Por: SentiLecto

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Chuvas torrenciais, queda drástica nas temperaturas, ventos de mais de 100 km/h e até neve. Um ciclone extratropical, fenômeno também chamado de «ciclone bomba», mudará o clima nas regiões Sul e Sudeste do Brasil nos próximos dias.

Principalmente nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, onde o fenômeno já está sendo sentido com mais força e provocando estragos, a previsão é de quedas súbitas nas temperaturas, com chance até mesmo de provocar neve no Sul e geada no Sudeste.

No Sudeste, porém, os conseqüência serão menores. O ciclone deve somente tangenciar o Estado de São Paulo em sua passagem pela região. Ainda assim, a previsão do Centro de Gerenciamento de Emergências é que as temperaturas na capital paulista chegue a 8º C entre a noite de quinta e a madrugada de sexta-feira.

Em cidades como Florianópolis e Balneário Camboriu, em Santa Catarina, a passagem do fenômeno deixou um rastro de devastação.

Nas redes sociais, dezenas de usuários registraram em vídeo momentos de pânico com a forte ventania e a chuva intensa.

De acordo com o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia Heráclio Alves, ciclones extratropicais são relativamente habituais e áreas formam eles de baixa pressão atmosférica.

Este que passa pelo Brasil surgiu próximo ao Paraguai e vai atravessar diversas regiões continentais até chegar ao mar, onde ainda atua por algum tempo e depois perde força.

A MCM Consultores, que estima uma retração de 7% do PIB neste ano, realça que o mercado de trabalho é um dos fatores que devem retardar a recuperação, tanto pelo efeito direto quanto indireto, já que o medo de perder o emprego acaba fazendo com que parte dos que ainda estão empregados gastem menos.

Na quarta-feira 10 de junho passados quase três meses, nada mencionava que já passávamo do pico da pandemia. Se registraram recordes de casos e mortes em a verdade, em um único dia em a última semana.

«Ele provoca basicamente ventos mais fortes, muita chuva, e a partir daí que se formam as frentes frias. Se registraram rajadas de vento de 50 entre ontem e hoje, a 100 quilômetro – h em o Rio Grande do Sul.

Quando o passa a afetar mais, amanhã, ele se desloca para o mar a costa do país», alegou o expert do Inmet à BBC News Brasil.As consequências, segundo ele, são ondas maiores e uma grande agitação no oceano. Isso deve acontecer na faixa que vai do Rio Grande do Sul até o Rio de Janeiro.

A Marinha emitiu um comunicado para adverti que a região Sul tem que ter oceano movimentado e ondas de até 7 metros nas próximas horas. Algumas regiões montanhosas de Santa Catarina podem ter ventos de até 140 km/h.

Os vendavais que já estão sendo provocados pelo ciclone podem arrancar telhas de imóveis e provocar borrascas.

Segundo o expert do Inmet há cerca de um mês aconteceu outro ciclone como este. A diferença é que o último foi mais fraco e somente tangenciou o Rio Grande do Sul, como vai fazer desta vez em São Paulo.

‘Não é hora de pescar’

O meteorologista do Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura de São Paulo Thomaz Garcia declarou que a previsão para São Paulo é uma queda nas temperaturas e chuva, mas sem a mesma intensidade das que aconteceram no último fim de semana.

«Pode acontecer chuvas isoladas nesta madrugada e começo da manhã. A previsão é que aconteçam ventos com rajadas de até 60 km/h, com uma grande queda da temperatura até pelo menos no fim de semana», alegou Garcia.

Ele alegou que a principal recomendação é se proteger e não entrar no oceano.

«O ciclone vai provocar uma grande agitação marítima com muita ressaca no litoral. Não é hora de sair para pescar. Esse ciclone provoca uma queda súbita de pressão atmosférica. No centro dele tem ar frio que gira em sentido horário provocando ventos fortes e chuva», declarou.

Nesta terça-feira, o Corpo de Bombeiros do Estado informou que foram registrados 50 chamados para quedas de árvores nas últimas horas na cidade de São Paulo. O major Marcos Palumbo declarou que a provável causa são «ventos fortes de até 53 km-h». O major Marcos Palumbo é o porta-voz dos bombeiros.

O registro mais grave, segundo ele, foi a queda de uma árvore de grande porte sobre duas casas na Vila Mariana, na capital. Ninguém ficou ferido.

Um dos critérios para a identificação de uma recessão é ocorrência de dois trimestres consecutivos de queda do Produto Interno Bruto — o que configura a chamada recessão técnica. Mas ele não é o único: o comitê leva em consideração uma série de fatores, como a retração espalhada da atividade em um extenso espectro de setores, como é o caso atual.

Final de YouTube post de BBC News Brasil

Final de YouTube post 3 de BBC News Brasil

Fonte: BBCBrasil-pt

Sentiment score: NEUTRAL

Countries: Brazil

Cities: Sao Paulo, Rio Grande

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>O que é o ‘ciclone bomba’ que está provocando estragos no Sul do Brasil
>>>>>Por que Brasil já pode ter atingido ‘fundo do poço’ da recessão – e o que isso significa – June 29, 2020 (BBCBrasil-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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