Por: SentiLecto

– Rodrigo Maia alegou nesta quarta-feira que vai dar rapidez na tramitação de medidas provisórias, inclusive as anunciadas nesta tarde pelo presidente Jair Bolsonaro, com ênfase na que trata da manutenção de empregos. Rodrigo Maia é o presidente da Câmara dos Deputados.Maia sublinhou a necessidade de rápida aprovação dessa MP, adicionando que vai conversar com líderes para a construção de um texto que de fato garanta a manutenção de empregos no decorrer da crise do coronavírus.

– Rodrigo Maia cobrou o governo que organize com os demais poderes um «pacote horizontal» de medidas que traga previsibilidade na sociedade, pedindo ainda que se as observem a experiência internacional em a guerrazinha em a nova enfermidade e seus conseqüência. Rodrigo Maia é o presidente da Câmara dos Deputados.ara o presidente da Câmara, para quem é positiva a linha de crédito anunciada nesta sexta-feira pelo governo para pequenas e médias companhias para o pagamento de salários, mas poderia ter um volume maior de recursos, é necessária uma integração das ações, do oposto os Poderes e agentes públicos podem “bater cabeça”. “Acabará ocorrendo de maneira desorganizada, se a gente não tem o suporte ou o comando do próprio governo. Como quando você toma um medicamento em dose desnecessária. Com o efeito da dose correta, você fica bom. Em doses acima do prescrito, acabará dando problema”, declarou, em discussão virtual organizada pelo Lide, grupo de empresários fundado pelo hoje governador de São Paulo, João Doria . , recordando que propôs na véspera que o presidente Jair Bolsonaro convide uma reunião extensa e “franca” com os Poderes para debater a crise. declarou: “É a mesma coisa, o Parlamento precisa ter esse diálogo com o governo, o governo precisa comandar”. “O governo precisa compreender que tem certas resoluções que são inevitáveis e que elas precisam ser tomadas com alguma rapidez por parte do governo.” Maia, que mencionou problemas com aluguéis, propôs o deferimento de impostos e defendeu que, fora do pacote horizontal, o setor privado hospitalar seja ouvido com maior urgência, avaliou que a linha de crédito de 40 bilhões de reais em dois meses para o pagamento de salários de pequenas e médias companhias é “tímida”, “não resolverá nada”. “Em relação à questão dos impostos, é obvio que o governo já dteria que terfeito isso. Isso é óbvio. É óbvio que o governo já teria que ter interrompido os contratos e ter aberto o seguro-desemprego como contrapartida. É óbvio que esse empréstimo que o governo está fazendo, já teria que ter feito e num volume maior, no meu ponto de vista, não somente para pagar salário mas para garantir capital de giro”, disse o deputado. Maia relatou que tenta articular também as iniciativas do deputados, para que “saia uma coisa integrada” , para evitar mais “insegurança” e “imprevisibilidade”. Defendeu, ainda, que não há outro percurso que não passe, tanto no curto como no médio prazo, pela injeção de recursos públicos para o enfrentamento da crise e a retomada da atividade. Também cogitou que a quebra do isolamento precisa seguir um planejamento, sob pena de ampliar os efeitos na economia e no sistema de saúde. Admitiu: “É claro que todos desejam diminuir o isolamento”. “A gente não pode é ter uma onda de abertura de isolamento que gere uma segunda onda de aprofundamento maior da crise econômica e também de uma calamidade maior, principalmente na perda de vidas pelo colapso do sistema de saúde.” Maia creditou a discussão sobre o isolamento, principalmente nas redes sociais, à falta de um posicionamento do governo que dê uma previsão para os próximos dias. Declarou: “Temo que saber liberar resolverá o problema ou não resolverá o problema”.- Rodrigo Maia alegou nesta terça-feira que o governo tem toda a condição de coordenar um trabalho de vão mutirão para garantir o pagamento do vale de 600 reais a vulneráveis antes do dia 16 de abril, como calculado pelo ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni. Rodrigo Maia é o presidente da Câmara. Em entrevista coletiva, Maia argumentou que o projeto calcula uma renda emergencial, e que por essa razão deveria ser disponibilizada antes desse prazo. Na avaliação do presidente da Câmara, o projeto aprovado na véspera pelo Senado ainda não tinha sido sancionado porque o governo tinha que estar examinando aspectos técnicos da proposta. – Paulo Guedes alegou neste sábado que o corte salarial do funcionalismo público durante a crise gerada pelo coronavírus não é uma ideia que lhe atrai, defendendo no lugar da iniciativa um eventual congelamento da remuneração dos servidores. Paulo Guedes é o ministro da Economia. Ao participar de mesa redonda virtual com executivos da XP nesta noite, o ministro também recusou possível ampliação de impostos das maiores companhias da país para ampliar a arrecadação do governo. Declarou: «Eu acho que num momento de emergência você tirar dinheiro de circulação, seja do funcionário público, seja das companhias, não acho que é momento de fazer isso». Em relação ao funcionalismo, Guedes alegou preferir trocar uma investida dessa natureza por um congelamento salarial, frear ampliações por «dois, três, quatro anos». Declarou: «Acho mais construtivo que tentar tirar poder de compra «. A diminuição de até 20% nos salários dos servidores que têm vencimentos maiores, entre elas parlamentares, tem sido defendida pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia , como uma medida para liberar recursos para a guerrazinha à pandemia de coronavírus e como um gesto simbólico durante a crise. A proposta, no entanto, não é bastante popular entre deputados e sua defesa por Maia gerou mal-estar no Congresso.

Na terça-feira 24 de março – O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia , alegou que o texto da Proposta de Emenda à Constituição que separa os gastos no enfrentamento da crise do coronavírus do Orçamento principal está quase pronto. Na expectativa de conseguir um entendimento nas próximas horas, Maia adicionou que, assim que for deduzido, o texto da proposta do chamado «Verba de combate» seria levado para análise de líderes de bancadas. «O texto estava concluindo de ficar pronto agora. Com quem eu conversei, 90% das pessoas, dos agentes econômicos, da própria equipe econômica do governo, bastante positiva a reação», declarou o presidente da Câmara em entrevista à GloboNews. «Agora vamos levar essa matéria escrita –porque quando a gente escreve, às vezes dá mais polêmica– para que os líderes, as suas bancadas, possam respaldar essa ideia, possam retificar, possam aaumentar, aalegouo deputado. Por se tratar de uma PEC, a proposta precisava dos votos favoráveis de 308, entre os 513 deputados e de 49, entre os 81 senadores. Mais cedo, em entrevista à Rádio Bandeirantes, Maia mdemonstrousua intenção de votar a PEC em sessão remota da Câmara pcalculadapara a tarde da quarta-feira. Desde a segunda-feira Maia tem defendido a matéria, que teria que incluir também prazos especiais para que o Senado e o TCU analisem os créditos extraordinários relacionados à crise do coronavírus. «Quando a crise passar, aí nós voltávamo à pauta de rreorganizaçãodbrasileira, aadicionou Ainda que conservava conversas com o governo sobre MP que limitava o acesso à Lei de Acesso à Informação , o presidente da Câmara dideclarouara tentar uma saída que não sinalize a falta de trclarezaara a sociedade. Cogitou, no entanto, que era necessário acelerar a análise de MPs em situações de crise e por isso tem conversado com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre , para construir um «rito sumário» para eleição das medidas. Avaliou: «Algumas matérias, talvez, o governo vá além do necessário e a gente precisa, nesse momento de crise, que a tramitação seja mais rápida». «Para que a gente coloque logo no plenário e aju
ste excesso nesta ou em qualquer medida provisória.» Sobre outra polêmica envolvendo outra medida provisória do governo, alegou que uma saída para a manutenção de empregos poderia passar pela garantia de seguro-desemprego a trabalhadores que venham a ter seus contratos de trabalho suspensos, ou ainda uma modalidade de crédito nos bancos voltada às ecompanhiaspara que mconservemos empregos. O Executivo editou MP que permitiria a suspensão de contratos de trabalho por 4 meses sem o pagamento de salário, entre outros assuntos, mas recuou e revogou o equipamento que tratava do assunto. Maia também declarou aguardar medidas do Banco Central que poderiam ser incluídas na pauta da Casa. «A gente precisava também garantir as condições para que não somente a equipe econômica, mas também o Banco Central, possa ter as condições de enfrentar a crise.»

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: SLIGHTLY POSITIVE

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Maia declara que vai dar rapidez a MPs anunciadas nesta 4ª pelo governo
>>>>>Maia cobra governo e alerta para necessidade de pacote horizontal – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Governo tem condições de pagar vale de R$600 antes de 16 de abril, diz Maia – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Guedes diz preferir congelamento salarial do funcionalismo público a corte de remuneração – (Extraoglobo-pt)

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