Por: SentiLecto

Foto: Wikipedia – Actor Stephanie Beatriz

Imagens de duas câmeras podem auxiliar a trazer mais detalhes sobre o homicídio de duas crianças, no último dia 10, na casa do bairro Freixal, no município de Guapimirim, na Baixada Fluminense. As vítimas, Arthur Moisés e Bruno Leonardo Ferreira da Silva, de 3 e 6 anos, respectivamente, eram filhos do talento de casa Stephani Ferreira Peixoto, de 35, acusada de assassiná-los a facadas. As câmeras estão localizadas no quintal da casa e outra num poste em frente ao local do crime. O pedreiro Carlos Leonardo da Silva prestou a os investigadores de a 67ª DP a informação , de 38 anos em seu testemunho. O pedreiro Carlos Leonardo da Silva, de 38 anos é o pai dos meninos.

Laudo revela: meninos mortos a facadas pela mãe estavam conscientes no momento do crime

— O laudo é chocante. Um crime bárbaro e que abala até a gente que é mais experiente. Ela provocou essas ‘lesões de hesitação’ como se fosse ‘um teste’ da faca antes de dar o golpe mais profundo —- declarou o delegado Silvino.

Carlos alegou que Stephani, com quem viveu uma união estável de 15 anos, não fazia tratamento psiquiátrico, nem tomava medicamentos controlados. Em suas declarações à polícia, o pedreiro contou que ela dprovava“agressividade no temperamento” quando ddebatiacom ele, mas que era uma “boa mãe, pois fazia a obrigação dela normal de mãe”. A acusada foi presa em flagrante e confessou para agentes das polícias Civil e Militar, que estiveram na cena do crime, que havia cometido o crime.

Ela é mais conhecida por interpretar Detetive Rosa Diaz na série de TV Brooklyn Nine-Nine, da NBC.

‘Amo meus meninos’: mãe que matou dois filhos em Guapimirim fez postagens de afeição Ao chegar na casa, onde o duplo homicídio aconteceu, numa segunda-feira, às 13h50, o cabo da Polícia Militar Luiz França contou que Stephani,, que estava ssentar-seno chão da sala, ao lado do sofá, com profundos cortes nos pulsos, aos gritos, ddeclarava “Matei os meus filhos, deixa eu mfalecer. O inspetor da Polícia Civil Danilo Barboza, acionado por uma vizinha que foi à delegacia, a cerca de dois quilômetros do local da tcalamidade chegou praticamente junto com a PM à cena do crime. Barboza relatou que a acusada, “por diversas vezes”, suplicou: “Não chame a ajudinha, me deixa falecer”. Havia sangue disseminado pelas paredes e pelo chão do cômodo. Num quarto ao lado, deitados de barriga para cima, estavam Arthur Moisés e Bruno Leonardo. A polícia acionou a equipe médica do Serviço de Atendimento Médico de Urgência , que estabilizou Stephani e constatou as mortes das crianças. Levou-se a acusada para o Hospital de Guapimirim e transferida, em o dia seguinte, para a Unidade de Pronto-Atendimento do Complexo de Gericinó, em Bangu. Atualmente, Stephani se encontra no Hospital Psiquiátrico Roberto Medeiros, que também faz parte do sistema penitenciário, no mesmo bairro.

Na se a levou para onde em a última terça-feira, sua vez, stephani segue sob custódia no Pronto Socorro do Complexo do Gericinó. Ela aguarda audiência de custódia e a definição de qual unidade prisional vai ficar presa.

Em testemunho, o cabo França relatou que sentiu um forte odor de gás na casa. Ao chegarem à cozinha, ele e Barboza perceberam que todas as bocas do fogão estavam abertas, inclusive a do forno. França desligou tudo e colocou o botijão do lado de fora, por medo que estourasse. O casal ainda tem um terceiro filho de 15 anos, que quando a polícia chegou, não se encontrava em casa.

O pai dos meninos contou à polícia que, nuando Stephani ddeclarou o último dia 7, o casal e os três filhos estavam em casa, q que iria ao mercado de carro.Carlos relatou que se sugeriu a levá-la e, assim, dariam um passeio com os garotos, mas que ela não aceitou. Uma das crianças, Bruno Leonardo, estava completando seis anos na data. Ela teria saído a pé, mas regressou três minutos depois. Segundo o pedreiro, ela regressou e o atacou, de “maneira gratuita”, com socos, tapas e pontapés. Para se defender, de acordo com suas declarações na delegacia, a segurou para afastá-la. Declarou ainda que ela pegou uma faca, para tentar atingi-lo, assim como ao filho mais velho. O adolescente teria retirado a faca das mãos da mãe, conforme o relato de Carlos.

O pedreiro disse que chamou a Polícia Militar, porém desistiu de registrar o acontecido. Então, nesse dia, uma sexta-feira, Carlos decidiu deixar Stephani com os filhos. Já era a terceira vez que ele se separava da companheira, mas o casal sempre se reconciliava depois.

No fim de semana anterior à tcalamidade Carlos ddeclaroupor mensagem de texto no WhatsApp que qdesejavaver os filhos. De acordo com seu relato na delegacia, a mulher declarou que as visitas teriam que ser resolvidas pela Justiça. Faz 7 dias, ele ficou de ver o advogado, quando recebeu uma ligação de Stephani declarando ter matado as crianças que estava tentando, e foi se matar, «, em a segunda dia 10mas não conseguia falecer”. Ele contou que, desesperado, pegou o carro e foi até a casa onde moravam. Chamou uma vizinha para acompanhá-lo, arrombou o portão, que estava trancado por um cadeado voltado para dentro, mas não teve coragem de entrar na casa. Daí, segundo ele, ficou sentar-se na calçada esperando a vizinha chamar a polícia.

Mensagem: antes de matar os filhos, talento de casa mandou áudio para o pai declarando que cometeria o crime

No testemunho, ele declarou que não imaginava que Stephani fosse ter coragem de fazer algo com os filhos. Enquanto estivesse dormind, segundo Carlos, ela já teria feito ameaças como “cortá-lo de cima até embaixoo, mas não em desfavor dos filhos”.

A Justiça decretou a prisão preventiva de Stephani, que se reservou ao direito de permanecer calada.

Em sua resolução, a juíza sublinhou: » Inicialmente, cabe evidenciar que não há nada que mencione ilegalidade na prisão do custodiado, tratando-se de flagrante formal e perfeito, nos termos do artigo 302, II, do CPP, não havendo que se falar, portanto, em relaxamento da prisão em tela.” E prossguiu: «A conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva da custodiada é necessária como medida de garantia da ordem pública, porque crimes como esse comprometem a segurança de habitantes da cidade de Guapimirim e da própria custodiada — pois se solta, corre o risco de linchamento público —, impondo-se atuação do Poder Judiciário, ainda que de natureza cautelar, com vistas ao restabelecimento da paz social concretamente violada pelo comportamento do custodiado».Também nesta quarta, a polícia tem que receber resultado de uma perícia realizada em dois telefones celulares apreendidos no dia do crime, um pertencente a Stephani e mais um de outro filho da suspeita, um adolescente de 15 anos, e que ela usou ele para falar com o marido após cometer o crime.

Fonte: Extraoglobo-pt

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A história desta notícia a partir de notícias prévias:
>Caso da mãe acusada de matar dois filhos: imagens de câmeras de segurança podem revelar detalhes do crime
>>>>>Meninos mortos a facadas pela mãe estavam conscientes no momento do crime, revela laudo – January 14, 2022 (EntretenimientoBit)
>>>>>>>>>Antes de matar os filhos, dona de casa mandou áudio para o pai dizendo que cometeria o crime – January 13, 2022 (EntretenimientoBit)
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