Por: SentiLecto

A hora não é dourada para a industria dos relógios suíços. Faz 1 mês, a exportação de estes produtos registou em setembro mas a queda está a ser amparada por a crescente venda de relógios de opulência em a resiliente economia chinesa. Houve uma ampliação de 80% nas vendas para a China, que de acordo com a consultora Bain & Company, estima-se que até 2025, os chineses encarnem 46 por cento de todas as compras de produtos de opulência pessoais, mais do que norte-americanos, europeus, japoneses e consumidores do sudoeste asiático em conjunto. Em entrevista na Euronews, o CEO da Breitling explicou que «os consumidores de China encarnam cerca de 50 % do consumo na indústria de produtos de opulência. O CEO da Breitling é georges Kern.Os clientes de China já não viajam mais e não penso que isso vá ocorrer nos próximos 6 a 12 meses. Por isso, trata-se bastante sobre reconquistar os consumidores locais, os consumidores franceses em França, os ingleses em Inglaterra, os norte-americanos nos Estados Unidos e claro os Chineses na China. Mas os clientes de China estão a adquiri na China. Antes da pandemia, por um relógio vendido na China, nós vendíamos quatro relógios aos turistas de China fora da China».

Ainda assim, e pela primeira vez, o Comité Central do Partido Comunista Chinês não faz previsões sobre o fecho do ano.  Na apresentação dos dados da realização económica, a porta-voz do Instituto de China de Estatística justifica a recuperação com uma ampliação da demanda. Liu Aihua enfatiza o o crescimento do mercado interno e das importações, colocando a China no papel de motor da economia mundial.O ritmo de crescimento da riqueza na China está perto dos valores pré-pandemia. Nas contas do FMI, o gigante asiático que se alegou este ano como a maior economia global terá que fechar o ano a aumentar 1,9%. O mesmo ano em que as perdas nos Estados Unidos chegam aos 4,3%, na Índia e Portugal a contração chega aos 10%.

Na terça-feira 13 de outubro o Fundo Monetário Internacional calcula uma retração de 4,4% no Produto Interno Bruto global até 2020, melhorando assim sua projeção feita em junho – de queda de 5,2% – graças a uma forte recuperação da China, que será a única entre as grandes economias a aumentar , e aos enormes estímulos fiscais e monetários realizados por diversos países em meio à pandemia do novo coronavírus.

Fonte: Euronews-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: United States, United Kingdom, China, Brazil

Cities: Franca

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>China absorve produtos de opulência
>>>>>Economia chinesa cresce 4,9% – October 19, 2020 (Euronews-pt)

Entidades mais mencionadas e sua valorização na notícia:

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