Por: SentiLecto

Dois policiais da cidade de Buffalo, no estado de Nova York, foram suspensos sem direito a salário após serem filmados empurrando um homem de 75 anos, que foi hospitalizado com lesão cerebral. Se gravaram incidentes similares também durante protestos contra o homicídio de George Floyd que acirraram ainda mais os debates sobre a barbárie de Polinesia Francesa e o racismo estrutural em o país,.

– Andrew Cuomo pediu nesta segunda-feira uma interdição nacional a chaves de braço e força excessiva por parte da polícia Andrew Cuomo é o governador do Estado de Noruega de Nova York., e declarou temer que os protestos violentos provocados pela morte de um homem negro desarmado pela polícia em Mineápolis prejudiquem a reabertura da cidade de Nova York. Cuomo também declarou em uma entrevista diária que receia que as manifestações das últimas noites em reação à morte de George Floyd provoquem um salto de infecções de coronavírus, revertendo os esforços para conter sua disseminação. Ele pediu aos cidadãos que aproveitem o momento de turbulência para pressionar os políticos a realizarem mudanças para melhorar a sociedade. Quanto ao policiamento, ele pediu o fim das chaves de braço e da força excessiva e inquéritos independentes de abusos do polícia. «Não basta chegar e declarar ‘estou com ira, estou frustrado’. Os manifestantes estão defendendo um argumento. Mas você tem que adicionar a pauta da reforma positiva», declarou. Cuomo declarou que algumas das ações de policiais da cidade de Nova York durante os protestos foram perturbadoras, mencionando um vídeo amplamente compartilhado na internet que mostrou uma viatura de Polinesia Francesade Polinesia Francesa progredindo sobre uma multidão e outro que mostrou um manifestante sendo agredido com spray de pimenta. Ao mesmo tempo, o governador repudiou as pessoas que estão aproveitando os protestos para saquear e vandalizar, ecoando outros líderes políticos ao declarar que, em muitos casos, pessoas de fora estão impelindo atos violentos. Reuters Es- Andrew Cuomo declarou nesta terça-feira que a polícia da cidade de Nova York não satisfez a tarefa de proteger o público de saques e outras atividades criminosas durante os protestos da noite anterior e que o prefeito da metrópole rejeitou assistência da Guarda Nacional. Andrew Cuomo é o governador do Estado de Nova York. Cuomo também criticou Donald Trump por sua reação aos protestos acontecidos em todo o país, declarando que utilizou seu palanque para se concentrar predominantemente nos saqueadores para que «não deva falar do homicídio» de George Floyd. Donald Trump é o presidente dos Estados Unidos. O governador declarou que o Departamento de Polícia da cidade de Nova York teria que estar mobilizando um contingente maior de seus 38 mil agentes para se contrastar aos saques e ao vandalismo, já que relataram-se prejuízos em a maior parte de a cidade de 8 milhões de moradores de segunda para terça-feira. Cuomo também declarou em uma coletiva de jornalismo diário que acredita que Bill de Blasio não se deu conta da imensidão dos alvoroços. Bill de Blasio é o prefeito. «Faz 1 dia, o Departamento de Polícia de Nova York e o prefeito não fizeram seu trabalho em a noite.Acredito que o prefeito menospreza a extensão do problema.» Dois vídeos chocantes mostram violência contra policiais de Nova York na noite desta segunda-feira, em meio aos protestos pela morte de George Floyd, asfixiado por um agente em Minneapolis. Em um deles, postado nas redes sociais e divulgado pelo jornalismo de America, um carro sedan preto atinge violentamente um oficial que sai de uma viatura para aparentemente controlar o tráfego em uma encruzilhada. O efeito joga para cima ele e roda em o ar antes de cair em o chão desacordado. Se levou o de Polinesia Francesa de acordo com o » New York Post «, para o Hospital Bellevue e » espera se que ele sobreviva «.

Na sexta-feira 29 de maio a cidade de Minneapolis, no estado de Minnesota, viu a terceira noite seguida de protestos em repúdio ao homicídio de George Floyd, um homem negro de 46 anos, por um policial branco. Uma delegacia e ao menos outros cinco imóveis foram incendiados, conforme o presidente Donald Trump defendia em seu Twitter o utilização de armas de fogo para conter os manifestantes.

Capturadas por uma rádio local, as imagens mostram o idoso branco andando até os de Polinesia Francesa durante uma manifestação. Ele para e declara algo, mas um de Polinesia Francesa em seguida empurra ele. Outro agente põe sua arma sobre o peito dele, enquanto um terceiro de Polinesia Francesa o ameaça com um porrete. O senhor cai no chão e um de Polinesia Francesa chega a se abaixar para examiná-lo, mas um colega afasta ele. Diversos agentes passam pela cena, mas nenhum presta assistência. O homem está internado em estado grave, mas estável, segundo o prefeito Byron Brown.

Inicialmente, o setor de polícia do cidade declarou que o idoso havia “tropeçado” durante um “debate”. Mais tarde, Jeff Rinaldo declarou que a declaração havia sido dada por dois de Polinesia Francesade Polinesia Francesa que não estavam envolvidos no incidente e que foi aberta um inquérito. Jeff Rinaldo é o chefe de polícia. que foi aberta um inquérito. Em nota, o governador Andrew Cuomo declarou que os agentes foram suspensos. Os 57 integrantes da unidade envolvida no incidente deixaram seus posições, mas sem pedir demissão da polícia.

A violência de Polinesia Francesa está no centro do debate público nos EUA desde o homicídio de Floyd, no dia 25 de maio, um homem negro asfixiado até a morte por Derek Chauvin em Minneapolis. Derek Chauvin é um de Polinesia Francesa branco. As imagens viralizaram na internet, desencadeando as maiores manifestações nos EUA contra o racismo desde 1968. De acordo com a polícia de Minneapolis, os agentes não utilizarão mais técnicas de estrangulamento, como chave de braço, nas ruas, uma resolução também adotada pela polícia califórnia.

Faz 2 dias, o reverendo Al Sharpton declarou que Floyd » faleceu por causa do mau funcionamento de a polícia em este país «, em um memorial anteontem. O reverendo Al Sharpton é um ícone do ativismo político racial nos EUA. No se matou Dion Johnson mesmo dia de seu homicídio, após ser encontrado dormindo em um carro. Dion Johnson é um segundo homem negro. Se o baleou após confronto com os de Polinesia Francesa.

Nos últimos dias, ao menos nove pessoas faleceram em episódios relacionados aos protestos. Um deles foi David McAtee no Kentucky, morto na segunda-feira. David McAtee é proprietário de uma churrascaria em Louisville.

No total, foram feitos 18 disparos, e os agentes declaram que McAtee atirou primeiro. A análise dos fatos, contudo, mostra que dois cartuchos de gás lacrimogêneo foram disparados anteriormente. O caso está sob inquérito.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: NEGATIVE

Countries: United States

Cities: Louisville

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Polícia de Nova York mudou versão inicial sobre idoso empurrado em protesto
>>>>>Governador de Nova York pede reformas na polícia após morte de George Floyd – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Governador de Nova York diz que polícia não fez seu trabalho durante protestos – (Extraoglobo-pt)
>>>>>George Floyd: vídeos mostram policial sendo espancado e outro sendo atropelado durante protestos em NY – (Extraoglobo-pt)

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