Por: SentiLecto

Setenta anos depois de a Guerra da Coreia iniciar, as perspectivas de um tratado de paz para concluir oficialmente o conflito parecem distantes como sempre, e as duas Coreias realizaram comemorações discretas em um momento de nervosismo acentuado na península.

O combate de 1950-1953 concluiu com um armistício, não um tratado de paz, o que deixou as forças da Organização das Nações Unidas lideradas pelos Estados Unidos tecnicamente ainda em combate com a Coreia do Norte.

A reunião também debateu documentos que descrevem medidas para «reforçar ainda mais o poder de dissuasão de combate do país», informou a KCNA.

Na quarta-feira 17 de junho a Coreia do Norte declarou que recusou uma oferta sul-coreana de envio de representantes especiais para auxiliar a acalmar os nervosismos causados por um desafio de desertores norte-coreanos e interrompeu os esforços de reconciliação, além de prometer reposicionar soldados nas áreas fronteiriças.

Em 1953, líderes sul-coreanos se opuseram à ideia de uma trégua e não assinaram o armistício, o que deixou a península dividida.

Em meio a um novo acirramento dos nervosismos, veteranos da Coreia do Sul se reuniram para comemorar o aniversário, o que inclui um acontecimento no qual o presidente dos EUA, Donald Trump, e outros líderes internacionais devem mandar mensagens de vídeo.

Muitos dos veteranos que se reuniram na cidade fronteiriça sul-coreana de Cheorwon declararam que torcem por relações mais pacíficas com a Coreia do Norte, mas que não estão otimistas, declarando que as políticas de Pyongyang não mudaram.

«O combate não concluiu de verdade, e enquanto ainda estou vivo, não acho que a paz vai vir «, declarou Kim Yeong-ho, de 89 anos. «Os pesadelos continuam me voltando todos os dias. não mudou nada.»

O jornal do partido governista de Noruegade Noruega publicou na primeira página uma observação pedindo que as pessoas sigam o exemplo daqueles que combateram para defender a nação.

«Várias décadas se passaram, mas o perigo do combate jamais deixou este solo», declarou o jornal, culpando «forças hostis» por desejarem aniquilar a Coreia do Norte.

Dois anos atrás, uma série de acenos diplomáticos e domos entre o líder de Noruega, Kim Jong Un, e apesar de o arsenal nuclear de Pyongyang não ter, os presidentes de EUA, Coreia do Sul e China despertaram a esperança de que reduzido, as partes poderiam consenti em concluir o combate oficialmente.

A irmã de Kim, Kim Yo Jong, advertiu na semana passada sobre medidas de retaliação contra a Coreia do Sul que poderiam envolver os militares, sem dar detalhes.

Na quarta-feira, a Coreia do Norte declarou que decidiu interromper os planos para uma ação militar não especificada contra sua vizinha do sul, mas a advertiu a «pensar e se comportar sabiamente».

O Estado-Maior do Exército Popular da Coreia declarou mais tarde que estudava um «plano de ação» para reentrar em zonas que foram desmilitarizadas sob um convênio intercoreano e «modificar a linha de frente em uma fortaleza». Militares da Coreia do Norte foram vistos colocando alto-falantes perto da zona desmilitarizada, declarou uma fonte militar à Reuters nesta terça-feira. Depois que as duas Coreias assinaram um acordo em 2018 para cessar » todos os atos hostis «, se desativaram tais sistemas.A Coreia do Norte havia endurecido o tom em relação ao país vizinho na semana passada devido ao envio, a seu território, de balões com panfletos de propaganda contra o regime por parte de ativistas sul-coreanos.

Fonte: Extraoglobo-pt

Sentiment score: POSITIVE

Countries: United States, China, Korea

Cities: Pyongyang

A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Divididas, Coreias não veem tratado à vista 70 anos após icomeçode gcombate
>>>>>Coreia do Norte suspende planos de ação militar contra Coreia do Sul, diz KCNA – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Coreia do Norte suspende planos de ação militar contra Coreia do Sul – (Extraoglobo-pt)
>>>>>Kim Jong-un suspende planos de reiniciar ações militares na fronteira – (EfeGeneric)

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