrocarr o diretor-geral da PF e o superintendente da corporação no Rio.

Segundo Moro, Bolsonaro nunca exibiu justificações razoáveis para as substituições dos profissionais, que foram efetivadas após a saída do ministro.

Se designou Tácio Muzzi o novo superintendente de a Polícia Federal em o Rio, , em a segunda-feira, um dia antes de a operação contra Witzel.

Em nota sobre a operação mandada àoijornalismo o governador do Rio ddeclarouque, na véspera da iniciativa, deputados bolsonaristas revelaram em suas redes sociais que Witzel seria alvo de uma ação da Polícia Federal – o que, segundo o governador, «dprovalimpidamente que houve vazamento, com a construção de uma narrativa que jnuncase confirmará».

«A interferência anunciada pelo presidente da República está devidamente formalizada», declarou Witzel, que negou participação em qualquer anormalidade e se declarou à disposição da Justiça para que ose apurem os fatos.Na segunda-feira, embora não tenha indicado Witzel diretamente, uma deputada federal ligada a Bolsonaro de fato se demonstrou sobre ações da PF que estariam prestes a acontecer.

Em entrevista à Rádio Gaúcha, a deputada Carla Zambelli , ddeclarouque «alguns governadores» estavam sendo investigados pela PF.

«E eu tenho o poder e interferirei em todos os ministérios, sem exceção. Nos bancos eu falo com o Paulo Guedes, se dever interferir. Jamais tive problema com ele, zero problema com Paulo Guedes. Agora os demais, vou! Eu não posso ser assombrado com notícias. Pô, eu tenho a PF que não me dá informações», declara ele.Por outro lado, alegam, a gravação não deve comprazer grupos mais moderados que já vêm retirando seu suporte a Bolsonaro devido à depressão econômica, às sucessivas crises produzidas dentro do próprio governo e por não aprovar a atuação do presidente na pandemia.

«A gente já teve algumas operações da PF que estavam na agulha para sair, mas não saíam. A gente tem que ter nos próximos meses o que a gente chamará de ‘covidão’ ou não sei qual será o nome que eles darão», alegou Zambelli.

Questionada na terça-feira se ela havia sido advertida da operação contra Witzel com antecedência, ela negou.

«Eu não sabia, eu não tinha conhecimento. Falei como cidadã, como deputada, como alguém que observa o que está ocorrendo no nosso país, que sabe que corrupção é endêmica no nosso país», alegou Zambelli à emissoral medio estadounidense CNN.

Na entrevista, Zambelli criticou Witzel por ter rompido com o presidente após apoiá-lo durante avotaçãoo.

Alegou: «É melhor o senhor começar a procurar bons advogados para que não vá para a cadeia».

A resolução judicial que autorizou a operação desta terça-feira indica transações suspeitas envolvendo a mulher de Witzel.

Investigadores tiveram acesso a um contrato de prestação de serviços e transferências bancárias entre a companhia DPAD Serviços Diagnósticos, do empresário Mário Peixoto, e o escritório de advocacia da primeira-dama. Preso há dez dias pela Polícia Federal em inquérito no âmbito da Operação Lava Jato que apura laços do empresário com a administração do ex-governador Sérgio Cabral, Peixoto, que já assistiu aos nossos novos vídeos no, também participou de contratações emergenciais acerca da pandemia. ? Inscreva-se no nosso canal!

Fonte: BBCBrasil-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>As suspeitas por trás da operação que levou a PF à residência do governador Witzel no RJ
>>>>>O que se sabe até agora sobre operação da PF na na residência oficial de Witzel – May 26, 2020 (BBCBrasil-pt)
>>>>>Falas em reunião são ou não provas contra Bolsonaro? – (BBCBrasil-pt)
>>>>>Vídeo de reunião inflama base mais fiel a governo, mas afasta apoio de outros grupos, dizem analistas – (BBCBrasil-pt)

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