Por: SentiLecto

Em caso que envolve o rei Juan Carlos, que conta com um foro judicial especial, a Promotoria do Tribunal Supremo da Espanha decidiu nesta segunda-feira investigar a construção do trem de alta velocidade que liga as cidades de Medina e Meca, na Arábia Saudita.

A investigação, até então, era de responsabilidade a Promotoria Anticorrupção, que avaliava a atuação de companhias de Espanhade Espanha que atuaram na obra, mas vai passar para o comando Supremo do país, que terá que «demarcar ou descartar a participação do integrante da família real. Quando Juan Carlos deixou de ser o chefe espanhol, os fatos teriam ocorrido em 2014 , com isso, perdeu a inviolabilidade que reconhece a Constituição do país, segundo explicou o Ministério Público, que atualmente, o agora investigado ostenta a condição de rei emérito.

Segundo a promotoria, somente o Tribunal Supremo pode investigar e, eventualmente, julgar, o monarca.

Faz 2 anos, se começou o inquérito, com o propósito de descobrir supostas delegações pagas em a licitação de o trem de alta velocidade que ia de Medina em a Meca por um consórcio de companhias de Espanha em 2011,.O caso surgiu a partir do vazamento de uma gravação de um encontro entre uma amiga do rei Juan Carlos, identificada como Corinna Larsen, e o ex-chefe de polícia da Espanha José Villarejo, que ocorreu em 2015, em Londres.

Por outro lado, a investigação vai analisar se o ex-rei pode ser incluído no caso no que diz respeito a qualquer ação que tenha acontecido declarou o procurador-geral nesta segunda-feira, depois que ele perdeu a imunidade ao renunciar em junho de 2014 em favor de seu filho Felipe.

Na conversa, a mulher alegou que o monarca tinha aberto contas na Suíça, em que havia recebido propinas pela construção do trem.

Algunas meses atrás, a Promotoria Anticorrupção mandou um grupo para a Suíça, para tentar obter dados sobre uma suposta doaação de 65 milhões de euros da fundação panamenha Lucum, supostamente ligada ao rei, para uma conta de Larsen.

Segundo publicou recentemente o jornal «Tribune de Genève», se identificaram evidências de movimentação de US$ 100 milhões, suspeita de ter sido mandada de uma conta da Lucum, no Panamá, que tinha como único beneficiário Juan Carlos.

Juan Carlos foi popular por seu papel na transição do país para a democracia no final dos anos 1970, antes de vários escândalos desgastarem a aprovação pública uma década atrás e o forçarem a passar o trono para o filho.

Fonte: EfeGeneric

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Tribunal Supremo da Espanha vai investigar rei Juan Carlos
>>>>>Suprema Corte da Espanha investiga ex-rei em caso saudita – June 08, 2020 (Extraoglobo-pt)

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